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1000 tulosta hakusanalla Pedro García Cuartango

Luce e Colori: Nella Pittura di Don Pedro
Affascinata dalla multiforme personalit umana ed artistica di Don Pedro, al secolo Pietro Di Giorgio, anche in questo volume, Luce e colori nella pittura di Don Pedro, come nel precedente, dedicato allo studio della complessa simbologia del suo "Giardino di pietra", Valeria Nardulli mette in evidenza gli ideali di pace, solidariet e fratellanza universale propugnati dal Maestro e il messaggio di ecumenismo, religioso e sociale, che caratterizza tutta la sua produzione, ma soprattutto i dipinti in cui hanno largo spazio i temi mistico-religiosi, ai quali si collega strettamente la rappresentazione del dramma della guerra nella Bosnia-Erzegovina degli anni Novanta. Con la competenza che la contraddistingue l'Autrice analizza l'attivit pittorica di Don Pedro, non meno significativa di quella architettonica, ripercorrendone tutte le fasi, nell'arco di pi di quarant'anni, con un'analisi accurata delle opere principali, raggruppate secondo la tecnica usata (una importante sezione dedicata ai lavori a china e alle acqueforti) e secondo i soggetti raffigurati, tenendo conto dell'evoluzione artistica del Maestro e dell'impiego progressivo - secondo l'insegnamento di Vasilij Kandinskij - soprattutto dei colori brillanti che, insieme con la luce, nei suoi quadri danno forma e risalto ai paesaggi, alle persone, alle cose.
O Resgate de Allaji: As Aventuras de Pedro Duarte e Allaji - Livro 2

O Resgate de Allaji: As Aventuras de Pedro Duarte e Allaji - Livro 2

Américo Luís Martins Da Silva

Independently Published
2015
nidottu
A saga de Pedro Duarte Xavier, Velho Corso, Allaji e Indira continua em Goa. T o logo l desembarcaram o velho nobre de altos escal es da corte do gr o-mogol Aurangzeb, cujo nome era Raya Bergala, sult o da regi o do rio Krishna, um dos conselheiros do gr o-mogol Aurangzeb, a quem Allaji foi prometida para casamento, solicitou s autoridades portuguesas a sua captura. E assim foi feito. Apesar dos esfor os de Duarte Xavier e Velho Corso, Allaji e Indira foram presas e levadas ao pal cio de Masulipatam, no litoral da ndia Oriental. Nada mais podendo fazer naquele momento para salv -las, Duarte Xavier e Velho Corso s conseguiram subir a bordo da embarca o S o In cio e partir para Macau.Em Macau, Duarte Xavier e Velho Corso conheceram o soldado africano chamado Francisco de Tombua e Kai-Sheng, sobrinha de um importante comerciante chin s, Chen Tai Jin, e amante do portugu s Jo o Vaz. Este ltimo concordou vender sua chalupa semidestru da, depois de colis o com outra embarca o, por apenas 500.000 r is, desde que se responsabilizasse pelo sustento de Kai-Sheng, permitindo assim que ele regressasse para o seio de sua fam lia leg tima em Lisboa.Para levantar recursos que permitissem reformar a chalupa rec m adquirida e viabilizar uma viagem para ndia, a fim de resgatar Allaji e Indira, Duarte Xavier aceitou ser capit o da embarca o de Chen Tai Jin, fazendo algumas viagens nessa condi o, inclusive Nagasaki, no Jap o, quando teve de enfrentar piratas de Formosa. Enquanto isto Velho Corso foi administrando a reforma da chalupa. O entrosamento foi grande naquela parceria, Kai-Sheng tornou-se amante de Velho Corso e Chen Tai Jin, s cio dele e de Duarte Xavier.J em condi es de navegar, a chalupa Algarve, com tripula o mista composta pelos chineses do junco de Chen Tai Jin, e pelos indianos de Maharatas contratados em Macau, navegou para ndia, passando primeiro pelo Ceil o. Na chalupa tamb m iam Tombua e Kai-Sheng.Ao chegar ao porto de Masulipatam descobriram que Raya Bergala, Allaji e Indira n o estavam no seu pal cio ali constru do. Tiveram que dar vela para o local onde era o cativeiro delas. Com ajuda dos indianos de Maharatas conseguiram por gente de confian a dentro do pal cio, entrar em contato com Allaji e elaborar um plano de fuga.No dia combinado, Allaji e Indira conseguiram chegar a um jardim interior perto dos muros do pal cio e, com ajuda de Duarte Xavier, Velho Corso e os indianos de Maharatas, finalmente escal -los. A fuga pelo trecho de terra at o mar foi feita sob a persegui o implac vel dos guardas de Raya Bergala, na qual o l der dos indianos foi ferido. J na praia, descobrindo a sua aus ncia, Duarte Xavier voltou para salv -lo e o fez debaixo de uma chuva de balas. Somente conseguiu escapar com a cobertura de Tombua e Velho Corso. Embarcaram na chalupa com a praia repleta de gente armada. Mas tiros dos canh es de bordo mantiveram todos por l e a embarca o, com as velas enfunadas, regressou para Macau, nova p tria Duarte Xavier, Velho Corso, Allaji e Indira.
Urbis et Hominis: Monografia del pintor venezolano Pedro Leon Castro

