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12 kirjaa tekijältä Marcelo Leite Ferraz
"Escritor no Div " conta a hist ria de um jornalista e escritor que, ao passar por uma crise moral, profissional e emocional, procura ajuda de um m dico psicanalista; a fim de conseguir entender e organizar os pr prios pensamentos. Ap s v rias consultas filos ficas, ambos estreitam a rela o m dico-paciente e se tornam amigos ao discutirem v rias ideias, pensamentos e teses. Contanto, a metamorfose de emo es e os fantasmas ps quicos, que o protagonista contemporizou na cidade de S o Paulo, acaba fazendo o paciente narrar uma esp cie de autobiografia sua que, juntamente com as sess es de an lises, resulta em um livro de fic o publicado por ele.
Um romance baseado nos personagens cl ssicos dos filmes e livros ocidentais, que, ao longo dos s culos, ganharam caracter sticas reconhecidas pelos historiadores e intelectuais que aprofundaram na semi tica dos dramas judaico-crist os. No entanto, "Benjamin e Hannah" longe de ser um livro sobre religi o ou autoajuda, uma extens o da escola Hollywoodiana, onde os conflitos do homem moderno se transformam em uma imprevis vel com dia rom ntica. Os personagens acabam se encontrando em situa es inusitadas nas aulas da universidade global qual eles fazem parte. Deste modo, ambos sofrem suas incompatibilidades culturais e logo enfrentam adversidades que os fazem caminharem para uma poss vel uni o. No entanto, por conta dos seus universos criativos serem muito diferentes, os protagonistas se distanciam temporariamente cada um vivenciando seus conflitos internos. Todo esse drama psicol gico dos aspirantes de escritores os levam a conhecer v rias personalidades durante as passagens pela universidade. Cada aula uma nova aventura vai surgindo e cada professor vem revelando dons em seus alunos especiais que os fazem descobrir suas qualidades liter rias. Assim, eles frequentam aulas de cinema, sociologia, cosmologia e at participam de uma festa no campus da universidade, onde ambos v o vivenciar caminhos opostos que come am a revelar essa linha rom ntica. Contudo, muitas barreiras aparecem pela frente tudo para dificultar a harmonia entre o casal, que ainda est se conhecendo. A cada passo esse sentimento vai se enobrecendo e ganhando uma misticidade milenar como se estes personagens fossem a hist ria viva dos in meros protagonistas do cinema que tinham a mesma qualidade po tica. Isso pode ser exemplificado com o caso do personagem protagonista nomeado por Benjamin. O autor criar um paralelo intertextual com aquelas fontes cinematogr ficas, isso dentro do roteiro, e leva este protagonista a se destacar dentre os outros personagens por priorizar certa sensibilidade para a leitura, o apre o pela educa o e pelas artes, al m de copiar certas atitudes dos personagens de dezenas de filmes que, por sua vez, valorizava-lhe o car ter. Tudo isso fazendo-o enfrentar os desafios, as trag dias e os dramas da vida cotidiana, mostradas atrav s das cenas. Sendo assim, esta obra tem conex o com outras que refor aram esse car ter subjetivo, mas interligado pela intertextualidade. A carga cultural impl cita nos protagonistas faz o p blico leitor identificar os s mbolos referenciais da literatura e, por sua vez, tamb m a se identificarem com os personagens da hist ria do cinema.
