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O papel das ciências forenses no sistema penal guatemalteco

O papel das ciências forenses no sistema penal guatemalteco

Luis Alberto Fernández Ramírez

Edicoes Nosso Conhecimento
2023
pokkari
O presente trabalho tem como objetivo criar nos estudantes e acad micos de Direito um interesse pelo estudo, conhecimento e aprofundamento das Ci ncias Forenses, derivado da import ncia que t m e da contribui o que prestam no mbito do Sistema de Justi a, como complemento necess rio ao conjunto de Normas Jur dicas que o comp em. Pretende ainda alertar os Ju zes, Magistrados, Procuradores, Defensores e demais intervenientes no Sistema de Justi a, em especial no mbito criminal, para os riscos que uma sobrevaloriza o e credibilidade cega da prova pericial pode produzir; relegando a fun o jurisdicional e transformando os peritos em decisores dos processos, o que juridicamente incorreto e at perigoso.
Guia Prático Para O Desenvolvimento Do Trabalho de Implementação

Guia Prático Para O Desenvolvimento Do Trabalho de Implementação

Alberto José Cadevilla Soto; Amaire Josefina Mora Guerrero

Edicoes Nosso Conhecimento
2024
pokkari
A abordagem do trabalho de investiga o implica o desenvolvimento de uma metodologia aberta, que permite ao investigador aproximar-se do fen meno a investigar, valoriza as qualidades do investigador e responde l gica do m todo cient fico. A metodologia um caminho que orienta o investigador a abordar o conhecimento com rigor cient fico, responde s quest es de investiga o, aumenta o conhecimento e melhora a qualidade da vida humana. O objetivo desenvolver um guia pr tico para a elabora o de documentos de candidatura s carreiras de administra o e contabilidade p blica, descrevendo e explicando os seus elementos constituintes. O objetivo do guia pr tico permitir que os estudantes de trabalhos de candidatura s carreiras de administra o e de contabilidade p blica atinjam um n vel de confian a suficiente que lhes permita encarar de forma adequada a investiga o a realizar. A sua elabora o requer um acompanhamento e uma orienta o cont nuos, para reconhecer o que um problema de investiga o e, a partir da , orientar-se para que o processo seja e atinja o culminar do objetivo, apresentar e aprovar o trabalho de aplica o.
O menino e o medo

O menino e o medo

João Alberto Ferreira

Ases Da Literatura
2024
pokkari
Menino tinha sonhos com monstros e foi se tornando cada vez mais medroso - dormir s com uma luz acesa.Ele aprendeu a ler e descobriu o mundo m gico das hist rias escritas. Um dia, caiu em suas m os o livro de Alice (no pa s das maravilhas), que como se sabe, enfrentou inimigos vencendo-os um a um. O menino entendeu tanto a hist ria que come ou a enfrentar os monstros em seus sonhos e venceu todos os seus medos se tornando uma crian a alegre e feliz.
O ofício do mediador

O ofício do mediador

Luis Alberto Warat

Emais Editora
2023
pokkari
A genialidade e amorosidade de Warat fazem falta Em 2001 o autor publicou a primeira edi o de O Of cio do Mediador. Direitos Humanos; Cidadania; Outridade; tica... s o algumas das reflex es candentes, e ainda atuais, que trouxe baila na virada do mil nio. S o temas que d o sentido para o descortinar de sua compreens o acerca da Media o. Mais que isso, para suas reflex es sobre "como se faz" um mediador e como o Direito pode se apropriar da capacidade de di logo para superar a dimens o adversarial e caminhar na dire o do consenso, da media o, fundamental a compreens o da amorosidade... Um livro para se lido e cujas li es s o muito mais para cada cidad o que queira evoluir e se tornar melhor no entorno em que vive. Nas palavras de Warat: "Este livro n o vai te dar nada. N o te pode dar porque n o h nada para dar. Tudo o que pode dar-se carece de valor porque material. valioso o que n o pode dar-se, unicamente provocar-se para que voc possa aprender de tua pr pria experi ncia, com o mundo e com os outros".
Qué es Cielo o Espacio Vacío Universal: Lo qué es el Espacio Vacío Universal o Cielo

