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1000 tulosta hakusanalla Machado Assis
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o deDom Casmurro, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX, e in cio do s culo XX.Dom Casmurro um romance escrito por Machado de Assis em 1899. Foi escrito para sair diretamente em livro, o que ocorreu em 1900, embora com data do ano anterior. Completa a "trilogia realista" de Machado de Assis, ao lado de Mem rias P stumas de Br s Cubas e Quincas Borba, tendo sido esses dois escritos primeiramente em folhetins.Seu personagem principal Bento Santiago, o narrador da hist ria que, contada em primeira pessoa, pretende "atar as duas pontas da vida", ou seja, unir relatos desde sua mocidade at os dias em que est escrevendo o livro. Entre esses dois momentos Bento escreve sobre suas reminisc ncias da juventude, sua vida no semin rio, seu caso com Capitu e o ci me que adv m desse relacionamento, que se torna o enredo central da trama. Ambientado no Rio de Janeiro do Segundo Imp rio, se inicia com um epis dio que seria recente em que o narrador recebe a alcunha de "Dom Casmurro", da o t tulo do romance. Machado de Assis o escreveu utilizando ferramentas liter rias como a ironia e uma intertextualidade que alcan a Schopenhauer e sobretudo a pe a Otelo de Shakespeare.Ao longo dos anos, Dom Casmurro, com seus temas como o ci me, a ambiguidade de Capitu, o retrato moral da poca e o car ter do narrador, recebeu in meros estudos, adapta es para outras m dias e sofreu in meras interpreta es, desde psicol gicas e psicanal ticas na cr tica liter ria dos anos 30 e dos anos 40, passando pelo feminismo na d cada de 1970 at sociol gicas da d cada de 1980, e adiante. Creditado como um precursor do Modernismo e de ideias posteriormente escritas por Sigmund Freud, o livro influenciou os escritores John Barth, Graciliano Ramos e Dalton Trevisan e considerado por alguns a obra-prima de Machado de Assis. Al m de ter sido traduzido para outras l nguas, continua a ser um de seus livros mais famosos e considerado um dos mais fundamentais de toda a literatura brasileira.Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si.Deixe-se levar pelos sonhos...Oliver Garrett
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Esa e Jac , trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX, e in cio do s culo XX. Esa e Jac o pen ltimo livro de Machado de Assis, lan ado em 1904, quatro anos antes da sua morte, e, segundo a maioria dos cr ticos, em pleno apogeu liter rio, depois de escrever, em 1899, Dom Casmurro, o mais c lebre de seus livros. Esa e Jac se destaca por consolidar esta suave maestria no dom nio da narrativa. Machado de Assis despoja-se da excentricidade ocasional num texto que abandona resqu cios do picaresco e envereda num realismo que retoma a melancolia e o lirismo que se iniciara na primeira fase de sua produ o liter ria. Destaque s o os personagens muito pr ximos da vida real. O Conselheiro Aires um personagem poderoso que contracena com Natividade, m e dos g meos Pedro e Paulo, que protagonizam este romance. E Machado de Assis chega quase perfei o formal ao estabelecer esta trama fascinante onde os iguais s o opostos e concorrentes. Discordam na pol tica, na vida, sempre em campos opostos, um contra o outro. A ambiguidade narrativa se instaura com o Conselheiro Aires, personagem e narrador, que no entanto, tamb m visto a partir de uma terceira pessoa. Machado de Assis por esse jogo de opostos pode comentar um tempo de grande agita o pol tica. N o sendo estranho ao livro temas como aboli o da escravatura, encilhamento e Estado de s tio, por m o tema melhor abordado e reconhecido a Proclama o da Rep blica, a qual se faz uma not vel cr tica. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Helena, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. Helena terceiro romance de Machado de Assis, datando de 1876. O romance come a com o an ncio da morte do Conselheiro Vale, pai de Est cio e irm o de Dona rsula. O Conselheiro retratado como homem de boas rela es, relativa fortuna e certo gosto pela vida bo mia. Em seu testamento, ele reconhecia uma filha natural chamada Helena, pedindo para a fam lia que a recebe-se assim que a menina sa sse da escola. J que a exist ncia da mo a era at ent o desconhecida para Est cio e Dona rsula, eles a recebem com sentimentos mistos. Assim se desenrola toda a ac o do romance, com as v rias tramas que rodeiam esta nova personagem, Helena. Em muitos aspectos, Helena a figura transicional entre valores aristocr tivo-senhoriais do Brasil Imp rio, fundado na perpetua o do nome da fam lia, e da classe m dia urbana, mais focada na intimidade e nos v nculos amorosos e extra-estamentais, ou seja, fora do seu grupo social. Machado de Assis resgata tamb m em Helena um tema caro ao romantismo, o do amor proibido pela sociedade e pela religi o Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Iai Garcia, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. Publicado no ano de 1878, Iai Garcia foi a ltima obra da fase rom ntica de Machado de Assis, sendo considerada j uma obra de transi o. A hist ria desenrola-se em Santa Teresa, bairro tradicional do Rio de Janeiro. A ac o de Iai Garcia gira volta de uma s rie de incidentes com um ponto em comum: a realiza o ou a n o-realiza o de um casamento. Todos os actos das personagens s o conduzidos, de modo directo ou indirecto, para a consecu o ou para o impedimento desse objectivo. Assim, a ac o do romance arma-se sobre a mesma sequ ncia b sica, repetida ao longo do relato com ligeiras varia es, mas mantendo sistematicamente os elementos essenciais. Casamentos arranjados, amores proibidos e jogos de interesse comp em a alma de Iai Garcia, onde Machado de Assis mais uma vez retracta com mestria a sua sociedade contempor nea. