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1000 tulosta hakusanalla Rodrigo Garcia

Conocimientos y mitos sobre menopausia en mujeres en edad fertil dm

Conocimientos y mitos sobre menopausia en mujeres en edad fertil dm

Rodrigo Armando Solorzano Orellana; Rodrigo Solorzano

Editorial Academica Espanola
2018
pokkari
La menopausia es un proceso normal en la vida de las mujeres, en la que existen varios cambios hormonales que culminan con la desaparicion de la menstruacion. Segun las estimaciones de la OMS en el a o 2030 mas de un billon de mujeres en el mundo tendran mas de 50 a os. Por lo que tambien ha sido y sigue siendo objeto de mitos, temores y mal entendidos. La falta de conocimiento en las mujeres da como resultado actitudes negativas y despiertab ideas y sentimientos desfavorables, en la que la sociedad influye mucho por lo que se realizo este tema de estudio. Esta investigacion fue de tipo descriptivo, el universo estuvo constituido por 122 mujeres de edad fertil, el instrumento utlizado fue la encuesta y la presentacion de datos se realizo en tablas, el analisis se baso en la bibliografia contemplada en el marco teorico. Referente sobre los mitos, las mujeres con grado de escolaridad primaria, secundaria y superior manifestaron que este periodo dura de 1 a 2 a os y la mujer sigue siendo util para la sociedad. Cuyo objetivo es determinar los conocimientos y mitos sobte menopausia en las mujeres en edad fertil que habitan en este barrio zalapa alto de la Ciudad de loja.
Productividad y Estudio de Tiempos de Trabajo

Productividad y Estudio de Tiempos de Trabajo

Rodrigo Rigoberto Moreno P; Simón Rodrigo Moreno a; Mario Gerardo Moreno P

Editorial Academica Espanola
2018
pokkari
El constante crecimiento de la poblaci n y la necesidad de crear mas empresas de diferentes servicio, esto acarrea que sus procesos deben llevarse a cabalidad tratando de no permitir que la producci n este sujeta a perdidas, manejando est ndares que hoy en d a est n sujetos, la globalizacion, las nuevas tecnolog as acarrean inconveniente a la vez oportunidades de mejora en los aspectos productivos, es as que la presente obra trata de aspecto b sicos que se deben tener en cuenta para poder gestionar nuestros procesos productivos, haciendo el an lisis de la linea de producci n encontrando las fallas que a la postre se las debe disminuir su impacto, traduci ndolos a un m todo de resultado matem tico para la respectiva comparaci n del antes y despu s del estudio, aplicado a la ingenier a Industrial, todos los pasos ordenados y as cumplir la meta establecida.
Processos Industriais de Fabricação

Processos Industriais de Fabricação

Rodrigo Teixeira Bento; Eduardo César de Oliveira; Margarida Szurkalo

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
A metalurgia a ci ncia que tem por intuito estudar todo o processo de extra o e transforma o dos materiais classificados como met licos. Desde o in cio dos tempos o homem vem utilizando meios e t cnicas para conformar os diferentes materiais encontrados na natureza, concomitantemente com a aplica o desses materiais no ramo industrial, visando tirar maior proveito de suas propriedades. O presente trabalho mostra de uma maneira simples e objetiva os princ pios b sicos de dois processos industriais de fabrica o mec nica mais empregados atualmente: Eletroeros o e Fundi o, apresentando estudos de caso para a discuss o pr tica e conceitual das respectivas t cnicas.
Ensaios sobre Políticas Públicas e Renda no Brasil

Ensaios sobre Políticas Públicas e Renda no Brasil

Rodrigo Leandro Moura

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
O livro procura contribuir na avalia o, sugest o e desenho de pol ticas p blicas nas reas de Educa o, Mercado de Trabalho e Previd ncia. Al m desse aspecto, a liga o dessas reas tamb m se refere ao uso intensivo da Microeconometria, a qual, segundo Heckman aponta (2001, Nobel Lecture), tem se desenvolvido recentemente com o intuito de ligar o comportamento individual dos agentes (pessoas, fam lias e firmas) aos microdados. Justamente, a Microeconometria tem me auxiliado na explica o de como os agentes reagem, por exemplo, ao aumento das al quotas previdenci rias ou do sal rio m nimo. Ou ainda, tem ajudado a propor pol ticas educacionais voltadas para n veis escolares com maiores retornos salariais.
A Prática do Accountability em Organizações Esportivas