Qué es Cielo o Espacio Vacío Universal: Lo qué es el Espacio Vacío Universal o Cielo

Porfirio Alberto Torres Ramírez Esc

Independently Published
2017
nidottu
Se ense a que estas Mol culas Invisibles que son el Espacio Vac o Universal o Cielo, son cada una de las transparencias, claridades, invisibilidades que se imaginan, ven de t a t o en visiones, oyen, huelen, tactan, sienten, gustan, saborean, piden, perciben, en las que se piensa, se les realizan an lisis, s ntesis, sacan conclusiones, entiende, memoriza, reconoce, habla afirmando que no es solamente despu s de la muerte que este Cielo est dentro y a nuestros alrededores, es desde que empezamos a nacer, vamos creciendo y hasta el presente d a, noche que este Cielo o mejor partes del cielo las que est n dentro y a nuestros alrededores, porque todos las mol culas invisibles que son el Espacio Vac o Universal que son el Cielo, no caben dentro de nuestras estructuras a, c, humanas, ni dentro de las dem s estructuras a, c, de dem s creaciones naturales de nuestro planeta tierra, por esto se debe afirmar y aprender, ense ar que son mol culas Invisibles existentes dentro y a nuestros alrededores y son partes acompa antes e invisibles de dem s mol culas Invisibles que son el Espacio Vac o Universal o Cielo, las que est n entrando, permaneciendo y saliendo de nuestros interiores y alrededores y no es el Cielo o todas las Mol culas Invisibles que son el Espacio Vac o Universal que conforman el o son el Cielo; Se ense a que est s Mol culas Invisibles que son el Espacio Vac o Universal o Cielo, est n a todo instante entrando, permaneciendo y saliendo de exteriores e interiores de porosidades de cada estado s lido, de microespacios microvac os existentes entre part culas at micas que giran alrededor de n cleos at micos como electrones, dentro y alrededor de protones, neutrones, dem s part culas at micas que integran no solamente periferias, n cleos at micos de cada estructura, funci n at mica, tambi n de cada una de las mol culas gaseosas, de plasmas, l quidas, s lidas y microorganismos celulares que integran cada una de las estructuras a, c, no solamente humanas, tambi n de vegetales, animales, seres extraterrestres, vaporizaciones, neblinas, nubes, tempestades, corrientes de aires, ciclos biol gicos de cada gas, fuerzas de gravedades, serenos, oscuridades, claridades, lluvias, manantiales, r os, mares, cortezas continentales y oce nicas, mantos superiores e inferiores, n cleos externos e internos de no solamente nuestro planeta tierra, tambi n de dem s planetas, astros, estrellas, novas, nebulosas, constelaciones, galaxias no y si semejantes a nuestra galaxia la V a L ctea, y, que cada una de estas creaciones naturales a todo instante est n acostando, sentando, parando, gateando, caminando, moviendo, transportando, circulando, presionando, rotando, trasladando, orbitando, creando cada una de sus creaciones naturales por diferentes, parecidos y determinados lugares de estas Mol culas Invisibles que son el Espacio Vac o Universal o Cielo; se ense a que cada una de las microestructuras a, a, microhumanas, microanimales, microvegetales y dem s microcuerpos no y si microcelestes en estados de mol culas invisibles, que salen de ser partes acompa antes e invisibles, de dem s Mol culas Invisibles que son el Espacio Vac o Universal o Cielo, y, las microestructuras a, d, g, microhumanas, microanimales, microvegetales y dem s microcuerpos no y si microcelestes, en estados de mol culas invisibles que regresan a ser de nuevo partes acompa antes e invisibles de dem s Mol culas Invisibles que son el Espacio Vac o Universal o Cielo que es Dios Invisible, tambi n son dos partes que integran este Cielo y que las primeras son las que aspiramos englobamos, chupamos y las segundas son las que ayudamos a microcrear y regresar al Cielo y Dios invisible, todos los d as, noches; Tambi n se ense a d nde, cu ndo, c mo, con qu , por qu , para qu las ayudamos a aspirar, englobar y microcrear, regresar a Dios Invisible y muchas otras verdades que aprendes, te inspiran, iluminan
Android + Arduino usando o MIT AppInventor

