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1000 tulosta hakusanalla Alexandre Brou

Zur Konzeption Des «Homme Supérieur» Bei Stendhal Und Balzac --Mit Einem Ausblick Auf Alexandre Dumas Père
Im Bereich der Menschendarstellung und damit auch der jeweiligen -Helden--Konzeption spielt der Begriff der -superiorite- fur den franzosischen Roman der ersten Halfte des 19. Jahrhunderts eine zentrale Rolle. Die vorliegende Untersuchung geht vergleichend der Frage nach, was Stendhal, Balzac und Dumas pere unter dem -homme superieur- (-femme superieure-, -ame superieure- usw.) verstehen. Dabei werden die romanasthetisch bzw. gattungsspezifisch bedingten Unterschiede ihrer Auffassungen herausgearbeitet, die vom -homme d'esprit- bis zum -surhomme- reichen."
Erinnerungen an den 170. Geburtstag von Alexandre Gustave Eiffel und Bau des Eiffelturms vor 115 Jahren
Essay aus dem Jahr 2004 im Fachbereich Ingenieurwissenschaften - Metallbautechnik / Metallverarbeitung, Note: keine, 0 Quellen im Literaturverzeichnis, Sprache: Deutsch, Abstract: Allgemein gilt der Eiffelturm, eine vertikale Kragarmkonstruktion, sowohl in der Technik- sowie Baugeschichte wie auch in der gesamten Welt, als bemerkenswertes Wehrzeichen der Metropole Paris und als Symbol f r Frankreich, aber auch dem revolutionierenden Einfluss des Eisens im zu Ende gehenden 19. Jahrhundert. Er ist mit seiner 115j hrigen Geschichte kaum noch aus dem Pariser Stadtbild wegzudenken, denn er bereichert sthetisch die Silhouette von Paris in alle Himmelsrichtungen. Dieses einst sehr verp nte Bauprojekt diente anfangs nur als Blickfang. Sp ter wurde er durch seine Gegenst ndlichkeit nicht nur zum Besuchermagnet der vierten Pariser Weltausstellung 1889, sondern gilt bis heute noch als ein Muss bei einem Parisbesuch, um ihn in unterschiedlichster Weise zu sehen sowie kennen zu lernen. Aus der langen Statistik ber das "Tour Eiffel" kann geschlussfolgert werden, dass besonders der Eiffelturm bei den weitgereisten Touristen auf ihren Stadtzielen steht. Es sollen j hrlich mehr als vier Millionen Touristen sein, die von ihm magisch angezogen werden. Im Jahr 2003 wird mit dem 200-Millionsten Besucher insgesamt f r diese imposante Touristenattraktion gerechnet. Hingegen geh ren aus Paris und dem Umfeld lediglich nur f nf Prozent zu seinen G sten. Jetzt nennen ihn die Pariser liebevoll "Eiserne Dame." Bei der Anfahrt mit der Metro gelten die Stationen Ecole Militaire, Bir Hakain und Trocadero" als sehr g nstig. f r das Ziel "Eiffelturm." Zu Fu gut zu erreichen ist er, wenn ber die Br cke Pont d l ena, nahe bei den G rten des Trocadero, gegangen wird.Das wohlfein gestaltete Eisenger st des Pariser Eiffelturms, heute mit Antenne 320,8 Meter hoch, ist weltber hmt, millionenfach fotografiert und besucht. "Tour Eiffel" gilt auch als eine wichtige Etappe in der Geschichte der Arch
A Crise Imperial Romana: A História do Império Romano no Século III Após o Assassinato de Alexandre Severo
Apesar dos desastres, houve pelo menos algumas boas not cias para os romanos. Aureliano e Probo conseguiram recuperar o territ rio perdido e, com isso, parte do prest gio de Roma. O momento decisivo veio com a acess o de Diocleciano em 284 d.C. Daquele ponto em diante, o imp rio passou por um per odo de restaura o, mas, antes de chegar quele est gio, teve nada menos do que 20 imperadores em 50 anos, mesmo com a exclus o de outros cinco "imperadores" gauleses que se estabeleceram como governantes independentes entre 260 e 274 d.C. O reinado de Diocleciano viu reformas postas em pr tica para alcan ar o fim t o esperado da Crise Imperial, e v rios dos imperadores antes dele poderiam ter tido a capacidade de administrar o processo da reforma, mas o poder e o desejo do ex rcito de usar e abusar do poder asseguraram que poucos deles realmente tivessem alguma chance de deixar suas marcas. Foi o pior per odo da hist ria do Imp rio Romano at ent o, e, ao mesmo tempo, os romanos foram for ados a lidarem com pot ncias estrangeiras beligerantes e com problemas criados pelo surgimento de prov ncias cada vez mais poderosas e populosas. As press es criadas pelo crescimento populacional, tanto dentro quanto fora do imp rio, foram exaustivamente pesquisadas, mas, mais recentemente, quest es geradas por mudan as clim ticas tamb m chamaram a aten o. A suposi o sustentada anteriormente era de que o crescimento da popula o na