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Influência dos adesivos na colagem de Brackets Cerâmicos

Influência dos adesivos na colagem de Brackets Cerâmicos

Leandro Lorenzi Rasia Dal Polo; Eduardo Galia Reston

Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
Foi avaliada a influ ncia do uso ou n o de um adesivo e de um cimento resinoso autocondicionante na colagem de brackets ortod nticos cer micos policristalinos, verificando: 1) a resist ncia ao cisalhamento; 2) as reas de falha de ades o; e 3) a presen a de trincas. Sessenta dentes bovinos foram divididos em 3 grupos: 1) grupo experimental, colagem com cimento resinoso RelyX U200; 2) grupo experimental, colagem exclusivamente com resina Transbond XT; e 3) grupo controle, colagem com adesivo e resina Transbond XT. O valor m dio mais baixo de resist ncia ao cisalhamento, estatisticamente significativo, foi observado no grupo 1 (RelyX U200): 2,77 MPa. Nos grupos em que a colagem foi com Transbond XT (grupos 2 e 3), independentemente do uso ou n o de adesivo, os valores m dios foram muito semelhantes: 5,82 MPa no grupo 2 (sem adesivo) e 5,73 MPa no grupo 3 (controle com adesivo), sem diferen a estatisticamente significativa. Em rela o ao ARI e avalia o da presen a de trincas, ap s o descolamento dos brackets, n o houve diferen a estatisticamente significativa entre os grupos. O uso de adesivo pode ser dispensado quando se usa Transbond XT para colagem de brackets cer micos.
Potencial energético em ondas oceânicas no litoral sul do Brasil

Potencial energético em ondas oceânicas no litoral sul do Brasil

Leandro E Assis; Alexandre Beluco

Novas Edicoes Academicas
2020
pokkari
Entre as v rias fontes renov veis de energia, a energia de ondas est entre as que apresentam crescente amadurecimento t cnico e econ mico ao longo das ltimas d cadas. Entre as energias renov veis que podem ser extra das dos oceanos, como tamb m a energia de correntes e a energia de mar s, entre outras, aquela que est mais dispon vel para uma integra o aos sistemas energ ticos interligados. Este trabalho avalia o potencial energ tico em ondas oce nicas no litoral do Estado do Rio Grande do Sul, o Estado mais meridional do Brasil, e apresenta os meios mais apropriados para converter essa energia em energia el trica, e integrar essa energia ao sistema interligado. Entre os resultados, o potencial energ tico apresenta um valor m dio anual de 12 kW por metro de frente de onda, que pode ser considerado bastante razo vel se comparado a potenciais energ ticos em ondas oce nicas em outros locais do mundo, e pode representar um acr scimo interessante aos suprimentos de energia a serem disponibilizados ao sistema energ tico local, que se mostra bastante receptivo aos recursos energ ticos renov veis.
Práticas da Avaliação Física

Práticas da Avaliação Física

Leandro Moraes Pinto

Novas Edicoes Academicas
2020
pokkari
Este material foi elaborado a partir de uma longa experi ncia profissional em avalia o f sica de mais de 10 anos com o objetivo de auxiliar estudantes e profissionais que desejam iniciar de maneira pr tica a sua rotina em avalia o f sica. um guia que ensina o passo a passo de maneira did tica e atrativa de como realizar uma boa avalia o f sica, com bases e estudos cient ficos para garantir embasamento t cnico na aplica o pr tica.
Altimetria com Topografia Convencional e Sensoriamento Remoto

Altimetria com Topografia Convencional e Sensoriamento Remoto

Leandro de M Pinto

Novas Edicoes Academicas
2017
pokkari
A altimetria do terreno, por muitas d cadas, tem sido obtida, quase que exclusivamente por meio da topografia convencional. O avan o da tecnologia permitiu o desenvolvimento de miss es espaciais e a cria o de sat lites artificiais, fazendo com que a ci ncia do Sensoriamento Remoto se expandisse de forma exponencial. O SRTM (Shuttle Radar Topographic Mission) e o ASTER GDEM (Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer) s o programas espaciais que fornecem informa es altim tricas de quase todo o globo terrestre. O programa Google Earth utiliza-se dessas informa es e as disponibiliza para seus usu rios de forma pr tica e r pida. Pela facilidade de acesso aos dados provenientes destas t cnicas, muitos usu rios os utilizam sem conhecer os problemas geom tricos existentes nesses produtos, o que pode comprometer a qualidade dos resultados obtidos atrav s dessas t cnicas. Por esse motivo, h a necessidade de uma pr via avalia o para aferir a qualidade e a aplicabilidade de cada m todo.
Poder e representações da sexualidade na Grécia Antiga