Android + Arduino usando o MIT AppInventor

Luis Alberto Gómez; Clóvis Olle Fischer

Novas Edicoes Academicas
2017
pokkari
Os telefones celulares e tablets especialmente aqueles que utilizam o Android OS, tem se popularizado nos ltimos tempos. Esta populariza o leva a uma redu o dr stica nos pre os associada a um aumento nas presta es dos aparelhos e seus sensores: GPS, aceler metros, orienta o, leitores de c digo de barras, NFC, reconhecimento da fala etc. A interface t ctil tamb m e um aspecto que evoluiu neste tipo de aparelho. A fam lia de Arduino, por ser do tipo Open Source tanto para hardware quanto para software, apresenta uma fam lia de bibliotecas, expans es de hardware e sensores que permitem controlar as mais diversas situa es no mundo f sico. Para fazer a liga o entre os dois dispositivos a proposta usar o ambiente de desenvolvimento de aplicativos Android MIT App Inventor. O livro apresenta a fundamenta o para utiliza o e programa o do MIT App Inventor e do Arduino de forma isolada, logo ambas as plataformas s o combinadas. Um conjunto grande de Ap ndices, serve como referencia da programa o, eletr nica etc. Finalmente uma s rie de exemplos apresentada, explorEstes exemplos exploram: uso de sensores de orienta o, aceler metros, servomotores, LEDs etc.
Cechy antropometryczne czaszkowo-twarzowe o znaczeniu dla stomatologii sadowej

Cechy antropometryczne czaszkowo-twarzowe o znaczeniu dla stomatologii sadowej

Jose Alberto Castillo Paez; Luis Guillermo Villasmil Suárez; Natacha Valentina Guada Melet

Wydawnictwo Nasza Wiedza
2021
pokkari
Jedną z gl wnych funkcji antropologa i odontologa sądowego jest identyfikacja, za pomocą nierutynowych metod, tożsamości podmiotu na podstawie fizycznych i obserwowalnych cech charakterystycznych, kt re ten podmiot prezentuje. Te obserwowalne cechy, zwlaszcza kości, pozwalają specjaliście określic plec, wiek i przynależnośc rasową szczątk w lub kości, kt re mogą zostac znalezione. Odontolog koncentruje swoją uwagę na cechach należących do ukladu stomatognatycznego, natomiast antropolog bada zestaw kości, kt re skladają się na cialo czlowieka w og le. W niniejszej pracy celem jest wyeksponowanie cech antropometrycznych czaszkowo-twarzowych w badaniu antropologicznym w celu oszacowania plci, rasy i wieku, kt re są przedmiotem zainteresowania odontologicznego i są przydatne do identyfikacji szczątk w kostnych lub szkielet w. Analizowane są badania prowadzone w zakresie określania plci, częstości występowania ras i wieku, a także przyczynek dotyczący tzw. antropologii stomatologicznej, kt ra bada elementy ukladu stomatognatycznego z antropologicznego punktu widzenia.
Chaves para compreender o estatuto jurídico do colonialismo