Alemanha moderna havia levado grupos hostis para o territ rio romano, e acredita-se, agora, que no S culo II d.C., a mudan a clim tica resultou em aumentos significativos no n vel do mar, causando inunda es em massa e destrui es de planta es na Europa Oriental. Isso pode ter concedido s pessoas o mpeto de migrar para o sul e para o oeste, exatamente no momento em que Roma concentrava-se em conter o Imp rio Persa Sass nida. Muitas vezes se esquece de que o Imp rio Persa era t o grande quanto o dos romanos, al m de igualmente bem desenvolvido militarmente durante aquele per odo, o que explicaria a dificuldade de relacionamento que Roma enfrentou.Enquanto os l deres romanos competiam pelo poder e constantemente lutavam contra guerras civis, as famosas estradas de Roma ca ram em desuso, a economia foi prejudicada, o sistema comercial de todo o continente, que floresceu nos anos anteriores, foi substitu do por um sistema b sico de escambo e houve uma redu o no com rcio internacional. As pessoas ficaram cada vez mais temerosas por sua seguran a pessoal, e a Crise Imperial enfrentou uma tend ncia crescente de sacrif cios de liberdades e direitos pessoais em troca de garantias de seguran a por parte dos ricos propriet rios de terra. Tudo isso prefigurou o surgimento do sistema feudal europeu e da servid o. Aqueles foram, obviamente, tempos turbulentos, e dada a volatilidade, muitos historiadores debatem como o Imp rio Romano conseguiu sobreviver e ainda permanecer robusto o suficiente para permitir que Diocleciano e seus sucessores o restaurassem. Dadas as muitas pessoas envolvidas e a era relativamente curta em que tudo aconteceu, os historiadores enfrentam dificuldades para resumir a Crise Imperial Romana, e por isso, apesar de ter sido um dos per odos mais intrigantes da hist ria romana, muitas vezes negligenciado por estudiosos que optam por se concentrarem nos per odos mais coerentes antes e depois da crise. A Crise Imperial Romana: A Hist ria do Imp rio Romano no S culo III ap s o Assassinato de Alexandre Severo examina os 50 anos durantes os quais o Imp rio Romano enfrentou turbul ncias e quase se separou 200 anos antes de seu colapso final. Junto com fotos que retratam pessoas, lugares e eventos importantes, voc aprender sobre a Crise Imperial como nunca antes.
A Crise Imperial Romana: A História do Império Romano no Século III Após o Assassinato de Alexandre Severo
Apesar dos desastres, houve pelo menos algumas boas not cias para os romanos. Aureliano e Probo conseguiram recuperar o territ rio perdido e, com isso, parte do prest gio de Roma. O momento decisivo veio com a acess o de Diocleciano em 284 d.C. Daquele ponto em diante, o imp rio passou por um per odo de restaura o, mas, antes de chegar quele est gio, teve nada menos do que 20 imperadores em 50 anos, mesmo com a exclus o de outros cinco "imperadores" gauleses que se estabeleceram como governantes independentes entre 260 e 274 d.C. O reinado de Diocleciano viu reformas postas em pr tica para alcan ar o fim t o esperado da Crise Imperial, e v rios dos imperadores antes dele poderiam ter tido a capacidade de administrar o processo da reforma, mas o poder e o desejo do ex rcito de usar e abusar do poder asseguraram que poucos deles realmente tivessem alguma chance de deixar suas marcas. Foi o pior per odo da hist ria do Imp rio Romano at ent o, e, ao mesmo tempo, os romanos foram for ados a lidarem com pot ncias estrangeiras beligerantes e com problemas criados pelo surgimento de prov ncias cada vez mais poderosas e populosas. As press es criadas pelo crescimento populacional, tanto dentro quanto fora do imp rio, foram exaustivamente pesquisadas, mas, mais recentemente, quest es geradas por mudan as clim ticas tamb m chamaram a aten o. A suposi o sustentada anteriormente era de que o crescimento da popula o na Alemanha moderna havia levado grupos hostis para o territ rio romano, e acredita-se, agora, que no S culo II d.C., a mudan a clim tica resultou em aumentos significativos no n vel do mar, causando inunda es em massa e destrui es de planta es na Europa Oriental. Isso pode ter concedido s pessoas o mpeto de migrar para o sul e para o oeste, exatamente no momento em que Roma concentrava-se em conter o Imp rio Persa Sass nida. Muitas vezes se esquece de que o Imp rio Persa era t o grande quanto o dos romanos, al m de igualmente bem desenvolvido militarmente