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Aplicação do RTQ-C através de ações de eficiência energética

Aplicação do RTQ-C através de ações de eficiência energética

Ricardo Bastos Piqueira Ribeiro

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
O Regulamento T cnico da Qualidade para o N vel de Efici ncia Energ tica de Edifica es Comerciais, de Servi o e P blicas - RTQ-C, o documento oficial da legisla o brasileira utilizado para an lises energ ticas em edifica es dos tipos contemplados. Esta an lise consiste no estudo de tr s sistemas distintos de cada edifica o: a envolt ria, o sistema de ilumina o artificial e o sistema de condicionamento de ar, avaliando-os atrav s de uma profunda an lise de suas caracter sticas, para ent o fornecer um indicativo do n vel de efici ncia energ tica da edifica o.
Narrativas do 18° C de Mulheres em Cativeiro

Narrativas do 18° C de Mulheres em Cativeiro

Afaf Hamzaoui

Edicoes Nosso Conhecimento
2023
pokkari
Este livro um estudo de narrativas seleccionadas do cativeiro feminino do s culo XVIII, tanto de factos como de fic o, a partir de uma perspectiva feminista p s-colonial. Eu, a autora, limitei-me principalmente s narrativas de mulheres brit nicas em cativeiro, que foram publicadas nesse s culo. Para enriquecer o mbito do meu trabalho, inclu um relato nico de mulher em cativeiro de uma mulher marroquina em cativeiro. A minha escolha do s culo XVIII reside na sua import ncia hist rica em termos de acontecimentos que aconteceram tanto na Europa como no Norte de frica. No meu trabalho, pretendo argumentar que as mulheres escritoras em cativeiro enriqueceram a heran a liter ria feminina. De facto, estas escritoras em cativeiro contribu ram para dar forma aos escritos femininos e contribu ram para a ascens o da escrita de romances femininos. Estas escritoras em cativeiro tinham estado conscientes da sua posi o social secund ria. Assim, a fuga destas mulheres do seu cativeiro era uma forma mais vi vel de escapar s normas sociais patriarcais, criando especificamente o seu modo de escrever.
Gestão do canal C na Endodontia

Gestão do canal C na Endodontia

Afnan Ajaz Raina

Edicoes Nosso Conhecimento
2023
pokkari
O conhecimento do reconhecimento precoce das configura es invulgares facilita uma limpeza adequada e bem sucedida, moldagem e obtura o do sistema de canais. Este livro resume todos os protocolos necess rios a serem seguidos para uma gest o bem sucedida de tais anatomias de canais. Em alguns casos, pode ser dif cil distinguir entre um canal em forma de C ou um canal com um ou tr s canais que se unem apicalmente. Assim, necess rio confirmar o diagn stico, explorando a cavidade de acesso. S o necess rios mais estudos cl nicos a longo prazo.
Programação no Manual do Laboratório C++