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Memorial de Aires, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX, e in cio do s culo XX. Memorial de Aires o ltimo romance escrito por Machado de Assis, publicado no mesmo ano de sua morte, 1908. Est organizado como uma s rie de entradas em um di rio e, como Mem rias P stumas de Br s Cubas, n o tem um enredo nico, mas comp e-se de v rios epis dios e anedotas que se cruzam. Aires era um conselheiro que sempre acompanhou Machado de Assis em suas hist rias, geralmente como um amigo dos personagens. Reportava figura do pr prio Machado de Assis. Nesta obra, idolatra uma mulher, D. Carmo, que possivelmente possa ser inspirada em Carolina Augusta Xavier de Novais. tida como a sua obra de maior car cter autobiogr fico. Memorial de Aires uma poss vel continua o do livro Esa e Jac , onde o personagem Aires participa da hist ria, anotando em seu caderno tudo que se passa em sua vida. Tamb m em Memorial de Aires, Aires relata o seu dia-a-dia em um caderno. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Quincas Borba, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. Quincas Borba um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princ pio como folhetim na revista A Esta o, entre os anos de 1886 e 1891, para ser publicado definitivamente em 1892. No processo de adapta o de folhetim para livro o autor realizou algumas mudan as m nimas, mas significativas. Seguindo Mem rias P stumas de Br s Cubas (1881), este livro considerado pela cr tica moderna o segundo da trilogia realista de Machado de Assis, em que o autor esteve preocupado em utilizar o pessimismo e a ironia para criticar os costumes e a filosofia de seu tempo, embora n o subtraia res duos rom nticos da trama. Ao contr rio do romance anterior, no entanto, Quincas Borba foi escrito em terceira pessoa, a fim de contar a hist ria de Rubi o, ing nuo rapaz que torna-se disc pulo e herdeiro do fil sofo Quincas Borba, personagem do romance anterior, e que, sendo enganado por seu amigo capitalista Cristiano e sua esposa Sofia, paix o de Rubi o, vive na pele todo o fundamento te rico do Humanitismo, filosofia fict cia daquele fil sofo. Quincas Borba, de fato, foca-se melhor nos temas secund rios do romance anterior. Estes incluem uma par dia ao cientificismo e ao evolucionismo da poca, bem como ao positivismo de Comte e lei do mais forte, uma adapta o da sele o natural de Charles Darwin a n vel social. O livro tem recebido v rios estudos e interpreta es ao longo do tempo, sobretudo sociol gicos, que o consideram um romance que trata principalmente da transforma o do homem em objeto do homem e a sua "coisifica o". Quincas Borba, um dos que mais interesse tem despertado em novas edi es e tradu es para outras l nguas, est entre os principais livros da obra machadiana. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Ressurrei o, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX, e in cio do s culo XX. Ressurrei o o primeiro romance de Machado de Assis, publicado em 1872. Embora considerada uma obra da primeira fase, rom ntica, do autor, seu romantismo contido, moderado, sem os excessos sentimentais, reviravoltas na trama e final feliz da obra tipicamente rom ntica. Ressurrei o trata-se mais de um romance psicol gico, onde, mais importante que a intriga, "estudar o car ter e o comportamento" dos personagens. Como o pr prio Machado de Assis, na "Advert ncia da Primeira Edi o", deixa claro: "N o quis fazer romance de costumes; tentei o esbo o de uma situa o e o contraste de dois caracteres; com esses simples elementos busquei o interesse do livro." Ressurrei o conta a hist ria do Doutor F lix, passada no Rio de Janeiro do s culo XIX. Viana, seu amigo, apresenta-lhe a irm L via, uma bela mulher, vi va h dois anos, m e de um menino de cinco anos. E assim est o lancadas as bases para o primeiro romance de Machado de Assis, e para uma carreira liter ria sem igual na literatura Brasileira. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Bem-vindo ao maravilhoso mundo de Machado de Assis. Nesta edi o cl ssica do seu romance V rias Hist rias, trazemos at si a melhor edi o desta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. V rias Hist rias uma colet nea que re ne dezasseis dos melhores contos de Machado de Assis. Publicada inicialmente em 1896, V rias Hist rias e considerada uma das suas melhores obras no g nero. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, na Mogul Edi es Cl ssicas, tivemos a trazer-lha at si.
