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Estudo Fotocatalítico de Filmes Finos de Óxidos de Metais de Transição

Estudo Fotocatalítico de Filmes Finos de Óxidos de Metais de Transição

T Kiran; B S Surendra; R Namitha

International Book Market Service Ltd
2024
pokkari
Atualmente, as pel culas finas encontram aplica es importantes devido s suas propriedades qu micas, f sicas, el ctricas, magn ticas, pticas e mec nicas distintas. Estas propriedades podem ser controladas atrav s do ajuste da sua estrutura cristalina, composi o e tamanho. Nos ltimos anos, os acad micos t m demonstrado um interesse significativo nos semicondutores base de xidos met licos de dimens o nanom trica devido ao seu potencial para v rias aplica es f sico-qu micas. Entre estas, as pel culas finas de ZnO destacam-se pela sua efici ncia, estabilidade qu mica, baixa toxicidade e estreito intervalo de energia. As pel culas finas de ZnO s o particularmente importantes para aplica es como a separa o de gua, redu o de CO2, sensores e fotocat lise. A nossa investiga o centra-se nos catalisadores de ZnO pela sua elevada efici ncia catal tica e subprodutos n o t xicos na descolora o fotocatal tica de poluentes naturais. necess ria uma abordagem espec fica e econ mica para reduzir a polui o sem libertar subprodutos nocivos. V rios estudiosos introduziram i es de terras raras (TR) na estrutura do material hospedeiro para melhorar as reac es catal ticas.
Estudos CFD de transferência de calor em dissipadores de calor

Estudos CFD de transferência de calor em dissipadores de calor

Sunil Kumar Mahla; B S Chauhan; Er Geetesh Goga

Edicoes Nosso Conhecimento
2024
pokkari
A an lise do dissipador de calor uma rea importante do estudo da transfer ncia de calor na ltima d cada. Um dissipador de calor um componente nico ou um conjunto capaz de transferir o calor gerado num material s lido para um meio fluido, como o ar. Um dissipador de calor fisicamente concebido para aumentar a rea de superf cie em contacto com o fluido de arrefecimento que o rodeia, como o ar, a velocidade do ar, a escolha do material, a conce o e o tratamento da superf cie s o alguns dos factores de conce o que influenciam a resist ncia t rmica, ou seja, o desempenho t rmico de um dissipador de calor. Esta tese descreve o dissipador de calor de alum nio com aletas de placa que foi aquecido a partir do lado inferior. Neste trabalho de investiga o, foi selecionado o modelo t rmico do sistema com diferentes geometrias de alhetas e foi estudado o fluxo de fluido e as carater sticas do fluxo t rmico do dissipador de calor. Neste trabalho de investiga o, os dissipadores de calor s o investigados e os seus desempenhos s o comparados tanto a n vel experimental como computacional. Foi desenvolvida uma t cnica experimental para medir o desempenho t rmico do dissipador de calor e o coeficiente global de transfer ncia de calor por convec o da aleta. A experi ncia foi realizada para uma vasta gama de par metros de convec o for ada.
Dispositivos de cirurgia assistida por robô

Dispositivos de cirurgia assistida por robô

Likhita Pindiproli; N B S Soujith

Edicoes Nosso Conhecimento
2024
pokkari
Atualmente, os rob s tornaram-se indispens veis para a realiza o de tarefas altamente espec ficas, precisas e arriscadas, tanto em ambientes industriais como de investiga o, tarefas que anteriormente eram consideradas impratic veis para os trabalhadores humanos. A integra o da rob tica no dom nio da medicina registou um aumento significativo. Um desenvolvimento not vel a cirurgia assistida por rob s, que surgiu como uma op o recente para a realiza o de procedimentos minimamente invasivos. Esta inova o permite que os m dicos realizem v rios tipos de cirurgias atrav s do controlo remoto de instrumentos cir rgicos dentro do corpo do doente.Nos Estados Unidos, a supervis o regulamentar dos dispositivos de cirurgia rob tica gerida pela FDA, seguindo as directrizes delineadas no C digo de Regulamentos Federais, T tulo 21. Entretanto, na Uni o Europeia, a Ag ncia M dica Europeia (EMA) respons vel pela autoriza o destes dispositivos. Este livro analisa o panorama regulamentar que envolve os dispositivos de cirurgia assistida por rob (RAS) nos EUA e na UE, oferecendo informa es valiosas atrav s da an lise de estudos de caso.
Dispositifs de chirurgie assistée par robot

Dispositifs de chirurgie assistée par robot

Likhita Pindiproli; N B S Soujith

Editions Notre Savoir
2024
pokkari
Aujourd'hui, les robots sont devenus indispensables pour effectuer des t ches tr s sp cifiques, pr cises et risqu es, tant dans le secteur industriel que dans celui de la recherche, des t ches qui taient auparavant jug es impraticables pour les travailleurs humains. L'int gration de la robotique dans le domaine m dical a connu un essor consid rable. L'un des d veloppements notables est la chirurgie assist e par robot, qui s'est impos e comme une option r cente pour la r alisation de proc dures peu invasives. Cette innovation permet aux m decins d'effectuer divers types d'interventions chirurgicales en contr lant distance les instruments chirurgicaux l'int rieur du corps du patient.Aux tats-Unis, la surveillance r glementaire des dispositifs de chirurgie robotique est assur e par la FDA, conform ment aux lignes directrices nonc es dans le titre 21 du Code of Federal Regulations. Dans l'Union europ enne, c'est l'Agence m dicale europ enne (EMA) qui est charg e d'autoriser ces dispositifs. Cet ouvrage se penche sur le paysage r glementaire entourant les dispositifs de chirurgie robotique aux tats-Unis et dans l'Union europ enne, en offrant des informations pr cieuses gr ce l'examen d' tudes de cas.
Utilização de misturas de Di-Metil Carbonato-Diesel em motores de combustão interna
O presente estudo demonstra que um motor diesel pode funcionar com misturas de DMC no combust vel diesel com altera es m nimas no motor. Neste estudo, o gas leo puro foi utilizado como combust vel de base para as misturas de DMC-diesel. As misturas contendo 5, 10, 15 e 20 por cento de combust vel DMC em volume s o utilizadas num equipamento de ensaio desenvolvido para a experimenta o. Todos os ensaios decorreram em estado estacion rio e foram efectuados a uma velocidade constante do motor de 1500 RPM. Com a adi o de oxig nio ao combust vel, observou-se que se verificam pequenas redu es do CO durante o funcionamento do motor e uma redu o dr stica das emiss es de fumo, tendo os outros gases de escape sido tamb m reduzidos at certo ponto. Al m disso, verifica-se tamb m um pequeno aumento percentual da pot ncia de travagem e da efici ncia t rmica de travagem do motor. Assim, pode concluir-se que a adi o de 15% de DMC ao gas leo n o s ajuda a reduzir as emiss es de escape como tamb m aumenta o desempenho do motor diesel. As conclus es da investiga o efectuada at agora conduzem a recomenda es para a utiliza o do combust vel como mistura, a fim de melhorar o funcionamento do motor.