Atualmente as quest es ambientais tem ganhado uma maior relev ncia, visto que o setor da constru o civil se encaixa em uma das maiores ind strias geradoras de res duos s lidos. O porcelanato um dos materiais de constru o civil que mais vem crescendo por conta de algumas propriedades como boa resist ncia e grande variedade est tica. Com isso, d -se o aumento de produ o do res duo desse material. Assim, verificou-se como o fator gua/cimento pode influenciar na consist ncia e resist ncia compress o do concreto com res duo de porcelanato. Al m disso, foi analisado como a altera o do fator gua/cimento pode repercutir nas propriedades do concreto com res duo de porcelanato, investigando tamb m a viabilidade econ mica do aproveitamento desse res duo no concreto.
El presente documento contiene el informe final del trabajo de investigaci n desarrollado en el plan de estudios de la Maestr a en Planeaci n Urbana y Regional de la Facultad de Arquitectura y Dise o en la Pontificia Universidad Javeriana de Bogot . Este trabajo fue desarrollado entre los a os 2016 y 2018 y se titula IDENTIFICACI N Y CARACTERIZACI N DE FACTORES DETERMINANTES EN LA MOVILIDAD DE CIUDADES CONURBADAS, CASO BOGOT -SOACHA y su desarrollo se basa en el an lisis de la problem tica de movilidad estudiada, enmarcada en un proceso de conurbaci n que incide en la configuraci n espacial del territorio.Para empezar, es pertinente hacer referencia a la g nesis de este trabajo de investigaci n, que consiste en la evaluaci n de una problem tica de movilidad en la autopista sur para viajes Bogot -Soacha, que fue observada durante la etapa de exploraci n de la maestr a, en donde se encuentra una condici n de alta complejidad para la poblaci n de Soacha que viaja a la capital del pa s.
Nos ltimos anos as pesquisas sobre Educa o Especial no Brasil t m alavancado potencial produ o cient fica com foco nas pol ticas p blicas. A partir disso debru amo-nos n o apenas nos aspectos pol ticos da proposta de inclus o escolar, mas tomamos a hist ria e a produ o do conhecimento na rea como objetos de estudo no contexto da pol tica educacional. Compreendemos assim que a hist ria, a pol tica e os marcos legais est o situados em um plano de fundo em que imposs vel pensar na an lise de uma vari vel isolada da outra, resgatamos aqui alguns dos resultados de nossos estudos, focalizando o contexto brasileiro, de modo que possamos reconstituir, sem a pretens o de concluir nesta obra, um retrospecto da dimens o hist rica e pol tica da oferta dos servi os de Educa o Especial com foco no Plano Nacional de Educa o (PNE). Esperamos ent o que a leitura dessa obra possa potencializar que mais estudos se debrucem sobre as pol ticas que v o se desdobrando no cen rio brasileiro, de modo que mais dados e elementos possam emergir para a an lise da atual conjuntura.
O presente trabalho resulta da preocupa o que o pesquisador sentiu em rela o profici ncia ortogr fica no ensino superior. O objectivo geral da Disserta o reflectir sobre os problemas relacionados com a ortografia nas produ es escritas, concretamente o emprego incorrecto de preposi es, uso incorrecto de mai sculas e min sculas e erros morfo-sint cticos (erros de concord ncia verbal e/ou nominal, erros de jun o e/ou separa o nas palavras, erros de supress o e/ou inser o do acento gr fico e erros de assimila o de fonemas). Os objectivos espec ficos subscrevem-se em: 1 identificar as causas que fazem com que se verifiquem n veis diferenciados de ortografia entre os estudantes dos cursos de Portugu s e de Biologia, 2 analisar as tipologias de erros cometidos pelos estudantes dos Cursos de Portugu s e de Biologia, 3 demonstrar as regras ortogr ficas subjacentes ao uso proficiente da ortografia e, 4 propor mecanismos que minimizem o cometimento de erros ortogr ficos. A abordagem te rico-metodol gica centra-se na teoria de processamento da informa o, pois, a pesquisa monogr fica realizada na Universidade Pedag gica-Delega o de Quelimane.
Na pesquisa feita em 2008 sobre a escrita, a quest o de partida foi: o que faz com que os alunos n o distingam o uso correcto de mai sculas e min sculas? O objectivo geral "estudar mecanismos que minimizem as dificuldades de escrita encaradas pelos alunos da 8.a classe, turma B, curso diurno da escola comunit ria da ADEMO - Cidade de Nampula - Mo ambique". Os objectivos espec ficos: descrever a regra gramatical subjacente ao uso de maiusculas e minusculas e propor mecanismos que solucionem as dificuldades de uso de maiusculas e minusculas. Os alunos mostraram desconhecimento das regras ortograficas subjacentes ao uso de maiusculas e minusculas.
