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Sepultados em Harmonia

Sepultados em Harmonia

Ulisses Iarochinski

Independently Published
2019
nidottu
O livro de 380 p ginas conta a hist ria do cemit rio de Harmonia, na Fazenda Monte Alegre, munic pio de Tel maco Borba.No cemit rio, criado em 1944, foram sepultados 4.878 corpos, em sua maioria, trabalhadores das Ind strias Klabin do Paran .Distante cerca de 6 km do centro da Vila Harmonia - sede da Ind stria - o cemit rio ocupava na poca de sua abertura uma rea de 76 metros de frente por 52 metros de fundo. Ao longo do tempo, recebeu duas amplia es.Nos livros tombo do cemit rio, entre os registros, est o os nomes de 564 natimortos e 53 beb s prematuros.O conte do do livro traz uma apresenta o hist rica do local e a transcri o na ntegra dos registros de todos os livros tombos. Mostra o perfil de 50 pessoas ali sepultadas, al m de informa es importantes como o n mero de mortos com mais de 100 anos de idade, a quantidade de v timas de assassinatos, as cidades de origem e pa ses. Registros esses que permitiram demonstrar aspectos sociol gicos e tnicos das pessoas que foram enterradas ali. Cemit rio, que como ficou demonstrado nas audi ncias do Minist rio P blico, e definiu pelo seu "N o Fechamento" um patrim nio n o s do munic pio, mas tamb m da regi o dos Campos Gerais e do pr prio Estado do Paran . O autor do livro, nascido em Harmonia, quando esta localidade ainda pertencia ao munic pio de Tibagi, tem 11 familiares sepultados no local. Entre eles, seu pai, brutalmente assassinado na Vila Oper ria, com 24 anos de idade rec m completados. O assassino que nunca foi encontrado, julgado e condenado, dois meses depois do crime, enviou carta a esposa, interceptada pela pol cia, onde confessava o ato e reconhecia a inoc ncia da v tima.Iarochinski espera que com a venda online possa imprimir no formato tradicional de livros. "Mas para isso preciso de patroc nio, o qual foi tentado nos ltimos meses sem sucesso. N o surgiu nenhuma editora, empresa ou rg o p blico disposto a contribuir com a cultura e as lembran as hist ricas de pessoas que tornaram poss vel a exist ncia do munic pio de Tel maco Borba. Quem sabe, com essa vers o online, o livro possa ser impresso?".Iarochinski, tamb m autor dos livros "Saga dos Polacos - a hist ria da Pol nia e seus emigrantes no Brasil", "Polaco - identidade cultural do brasileiro descendente de imigrantes da Pol nia", "Revelando o Constestado - imagens do mais sangrento conflito social do Brasil nas lentes do sueco Claro Jansson", "Escrevendo para falar no r dio" e "Cruz Machado - lenda virou hist ria".
Cruz Machado: Lenda virou História

Cruz Machado: Lenda virou História

Ulisses Iarochinski

Independently Published
2019
nidottu
Os te ricos da historicidade argumentam que existe liga o entre mem ria e identidade. Ambas se conjugam e se apoiam para produzir uma narrativa ou uma hist ria - um mito. A mem ria individual um fragmento da mem ria coletiva, onde membros de um grupo produzem a respeito de uma mem ria comum. Fontes orais nos contam n o apenas o que o povo fez, mas o que queria fazer, o que acreditava estar fazendo e o que agora pensa que fez. A hist ria oral, trabalha com lembran as. Enquanto a mem ria vida, gestada por grupos vivos, em permanente evolu o; a hist ria uma reconstru o incompleta e problem tica do passado. Se a mem ria afetiva e m gica; a hist ria uma opera o intelectual. Exatamente como a mem ria, a ci ncia hist ria pode remontar o passado e foi isto que aconteceu em Cruz Machado. A oralidade tomou conta da hist ria e a subverteu criando uma lenda fant stica e tr gica para explicar as dificuldades de seu in cio. Ao ignorar, omitir e confundir a hist ria real da col nia Cruz Machado oficializaram a lenda em detrimento dos fatos, registros e documentos.
Saci

Saci

Ulisses Iarochinski

Independently Published
2020
nidottu
Textos, poemas, escritos de uma vida toda selecionados para uma antologia pessoal. Poesias escritas desde a adolesc ncia, poca de amores plat nicos n o confessados. Prosseguiu pela vida adulta confessando amores, paix es, reconhecimento de pessoas importantes na sua vida e nas suas origens. Tamb m poesias de protestos contra tiranias e quest es sociais. Lembran as da inf ncia, revela es da maturidade que teimam em deixar os pensamentos para se alinharem nas p ginas de um livro.