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1000 tulosta hakusanalla Rodrigo Garcia

Cartilla para Orientar una Entrevista en Negocios Internacionales

Cartilla para Orientar una Entrevista en Negocios Internacionales

Rodrigo Zapata Chapman; Fernan Cortina Marrugo; Lucia Isabel Ramos Gomez

Editorial Academica Espanola
2025
pokkari
La internacionalizaci n en la Pymes, es un proceso inevitable para el crecimientoe los objetivos trazados, requieren en gran parte de nuevos clientes, estos no est n ya en el mercado local puesto que al parecer se saturo, entonces para crecer deben hacer lo mismo que hicieron las empresas extrajeras hace muchos y as lo hicieron o que decir China con m s de 1.000 millones de habitantes y est n en todas partes, la India con m s de 1.300 millones y salieron a buscar los clientes en el exterior y pa ses m s peque os como Ir n, Pakist n o Per pero no hablamos del pa s que lo logro, sino de las empresas pymes que lo hicieron sin pensar y lanzando al mundo sus productos, sus empresas, su mano de obra, su maquinaria, pero como: enviando a la ALDEA GLOBAL como se conoce a la globalizaci n a EJECUTIVOS Y NEGOCIADORES BIEN PREPARADOS Y FORMADOS, sin importar su cargo en la empresa, solo con la condici n que estuvieran preparados para negociar en los mercados extranjeros.
vo2 máximo e indicadores antropométricos de composição corporal
Para esse autor, a maior motiva o proporcionar ao leitor o acesso aos resultados de seus estudos. O livro conceitua uma rela o entre o consumo m ximo de oxig nio e os indicadores antropom tricos de composi o corporal realizada entre praticantes de exerc cios f sicos em um centro de aptid o f sica na cidade de Santo Ant nio de Jesus - Ba. Espero que este livro proporcione aos leitores momentos agrad veis e produtivos.
A internacionalização dos mecanismos de proteção dos direitos humanos
A modernidade ocidental que marca a passagem do s dito ao cidad o, na substitui o de Estados Absolutistas por Estados Liberais, inicia a era da subjetiva o dos direitos expressa na doutrina dos Direitos Humanos. O sec. XX que marca a crise da modernidade ocidental, evidencia, atrav s da experi ncia do Totalitarismo, as limita es de um conceito de cidadania exclusivamente estatal. A necessidade de se evitar que experi ncias totalit rias se repitam, levou a Sociedade Internacional, no p s-Segunda Guerra, a construir uma tica das rela es internacionais baseadas nos direitos humanos. A assimetria entre esses atores internacionais desnuda as limita es da internacionaliza o dos direitos humanos. Sem a democratiza o pol tica dessas rela es o discurso dos direitos humanos perde efetividade e levantam-se vozes que denunciam o imperialismo da modernidade ocidental travestida na ret rica humanista dos direitos humanos. Em um quadro internacional complexo, onde a ideologia jusnaturalista e liberal dos direitos humanos obscurecida pelo ceticismo negativo do realismo pol tico, a cidadania supraestatal se apresenta como uma possibilidade em constru o.
Gerência de Projetos no MPS.BR Através do Guia PMBOK

Gerência de Projetos no MPS.BR Através do Guia PMBOK

Rodrigo Alves Costa; Jose Fagner R Medeiros

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
A S rie Maturidade Organizacional, Qualidade e Projetos resultado de um conjunto de pesquisas acad micas e aplicadas acerca da utiliza o do gerenciamento de projetos em organiza es dos mais diversos segmentos, na medida em que as mesmas buscam a melhoria dos seus processos. Mas, o que um processo? Palavra que todo mundo que est em uma empresa sabe o que , mas dif cil explicar com as pr prias palavras. Processo uma s rie de a es sequenciais feitas pelas pessoas para atingir um objetivo. Neste livro em particular, vislumbramos entender como o gerenciamento de projetos segundo o PMBOK se adequa s necessidades do MPS.BR por gest o de projetos ao longo dos seus n veis de maturidade. Este livro pode ser til a diversos tipos de leitores e, precipuamente, servir como um facilitador no entendimento de como ambos os conjuntos de processos v o ao encontro um do outro. Portanto, a ideia desta s rie estudar, entender e compreender como tudo em uma organiza o se relaciona com o Gerenciamento de Projetos, o influencia e influenciado por essa ferramenta e suas t cnicas e como, em conjunto, os ambientes organizacionais globais podem se beneficiar com suas potencialidades.
As Funções de Controladoria

