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Voltas no Tempo
Este romance na primeira edi o, impresso, em formato eletr nico e em audiolivro publicado pela 0111 Edi es em 2011 (fora do cat logo desde 31-12-13 - (c) Guido Pagliarino de 2014), ficou em primeiro lugar geral na edi o de 2012 do Premio Creativa VI, se o narrativa publicada . A a o dividida em duas partes: "Universos paralelos" e "Pecado original". A primeira tem in cio no ano de 1933: Na It lia, capturado um disco voador que caiu. A bordo, tr s cad veres humanos. Para Marconi, eles s o marcianos, mas ele n o sabe que os comandos do disco estavam escritos em ingl s; na verdade, para Mussolini, um produto da engenharia aeron utica b lica brit nica. apenas o come o de uma hist ria dram tica que se desenvolver em outros planetas e na Terra do futuro. O disco logo se revela ao leitor como um nibus espacial de aterrissagem da cronoastronave 9, que, partindo do ano de 2133, retornou a 1933, aqui explodindo devido a uma falha; o disco saiu da nave-m e no tempo certo, tentou pousar, mas caiu. Sempre no ano de 2133 partiu a cronoastronave 22, que conduziu uma expedi o cient fica ao planeta Tinno, que orbita em torno de Beta Centauri, sobre a qual s culos antes uma guerra de aniquila o entre dois Estados, governados por ditaduras similares s terrestres stalinista e nazifascista, causou o fim da civiliza o tinniana; o objetivo da equipe coletar vest gios dessa civiliza o. Mussolini forma um grupo de pesquisa na esperan a de que a It lia, como a Gr -Bretanha, produza avi es semelhantes ao disco. Estando Hitler no poder na Alemanha havia poucos meses, uma companhia de paraquedistas alem es, matando implacavelmente todos os milicianos fascistas que guardavam o disco, roubou as partes remov veis e tamb m os m sseis que a aeronave do futuro carregava, dois dos quais estavam equipados com poderosas bombas de desintegra o. Gra as aos estudos de retroengenharia, os nazistas produzem armas e avi es que os levar o em 1939 a conquistar o mundo. De volta Terra em 2133, os cronoastronautas encontram o nazismo dominante em vez da democracia. Conhecida, gra as aos computadores hist ricos dos arquivos do Estado, a Outra Hist ria da Terra e tendo corrido nesse meio tempo diferentes riscos, eles fazem um salto temporal em 1933 com a inten o de destruir o disco ca do na It lia para impedir que seja roubado e que haja a consequente vit ria alem na segunda guerra mundial, e acontece que ... Na segunda parte, os cronoastronautas e os cientistas da nave 22 decidem mudar o destino de Tinno evitando a guerra de aniquila o que havia eliminado seus habitantes. Assim, a cronoastronave chega ao passado em torno daquele planeta, no qual as duas ditaduras inimigas est o no momento envolvidas em uma esp cie de "guerra fria". Com v rias iniciativas que d o aos tinnianos a impress o de que a interven o sobrenatural, os protagonistas e alguns de seus aliados aut ctones conseguem salvar aquele mundo, evitando a guerra quente, derrubar as ditaduras e dar in cio em Tinno moralidade pessoal e democracia. Depois de meses, deixando a condu o a seus amigos alien genas, os cronoastronautas se despedem e saltam para o futuro do planeta, para verificar os resultados de sua a o ben fica no longo prazo. Uma misteriosa voz ressoa no charuto, zombando, anunciando a eles que, quando voltarem para casa, se encontrar o em enormes problemas; a entidade afirma ser o Demiurgo Plat nico e ter ele causado todos os problemas anteriores em nosso planeta e em Tinno. Os cronoastronautas voltam para casa e ... O mal cuja causa metaf sica permanece incompreens vel talvez o mais eminente dos "personagens" deste romance coral, no qual o leitor tamb m encontra o "pecado original".
Il breve tempo dell'asino: Storia di un'adolescente
La vita di Valentina, la protagonista, condizionata dalle proprie origini. Nata da una ragazzina quindicenne sente pesare su di s l'essere stata "un errore", cos come Sara, la madre, pi o meno volutamente, le suggerisce. All'et di sei anni, sua madre si sposa. Il marito di suo madre la riconoscer ufficialmente come figlia ma lei non lo sentir mai come un padre. Il passato peser nel suo presente anche nel rapporto con l'altro sesso. Incredibilmente detester la propria bellezza, come fosse un difetto. Per il desiderio che suscita negli uomini che incontra. Respinger ogni tentazione d'innamoramento nel terrore di ripetere l'errore della madre. Ma, tuttavia, sempre affamata d'amore, senza volerlo ammettere. Si aggrappa a Dafne, donna pi matura della madre e le si affida. E' una compensazione alle carenze affettive, oltre che un'alternativa all'infelicit e al suo male di vivere.
Vendere in tempo di crisi
Non riuscire a vendere non un problema solamente di chi inizia, ma anche per chi lo ha fatto per anni, se non decenni e che a causa di questa crisi mondiale non vende pi nulla. Chi nella crisi vede solo un problema, sbaglia. La crisi anche opportunit , cambiamento, rinnovamento. Ovviamente tutti i cambiamenti portano degli sconvolgimenti..." Da un vero esperto di vendita, arrivano le ricette concrete per vendere "di pi ". un testo adatto a chi vende, ma anche a chi vuol capire come far fronte alle sfide di questi difficilissimi anni.
Alguns Homens de Meu Tempo: e outras memórias de Jaime Batalha Reis