A Prática do Accountability em Organizações Esportivas

Rodrigo Do Carmo Molina

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
O objetivo principal deste trabalho analisar a Pr tica do Accountability em Organiza es Esportivas. Inicialmente foi feita uma an lise sobre: Governan a Corporativa, Accountability, Stakeholders, Accountability e Stakeholders e Accountability em Organiza es Esportivas. Sendo adotado como modelo ideal de Accountability, o proposto por Grant e Keohane com sete mecanismos. Na sequ ncia, em um estudo de caso m ltiplo, na Confedera o Brasileira de Voleibol - CBV e na Confedera o Brasileira de Rugby, foram entrevistados cinco Stakeholders por organiza o, por meio de um roteiro semiestruturado para a verifica o da pr tica do Accountability. Ato cont nuo, foi realizado um estudo detalhado dos dados obtidos. Isto posto, percebeu-se que o modelo adotado de Accountability como ideal adotado n o aplicado na ntegra nas organiza es estudadas. Detectou-se uma aus ncia muito grande no que tange delimita o espec fica do Accountability. Segundo a unanimidade dos entrevistados, percebeu-se uma car ncia muito grande na capacita o dos gestores destas institui es. Logo, atingidos os objetivos do trabalho foi poss vel um melhor entendimento da Pr tica do Accountability no Esporte.
O uso do GeoGauge no controle de execução de camadas de pavimentos

O uso do GeoGauge no controle de execução de camadas de pavimentos

Rodrigo Rabelo; Walter Sant'ana

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Atualmente, o m todo de controle de execu o de camadas de pavimentos mais difundido baseado na determina o de medidas de densidade in situ pelo tradicional ensaio de frasco de areia. No entanto, m todos baseados na densidade s o considerados lentos, imprecisos e trabalhosos. Paralelamente, temos que o atual modelo de dimensionamento de pavimentos se d atrav s da an lise do tr fego e do valor do CBR do solo a ser implantado no pavimento. Esse modelo est ficando cada vez mais ultrapassado por n o levar em conta os efeitos de fadiga oriundos da repeti o de cargas devida ao tr fego a que est submetida a estrutura do pavimento. Desta forma, novos m todos de dimensionamento vem sendo utilizados levando em considera o tais efeitos, que se relacionam intimamente com o m dulo de resili ncia do solo. Sendo assim, no decorrer dos ltimos anos, foram sendo implantados novos m todos e novas tecnologias para o processo de controle, dentre eles o GeoGauge, que um instrumento port til que visa determinar par metros que se relacionam com o m dulo de resili ncia, a rigidez e o m dulo de elasticidade.
Análise Preliminar de Riscos em um Setor da Indústria Química

Análise Preliminar de Riscos em um Setor da Indústria Química

Rodrigo Villaca Santos

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Este trabalho teve como objetivo levantar os principais riscos do setor de filtragem em uma ind stria qu mica utilizando as t cnicas de an lise de risco: Checklist e An lise Preliminar de Riscos - APR. Baseado em t cnica metodol gica disponibilizada pela empresa multinacional DUPONT, foi aplicado o Checklist como pesquisa preliminar que forneceu dados para serem registrados em uma planilha de APR, e analisados sob as Refer ncias de Apoio na Sele o da Probabilidade de Ocorr ncia de um Evento, que apontaram os diferentes graus dos riscos detectados e classificados mediante a Matriz Geral de Tolerabilidade de Riscos. Os resultados obtidos pelo uso da t cnica APR permitiram tanto apontar onde e quais as causas da ocorr ncia do risco, quanto apresentar sugest es para que estes fossem amenizados ou eliminados. Este livro direcionado aos profissionais da Engenharia, Administradores e Empres rios, e oferece-lhes a compreens o da implementa o de uma metodologia que auxilia no programa de gerenciamento de riscos operacionais de uma empresa do ramo qu mico.
Lina e o Poder do Erro

