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1000 tulosta hakusanalla April de Angelis

Constitución de la República Portuguesa de 2 de abril de 1976
El 25 de abril de 1974 el Movimiento de las Fuerzas Armadas (o Movimento das For as Armadas) derrib el r gimen fascista, coronando la larga resistencia del pueblo portugu s e interpretando sus sentimiento profundos. Conocida con el nombre de Revoluci n de los claveles porque la poblaci n inund las calles de Lisboa con claveles rojos que coloc en la boca de los fusiles del ej rcito, Portugal pon a punto final a sus 46 a os de dictadura impuesta por el economista portugu s, Antonio de Oliveira Salazar.Liberar a Portugal de la dictadura, la opresi n y el colonialismo represent el comienzo de una inflexi n hist rica de la sociedad portuguesa. La Revoluci n devolvi a los portugueses los derechos y libertades fundamentales. En ejercicio de estos derechos y libertades se reunieron los leg timos representantes del pueblo para elaborar una Constituci n que correspondiese a las aspiraciones del pa s.La Constituci n portuguesa de 1976, aprobada como consecuencia de la Revoluci n democr tica de 25 de abril de 1974, inspirada en ideales democr ticos y socializantes, presenta en el mbito econ mico-social un conjunto importante de disposiciones program ticas y preceptivas orientadas a la realizaci n de una econom a de bienestar y de justicia social, en el mbito de un Estado social de Derecho.La Constituci n portuguesa de 1976 es la actual constituci n de la Rep blica Portuguesa. Fue adoptada por la Asamblea Constituyente el 2 de abril de 1976 y entr en vigor el 25 de abril de 1976, aniversario de la Revoluci n de los Claveles. Est compuesta por 311 art culos y ha sido modificada en 7 ocasiones desde su entrada en vigor.
Onde está o 25 de abril de 1974?

Onde está o 25 de abril de 1974?

Quito Arantes

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2017
nidottu
Passados quarenta e dois anos da revolu o pac fica de abril de 1974, olho para tr s e restam alguns resistentes para t o afamada revolu o do proletariado. Nestas quatro d cadas o mundo deu muitas voltas, muitas outras revolu es se foram dando pelo mundo fora, mesmo que n o tenham sido obra do povo ou de militares, depondo regimes de direita e de esquerda. Existiram revolu es culturais e tecnol gicas, e algumas cient ficas, que mudaram a nossa forma de pensar. Pelo menos a minha mudaram. N o tenho nostalgia dos dias da revolu o de abril, era um adolescente com uma certa no o do que eram as correntes de pensamento de esquerda. Era esquerdista por arrasto de amigos mais velhos, nunca tinha refletido muito bem o que era a verdadeira luta de classes. Chego conclus o que a luta do poder pol tico para nos governar, n o foi mais do que a luta de interesses instalados em certos sectores da sociedade. Hoje vive-se melhor do que h quarenta anos, sem d vida, mas na Europa toda tamb m se vive bem melhor do que em Portugal. N o conseguimos acompanhar o ritmo europeu, talvez pelas disputas ideol gicas e falta de vis o coletiva nos nossos governantes.