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Povos além do tempo

Povos além do tempo

Karoline Vitória de Souza

Paginas Editora
2020
pokkari
Em dois momentos diferentes, 2019 e 2012, Karoline Vit ria de Souza e Jhonatan Kempim venceram um dos mais disputados concursos de reda o do pa s, a Olimp ada Brasileira da L ngua Portuguesa. Estudantes de escolas diferentes da cidade de Espig o do Oeste, em Rond nia, esses alunos tiveram em comum a tem tica: ambos tratavam do danoso contato do homem branco com os povos ind genas. As reda es premiadas foram reunidas no livro Povos al m do tempo, lan ado pela P ginas Editora. A reda o de Jhonatan, com o t tulo O tempo, o chiado e as flechas, venceu o concurso em 2012. No texto, ele narra uma situa o em que uma modernidade inserida em uma tribo pelo homem branco provocou uma trag dia numa fam lia ind gena. Jhonatan, na ocasi o, tinha 13 anos e era aluno da na Escola Municipal Teobaldo Ferreira.
A máquina do tempo

A máquina do tempo

H. G. Wells

Principis
2021
nidottu
Um cientista londrino viaja, a bordo de uma M quina do Tempo, do s culo XIX para o ano de 802.701. Chegando no que seria a Londres do futuro, o Viajante do Tempo encontra duas esp cies que evolu ram do ser humano: os Eloi, que viviam na superf cie, e os Morlocks, que se escondiam da luz no subterr neo. O Mundo Superior era habitado por seres fr volos, delicados e infantis que estavam prestes a conhecer a sua N mesis, resultado de decis es tomadas no passado. O Viajante do Tempo perde a sua M quina do Tempo e com apenas uma caixa de f sforos, se pergunta se conseguir retornar ao presente.
Pílulas do tempo

Pílulas do tempo

Farlley Derze

Microeditora Press
2020
nidottu
Todo mundo carrega seus sil ncios. Muitos deles podem ser a moldura de uma frase."P lulas do tempo" uma met fora para representar doses de pensamentos.S o doses que experimentamos durante nossa viv ncia no mundo. Frases que surgem durante a escrita de um poema, frases que surgem enquanto pensamos na vida, frases que surgem enquanto conversamos com algu m.S o 565 frases, das quais 536 s o do autor e 29 s o das pessoas com as quais convivo: Raila Baptista, Jamile Tormann, Pedro Tormann Derze e Lucas Tormann Derze. S o quase 25 anos de conviv ncia. As frases dessas pessoas eu capturei durante conversas.As frases podem ser po ticas, cr ticas, filos ficas, eufem sticas, l dicas, inertes, ret ricas, enf ticas, ef meras, exc ntricas, l gicas, m gicas, pl sticas, p blicas, r pidas, t picas...N o h como saber se esta ou aquela "p lula" se encontra debaixo do travesseiro de algu m.
Jogando com o tempo

Jogando com o tempo

Rita Gonçalez Et Al

Carochinha Editora
2021
pokkari
Nos livros da S rie Minhas Hist rias, o autor voc Prepare-se para contar uma hist ria de amizade. Voc j conheceu algu m que passa o dia inteiro em casa, assistindo televis o, enquanto os amigos brincam do lado de fora? Neste livro, voc vai escrever sobre um menino assim. Ser que algum dia ele vai descobrir o prazer de brincar l fora?
O Reino Do Tempo

O Reino Do Tempo

Isa Colli

Colli Books
2021
sidottu
Em uma terra distante, dois bondosos monarcas viviam em harmonia com a natureza, comandando as esta es do ano. Com o passar do tempo, sentiram a necessidade de encontrar substitutos para a tarefa. Quatro crian as m gicas foram, ent o, preparadas pelo rei e pela rainha para assumir essa responsabilidade de espalhar seus encantos por toda parte.Cada um foi batizado com o nome de uma esta o: Primavera, Ve r o, Outono e Inverno. Mas seria preciso manter o equil brio entre os quatro para garantir a continuidade desse trabalho t o importante para todos os seres que vivem no Planeta Terra. Ser que eles ser o vitoriosos nessa t o importante miss o?
Efemeridades: engrenagens do tempo

