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922 tulosta hakusanalla Colado

Dominar as facetas cerâmicas coladas

Dominar as facetas cerâmicas coladas

Hanen Boukhris; Sabrine Jlassi; Hayet Hajjami

Edicoes Nosso Conhecimento
2024
pokkari
Gra as aos avan os significativos registados nas ltimas duas d cadas, a colagem de cer mica e as tecnologias revolucionaram as facetas. Esta solu o est tica oferece uma invas o m nima com um apoio cl nico substancial.Atualmente, todos os dentistas s o obrigados a dominar as facetas em cer mica. Este guia abrangente revela o protocolo cl nico exato, orientando os profissionais em cada passo, desde a consulta inicial at colagem final.Com detalhes especializados, garante o dom nio desta t cnica dent ria transformadora. Feito medida dos profissionais, este recurso inestim vel oferece informa es sobre como melhorar os sorrisos com confian a e precis o.
Restaurações estéticas coladas minimamente invasivas

Restaurações estéticas coladas minimamente invasivas

Ashfaq Yaqoob; Rafi Togoo

Edicoes Nosso Conhecimento
2024
pokkari
O sorriso perfeito melhora a auto-confian a, a personalidade, a vida social e tem um efeito psicol gico na melhoria da autoimagem com uma autoestima refor ada do paciente. Como estamos na nova era da porcelana colada com resina, este livro procurou esclarecer e enfatizar as informa es mais recentes sobre materiais, m todos e t cnicas relativas a facetas. Ideal para consulta imediata em situa es cl nicas, para real ar claramente os factos. Fornece directrizes para uma gest o cl nica precisa e eficaz de situa es cl nicas, sendo um recurso cl nico prim rio tanto para estudantes de medicina dent ria como para profissionais.
Trabalho de investigação em colaboração entre o NSDC e o USRI sobre a cana-de-açúcar - Relatório
Na prossecu o dos seus objectivos, o Instituto tem mantido contactos formais e informais com propriedades a ucareiras, grandes e pequenos agricultores de cana-de-a car, investidores na ind stria a ucareira e outras institui es, como o Conselho Nacional de Desenvolvimento do A car e o Conselho de Investiga o e Desenvolvimento de Mat rias-Primas. O instituto tamb m colabora com cientistas de outros institutos de investiga o agr cola dentro e fora da Nig ria. Atrav s destes contactos, o Instituto deu contributos not veis para a resolu o dos problemas agr colas da produ o de cana-de-a car na Nig ria e fez tamb m progressos modestos na rea da cria o de cana-de-a car e do melhoramento de variedades. O Instituto tamb m deu contributos teis para a formula o da pol tica nacional do a car.
A arte da colaboração