Chaves para compreender o estatuto jurídico do colonialismo

Jorge Alberto Ripani

Edicoes Nosso Conhecimento
2023
pokkari
"A obra que o jurista Jorge Alberto Ripani oferece nossa considera o, intitulada: "Chaves para a compreens o do estatuto jur dico do colonialismo" e subintitulada: "Uma investiga o sobre as principais cria es jur dicas da d cada infame", aborda aspectos da nossa hist ria a que d a sua interpreta o, analisando as suas causas e efeitos, sem descurar a influ ncia que tem no presente. Aborda o estudo dos problemas desse per odo de forma edificante, no sentido do cumprimento da Constitui o Nacional e da lei, t o malvistos na "d cada infame", e depois, sem pretender esgotar a investiga o, exp e os assuntos com seriedade acad mica. (...) Assim se configura uma obra s lida, na qual Jorge Alberto Ripani sustenta as suas opini es sobre aqueles que trabalharam anteriormente em diversas investiga es, sem perder os seus pr prios pontos de vista, o que confere a esta obra a sua originalidade" (do Pr logo de Ricardo Andr s Fern ndez, Doutor em Ci ncias Jur dicas e Sociais, Diretor da C tedra de Hist ria Constitucional Argentina e Hist ria Constitucional Latino-Americana da Faculdade de Direito da UNR).
Metodológia para o ensino-aprendizagem dos circuitos eléctricos

Metodológia para o ensino-aprendizagem dos circuitos eléctricos

Manuel Saculanda Alberto

Novas Edicoes Academicas
2024
pokkari
A electricidade uma rea da F sica com maior relev ncia no dia-a-dia. Dada a sua utilidade no quotidiano seria imprescind vel n o compreend -la. No entanto para que se obtenha sucesso na sua aprendizagem h que implementar motiva es que levam o estudante ao interesse do conhecimento. O presente trabalho tem por objectivo elaborar uma proposta metodol gica para minimizar as debilidades no ensino-aprendizagem dos circuitos el ctricos na escola em que se realizou a investiga o. O mesmo, de acordo com a natureza, apoiou-se no tipo de pesquisa qualitativo - quantitativo, utilizando m todos de n vel te ricos, emp ricos e estat sticos. Para a presente investiga o, a colecta de dados foi realizada por meio da observa o, an lise documental e o question rio com respostas fechadas o que permitiu identificar as debilidades do ensino-aprendizagem dos Circuitos El ctricos. Finalmente, o mesmo traz consigo uma proposta metodol gica baseada na resolu o de exerc cios e realiza o de experimentos.
O Uso das TIC na Formação Contínua de Professores

O Uso das TIC na Formação Contínua de Professores

Manuel Saculanda Alberto

Novas Edicoes Academicas
2024
pokkari
O presente Texto decorre do objetivo de agregar as Tecnologias de Informa o e Comunica o no processo de ensino-aprendizagem, estando envolvidos alunos, professores e encarregados de educa o. Tendo em conta que as tecnologias facilitam a transmiss o de conhecimentos, fundamental que as novas gera es tenham um discurso informado sobre as quest es do uso das tecnologia-Este estudo situa-se na linha das preocupa es que nos remetem para a problem tica da integra o das Tecnologias de Informa o e Comunica o (TIC) no sistema educativo.A forma o cont nua de professores um fator de valoriza o da atividade profissional desta classe e para o qual tem contribu do muito o avan o da ci ncia e da tecnologia. A presente investiga o aborda o uso das tecnologias de informa o e comunica o (TIC) na forma o de professores.
Modernism, Ruben Dar'o, and the Poetics of Despair

Modernism, Ruben Dar'o, and the Poetics of Despair

Alberto Acereda; Rigoberto Guevara

University Press of America
2004
nidottu
Modernism, Ruben Darío, and the Poetics of Despair presents a detailed study of a neglected facet of Ruben Darío, and in general, of Hispanic Modernism: metaphysical and existential dimensions as preludes to Modernity. Alberto Acereda and J. Rigoberto Guevara approach the life and death issues in Darío works with special emphasis on his poetry. The authors demonstrate how the Nicaraguan poet takes the first steps towards poetic modernity. The tragic component of Darío works are examined in the light of Nineteenth Century philosophy, especially the work of Arthur Schopenhauer. Various thematic proposals are also formulated for the study of the works of Ruben Darío.
Transformacion, ¿o simulacion? en la practica del CTE en educacion basica

Transformacion, ¿o simulacion? en la practica del CTE en educacion basica

Guillermo Alberto Alvarez Quiroz; Ma Armida Estrada Gutiérrez; Beatriz Anguiano Escobedo