As Funções de Controladoria

Rodrigo Oliveira Miranda

Novas Edicoes Academicas
2017
pokkari
Em resposta s exig ncias de um mercado cada vez mais competitivo, as empresas est o passando por processos de mudan as profundas como, por exemplo, novas tecnologias, n vel mais alto de qualidade, baixo custo, inova es de produtos. Desses processos, em que se busca o aproveitamento e o dom nio das oportunidades emergentes, depende a continuidade das organiza es. nesse ambiente que as empresas buscam cada vez mais m todos e t cnicas que possibilitem maximizar seu desempenho econ mico. a controladoria tem foco na dimens o estrat gica das empresas na medida em que prepara a empresa no presente para que ela possa estar viva e rent vel no futuro. Essa nfase faz com que a controladoria, naturalmente, incorpore instrumentos e t cnicas de proje o e explora o futura das vari veis ambientais (internas e externas), melhorando o suporte informacional sobre a realidade e, dessa forma, propiciando decis es melhores e mais conscientes. a controladoria atua de maneira a proporcionar que as reas executem suas atividades de maneira integrada, buscando a integra o entre as equipes, possibilitando que alta administra o assegure o alcance do resultado econ mico desejado.
Software pós-processador para máquinas CNC de lapidação de gemas

Software pós-processador para máquinas CNC de lapidação de gemas

Rodrigo Dinis; Milton Pereira; Aurélio C S Netto

Novas Edicoes Academicas
2017
pokkari
O Brasil mundialmente conhecido pela sua riqueza em pedras preciosas. Entretanto, no pa s, o trabalho de lapida o realizado, de maneira geral, de forma artesanal. No processo de lapida o manual h uma grande quantidade de diagramas de projeto de lapida o de gemas, cada um representando um modelo diferente de lapida o. A lapida o tem sido feita com o uso destes diagramas em m quinas n o automatizadas, cujo tempo de produ o baixo e s o muito pass veis de erros humanos. Existem softwares CAD bem difundidos na rea de lapida o de gemas que possibilitam a automa o da cria o de projetos, dando bastante flexibilidade de cria o, e trazem aos lapid rios a gera o de um modelo a ser seguido durante o processo de produ o das gemas. Para melhorar a produtividade da lapida o a tend ncia partir de modelos CAD existentes e integrar rapidamente com m quinas autom ticas de lapida o. Tendo como fundamento cadeias de manufatura baseados em CNC, foi desenvolvido um software p s-processador, capaz de integrar o projeto feito em CAD e as m quinas autom ticas CNC.
A Cura Através do Cipó

A Cura Através do Cipó

Rodrigo Rougemont Da Motta

Novas Edicoes Academicas
2020
pokkari
A proposta deste trabalho refletir sobre a perspectiva terap utica da espiritualidade e como ela tratada dentro de determinado cen rio religioso contempor neo. O interesse examinar esta rela o dentro de um espa o que faz uso da bebida ind gena ayahuasca, mais especificamente seu uso em contexto urbano. Este trabalho parte de uma investiga o de um espa o localizado na cidade do Rio de Janeiro, chamado Arca da Montanha Azul. O espa o em quest o parte do pressuposto que liga o conceito de religi o a uma de suas poss veis etimologias, "religare", que significa religar o que foi cindido, aproximando o trabalho espiritual do trabalho realizado pelo terapeuta que busca integrar materiais do inconsciente. Desta forma a fun o da ayahuasca seria a promo o de uma expans o da consci ncia capaz de contribuir para um maior equil brio e uma cura integral do indiv duo.