Bem-vindo ao universo extraordin rio de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de V rias Hist rias, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX.V rias Hist rias uma colet nea que re ne dezasseis dos melhores contos de Machado de Assis. Publicada inicialmente em 1896, V rias Hist rias e considerada uma das suas melhores obras no g nero.Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si.
Memorias póstumas de Blas Cubas
Joaquim Machado De Assis
Createspace Independent Publishing Platform
2017
nidottu
Memorias p stumas de Blas Cubas, es considerada la primera novela realista de la literatura brasile a. La novela est planteada como las memorias de Cubas, que escribe despu s de su muerte. La novela llama la atenci n por su car cter experimental. En cap tulos cort simos, algunos de s lo unas pocas l neas, el personaje relata su vida, sus amores, sus fracasos, desplegando al mismo tiempo un amplio panorama de la sociedad de su tiempo, y desvelando los laberintos del alma humana. El tono de la obra es humor stico y con frecuencia ir nico.
A obra-prima da literatura brasileira. Machado de Assis foi uma luz nas letras brasileiras
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Joaquim Machado De Assis
Createspace Independent Publishing Platform
2018
nidottu
Mem rias P stumas de Br s Cubas um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princ pio como folhetim, de mar o a dezembro de 1880, e publicado como livro no ano seguinte. O livro marca um tom c ustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como aud cia e inova o tem tica no cen rio liter rio nacional, que o fez receber, poca, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759-67), ou de Xavier de Maistre, o autor, com Mem rias P stumas de Br s Cubas, rompe com a narra o linear e objetivista de autores proeminentes da poca como Flaubert e Zola para retratar o Rio de Janeiro e sua poca em geral com pessimismo, ironia e indiferen a - um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil. Mem rias P stumas de Br s Cubas retrata a escravid o, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo da poca, chegando a criar, inclusive, uma nova filosofia, mais desenvolvida posteriormente em Quincas Borba (1891) - o Humanitismo, s tira lei do mais forte. Cr ticos escrevem que, com esse romance, Machado de Assis precedeu elementos do Modernismo e do realismo m gico de escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cort zar, e, de fato, alguns autores chamam-na "primeira narrativa fant stica do Brasil". O livro influenciou escritores como John Barth, Donald Barthelme e Ciro dos Anjos e notado como uma das obras mais revolucion rias e inovadoras da literatura brasileira. Mesmo depois de mais de um s culo de sua publica o original, Mem rias P stumas de Br s Cubas ainda tem recebido in meros estudos e interpreta es, adapta es para diversas m dias e com varias tradu es para outras l nguas.