Em um trem para turista, que circula pelas principais cachoeiras de Chapada dos Guimar es, embarca um casal de jovens que viver o um romance inesquec vel em movimento. Nesta viagem, eles presenciar o as paisagens mais milagrosas daquela regi o e conhecer o tamb m pessoas de todos os lugares do mundo. Um passeio misterioso e m gico sendo que o ponto final dos trilhos ser a Esta o da Cabala - uma rea localizada em cima de um morro, a 1.000 mil metros de altitude. Em outra extremidade do local, existe um observat rio planet rio, onde um grupo de pessoas, ap s serem selecionadas, ter um contato imediato com seres espiritualmente desenvolvidos.Uma saga que os levar o Col nia de Zion - um planeta distante a milh es de quil metros da Terra, onde os seus habitantes est o em cont nua liga o mental por conta de estarem sempre desenvolvendo as capacidades advindas do amor. Abordo do trem de passeio, personagens marcantes, como um poeta, um fil sofo, um pintor, atores, astr logos, uma fot grafa, um cientista, um m gico, um cozinheiro italiano e um escritor v o se conhecendo e revelando a natureza emocional de cada um. O impacto dos lugares exuberantes, pelos quais a Locomotiva dos Sonhos vai passar, registrar na alma dos passageiros uma mudan a de comportamento. Muitos se desvencilhar o de seus problemas reais para mergulhar nas guas da fantasia. Para tanto, um ser espiritualizado - conhecido com Eli - vai conduzi-los e previamente prepar -los para uma aventura auto-reflexiva. Deste modo, ap s os passageiros superarem seus problemas ps quicos e existenciais, eles ser o submetidos a ensinamentos cabal sticos, que os far o perder as escamas materiais - do individualismo e do egocentrismo. Contudo, cada um, naturalmente, doar um pouco de si para formar o rem dio coletivo que todos v o receber durante o livramento espiritual. Em cada esta o, segredos c smicos ser o revelados pelo s bio Eli, os quais impulsionar o os passageiros para uma proje o m stica e sobrenatural. A Locomotiva dos Sonhos se transformar em um teatro m gico em movimento, fazendo com que os integrantes do grupo, al m de desenvolverem seus dons peculiares, revelem suas personalidades art sticas e po ticas. Todo roteiro est , simultaneamente, sendo escrito por um narrador personagem que, por sua vez, ao mesmo tempo, est escrevendo um livro dentro da hist ria principal. Adam, o narrador, n o sabia explicar direito, mas tudo que acontecia, parecia ser um d j vu, pois seus pensamentos era a pedra angular de toda hist ria, a coluna fundamental, o motor criativo que gerava os esp ritos dos personagens e, por conseguinte, suas aventuras. Adam era o escritor desvendando os segredos do cosmos. Todos eles s existiam porque Adam estava l para colher da realidade narrada, a fantasia que agora escrevia. Ele era a ponte entre o v cuo existencial e a exist ncia art stica.Contudo, havia um personagem que estava extrapolando todas as barreiras da literatura. Eva, de alguma forma, despertou um sentimento diferente em Adam. Deste modo, o escritor j n o sabia o que era real ou irreal, se era sua pr pria imagina o criando o personagem de Eva ou a pessoa dela conspirando para isso.Com esse paralelismo metaf rico, cada integrante do grupo ser remetido a enfrentar suas limita es humanas, como raiva, o dio, o rancor e os desequil brios dos desejos vitais, para assim, receber novas caracter sticas espirituais, que lhes dar o ben os e prazeres celestiais da contempla o - um processo filos fico que desenvolver na alma de cada passageiro esferas iluminadas pelas luzes da sabedoria, da humildade e da miseric rdia. A partir de ent o, ap s anos de estudos e devo o para o altru smo coletivo na Esta o da Cabala, os passageiros da Locomotiva dos Sonhos come ar o a ter a leveza espiritual da aves, para enfim, ter o primeiro contato com os seres espiritualmente desenvolvidos e a
A Comunicação Intertextual Da Cultura Judaica Na Sétima Arte
Marcelo Leite Ferraz
Independently Published
2017
nidottu
A Comunica o Intertextual da Cultura Judaica uma t cnica usada exaustivamente pelos cineastas e autores judeus. Por terem passado por uma educa o que estudasse a Civiliza o Hebraica, foram fortemente influenciados por esses personagens e suas hist rias, que, por sua vez, se acumularam em uma heran a cultural. Com isso, n o de se espantar que essa ferramenta do conhecimento seja espontaneamente desenvolvida nas produ es cinematogr ficas. Na pintura, as mem rias do pintor funcionam para estimular sua for a criativa. Da mesma forma, no cinema a heran a cultural desses criadores que vai materializar o tipo de arte desejada por eles. Para isso, um dos instrumentos mais utilizados ser a Comunica o Intertextual, pois esta ferramenta filos fica permite ao intelectual conectar as ideias e sugar o esp rito idealizador daquelas hist rias e reinseri-lo em multifacetados contextos e novos roteiros. Desta forma, quem faz parte da composi o daquele esp rito idealizador s o as personalidades marcantes; os personagens hist ricos; as atitudes de nobreza, que se destacam em determinadas pocas; bem como um acontecimento, o fato marcante. Enfim, infinitas coisas que poder o ser reconectadas para um contexto novo. Nesse meio, uma esp cie de filtro judaico impresso na mem ria dos criadores que vai respaldar o foco de a o desses autores. Segundo registros do livro Zakhor: Hist ria Judaica e Mem ria Judaica (1992), esse processo, quase que sintom tico, fruto da observa o e relev ncia das in meras hist rias que marcaram a vida do povo judeu ao longo de 5.753 