Efemeridades: engrenagens do tempo

Clóvis José Rosendo Bomfim

Artner Comunicacao
2020
nidottu
Com abordagens sempre consistentes, profundas e inovadoras. Este livro decorre das reflex es tomadas com alta qualifica o ao povo de Santo Amaro das Brotas, Sergipe e Brasil. Al m disso, acostumado com as min cias e dilemas da educa o e com muitas produ es intelectuais j publicadas at hoje. O maior m rito do escritor Clovis Bomfim, talvez seja o ato de revela o, com sabedoria e harmonia de conceitos, na teoria e na pr tica, recorrendo origem hist rica de Santo Amaro das Brotas, gleba nativa.
A Voz: O Tempo da Verdade

A Voz: O Tempo da Verdade

Thiago José Ramos de Araújo

Editora Meraki
2020
nidottu
"Esse romance reconstr i a trajet ria de vida de um personagem repleto de imers es numa franca tentativa de descontruir os ideais discriminat rios que lhe foram imputados ao longo dos anos. Em busca de uma melhor compreens o existencial na vida, Heitor, percorrer caminhos espinhosos para se livrar das correntes ideol gicas de seu tempo ao travar di logos ricos em ensinamentos por homens e mulheres negros que fazem parte de sua cotidianidade. Diversas refer ncias liter rias lhe ajudam a construir pontes a um mundo novo apesar de t o antigo e constrangedor. O racismo estrutural. vido por respostas significativas entra em conflito com suas cren as e conhece seu inferno particular para, a partir da , fazer erigir uma consci ncia cr tica e libertadora. A Voz, o tempo da verdade, uma ode ao lugar de fala que exige de Heitor o reconhecimento do mal que tanto causou sem se dar conta dos efeitos nocivos e reprodutores do discurso hegem nico de exclus o. Entre o doce al vio da ignor ncia e a tens o reveladora da verdade escolhe o caminho que o levara ao desconfort vel encontro consigo mesmo e, perceber que a Voz que se apresenta reclama pelo direito de ser ouvida sem ser interrompida. A partir desse instante, o leitor encontrar o lugar a ser escutado." - Trecho da apresenta o
Pautas no Tempo

Pautas no Tempo

Rav Matis Weinberg

Cbl
2022
pokkari
Como definir o livro "Pautas no Tempo: Chanuc "? Profundo, impactante, po tico... Ele mais que tudo isso. Mas, talvez, a palavra que melhor defina essa obra seja "abrangente". R. Matis Weinberg consegue algo singular, ao compilar, em um nico livro, trechos de Z har, Midrashim, Talmud, Chassidut, estudos do Gaon de Vilna, etc. e criar uma estrutura compreens vel a qualquer um. simplesmente fabulosa a jun o e a harmonia que ele consegue numa obra que impacta o leitor e a vis o totalmente nova que lan a sobre chanuc . Al m disso, ele conecta todos esses conceitos aos dias atuais. Ap s ler esse livro, come amos a compreender a vastid o de conte do que existe nas entrelinhas de cada trecho da Tor ou nos ditos dos nossos s bios. Como frases que, primeira vista, parecem sem nexo ou explica o, mas, na realidade, s o pe as importantes de conceitos valios ssimos e que devem ser transmitidos. R. Matis Weinberg, ao adotar a estrutura de uma m sica para escrever seu livro, sintetizou o conceito principal e o tornou muito mais claro para n s. A m sica formada por notas que, sozinhas, n o t m beleza nem harmonia. Notas que, isoladas, podem parecer feias e estranhas, mas que quando comp em uma m sica, se tornam bonitas e importantes. Passam a ter relev ncia e sentido gigantescos. Nessa obra, ao condensar as notas (trechos) de diversas fontes e coloc -las nas pautas musicais (que seriam os acontecimentos de chanuc ), ele nos transmite o verdadeiro sentido do seu trabalho. A cada leitura se descubre uma nova vis o sobre algum ponto dos temas abordados. S o conceitos profundos, mas bem explicados. Se prepare para mudar totalmente sua vis o sobre chanuc , tempo, Yossef e Yehuda, dinheiro e mercados, gr cia e at os jogos ol mpicos Uma obra mpar.
Jeg har et teppe i tusen farger