Poder e representações da sexualidade na Grécia Antiga

Leandro Alves Martins de Menezes

Novas Edicoes Academicas
2017
pokkari
Neste estudo assumimos como objetivo a an lise das rela es de poder e representa es da sexualidade na Gr cia Antiga, a partir da utiliza o de documentos prim rios e das proposi es te ricas de estudiosos como Michel Foucault, Friedrich Nietzsche e Pierre Vernant. A pesquisa tem enfoque nas diversas no es referentes ao amor e s rela es com o sexo constru das pelo pensamento grego do per odo arcaico e cl ssico, incorporadas nas narrativas mitol gicas e na literatura filos fica da poca. Prop e-se refletir sobre os significados atribu dos s experi ncias sexuais, rela o com o corpo e com o prazer, com nfase nas pr ticas dionis acas.
Gaseificação em água supercrítica para a produção de hidrogênio

Gaseificação em água supercrítica para a produção de hidrogênio

Leandro Ferreira Pinto; Daniel Mantovani; Lúcio Cardozo Filho

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
A produ o de energia em forma de hidrog nio por meio de res duos industriais, rurais e urbanos um conceito de tecnologia sustent vel, visto que estes res duos n o agregam valor econ mico e s o avaliados como obst culos ambientais. A utiliza o do hidrog nio como um vetor energ tico, produzido a partir da biomassa residual, pode ser avaliada como uma forma interessante de armazenamento de energia. A produ o de hidrog nio pode ser obtida a partir da gaseifica o da biomassa com elevado teor de gua. A gua supercr tica (Tc >= 374 C, Pc >= 221 bar) apresenta propriedades f sico-qu micas nicas, que minimizam as limita es de transporte de massa, tornando um excelente meio de decomposi o de compostos org nicos. Diante disto, torna-se de extrema import ncia o conhecimento dos fatores chave necess rios para a aplica o eficiente da gaseifica o da biomassa em gua supercr tica. Desta maneira, esta revis o tem como objetivo levantar informa es a respeito dos principais fatores envolvidos nessas rea es. Al m disso, foram levantados alguns desafios operacionais e o estado da arte referente aos principais modelos de biomassa.
A Abordagem Socioambiental na Geografia Brasileira

A Abordagem Socioambiental na Geografia Brasileira

Leandro Rafael Pinto

Novas Edicoes Academicas
2017
pokkari
unanimidade nas abordagens da Geografia o entendimento que a crise ambiental n o pode ser compreendida segundo perspectivas que isolam sociedade de natureza. Com essa tend ncia, surgem formas de expressar essa necessidade de inter-rela o destacando o surgimento da abordagem socioambiental. Este trabalho teve por objetivo analisar a exist ncia desta abordagem na produ o das teses em Geografia no Brasil. A primeira fase da sele o das teses compreendeu o levantamento de todos os trabalhos produzidos no pa s nos programas de p s-gradua o at 2014. Num processo de filtragem com base nos t tulos das teses e posteriormente na an lise dos resumos, chegou-se a 72 obras que traziam caracter sticas pr ximas a uma abordagem socioambiental em Geografia. A fase seguinte foi an lise do discurso do conte do geral de todos estes trabalhos, com vistas a verificar como o discurso Socioambiental era utilizado, procurando semelhan as, disparidades e contradi es no uso da abordagem socioambiental. O resultado obtido revelou que mais da metade das teses se aproximaram de um padr o de discurso socioambiental, respondendo as quest es propostas aos problemas.
Governança Corporativa em empresas familiares

Governança Corporativa em empresas familiares

Leandro Politelo

Novas Edicoes Academicas
2020
pokkari
A separa o da propriedade e controle desencadeia uma situa o de conflito de ag ncia nas companhias. Os acionistas utilizam mecanismos de governan a com o objetivo de reduzir esses conflitos e promover um maior alinhamento de interesses entre principal e agente. Neste livro, foi estabelecido um ranking de governan a corporativa que indicou que as empresas que adotam maior quantidade de mecanismos relacionados ao conselho de administra o possuem significativa ado o aos mecanismos de auditoria e governan a. Quanto ao desempenho, a elabora o do ranking permitiu verificar que as empresas que possuem maior desempenho de mercado n o possuem, necessariamente, maior desempenho cont bil. Os resultados indicaram que h rela o positiva e significativa entre os mecanismos de governan a corporativa e o desempenho das empresas familiares. Para as dimens es de governan a corporativa utilizadas no estudo, o conselho de administra o e de transpar ncia e auditoria apresentaram uma rela o positiva e significativa com o desempenho das empresas enquanto a dimens o de estrutura de propriedade apresentou uma rela o negativa, embora n o significativa.