anos de exist ncia no mundo. Um exemplo para visualizarmos este instrumento de "Comunica o Intertextual da Cultura Judaica no Cinema" seria a representa o de personalidades que s o extra das de um contexto hist rico, seja real stico ou ficcional, e inseridas com os mesmos desafios, derrotas e vit rias em contextos contempor neos. N o obstante, neste estudo o tema delimitado na vida cotidiana, nos fatos que se passam no dia a dia onde o ser humano est em constante conflito ou harmonia com a sociedade num processo de forma o e cria o de la os culturais. H in meros exemplos na hist ria, de conflitos e supera es, sejam na vida familiar, na vida comunit ria ou na vida pessoal de cada um. Desta maneira, os cineastas judeus acabam buscando essas hist rias e as remetendo para um plano cinematogr fico. Isso, maximizado para um contexto, pode ou n o destoar os valores culturais em um grupo social. Essa potencializa o dos personagens materializados no dia a dia das pessoas s o refer ncias culturais que podem lhes imprimir um apoio psicol gico e comportamental. Essa profus o po tica - da passam do personagem real para fic o e, por sua vez, exemplos seguidos na realidade pelas pessoas - o conceito de "Comunica o Intertextual da Cultura Judaica no Cinema". Um exemplo claro desse mecanismo, quando os cineastas transformam um personagem da hist ria em protagonista, que poder servir de exemplo para pautar a mentalidade contempor nea das novas gera es, como ocorreu quando a biografia de Leon Tolst i, romancista Russo, foi adaptada para o cinema. Muitas pessoas que n o conheciam o autor, ap s assistirem o filme, come aram a ler os livros dele. No best-seller A ilha no centro do mundo, Shorto (2004) tenta tra ar o mais fiel retrato de Nova York no per odo da coloniza o holandesa e, sobretudo, a influ ncia dos judeus naquela regi o. Como a cultura norte-americana foi fortemente influenciada pela imigra o judaica desde o s culo XVII e, posteriormente, no in cio do s culo XX at o advento da Segunda Guerra Mundial, especialmente, na cidade de Nova York, o cinema e a pr pria literatura desta regi o teve muita influ ncia dos intelectuais judeus que inseriram tamb m mais uma nova cultura nessas cidades. Deste modo, em v rios filmes e livros, os personagens levava
Coletânea de Crônicas e Artigos: Jornalismo
Marcelo Leite Ferraz
Independently Published
2017
nidottu
Nesta colet nea de cr nicas e artigos, Marcelo Leite Ferraz re ne os principais textos elaborados ao longo da carreira jornal stica. Os temas - correlacionados pol tica, economia, cultura e filosofia - s o abordados em um formato, dependendo do assunto, s vezes, mais formais, outras vezes, mais liter rios. Por m, todos os textos carregam informa es, interpreta es, bem como a opini o precisa e sagaz do autor. Ao final de cada publica o, o jornalista faz um coment rio contextualizando os fatos para melhor entendimento do leitor. Quem o autor?Marcelo Leite Ferraz nasceu em Cuiab , capital de Mato Grosso. Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso ( UFMT). Em 2017, foi contemplado pelo Pr mio Mato Grosso de Literatura pelo romance " O Assassinato na Casa Bar o ". O livro narra a vida de um jornalista que investiga uma organiza o criminosa que subverteu os princ pios ticos da Ma onaria e, por causa disso, contaminou os valores virtuosos da institui o, por m, um grupo de pessoas justas vira o jogo e restabelece os pilares da legalidade.. A disputa dantesca, entre os corruptores e os ma ons letrados, desemboca no desmantelamento de toda estrutura imoral da pol tica Mato-grossense. Por m, muitas vidas s o ceifadas em sacrif cio para tal des gnio. O livro ser publicado ainda no primeiro semestre deste ano. Em 2009 publicou "A Cidade dos Poetas de Si o". Neste livro o autor trouxe o debate sobre a intera o da sociedade com o Ecossistema, onde, por meio da cultura, o meio ambiente passa a ser valorizado pela arte, semeando assim a consci ncia ambiental nas gera es futuras. Ap s um per odo de experimenta o liter ria, resolveu publicar o seu segundo livro, "Benjamin e Hannah". Um romance baseado nos personagens cl ssicos dos filmes e livros ocidentais, que, ao longo dos s culos, ganharam caracter sticas reconhecidas pelos historiadores e intelectuais que mergulharam na semi tica dos dramas judaico-crist os. No entanto, "Benjamin e Hannah", longe de ser um livro sobre religi o ou autoajuda, uma extens o da escola Hollywoodiana, onde os conflitos do homem moderno se transformam em uma imprevis vel com dia rom ntica.Na terceira obra "A Locomotiva dos Sonhos" o autor faz uma viagem po tica pelos principais pontos tur sticos de Chapada dos Guimar es. E para tanto, cria personagens de todos os segmentos da arte, como um poeta do pantanal, um fil sofo, um pintor impressionista, um m sico, um chefe de cozinha, uma jornalista, atores, al m de Astr logos tamb m.J no segundo semestre de 2016 o autor publicou uma monografia em formato de livro que trata sobre t cnicas liter rias e cinematogr ficas " A Comunica o Intertextual na S tima Arte". Para descrever de que forma, como e onde essa t cnica da Comunica o Intertextual aplicada o autor analisou as cenas do filme Dirigindo no Escuro. Um filme de 2002, dirigido e estrelado por Woody Allen . Tamb m participam do filme T a Leoni, Treat Williams, George Hamilton, Debra Messing, Tiffani Thiessen, entre outros.Pr mios: Pr mio Mato Grosso de Literatura, ofertado pelo Estado de Mato Grosso (MT).Concurso Liter rio Prof. S rgio Dalate, ofertado pela UFMT, na categoria conto.