Dom Casmurro um romance escrito por Machado de Assis em 1899. Foi escrito para sair diretamente em livro, o que ocorreu em 1900, embora com data do ano anterior. Completa a "trilogia realista" de Machado de Assis, ao lado de Mem rias P stumas de Br s Cubas e Quincas Borba, tendo sido esses dois escritos primeiramente em folhetins. Seu personagem principal Bento Santiago, o narrador da hist ria que, contada em primeira pessoa, pretende "atar as duas pontas da vida", ou seja, unir relatos desde sua mocidade at os dias em que est escrevendo o livro. Entre esses dois momentos Bento escreve sobre suas reminisc ncias da juventude, sua vida no semin rio, seu caso com Capitu e o ci me que adv m desse relacionamento, que se torna o enredo central da trama. Ambientado no Rio de Janeiro do Segundo Imp rio, se inicia com um epis dio que seria recente em que o narrador recebe a alcunha de "Dom Casmurro", da o t tulo do romance. Machado de Assis o escreveu utilizando ferramentas liter rias como a ironia e uma intertextualidade que alcan a Schopenhauer e sobretudo a pe a Otelo de Shakespeare. Ao longo dos anos, Dom Casmurro, com seus temas como o ci me, a ambiguidade de Capitu, o retrato moral da poca e o car ter do narrador, recebeu in meros estudos, adapta es para outras m dias e sofreu in meras interpreta es, desde psicol gicas e psicanal ticas na cr tica liter ria dos anos 30 e dos anos 40, passando pelo feminismo na d cada de 1970 at sociol gicas da d cada de 1980, e adiante. Creditado como um precursor do Modernismo e de ideias posteriormente escritas por Sigmund Freud, o livro influenciou os escritores John Barth, Graciliano Ramos e Dalton Trevisan e considerado por alguns a obra-prima de Machado de Assis. Al m de ter sido traduzido para outras l nguas, continua a ser um de seus livros mais famosos e considerado um dos mais fundamentais de toda a literatura brasileira.
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Joaquim Machado De Assis
Createspace Independent Publishing Platform
2018
nidottu
Mem rias P stumas de Br s Cubas um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princ pio como folhetim, de mar o a dezembro de 1880, e publicado como livro no ano seguinte.O livro marca um tom c ustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como aud cia e inova o tem tica no cen rio liter rio nacional, que o fez receber, poca, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759-67), ou de Xavier de Maistre, o autor, com Mem rias P stumas de Br s Cubas, rompe com a narra o linear e objetivista de autores proeminentes da poca como Flaubert e Zola para retratar o Rio de Janeiro e sua poca em geral com pessimismo, ironia e indiferen a - um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil.Mem rias P stumas de Br s Cubas retrata a escravid o, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo da poca, chegando a criar, inclusive, uma nova filosofia, mais desenvolvida posteriormente em Quincas Borba (1891) - o Humanitismo, s tira lei do mais forte. Cr ticos escrevem que, com esse romance, Machado de Assis precedeu elementos do Modernismo e do realismo m gico de escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cort zar, e, de fato, alguns autores chamam-na "primeira narrativa fant stica do Brasil". O livro influenciou escritores como John Barth, Donald Barthelme e Ciro dos Anjos e notado como uma das obras mais revolucion rias e inovadoras da literatura brasileira. Mesmo depois de mais de um s culo de sua publica o original, Mem rias P stumas de Br s Cubas ainda tem recebido in meros estudos e interpreta es, adapta es para diversas m dias e com varias tradu es para outras l nguas.
The Posthumous Memoirs of Brás Cubas
Joachim Maria Machado de Assis
OXFORD UNIVERSITY PRESS INC
1998
sidottu
"Be aware that frankness is the prime virtue of a dead man," writes the extraordinary narrator of The Posthumous Memoirs of Bras Cubas. "The gaze of public opinion, that sharp and judgmental gaze, loses its virtue the moment we tread the territory of death. I'm not saying that it doesn't reach here and examine and judge us, but we don't care about the examination or the judgment. My dear living gentlemen and ladies, there's nothing as incommensurable as the disdain of the deceased." Indeed, writing his memoirs from the other world gives Bras Cubas a certain freedom from both social and literary conventions. And while he may be dead, he is surely one of the liveliest characters in fiction, a product of one of the most remarkable imaginations in all of literature, Brazil's greatest novelist of the nineteenth century, Joaquim Maria Machado de Assis. Famous in his lifetime and still revered throughout Latin America, Machado de Assis has remained little known in the English-speaking world. He represents an important antecedent for the experimental fictions of Borges, Cortazar, Fuentes, and others. In this wildly inventive book, de Assis is, in fact, much closer to such postmodern masters as Calvino, Kundera, and Marquez than to the conventions of the nineteenth century realist and romantic novel, which the narrator continually and hilariously mocks. Irrepressibly