durante aquele per odo, o que explicaria a dificuldade de relacionamento que Roma enfrentou.Enquanto os l deres romanos competiam pelo poder e constantemente lutavam contra guerras civis, as famosas estradas de Roma ca ram em desuso, a economia foi prejudicada, o sistema comercial de todo o continente, que floresceu nos anos anteriores, foi substitu do por um sistema b sico de escambo e houve uma redu o no com rcio internacional. As pessoas ficaram cada vez mais temerosas por sua seguran a pessoal, e a Crise Imperial enfrentou uma tend ncia crescente de sacrif cios de liberdades e direitos pessoais em troca de garantias de seguran a por parte dos ricos propriet rios de terra. Tudo isso prefigurou o surgimento do sistema feudal europeu e da servid o. Aqueles foram, obviamente, tempos turbulentos, e dada a volatilidade, muitos historiadores debatem como o Imp rio Romano conseguiu sobreviver e ainda permanecer robusto o suficiente para permitir que Diocleciano e seus sucessores o restaurassem. Dadas as muitas pessoas envolvidas e a era relativamente curta em que tudo aconteceu, os historiadores enfrentam dificuldades para resumir a Crise Imperial Romana, e por isso, apesar de ter sido um dos per odos mais intrigantes da hist ria romana, muitas vezes negligenciado por estudiosos que optam por se concentrarem nos per odos mais coerentes antes e depois da crise. A Crise Imperial Romana: A Hist ria do Imp rio Romano no S culo III ap s o Assassinato de Alexandre Severo examina os 50 anos durantes os quais o Imp rio Romano enfrentou turbul ncias e quase se separou 200 anos antes de seu colapso final. Junto com fotos que retratam pessoas, lugares e eventos importantes, voc aprender sobre a Crise Imperial como nunca antes.
Société Libre Des Beaux-Arts de Paris. Notice Biographique Sur Louis-Alexandre Péron. Lue
Societe libre des beaux-arts de Paris. Notice biographique sur Louis-Alexandre Peron... par L.-M. Moultat, ... Lue a la seance de la Societe libre des beaux-arts... le 4 decembre 1855Date de l'edition originale: 1856Ce livre est la reproduction fidele d'une oeuvre publiee avant 1920 et fait partie d'une collection de livres reimprimes a la demande editee par Hachette Livre, dans le cadre d'un partenariat avec la Bibliotheque nationale de France, offrant l'opportunite d'acceder a des ouvrages anciens et souvent rares issus des fonds patrimoniaux de la BnF.Les oeuvres faisant partie de cette collection ont ete numerisees par la BnF et sont presentes sur Gallica, sa bibliotheque numerique.En entreprenant de redonner vie a ces ouvrages au travers d'une collection de livres reimprimes a la demande, nous leur donnons la possibilite de rencontrer un public elargi et participons a la transmission de connaissances et de savoirs parfois difficilement accessibles.Nous avons cherche a concilier la reproduction fidele d'un livre ancien a partir de sa version numerisee avec le souci d'un confort de lecture optimal. Nous esperons que les ouvrages de cette nouvelle collection vous apporteront entiere satisfaction.Pour plus d'informations, rendez-vous sur www.hachettebnf.fr
Pas de Divorce ! Réponse À M. Alexandre Dumas

Pas de Divorce ! Réponse À M. Alexandre Dumas

Paul Féval

Hachette Livre - BNF
2013
pokkari
Pas de divorce : reponse a M. Alexandre Dumas / Paul FevalDate de l'edition originale: 1880Ce livre est la reproduction fidele d'une oeuvre publiee avant 1920 et fait partie d'une collection de livres reimprimes a la demande editee par Hachette Livre, dans le cadre d'un partenariat avec la Bibliotheque nationale de France, offrant l'opportunite d'acceder a des ouvrages anciens et souvent rares issus des fonds patrimoniaux de la BnF.Les oeuvres faisant partie de cette collection ont ete numerisees par la BnF et sont presentes sur Gallica, sa bibliotheque numerique.En entreprenant de redonner vie a ces ouvrages au travers d'une collection de livres reimprimes a la demande, nous leur donnons la possibilite de rencontrer un public elargi et participons a la transmission de connaissances et de savoirs parfois difficilement accessibles.Nous avons cherche a concilier la reproduction fidele d'un livre ancien a partir de sa version numerisee avec le souci d'un confort de lecture optimal. Nous esperons que les ouvrages de cette nouvelle collection vous apporteront entiere satisfaction.Pour plus d'informations, rendez-vous sur www.hachettebnf.fr