Pássaros sem Destino: Coletânea de Poesias
Marcelo Leite Ferraz
Independently Published
2017
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"P SSAROS SEM DESTINO" um livro no qual o autor re ne uma colet nea de poemas metaf ricos. Fazendo um paralelo entre a leveza da exist ncia dos p ssaros com a ascens o espiritual dos poetas no intuito deles ampliarem as percep es dos sentidos diante da natureza. Para, deste modo, voarem juntos procura de um sentido da vida. "Um poeta que se transforma em p ssaro, ou, um p ssaro que se transforma em um poeta e tenta contagiar toda cidade", essa a dimens o po tica vivenciada em versos pelo autor, que navega em guas, s vezes, turvas e agitadas, ou, outras vezes, calmas e l mpidas, mas sempre tentando levar o leitor a sentir - nos ambientes buc licos e at mesmo urbanos - as sensa es que cada voo de liberdade pode lhe proporcionar.
"A Revolu o das Aves" uma obra que narra a hist ria de um jornalista que, ao visitar o Pantanal, acaba desenvolvendo o seu lado de escritor. Na ocasi o, Benjamim tinha sido incumbido por uma revista liter ria para escrever sobre a diversidade po tica do Bioma local. Por m, ao conviver com as aventuras de uma bi loga - que lutava com todas as for as para salvar aquele santu rio dos p ssaros - o personagem acaba mergulhando no universo m stico daquele para so e se apaixonando por ela. Ao entrar na guerra junto com Sara, escrevendo mat rias jornal sticas dos problemas ambientais da regi o, o escritor acaba liderando uma revolu o dos bichos; a fim de criar e preservar o Parque Ecol gico do Pantanal.
O Poder Informativo: Informação Em Defesa Da Democracia E Mídia Da Cidadania
Marcelo Leite Ferraz
Independently Published
2018
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FERRAZ, Marcelo Leite. O Poder Informativo: Informa o em Defesa da Democracia e M dia da Cidadania. 2018. 91. Trabalho de Conclus o de Curso (Gradua o em Direito) - Universidade de Cuiab , Cuiab , 2018.RESUMOA premente tese nasceu dos estudos feitos a partir da Teoria Geral do Estado, da Teoria Constitucional, bem como da Introdu o ao Estudo do Direito, ou seja, na seara do Direito P blico. Assim, a tese aqui erigida, trata-se da constru o de uma teoria institucional do Quarto Poder, outrossim, de um sistema de quadriparti o dos poderes, quais sejam: Poder Executivo, Poder Legislativo, Poder Judici rio e o Poder Informativo; este ltimo sendo o objeto primordial desta tese. Contudo, para trazer essa teoria tona foi feito um estudo minucioso da Hist ria da Imprensa no mundo e, especificamente, no Brasil. E ainda, um estudo comparativo das constitui es brasileiras no que diz respeito liberdade de express o e liberdade de imprensa, cidadania e direitos republicanos. Partindo desse pressuposto, a tese chega ao esclarecimento que a comunica o p blica feita pelo setor privado, que est sob a gide do sistema de mercado, n o se v completamente obrigada a tutelar a cidadania. Por isso, esse papel da comunica o p blica, diante da origem da informa o, tem que nascer no mbito estatal, mas, para que isso ocorra de maneira imparcial, h que se institucionalizar um Poder aut nomo e independente - seja do setor econ mico, pol tico ou de outros Poderes institu dos. Para isso, avaliou-se o conflito de informa es - gerados por diversas fontes, sejam institucionais ou privadas, quando eivadas de interesses econ micos, ideol gicos, pol ticos e partid rios ou de uma fonte institucional apenas - que pode afetar o desenvolvimento democr tico de um pa s. Deste modo, tamb m se cristalizou o entendimento de que, sem a institucionaliza o do Poder Informativo, a democracia ainda continuar vulner vel e passiva de ser atacada pelos governos autorit rios, j que a comunica o p blica n o estar sendo realizada por esferas de poderes isentas, do ponto de vista da informa o imparcial. Por fim, finalizando a parte te rica, analisou-se a ltima quest o dos objetivos espec ficos, qual seja: a constitui o do Poder Informativo para o aperfei oamento da democracia dentro do Estado Democr tico de Direito. Para isso, veio tona a fundamenta o te rica dos autores que j iniciaram a discuss o sobre a necessidade de se estabelecer, atrav s da comunica o p blica, o fortalecimento da sociedade civil no que tange a sua participa o social diante do Estado liberal, social e republicano.Palavras-chave: Democracia; Cidadania; Comunica o P blica; Quarto Poder; Estado republicano.