Borderland Studies Publishing House
2015
pokkari
Desde la creaci n del Consejo T cnico Consultivo (CTC) hasta las pr cticas del CTE se ha tenido el inter s por poner el acento a la organizaci n y al funcionamiento de las escuelas, pensar en funci n a estas actividades, supone especular que, a trav s de un ejercicio de gesti n y trabajo colaborativo, los resultados van encaminados al mejoramiento constante del desempe o laboral de directivos y docentes. En este recorrido surgen varias preguntas de profundo impacto para la din mica educativa de los planteles escolares de educaci n b sica, pues se manifiesta la necesidad de conocer si a partir de las acciones trabajadas en las sesiones de este espacio, se est alcanzando la transformaci n educativa, o si en la pr ctica persiste la cultura de la simulaci n.
Las competencias para una Educación Moderna o Antigua?

Las competencias para una Educación Moderna o Antigua?

Carlos Alberto Jaramillo Pechene; Leída E Quinteros

Editorial Academica Espanola
2018
pokkari
Todav a algunas universidades en el mundo creen que la persona a la que hay que ayudar a construir unas ideas en su profesi n hay que llenarlas de competencias, he encontrado universidades que en algunas competencias pasan de 100, entre competencias generales y espec ficas. Si tomamos universidades que est n en los primeros Rankin mundial sus profesiones no pasan de 5 a 7 competencias por profesi n. Y ya algunas universidades no hablan de competencias porque eso quedo en el pasado est hablando de est ndares curriculares. Recuerden que a la Universidad se va profundizar e investigar en una profesi n y no aprender a leer y a escribir, y hacer buena persona. Eso debe haberlo suplido la familia la escuela primaria, y la secundaria. A la universidad no podemos estar pensando que debe haber competencias para que el joven aprenda a leer, escribir, a pensar y a comportarse, porque ya tiene entre 17-25 a os. Por eso algunos j venes se aburren viendo lo mismo que hizo en secundaria. Por eso algunos dicen que la universidad no est en el mismo rol en que el mundo se va construyendo. Y si estamos en universidades donde los profesores no construyen el conocimiento lo destruyen.
Educa??o Profissional Em Mo?ambique

Educa??o Profissional Em Mo?ambique

Arlindo Alberto Matavele

Novas Edicoes Academicas
2023
pokkari
A busca pela excel ncia no Ensino T cnico Profissional um processo que, entre suas estrat gias-chave, deve incorporar a ado o de uma matriz de Gest o Democr tica cuja abordagem mobiliza e promove a colabora o, conjugando for as e sinergias de diversos parceiros sociais, especialmente do sector produtivo. Nessa perspectiva, envolver-se na tomada de decis es visa, acima de tudo, instilar comprometimento e engajamento, transformando todos em co - gestores. A import ncia da Gest o Democr tica e Participativa no aprimoramento da qualidade do Ensino T cnico Profissional uma preocupa o central, evidenciada por uma an lise profunda do Instituto M dio Dom Bosco de Matundo, em Tete. Os resultados revelam o desafiante caminho que os profissionais da Educa o Profissional enfrentam na busca pela realiza o de seus objetivos.
Pedagogia da educação física para a formação e o desenvolvimento

Pedagogia da educação física para a formação e o desenvolvimento

Harold Alberto Valencia Torres; Evelio Felipe Machado Ramírez

Edicoes Nosso Conhecimento
2024
pokkari
O livro responde a uma necessidade social que pretende resolver os problemas do ensino-aprendizagem do desporto a partir desse ensino na Col mbia; uma vez que se pretende alcan ar um processo de forma o cont nua do professor de Educa o F sica direcionado para a gest o did tica no Ensino Secund rio B sico. Por esta raz o, o objetivo da investiga o foi promover uma estrat gia de forma o cont nua para professores de Educa o F sica para alcan ar a gest o did tica da aula de desporto. Foram aplicados os m todos e t cnicas da investiga o cient fica para fornecer um modelo e uma estrat gia de forma o cont nua com os mesmos objectivos acima descritos; tudo isto foi corroborado te rica e empiricamente atrav s de oficinas de opini o cr tica e do pr -experimento.