Alguns Homens de Meu Tempo: e outras memórias de Jaime Batalha Reis

Elza Assumpção Miné

Imprensa Da Universidade de Coimbra
2017
nidottu
Jaime Batalha Reis (1847-1935) tinha em vista registrar recorda es de seus amigos, cuja reuni o viria a constituir uma publica o a intitular-se Alguns homens de meu tempo. N o chegou, contudo, a realizar tal projeto que, desde seus primeiros anos, como c nsul em Newcastle, at os ltimos passados na Quinta da Viscondessa, em Portugal, sempre acalentou e referiu. Este volume apresenta, nas partes I e II, a gesta o e uma (poss vel) concretiza o desse mesmo projeto, a que se seguem, como anunciadas no t tulo, "Outras mem rias" de Batalha Reis.Desde muito jovem (1865) at sua partida para a Newcastle (1883), Batalha contribuiu assiduamente na imprensa peri dica portuguesa. Os anos ingleses, no entanto, ser o os de viv ncia de um contexto mais amplo, ultrapassando perspectivas e limites meramente nacionais, em contacto direto com grandes centros (Londres, e tamb m Paris) durante os quais progressivamente se delineia e se particulariza sua versatilidade como jornalista.Se as consagradas p ginas do In Memoriam sobre o amigo Antero, e as do pref cio s Prosas B rbaras, do companheiro E a, exibem ineg veis qualidades liter rias da escrita da mem ria, v rias de suas colabora es para a imprensa, tribut rias do olhar de um observador/testemunha da sociedade do seu tempo e reveladoras das preocupa es dominantes do apaixonado pela pintura e pela m sica, confirmam suas qualidades de memorialista em rito. Na verdade, a inclina o memorialista e a propens o cr tica mutuamente se fertilizam, promovendo cruzamentos de procedimentos escriturais.
Portugal na (e no Tempo da) Grande Guerra

Portugal na (e no Tempo da) Grande Guerra

Orquídea Ribeiro; Susana Pimenta; Fernando Moreira

Utad
2018
pokkari
No ano de 2018 assinala-se o centen rio do final do primeiro conflito armado escala mundial que viria a alterar, de forma definitiva, a hist ria cultural dos povos. A batalha de La Lys, a 9 de abril de 1918, representa um marco emblem tico da participa o portuguesa na primeira Grande Guerra e marca social e culturalmente um Portugal rec m-sa do de uma altera o de regime, ainda a bra os com a sua nova realidade pol tica e a viver as primeiras incid ncias das apari es de F tima e a pedrada no charco protagonizada pela gera o de Orfeu. Cem anos depois ainda pertinente perguntar: Que marcas culturais e sociais deixou a Grande Guerra em Portugal? Como foi vista e vivida a Grande Guerra (na Europa, mas tamb m nas ent o col nias portuguesas africanas) em Portugal? Que rece o fez o mundo da cultura, das artes e da imprensa ao tema da guerra? Qual a perce o da Grande Guerra nas localidades do interior do pa s? Como se projetou a Grande Guerra no futuro, militar, pol tica e culturalmente?"Que bem que os soldados ficam com as suas fardas novas e os qu pis de campanha Parecem outros (...) Muitos deles v o ficar nos campos brumosos da Flandres, com o corpo retalhado, os rostos crispados, os olhos vazios: Mas eles n o sabem onde a Flandres, e n o se lembram disso. (...) A opini o do pa s dividira-se volta da interven o de Portugal na guerra, que uns reputavam como um crime e, outros, uma necessidade nacional. (...) O povo, sempre alheio na sua ignor ncia e pela sua mis ria s grandes quest es nacionais e arredado, pela sua condi o servil, do que mais o interessava, n o tomara partido."(Domingos Monteiro 1957)
K-pop-akatemia – Lumottu tempo
Taikuus ei voi ohjailla tosiystävyyttä! Sykähdyttävän vauhdikkaan sarjan kolmas osa. Lukukauden lopun kokeessa Hanan ystävineen on esitettävä virheetön kalgunmu, täydellisesti synkronoitu tanssikoreografia. Legendaarinen kristallirumpu lupaa "lyödä menneiden aikojen idolien sydämenlyöntien tahtia", mutta sen taikuus ajaakin heidät oikean rytmin sijaan riitoihin. Selviytyäkseen kokeesta ja lumouksesta bändin on löydettävä oma tahtinsa luottamuksen kautta, ei turvautumalla taikakeinoihin. Täydellistä lukemista kaikille K-pop Demon Hunters -faneille!
Factores associados a um tempo de internamento inadequado em obstetrícia
As normas da OMS recomendam uma estadia m nima de 24 horas ap s um parto normal numa unidade de sa de no Senegal. No entanto, cerca de setenta e cinco por cento (75%) das m es deixam a maternidade em menos de 24 horas ap s o parto, o que frequentemente atribu do a v rios factores, tais como a capacidade limitada das unidades de sa de, as restri es financeiras, o custo elevado dos medicamentos e os custos adicionais de alojamento, bem como problemas de transporte e acessibilidade.O objetivo geral deste estudo determinar a extens o, as varia es regionais e os factores associados dura o inadequada da estadia ap s o parto normal nos hospitais do Senegal. Para o efeito, foram utilizados os dados do Inqu rito Demogr fico e de Sa de Cont nuo de 2017 e foram aplicadas an lises estat sticas bivariadas e multivariadas. Os resultados indicam que 57,70% das mulheres deixam a unidade de sa de em menos de 24 horas ap s um parto normal em todo o pa s. Al m disso, 59,03% das mulheres em estabelecimentos p blicos de sa de tiveram um tempo de perman ncia inadequado.