Jeg har et teppe i tusen farger

Anne B. Ragde

Bonnier Norsk Forlag
2023
pokkari
Anne B. Ragde skriver frem et fargerikt portrett av sin mor Birte, en sterk og kompromissløs alenemor med jobb som maskinkjører på en plastposefabrikk. Birte er en kvinne med en stor, men ubenyttet intellektuell kapasitet og en usvikelig tro på høyresiden i norsk politikk, kombinert med en usedvanlig evne til å trylle frem overdådige måltider fra et tomt spiskammer. Med humor og kjærlighet skildrer Ragde gode og onde dager fra oppveksten i Trondheim, før og etter foreldrenes opprivende skilsmisse, og fra årene da Anne selv flyttet hjemmefra og stiftet familie. Vi møter Birte som sykehjemspasient den siste tiden hun levde, en tid som ble sterkt preget av manglende ressurser i helsevesenet, med utilstrekkelig pleie og unødige lidelser. Sorgen over å se sin egen mor dø på en uverdig måte er ikke til å bære. Jeg har et teppe i tusen farger er en gripende roman om livsmot og trass, om savnet av nærhet, om takknemlighet og ukjent lengsel - og om hvordan man unngår at kalkunen blir tørr.
Légume e o tempo

Légume e o tempo

Michel Ramalho

Estrela Cultural
2020
pokkari
Em L gume e o tempo, Michel Ramalho leva o leitor a uma jornada por um mundo fant stico, em busca de algo capaz de preencher o vazio que muitas vezes t o dif cil de compreender. Mas, ao lado de L gume e Anita, essa jornada acaba sendo muito mais profunda que um simples passeio por um lugar m gico. A imperman ncia das coisas e pessoas na vida o fio condutor dessa hist ria, que fala de forma delicada a respeito das perdas e mudan as do dia a dia.
Até que o tempo, prenhe de agoras, transborde e acorde o não-sei-quê de mim

Até que o tempo, prenhe de agoras, transborde e acorde o não-sei-quê de mim

Luiz Carlos Mariano Da Rosa

Politikon Zoon Publicacoes
2019
nidottu
"E como suportaria eu ser homem se o homem n o fosse tamb m poeta e decifrador de enigmas e redentor do acaso?" (Friedrich Nietzsche). Destitu da de pret rito enquanto dimens o em cujas fronteiras supostamente guarda ra zes, emergindo ent o como tal, a imagem po tica, segundo Gaston Bachelard, consiste em uma s bita erup o do psiquismo em um movimento que se sobrep e no o de princ pio e rela o de causalidade que caracterizam a reflex o filos fica e o pensamento cient fico no processo de constru o l gico-racional, na medida em que escapa ao car ter de um impulso propriamente dito e condi o de eco de um passado, a despeito de sua correspond ncia com um arqu tipo, tendo em vista que, como xtase, por interm dio da explos o do seu conte do imag stico, da sua irrup o, alcan a os rec nditos do outrora e, dessa forma, desnuda os c digos tico-l gicos e hist rico-culturais que interagem no devir da mem ria e na constitui o do seu arcabou o identit rio na experi ncia existencial de transforma o de si que repercute sem cessar no instante po tico. Carregando uma sonoridade do ser, a imagem que germina do exerc cio po tico e da experi ncia existencial que a encerra como rela o do ente humano enquanto existente singular com o pr prio Ser converge para uma fala que envolve o mago mesmo do ser em uma constru o que pressup e a dial tica entre forma e mat ria na dimens o da imagina o, na medida em que o verbo que corporifica a cria o po tica na linguagem guarda correspond ncia com uma causa formal em um movimento que traz como princ pio uma causa sentimental neste esfor o cuja instaura o conjuga for as imaginantes que, em suma, tendem, ou a se deter nas fronteiras do acontecimento inesperado, ou a se deter nas fronteiras do ser em uma aspira o irreprim vel de encontrar em suas profundezas o primitivo e o eterno. Princ pio de excita o imediata do devir ps quico, a imagina o institui a ruptura diante do est vel que caracteriza o existente singular na ocupa o consigo pr prio em rela o ao processo de produ o dos meios de sua exist ncia tanto quanto, dessa forma, de si mesmo, na medida em que converge para as fronteiras que encerram hip teses de vida atrav s de um movimento que implica a forma o de um mundo que, guardando ra zes na dimens o on rica, envolve infinitas possibilidades de supera o de si em uma constru o po tica que emerge no mpeto de devir humano e se torna o pice de uma inspira o que exp e a palavra em sua condi o origin ria, a saber, nova. Se a imagina o carrega a capacidade de produzir o que se imp e vis o, tornando o homem em sua individualidade concreta criador, na medida em que possibilita trazer luz o que est para al m da apreens o l gico-racional das fronteiras da dimens o do ver em um exerc cio que se sobrep e ao modo do ser em sua disposi o f tica na iman ncia por interm dio de um processo de deriva o que encerra um mundus contra mundum (contra-mundo) e consiste em um movimento que guarda correspond ncia com o mist rio original e origin rio da forma o da forma, diante do qual o criador humano se op e em virtude do conhecimento da sua condi o de "secundaridade" que converge para uma rela o que implica a apropria o de um conte do atrav s de um horizonte de Revela o e Verdade que tende a torn -lo pr prio em uma constru o que mant m ra zes na translatio ou transposi o de uma inexplicabilidade sistem tica (verdade) na fus o ou intera o do religioso e do m tico que eleva ao topos (ou ou-topos) o poeta na eclos o dial tica do pr -texto de transcend ncia.
O Sino: Maquina do Tempo Nazista