Urbis et Hominis: Monografia del pintor venezolano Pedro Leon Castro

Angel Cristobal

Createspace Independent Publishing Platform
2017
nidottu
El presente libro es una monografia que describe la vida y obra del destacado maestro de las artes plasticas venezolano, Pedro Leon Castro, ganador en 1961 del Premio Nacional de Cultura. La misma forma parte de una treintena de ensayos que el autor investigo y escribio en Caracas, acerca de pintores, fotografos y humanistas quienes fueron acreedores de este prestigioso galardon. Se trata de biografias breves que animan a los jovenes estudiantes a acercarse a las artes y conocer los nombres de las figuras que engrandecen la cultura de los pueblos y muchas veces pasan desapercibidos.
a la Mémoire de Dom Pedro V, Roi de Portugal Et Des Algarves: Né À Lisbonne Le 16 Septembre
A la memoire de dom Pedro V, roi de Portugal et des Algarves: ne a Lisbonne le 16 septembre 1837, decede dans la meme ville le 11 novembre 1861... / signe: Jules Le Sire, Jules Thieury]Date de l'edition originale: 1861Sujet de l'ouvrage: Pierre V (roi de Portugal; 1837-1861)Ce livre est la reproduction fidele d'une oeuvre publiee avant 1920 et fait partie d'une collection de livres reimprimes a la demande editee par Hachette Livre, dans le cadre d'un partenariat avec la Bibliotheque nationale de France, offrant l'opportunite d'acceder a des ouvrages anciens et souvent rares issus des fonds patrimoniaux de la BnF.Les oeuvres faisant partie de cette collection ont ete numerisees par la BnF et sont presentes sur Gallica, sa bibliotheque numerique.En entreprenant de redonner vie a ces ouvrages au travers d'une collection de livres reimprimes a la demande, nous leur donnons la possibilite de rencontrer un public elargi et participons a la transmission de connaissances et de savoirs parfois difficilement accessibles.Nous avons cherche a concilier la reproduction fidele d'un livre ancien a partir de sa version numerisee avec le souci d'un confort de lecture optimal. Nous esperons que les ouvrages de cette nouvelle collection vous apporteront entiere satisfaction.Pour plus d'informations, rendez-vous sur www.hachettebnf.frhttp: //gallica.bnf.fr/ark: /12148/bpt6k6207541h
Extração de pectina de goiaba cultivar Pedro Sato

Extração de pectina de goiaba cultivar Pedro Sato

Cláudia Leite Munhoz

Novas Edicoes Academicas
2017
pokkari
A pectina um polissacar deo encontrado na parede celular de vegetais superiores, respons vel pela estrutura dos frutos. A mol cula formada basicamente por cido D-galactur nico unidos por liga es alfa-(1,4). Pectinas de diferentes plantas apresentam estrutura qu mica comum, contudo podem existir diferen as em sua composi o e na estrutura durante a fase de matura o. A aplica o da pectina na ind stria de alimentos muito vers til, uma vez que este aditivo apresenta propriedades geleificantes, espessantes e estabilizantes, podendo ser utilizada em uma ampla variedade de produtos l cteos, c rneos e de panifica o, geleias, polpa de frutas, bebidas entre outros. H v rios estudos de aproveitamento de diferentes res duos para extra o de pectina, no entanto, apesar da goiaba (Psidium guajava L.) conter quantidade razo vel de pectina, existe poucas informa es sobre o seu uso como fonte de extra o. Al m disso, ocorre grande perda p s-colheita deste fruto. Estudos de extra o de pectina utilizando goiaba poderiam contribuir para o aproveitamento do fruto, reduzindo assim as perdas.
Transformaciones territoriales en el Partido de San Pedro

Transformaciones territoriales en el Partido de San Pedro

Carolina Leiva

Editorial Academica Espanola
2018
pokkari
El presente libro forma parte de la tesina de licenciatura de la autora, donde hizo una breve contextualizaci n de la formaci n del partido de San Pedro (B) para luego meterse de lleno en la historia territorial del Paraje Vuelta de Obligado, tocando aspectos ambientales, sociales, de actividades productivas y del proceso de formaci n de una reserva natural que tiende a valorizar sus atributos hist ricos y naturales. A trav s de esta investigaci n se intenta entender por qu el paraje ha sido siempre relegado en las desiciones pol ticas (y econ micas) y los motivos de las valorizaciones que se han manifestado en la actualidad.
Los aljibes rurales de San Pedro de Pinatar

Los aljibes rurales de San Pedro de Pinatar

Mateo Férez Martínez

Editorial Academica Espanola
2021
pokkari
El problema del agua siempre ha estado presente en los espacios semi ridos, por ello han adquirido gran importancia los aljibes de, cuya existencia se encuentra a expensas de sus propietarios y moradores, encontrando algunos en un estado de total deterioro si es que subsisten. El reflejo de todo esto, se puede percibir si hacemos una lectura de un paisaje cotidiano, donde se puede observar los distintos niveles de actuaci n del hombre en ese medio natural. En la actualidad, un aljibe es un elemento que estorba y no sirve para nada. Pero ste elemento es el vestigio, testigo y legado de una forma de vivir de un paisaje anterior y que tanto han significado a sus primeros propietarios; los aljibes rurales han sido y est n siendo desmontados, destruidos, colmatados o soterrados, por no saber proyectar a la sociedad el valor que tuvieron y que tienen.