whimsical, irreverent, chatty, and charmingly self-absorbed, Bras Cubas is forever intruding into his narrative, questioning, lecturing, and elbowing the reader, commenting on his writing and its highly unusual style--"this book and my style are like drunkards, they stagger left and right, they walk and stop, mumble, yell, cackle, shake their fists at the sky, stumble, and fall"--congratulating himself on particular chapters, wondering whether to cut others out, and interrupting his life story with all manner of digressions, from a philosophical discourse on the purpose of the nose to a visionary ride on the back of a rhinoceros to find the origin of the centuries. Along the way we're treated to a marvelous cast of characters, including the outlandish philosopher Quincas Borcas, who asserts that "asceticism is the perfection of human idiocy," and Virgilia, the beautiful married woman with whom Bras Cubas carries on a passionate and not-so-secret love affair. By turns flippant and profound, The Posthumous Memoirs of Bras Cubas is the story of an unheroic man with half-hearted political ambitions, a harebrained idea for curing the world of melancholy, and a thousand quixotic theories unleashed from beyond the grave. It is a novel that has influenced generations of Latin American writers but remains refreshingly and unforgettably unlike anything written before or after it. Newly translated by Gregory Rabassa and superbly edited by Enylton de Sá Rego and Gilberto Pinheiro Passos, who provide an insightful introduction and afterword, this edition inaugurates Oxford's Library of Latin America series, and brings to English-speaking readers a literary delight of the highest order.
The Posthumous Memoirs of Brás Cubas
Joachim Maria Machado de Assis; Gilberto Pinheiro Passos
Oxford University Press Inc
1999
nidottu
Newly translated by Gregory Rabassa and superbly edited by Enylton de Sá Rego and Gilberto Pinheiro Passos, this Library of Latin America edition brings to English-speaking readers a literary delight of the highest order.
"A palm tree, seeing me troubled and divining the cause, murmured in its branches that there was nothing wrong with fifteen-year old boys getting into corners with girls of fourteen; quite the contrary, youths of that age have no other function, and corners were made for that very purpose. It was an old palm-tree, and I believed in old palm-trees even more than in old books. Birds, butterflies, a cricket trying out its summer song, all the living things of the air were of the same opinion." So begins this extraordinary love story between Bento and Capitu, childhood sweethearts who grow up next door to each other in Rio de Janeiro in the 1850s. Like other great nineteenth century novels--The Scarlet Letter, Anna Karenina, Madame Bovary--Machado de Assis's Dom Casmurro explores the themes of marriage and adultery. But what distinguishes Machado's novel from the realism of its contemporaries, and what makes it such a delightful discovery for English-speaking readers, is its eccentric and wildly unpredictable narrative style. Far from creating the illusion of an orderly fictional "reality," Dom Casmurro is told by a narrator who is disruptively self-conscious, deeply subjective, and prone to all manner of marvelous digression. As he recounts the events of his life from the vantage of a lonely old age, Bento continually interrupts his story to reflect on the writing of it: he examines the aptness of an image or analogy, considers cutting out certain scenes before taking the manuscript to the printer, and engages in a running, and often hilarious, dialogue with the reader. "If all this seems a little emphatic, irritating reader," he says, "it's because you have never combed a girl's hair, you've never put your adolescent hands on the young head of a nymph..." But the novel is more than a performance of stylistic acrobatics. It is an ironic critique of Catholicism, in which God appears as a kind of divine accountant whose ledgers may be balanced in devious as well as pious ways. It is also a story about love and its obstacles, about deception and self-deception, and about the failure of memory to make life's beginning fit neatly into its end. First published in 1900, Dom Casmurro is one of the great unrecognized classics of the turn of the century by one of Brazil's greatest writers. The popularity of Machado de Assis in Latin America has never been in doubt and now, with the acclaim of such critics and writers as Susan Sontag, John Barth, and Tony Tanner, his work is finally receiving the worldwide attention it deserves. Newly translated and edited by John Gledson, with an afterword by Joao Adolfo Hansen, this Library of Latin America edition is the only complete, unabridged, and annotated translation of the novel available. It offers English-speaking readers a literary genius of the rarest kind.
Dom Casmurro
Joachim Maria Machado de Assis; Joao Adolfo Hansen
Oxford University Press Inc
1999
nidottu
This crisp new translation by John Gledson is the only complete, unabridged, and annotated edition available of one of the most distinctive novels of the turn of the century.