Lina e o Poder do Erro

Rodrigo Do Prado Bittencourt

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Este livro busca estudar os aspectos pol ticos, hist ricos e sociais trabalhados por Jo o Guimar es Rosa em "A est ria de L lio e Lina", texto presente em "Corpo de Baile" (1956). Para isso, se analisar como as palavras e a es de Lina servem para resgatar a ordem de um mundo em transforma o. Ao se perceber em pleno encontro do moderno com o tradicional na zona rural de Minas Gerais no final do s culo XIX e in cio do XX, o jovem vaqueiro L lio sente-se perdido. Ele precisa de Lina para se situar em meio ao dinamismo da Hist ria e poder formular/reformular seu papel enquanto agente e sujeito de sua vida.
Sobre Livros Impossíveis

Sobre Livros Impossíveis

Rodrigo Do Prado Bittencourt

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Este livro tem por objetivo investigar a rela o entre a escrita e classe social na vida de quatro personagens de tr s livros de E a de Queir s: A Capital (come os duma carreira); Os Maias. Epis dios da vida rom ntica e A Ilustre Casa de Ramires. Analisam-se os interesses de classe que perpassam a publica o ou n o das obras planejadas por Carlos da Maia, Jo o da Ega, Gon alo Mendes Ramires e Artur Corvelo. Assim, faz-se necess rio conhecer o "campo liter rio" portugu s da segunda metade do s culo XIX para melhor entender as influ ncias condicionantes que pesavam sobre o escritor iniciante. importante analisar historicamente a sociedade portuguesa como um todo e qual o papel que os diferentes grupos que a compunham destinavam leitura e escrita. A partir da , pode-se perceber qual o significado social de se publicar ou n o e o efeito de cada tipo de publica o e g nero textual. Deste modo, portanto, entende-se melhor alguns fatores que contribuem para o sucesso de Gon alo, o fracasso de Artur e a desist ncia de Carlos e Ega; personagens criados dentro de uma proposta de retratar fielmente a realidade.
Danos ambientais no tempo

Danos ambientais no tempo

Rodrigo Henriq Branquinho Barboza Tozzi

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Visando a mais ampla e integral repara o do dano ambiental, defende-se a ideia da aplica o do princ pio da retroatividade aos danos ambientais ocorridos no passado. N o h , na legisla o brasileira, qualquer previs o legal quanto sua aplica o. No entanto, defende-se a ideia da retroatividade, uma vez que, apesar da conduta ter se concretizado no passado, os efeitos danosos s o presentes, e algu m deve ser atribu da a responsabiliza o para fazer cessar e reparar o dano. Da mesma forma, tendo em vista a peculiaridade dos danos ambientais, estuda-se aqui a quest o dos danos ambientais futuros e como a jurisprud ncia trata do assunto, sempre visando a mais ampla prote o ambiental.
A mutação das imagens

A mutação das imagens

Rodrigo Freitas

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Como representante cont nuo da vanguarda no cinema, Jean-Luc Godard, em meados dos anos 70, inovou sua linguagem e a rela o com as representa es imag ticas atrav s da utiliza o do v deo, que at o momento, era visto inferiormente ao cinema. A incorpora o desta nova linguagem acarretou transforma es ontol gicas na produ o de imagens, no sentido a elas atrelado, e em seu consumo na sociedades atuais.
A relação entre fatores sociais e a linguagem dos internos do CENSE

A relação entre fatores sociais e a linguagem dos internos do CENSE

Rodrigo Mazer Etto; Valeska G Carlos

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Este trabalho investigou a linguagem utilizada por adolescentes que cumprem medidas socioeducativas de priva o de liberdade no Centro de Socioeduca o de Ponta Grossa e teve por objetivos verificar a influ ncia de fatores sociais - extralingu sticos - como n vel de escolaridade, conv vio e tempo de interna o do falante no uso de uma variedade lingu stica caracterizada pela presen a de palavras com sentido figurado; identificar a presen a ou aus ncia dos termos e express es coletados em um dicion rio de L ngua Portuguesa, comparando o significado contido no dicion rio com o sentido dado aos termos pelos entrevistados e, por fim, analisar algumas narrativas sob a tica do preconceito lingu stico.A primeira parte da entrevista semiestruturada - as entrevistas narrativas de experi ncia pessoal - permitiu constatar que metade dos entrevistados j sofreram discrimina o e preconceito devido variedade lingu stica utilizada.