A arte da colaboração

Oumar Kouyate

Edicoes Nosso Conhecimento
2024
pokkari
Num mundo interligado e em constante mudan a, a capacidade de colaborar de forma effictiva tornou-se uma compet ncia indispens vel. "The Art of Collaboration: Collaboration Unlocks the Potential of Your Projects" mergulha profundamente no cora o deste fen meno essencial, explorando a forma como a colabora o pode n o s transformar os seus projectos, mas tamb m revelar um potencial que muitas vezes n o explorado isoladamente. Este livro pretende ser um guia pr tico e inspirador para quem procura otimizar os seus esfor os colectivos e alcan ar objectivos ambiciosos.
O consumo colaborativo como mecanismo de desenvolvimento sustentável na sociedade líquido-moderna
com imensa satisfa o que apresentamos comunidade acad mica do direito a obra "O consumo colaborativo como mecanismo de desenvolvimento sustent vel na sociedade l quido-moderna", da lavra de Fellipe Vilas B as Fraga e Bruno Bastos de Oliveira, resultado da disserta o de mestrado defendida com primor junto Universidade de Mar lia, no ano de 2020, perante criteriosa banca examinadora. Em tal obra, os autores se debru am sobre quest o das mais atuais do direito das rela es de consumo, envolvendo a din mica do consumo colaborativo enquanto via para o desenvolvimento sustent vel, no contexto da sociedade de consumo.Para tanto, os autores, de forma bastante coerente, utilizam como referencial te rico a constru o da sociedade de consumo, a partir dos ensinamentos de autores como Zygmunt Bauman, numa contextualiza o que aproxima o leitor da ideia de modernidade l quida, alcan ando not veis ganhos em termos de interdisciplinaridade.Ap s isso, o estudo segue desenvolvendo o tema da sustentabilidade, propondo o consumo colaborativo como instrumento para um desenvolvimento que, al m de atender s expectativas da sociedade atual, volta-se para as necessidades das gera es futuras, nas searas ambiental, social e econ mica.Na sequ ncia, detectadas as consequ ncias do consumismo para a implementa o de um modelo de sustentabilidade, os autores apresentam os pontos centrais acerca do consumo colaborativo e demonstram a sua import ncia para a constru o de um novo modelo econ mico.Os autores apontam, ainda, as intersec es entre o consumo colaborativo e a sua implementa o atrav s de incentivos e pol ticas p blicas, redesenhando o papel do Estado na economia, de forma efetiva e relevante, para a constru o de uma sociedade mais justa e equilibrada.Por derradeiro, resta ineg vel que o livro que temos a honra de prefaciar, de alto m rito e valor cient fico, representa uma valorosa contribui o para a pesquisa no Brasil, notadamente na seara do direito das rela es de consumo, pelo que certamente lograr xito junto ao grande p blico.Mariana Ribeiro Santiago(Do Pref cio)
La práctica colaborativo-dialógica: Relaciones y conversaciones que marcan una diferencia en distintos contextos y culturas
C mo comunicarnos con quienes tienen una visi n del mundo distinta a la nuestra? A menudo, esa brecha parece imposible de superar. Ya sea en una reuni n de trabajo, un aula, un espacio terap utico o una organizaci n comunitaria, la pr ctica colaborativo-dial gica ofrece un enfoque humanizador que facilita di logos transformadores en un mundo cambiante, diverso e interconectado. Estas pr cticas fomentan espacios creativos y generan relaciones relevantes, incluso en las situaciones m s dif ciles.Este enfoque implica un cambio epistemol gico y de mentalidad sobre c mo reflexionamos acerca de nuestra existencia, las personas con las que interactuamos, lo que construimos en com n y c mo lo hacemos. Basada en el construccionismo social, esta pr ctica se define por una postura filos fica que orienta a quienes la ejercen en formas espec ficas de ser, comunicar, reflexionar y actuar con las dem s personas. En lugar de adoptar una posici n experta basada en la autoridad, se promueve la curiosidad, el "no saber" y la incertidumbre para involucrar a las personas en un di logo enriquecedor. Esto genera nuevos entendimientos y posibilidades previamente inimaginables.
La investigación como colaboración con Dios en la creación

La investigación como colaboración con Dios en la creación

Eduardo Peregrín García

Bubok Publishing S.L.
2015
pokkari
Durante los ultimos anos se han producido grandesavances en el campo de la llamada biologia sintetica, los cuales han dado lugara multiples opiniones, muchas de las cuales pretenden frenar la investigacionde este tipo senalando que el hombre esta jugando a ser Dios, esta tratando desuplantar a Dios en la creacion. Sin embargo, un estudio detallado del conceptode investigacion en relacion a la creacion y de la funcion que Dios y el hombrejuegan en esta ultima puede llevar a proclamar que la investigacion, entendidacomo la realizacion de la mision co-creadora del hombre, no representa ningunaidea peligrosa sino que se convierte en el cumplimiento de la vocacion que elhombre tiene encomendada en su vida. Esa es la grandeza de la investigacion.Pero llevada a cabo con una profunda etica de la responsabilidad no solopresente sino tambien futura.
El contrato de colaboración entre el sector público y el sector privado

El contrato de colaboración entre el sector público y el sector privado

Borja Fibla Colón de Carvajal

Bubok Publishing S.L.
2010
pokkari
La aparicion del contrato de colaboracion entre el sector publico y el sector privado o CPP en el ordenamiento juridico espanol en el ano 2007 ha supuesto una revolucion silenciosa en la forma de hacer de las Administraciones Publicas. Sin embargo, el inmenso potencial de este nuevo contrato no se ha visto desplegado en su totalidad por diferentes motivos que, en la mayoria de los casos, se escapan de una argumentacion racional en toda regla. Descubriremos, pues, que se esconde detras de una figura juridica tan desconocida como interesante y daremos algunas razones para situar al CPP en el lugar que le corresponde.