Un Proyecto Nacional de Desarrollo requiere de un eje central, el Proyecto Educativo Nacional y una de Reforma Educativa, garantizando que "...la educaci n debe ser un factor fundamental de la lucha por el cambio social. Debe contribuir al despertar de la conciencia del pueblo sobre su necesidad, asumir un papel cr tico de lo viejo, y fortalecer las tradiciones democr ticas, patri ticas, solidarias, humanistas en confrontaci n con las ideas conservadoras y atrasadas." (II Conferencia Nacional del Trabajo Educacional: 2008, p.21), por lo que "Asumir n, una sola propuesta de reforma educativa, patri tica, democr tica y descentralista, con objetivos, metas, principios nicos, orientados a reafirmar la educaci n como derecho humano, el rol del Estado y la Educaci n P blica Universal, Gratuita y de Calidad: " (II Conferencia Nacional del Trabajo Educacional: 2008, p.21); ella debe engarzarse a proyectos regionales que lo viabilicen. Ramos (2010).
Parler du maquillage et de la lumi re au th tre, c'est se donner du pain sur la planche un niveau consid rable de la science. Le th tre tant un des arts du spectacle qui se d ploie sur une sc ne et devant un public, ce dernier qui est de loin d' tre homog ne, se veut le droit de rendre la r alit dans les diff rentes repr sentations. Les personnes qui paient leur argent et viennent prendre place dans une architecture express ment cr e pour l'occasion en vue de se divertir, s'informer, se d lasser, et s' duquer ne souhaitent pas en sortir indemne; sans avoir eu recevoir quelque chose de ce lieu. Pour y arriver les metteurs en sc ne mettent des pi ces en oeuvre et ont puissamment besoin de recevoir un coup de main de la part de certaines autres personnes videmment des techniciens et des artistes qui mettent leurs mains la p te et font intervenir leurs g nies cr ateurs en vue de satisfaire les besoins du public et du metteur en sc ne.
No Qu nia, a gest o de pequenos ruminantes em sistemas de produ o pastoril envolve a aplica o de conhecimentos ind genas relativos a ra as animais e pr ticas de cria o. A caracteriza o de tais conhecimentos ind genas tem recebido at agora pouca aten o. Este estudo foi realizado no condado de Marsabit no Qu nia, entre as comunidades de Rendille e Gabra, e teve como objectivo caracterizar as pr ticas de cria o em rela o implementa o de programas de cria o baseados na comunidade. Isto implicou a determina o de sistemas de identifica o animal, e de pr ticas de selec o pastoral reais e te ricas para a cria o de patos e carneiros. Al m disso, foram identificados os factores que originam as diferen as entre as pr ticas de selec o reais e te ricas. Este estudo demonstrou que os pastores t m conhecimentos e abordagens intrincadas na identifica o dos seus animais e t m pr ticas de cria o deliberadas. Os tra os produtivos e adaptativos foram considerados importantes na selec o dos reprodutores. Este estudo fornece um quadro necess rio para o desenvolvimento de programas comunit rios de melhoramento gen tico para os recursos gen ticos de pequenos ruminantes, dentro dos limites das condi es pastoris em lenta mudan a.
Un d fi mondial majeur consiste garantir des ressources nerg tiques suffisantes pour r pondre la demande croissante, permettre chacun d'acc der aux installations nerg tiques et r duire la part de cette m me nergie dans le changement climatique. Par exemple, dans les pays en d veloppement, des installations nerg tiques peu co teuses et coh rentes sont n cessaires pour r duire la pauvret , am liorer la sant , augmenter la productivit et accro tre la comp titivit , ce qui soutient la croissance conomique. La demande d' lectricit au Ghana a t relativement faible dans le pass . Cependant, la demande a augment ces derniers temps en raison de la croissance conomique croissante, de l'industrialisation et de l'urbanisation et, en raison de cette situation, les centrales lectriques actuelles ne sont pas en mesure de produire jusqu'aux capacit s requises. L'objectif principal de cette tude tait de trouver des preuves, s'il existe des associations entre quatre attributs de diffusion de l'innovation (DOI) s lectionn s: avantage relatif, compatibilit , complexit et capacit d'essai et trois questions de recherche suppl mentaires.
Assegurar recursos energ ticos adequados que satisfa am a crescente demanda, proporcionando a todos acesso s instala es energ ticas e reduzindo a contribui o dos benef cios dessa mesma energia para a mudan a clim tica um grande desafio global. Por exemplo, nos pa ses em desenvolvimento, cortes de energia baratos e consistentes s o necess rios para reduzir a pobreza, para melhorar a sa de, aumentar a produtividade e aumentar a competitividade que apoiam o crescimento econ mico. A demanda de eletricidade no Gana no passado tem sido relativamente baixa. Contudo, a demanda tem aumentado nos ltimos tempos devido ao crescente crescimento econ mico, industrializa o e urbaniza o e, devido a esta situa o, as atuais usinas el tricas n o s o capazes de gerar at as capacidades necess rias. O principal objetivo deste estudo foi encontrar evid ncias, se existem associa es entre quatro atributos selecionados de difus o de inova o (DOI); Vantagem relativa, compatibilidade, complexidade e capacidade de experimenta o e tr s quest es adicionais de pesquisa.