Programação no Manual do Laboratório C++

Rajesh Kanna R; Mohana Priya T

Edicoes Nosso Conhecimento
2023
pokkari
C++ uma linguagem de programa o de uso geral que amplamente utilizada no desenvolvimento de software. uma extens o da linguagem de programa o C e suporta funcionalidades de programa o orientada a objectos (OOP). Alguns dos t picos que podem ser cobertos num manual de laborat rio de programa o em C++ incluem: Sintaxe b sica e tipos de dados em C++.Declara es de controlo como if-else, para loop, enquanto loop, e caso de interruptor.Fun es e sobrecarga da fun o.Arrays e apontadores em C++.Conceitos de programa o orientada a objectos como classes, objectos, heran a, e polimorfismo.Manuseamento de ficheiros em C++.Manuseamento de excep es em C++.
Comparação das características psicométricas do teste de velocidade e do teste C padrão
O teste C, como medida da profici ncia na primeira e segunda l nguas, sofre do efeito de teto. Ou seja, o teste C muito f cil para os falantes nativos e para os aprendentes avan ados de uma segunda l ngua e muitos examinandos obt m pontua es completas. Por conseguinte, o teste n o permite distinguir entre aprendentes avan ados e falantes nativos. O teste C acelerado sugerido como solu o para este problema. Investiga es anteriores mostraram que, se o teste C for administrado com limita es de tempo, pode distinguir melhor entre aprendentes avan ados e falantes nativos. Neste estudo, o investigador teve como objetivo comparar as caracter sticas psicom tricas dos testes C acelerados e dos testes C normalizados e investigar a sua rela o com a compreens o da leitura. Os resultados revelaram que tanto o teste C acelerado como o teste C padr o podem medir a capacidade de compreens o da leitura, mas o teste C padr o um melhor indicador da capacidade de compreens o da leitura e tem uma maior fiabilidade. A an lise fatorial explorat ria dos dados resultou numa solu o de um fator. Todas as passagens do teste C (acelerado e de pot ncia) e as passagens de compreens o da leitura carregaram fortemente num nico fator. No entanto, as passagens do teste C de pot ncia tinham cargas mais elevadas do que as passagens r pidas.
Efeitos dos sistemas de produção no crescimento do pimentão (C. annum L.)
O r pido aumento da popula o e a escassez de terras exigem um sistema de produ o alternativo para o sustento da ra a humana, o que levou a uma investiga o sobre o crescimento, o rendimento e a aceita o pelo consumidor do piment o (Capsicum annum L.), influenciados pelos sistemas de produ o em campo aberto e em estufa. Por conseguinte, o investigador deu nfase aos ndices de crescimento e aos componentes de rendimento do piment o plantado em diferentes locais para determinar a prefer ncia do consumidor.
Efeito da Mistura de Combustíveis Diesel/Biodiesel no Desempenho do Motor C.I.

Efeito da Mistura de Combustíveis Diesel/Biodiesel no Desempenho do Motor C.I.

Ashok Kumar Yadav

International Book Market Service Ltd
2024
pokkari
Um motor diesel monocil ndrico a quatro tempos (Kirloskar) foi testado a plena carga com o combust vel misturado velocidade nominal de 1500 rpm. Foram utilizados como combust vel MOME, MOEE e WCME misturados com gas leo em propor es de 5%, 10%, 15% e 20%, em volume, e gas leo puro. O desempenho do motor (consumo espec fico de combust vel, efici ncia t rmica de travagem e pot ncia de travagem) e as emiss es de escape (HC, CO, CO2 e NOx) foram medidos para avaliar e calcular o comportamento do motor diesel a funcionar com biodiesel. Os resultados mostram que a efici ncia t rmica de travagem do diesel mais elevada em todas as cargas, seguida das misturas de ster met lico de Mahua e diesel. Experimentalmente, a efici ncia t rmica m xima do trav o e o consumo espec fico m nimo de combust vel foram encontrados para misturas at 20% de ster met lico de leo de mahua a todas as cargas entre as misturas. Verificou-se que o consumo espec fico de combust vel era ainda mais baixo do que o do gas leo convencional para misturas at B20. As emiss es de CO foram inferiores s do gas leo, tendo-se registado um ligeiro aumento da opacidade dos fumos e dos NOx. As redu es no consumo espec fico de combust vel na travagem e nas emiss es de CO tornaram a mistura de biodiesel B20 um combust vel alternativo adequado para o motor diesel.
Assistência de enfermagem ao paciente diabético

Assistência de enfermagem ao paciente diabético

Mariana L M Aleixo; Jóice C Do Amaral; Raquel-Borges Poliana-Roma

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Diabetes Mellitus um grupo heterog neo de dist rbios metab licos que apresenta em comum a hiperglicemia, possui o tipo I e o tipo II, sendo este a forma mais frequente da doen a afetando 90% do total de casos de Diabetes Mellitus. Os homens, em geral, sofrem mais com doen as severas e cr nicas quando comparados com as mulheres, assim, medidas centradas na educa o em sa de foram implementadas voltadas a sensibiliza o quanto as mudan as de comportamentos de risco e a import ncia do autocuidado, para aumentar a expectativa de vida dessa popula o. fundamental a participa o dos profissionais de sa de na assist ncia ao cuidado com o paciente diab tico. A enfermagem pode articular a es de interven o ao identificar a realidade na qual os pacientes est o inseridos, utilizando a Sistematiza o da Assist ncia de Enfermagem como elemento facilitador do planejamento da assist ncia.