Para orientar os reformadores das universidades brasileiras, nossa s tira ilustra a dan a das cadeiras de acusador da CPAD em causa pr pria, donos-de-laborat rio, chefes, coordenadores, administradores em causa pr pria, cargos gratificados, e representantes de seitas parasit rias produzidos por elei es esdr xulas e fisiologismo. A saga parecer estranha aos supostos professores que nunca deram aulas, cientistas que nunca pensaram por conta pr pria, septuagen rios que esqueceram de aposentar pra manter a bolsa de numerosidade do CNPQ e cadeira cativa na congrega o ou conselho departamental pra contatar netinhos. Detalhamos como e porque a distribui o de privil gios por seitas parasit rias e quadrilhas resulta na forma o de disc pulos ainda mais burros e alienados da ci ncia moderna, e em todos os esquemas Ponzi imagin veis. Por ltimo, alguns avisos e disclaimers: n o escrevemos essa s tira para servir de modelo filos fico, e nem pretendemos corrigir nada. Talvez n o esteja t o mal assim, mas antes de defender ou reformar a universidade, urge saber primeiro o que seja essa coisa, e de onde vem a quadrilha de sala-duplas e outros bichos. A Universidade algo complexo, e envolve gente de v rias gera es, al m de uns saudosistas com cinquenta anos de INSS vivendo em fun o deles mesmos e fingindo andar na moda supostamente ditada pelos "Estados Unidos". As regras e justificativas atuais permitem oportunismos perversos, e precisam ser reformadas com cuidado, pois n o quest o de economia. Tomara que ajudemos para que essas hist rias n o se repitam. Os cap tulos s o independentes, e podem ser lidos separadamente. Os nomes e locais s o anedotas fict cias, e as situa es s o emblem ticas e parecidas com algumas reais para ilustrar. Se o leitor se identificou com um ou mais dos personagens fict cios, porque a carapu a serviu.