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1000 tulosta hakusanalla Rodolfo Marcone Lo Presti

A Contribuição do Macromarketing para o Ensino de Marketing no Brasil
A forma o dos estudantes de administra o no Brasil encontra-se focada em aspectos gerenciais do marketing e, por conta disso, gestores parecem incapazes de lidar com a complexidade do sistema de trocas. Em um mundo no qual as vidas das pessoas passam a ser cada vez mais afetadas por mercados torna-se fundamental ampliar a compreens o a respeito da disciplina que trata das rela es entre mercados e sociedade: o macromarketing. No trabalho que d origem ao livro foram realizadas entrevistas em profundidade com nove professores de marketing de cursos de gradua o em administra o, com o intuito de levantar suas vis es acerca do ensino da disciplina e suas lacunas, seus entendimentos acerca do macromarketing e seus conceitos, assim como as potenciais contribui es do macromarketing para a melhoria do ensino do marketing, suas consequ ncias sociais e uma visada mais cr tica da disciplina.
Bolsas de Resíduos Brasileiras

Bolsas de Resíduos Brasileiras

Rodolfo Cola Santolin; Renato Ribeiro Siman

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Um grande marco para o Brasil foi a aprova o da Pol tica Nacional de Res duos S lidos (PNRS), em 02 de agosto de 2010, por meio da Lei n 12.305/10. A PNRS introduziu diversos mecanismos tendentes a minimizar os impactos negativos provocados pelos consumidores e produtores, definindo as etapas gerenciais para minimiza o desses impactos, tendo destaque para a reutiliza o e reciclagem dos res duos. Um aliado para aumentar os percentuais de produtos reutilizados e reciclados a utiliza o da Bolsa de Res duos como identificadora de mercados para negocia o de res duos, por meio da aproxima o entre os geradores e os interessados em reciclar e reutilizar. A bolsa uma importante ferramenta de gerenciamento de res duos no Brasil, por m subutilizada, pois existem alguns entraves no sistema de gest o que dificultam mensurar a import ncia no processo de mitiga o de res duos.
Mastite em pequenos ruminantes

Mastite em pequenos ruminantes

Rodolfo Peixoto; Mateus Matiuzzi

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
A caprinocultura leiteira vista como atividade com grande potencial econ mico, principalmente para o Nordeste brasileiro, onde se localiza mais de 90% do rebanho nacional. O alcance desse patamar, no entanto, depende da organiza o da cadeia produtiva. A cria o, em sua maioria, restrita s propriedades familiares, sendo a produ o voltada para a subsist ncia. Embora apresente um significativo rebanho caprino, alguns problemas constituem s rios entraves para o crescimento da atividade na regi o Nordeste, podendo-se citar, aqueles de origem sanit ria. Dentre estes, destaca-se a mastite, uma inflama o da gl ndula mam ria ocasionada, geralmente, por micro-organismos. Quanto etiologia, em cabras leiteiras, as infec es intramam rias s o, em sua maioria, causadas por diversas esp cies de Staphylococcus.
Hábitos e Institucionalização do PRONAF

Hábitos e Institucionalização do PRONAF

Rodolfo Sarat; Luís Otávio Bau Macedo

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
A moderniza o agr cola no Brasil a partir da metade do s culo XX, atrav s da inser o de novas tecnologias subsidiadas pelo Estado, ampliou a produ o e a produtividade de certas culturas, no entanto causou a concentra o e precariza o fundi ria, al m de desencadear o deslocamento da for a produtiva do campo para as cidades. Diante dessa conjuntura e de press es sindicais dos trabalhadores rurais e de outros grupos sociais, criou-se em 1996 uma pol tica p blica espec fica para a agricultura familiar, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - PRONAF. As pol ticas p blicas apresentam caracter sticas que as definem como institui es, em virtude de serem regras que governam as intera es de indiv duos e de organiza es que constituem a sociedade civil. Sendo assim, o presente trabalho tem como objetivo elucidar a import ncia dos arranjos institucionais para a efic cia das pol ticas p blicas voltadas agricultura familiar, com nfase ao PRONAF. A pesquisa foi desenvolvida mediante o estudo de caso do assentamento rural Santo Ant nio da Fartura, localizado no munic pio de Campo Verde, no estado de Mato Grosso.
Análisis de factibilidad para la instalación de un sistema de energía
En la presente investigaci n se analiz la factibilidad de instalar un sistema de energ a limpia mediante celdas fotovoltaicas interconectadas a la red el ctrica para alimentar el consumo energ tico de un edificio en el Instituto Tecnol gico Superior de La Venta. Se determin el consumo te rico del edificio que es de 1,224 kW d a y el real m ximo en un d a que fue de 1,117 kW, se determin que el tipo de celda fotovoltaica adecuada para el edificio 4 son paneles monocristalinos de 320 W, por tener alta eficiencia y desempe o; se suministrara 70% del m ximo consumo registrado durante el muestreo por lo que se suministrara 781 kW con 498 paneles solares y 4 inversores de 30 kW cada uno. Utilizando el software Solidwork se dise el sistema de celdas fotovoltaicas que se adecue a los espacios disponibles para su instalaci n en el techo del edificio 4. Se realiz un an lisis del costo-beneficio de la instalaci n del sistema fotovoltaico para el edificio 4 y se determin la factibilidad de instalar el sistema de energ a limpia en el edificio 4 del ITSLV puesto que la vida til promedio de los paneles fotovoltaicos es de 25 a os en condiciones normales.
Guía para la construcción de un cuadro de mando integral en empresas

Guía para la construcción de un cuadro de mando integral en empresas

Rodolfo Castiblanco Bedoya; Adriana Juyo Gomez

Editorial Academica Espanola
2019
pokkari
La tarea actual de la administraci n y en especial de los gerentes debe ser el interpretar los objetivos propuestos por la organizaci n y transformarlos en acciones a trav s de la planeaci n, la organizaci n, la direcci n y el control de todas las actividades realizadas en las reas y niveles de la empresa con el fin de alcanzar los objetivos propuestos. El control y los indicadores de gesti n deben ser elementos del proceso administrativo que incluyan todas las actividades que se emprenden para garantizar que las operaciones reales coincidan con las operaciones planificadas. Todos los gerentes de la organizaci n tienen el deber de realizar evaluaciones de los resultados y tomar las medidas necesarias para minimizar las ineficiencias, de tal manera, que el control y los indicadores de gesti n son elementos claves en la administraci n de las empresas. La implantaci n y desarrollo de un sistema de evaluaci n y control de desempe o, se dan en la medida en que la organizaci n logra desarrollar e implementar los diferentes elementos que conforman un sistema de planeaci n integral, es decir, cuando ya se han logrado enmarcar en el esquema organizacional, los planes, m todos, principios.