V rios textos que se converteram em contos que, ao longo da carreira do escritor, trouxeram al vio para o seu pensar irrefre vel quando exteriorizava suas cria es mais exc ntricas. De palavra em palavras, foi surgindo um tipo de literatura que expressa o esp rito do escritor Benjamim, voltado para as coisas mais belas e significativas da vida.O encontro c smico, a aventura do cientista em descobrir e criar a ci ncia, o romance impl cito nas linhas po ticas de cada texto, o amor incondicional pela natureza, as cr ticas sociais e institucionais por tr s das cr nicas, os seus sonhos mais loucos, que por sua vez, tamb m viraram contos e at poesias. Em seus textos o personagem Benjamim d vida para as coisas inorg nicas e torna reais as coisas irreais. Trazendo, com isso, a voz para o ser inominado, criando f bulas que fazem a cidade, o gato ambulante, o espelho quebrado ganharem vida num espa o po tico no meio do caos real stico da civiliza o ocidental. "Contos Fant sticos de Benjamim" um livro que re ne os principais Contos do escritor Marcelo Leite Ferraz. A obra revela uma alma que ilumina, com sua inoc ncia e sagacidade, as hist rias sempre irreverentes com finais surpreendentes e m gicos.
A CIDADE DOS POETAS DE SI O um livro que revela as cores esplendorosas do pantanal mato-grossense. Em meio a tanta devasta o e maus tratos para com o meio ambiente, uma fam lia, que h tempos habita a regi o, traz ao mundo uma verdadeira aula de intera o e sincronia com a natureza. O patriarca era Salom o Pereira, professor de filosofia, escritor e poeta que se aposentou e come ou a pintar as belezas naturais do para so pantaneiro.O professor conhece um menino que passeava pela estrada transpantaneira. Entrementes, nasce a rela o de mestre e aprendiz sendo a arte a mat ria mais estudada por eles. O pequeno aprendiz se apaixona pela neta de Salom o, Ol via Pereira de Castro, uma poetisa que descobre os segredos da alma de pintor que Abra o Oliveira possu a. Ao final do livro, o autor deixa um suspense transcendendo a est ria para lugares mais remotos da linha do tempo. A bordo do Bal o, todos navegar o sobre as nuvens conhecendo detalhes da hist ria que marcaram a arte no mundo.
O Assassinato na Casa Bar o, do jornalista e escritor Marcelo Leite Ferraz, trata-se de uma cr nica ficcional - em formato de um romance - instigante e envolvente que narra uma s rie de acontecimentos misteriosos que vem abalando as estruturas sociais e institucionais do nosso Estado de Mato Grosso. Com a engenhosidade liter ria que lhe peculiar, Ferraz tece uma teia secreta de mist rios que provocam uma redoma impactante de acontecimentos sucessivos na vida do protagonista da trama, levando o leitor a se envolver de forma surpreendente na narrativa. Para isso, o jovem escritor se utilizou de um personagem central cativante e ao mesmo tempo inquietante, que traz tona o perfil de um jornalista com o "DNA" pr prio do rep rter investigativo. E desta maneira virtuosa e singular, misturando fic o com vest gios de realidade, o autor nos leva ao excitante e enigm tico submundo da investiga o policial e jornal stica.