O Sino: Maquina do Tempo Nazista

Rogerio Silva

Drago Editorial
2016
nidottu
O Sino uma obra de fic o cient fica, hist rica e realidade alternativa. Um experimento nazista conduzido em 1940, com um dos primeiros HAUNEBU (Discos Voadores), torna poss vel viajar no tempo. Dois viajantes nazistas s o mandados plena revolu o hippie, em Londres, para verem "A Gl ria Vindoura do 3 Reich", mas retornam trazendo livros que revelam que a Alemanha perder a guerra cinco anos depois, em 1945. Ent o, um plano elaborado para impedir que v rios fatos hist ricos aconte am, o que leva a Alemanha vit ria, em 1943. Por m, enquanto o plano executado, verifica-se que os livros de hist ria come am a se alterar automaticamente e que as pessoas n o t m mais lembran a do passado que existia antes das altera es, exceto por um livro e o di rio de um Oficial. Rudolf Scherner, que o passa a seu filho Werner, antes de morrer. No presente, o filho do oficial, de posse do di rio, foge para o Brasil com sua fam lia, ao ser perseguido por neonazistas que querem, a todo custo, obt -lo para reconstruir a m quina do tempo e, mais uma vez, alterar a hist ria a seu favor. Caber a Roger, personagem do livro que encarna v rias caracter sticas do pr prio autor, salvar a fam lia Kant e impedir que o di rio caia em m os erradas. Se a hist ria foi mudada, por que n o nos lembramos de nada?
Linha Do Tempo: Relações Entre Humanos E OS Outros Animais: Misticismo, Teocentrismo, Antropocentrismo, Biocentrismo
A constru o da tem tica teve in cio em 2013, em um pr -projeto de conclus o de curso para a gradua o na rea de Ci ncias Biol gicas. A princ pio, o trabalho ainda conserva o objetivo inicial de um material educativo para escolas, sobre tica animal abolicionista.A livro busca contextualizar as rela es humanas com os outros animais ao longo da hist ria, classificada em 5 grupos: rela es naturais, m sticas, teoc ntricas, antropoc ntricas e bioc ntricas.Os per odos mais antigos remetem-se s rela es baseadas no instinto e na luta pela sobreviv ncia (presa e predador). Na Pr -Hist ria, em um tempo impreciso, inserida a concep o de "alma e esp rito," resultando em novas rela es, o que chamo de rela es m sticas. As cren as ficam complexas; nascem as religi es. As rela es com os outros animais s o modificadas, conforme a peculiaridade de cada religi o (rela es teoc ntricas). No Cristianismo, por exemplo, o conceito de alma aos outros animais n o era permitido. Os animais eram vistos como inferiores, brutos, criados por Deus para servir aos humanos. Segundo Morris, a ideia de que os animais n o t m alma elimina a culpa nas rela es cru is. Chegando Idade Moderna, os outros animais continuam sendo vistos como seres inferiores, irracionais, produtos, objetos e recursos naturais para servir aos humanos. O humano agora toma o lugar de Deus, como centro do universo (rela es antropoc ntricas). Na Idade Contempor nea, a tica e a moral n o s o limitadas ao benef cio do humano e abra am toda a biodiversidade, principalmente, os seres que possuem a capacidade de sentir dor.Essa classifica o foi associada respectivamente Pr -Hist ria (at 4000 a.C.), Idade Antiga (at 476 d.C.); Idade M dia (at 1453 d.C); Idade Moderna (at 1789 d.C.) e Idade Contempor nea (dias atuais).No livro buscou-se demonstrar qual poca est embasada determinada rela o, argumento ou vis o em rela o aos outros animais. poss vel ter uma melhor compreens o sobre a persist ncia humana na viol ncia e na explora o dos outros animais.Estamos na Idade Contempor nea. Ser que nossas a es em rela o aos outros animais correspondem ao nosso tempo?