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1000 tulosta hakusanalla Machado de Assis
Bem-vindo ao maravilhoso mundo de Machado de Assis. Nesta edi o cl ssica do seu romance Memorial de Aires, trazemos at si a melhor edi o desta admir vel pe a liter ria do in cio do s culo XX. Memorial de Aires o ltimo romance escrito por Machado de Assis, publicado no mesmo ano de sua morte, 1908. Est organizado como uma s rie de entradas em um di rio e, como Mem rias P stumas de Br s Cubas, n o tem um enredo nico, mas comp e-se de v rios epis dios e anedotas que se cruzam. Aires era um conselheiro que sempre acompanhou Machado de Assis em suas hist rias, geralmente como um amigo dos personagens. Reportava figura do pr prio Machado de Assis. Nesta obra, idolatra uma mulher, D. Carmo, que possivelmente possa ser inspirada em Carolina Augusta Xavier de Novais. tida como a sua obra de maior car cter autobiogr fico. Memorial de Aires uma poss vel continua o do livro Esa e Jac , onde o personagem Aires participa da hist ria, anotando em seu caderno tudo que se passa em sua vida. Tamb m em Memorial de Aires, Aires relata o seu dia-a-dia em um caderno. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, na Mogul Edi es Cl ssicas, tivemos a trazer-lha at si.
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Memorial de Aires, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX, e in cio do s culo XX. Memorial de Aires o ltimo romance escrito por Machado de Assis, publicado no mesmo ano de sua morte, 1908. Est organizado como uma s rie de entradas em um di rio e, como Mem rias P stumas de Br s Cubas, n o tem um enredo nico, mas comp e-se de v rios epis dios e anedotas que se cruzam. Aires era um conselheiro que sempre acompanhou Machado de Assis em suas hist rias, geralmente como um amigo dos personagens. Reportava figura do pr prio Machado de Assis. Nesta obra, idolatra uma mulher, D. Carmo, que possivelmente possa ser inspirada em Carolina Augusta Xavier de Novais. tida como a sua obra de maior car cter autobiogr fico. Memorial de Aires uma poss vel continua o do livro Esa e Jac , onde o personagem Aires participa da hist ria, anotando em seu caderno tudo que se passa em sua vida. Tamb m em Memorial de Aires, Aires relata o seu dia-a-dia em um caderno. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Joaquim Machado De Assis
Createspace Independent Publishing Platform
2014
pokkari
Bem-vindo ao maravilhoso mundo de Machado de Assis. Nesta edi o cl ssica do seu romance Mem rias P stumas de Br s Cubas, trazemos at si esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX e in cio do s culo XX.Mem rias P stumas de Br s Cubas um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princ pio como folhetim, de mar o a dezembro de 1880, e publicado como livro no ano seguinte.O livro marca um tom c ustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como aud cia e inova o tem tica no cen rio liter rio nacional, que o fez receber, poca, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759-67), ou de Xavier de Maistre, o autor, com Mem rias P stumas de Br s Cubas, rompe com a narra o linear e objetivista de autores proeminentes da poca como Flaubert e Zola para retratar o Rio de Janeiro e sua poca em geral com pessimismo, ironia e indiferen a - um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil.Mem rias P stumas de Br s Cubas retrata a escravid o, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo da poca, chegando a criar, inclusive, uma nova filosofia, mais desenvolvida posteriormente em Quincas Borba (1891) - o Humanitismo, s tira lei do mais forte. Cr ticos escrevem que, com esse romance, Machado de Assis precedeu elementos do Modernismo e do realismo m gico de escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cort zar, e, de fato, alguns autores chamam-na "primeira narrativa fant stica do Brasil". O livro influenciou escritores como John Barth, Donald Barthelme e Ciro dos Anjos e notado como uma das obras mais revolucion rias e inovadoras da literatura brasileira. Mesmo depois de mais de um s culo de sua publica o original, Mem rias P stumas de Br s Cubas ainda tem recebido in meros estudos e interpreta es, adapta es para diversas m dias e com varias tradu es para outras l nguas.Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, na Mogul Edi es Cl ssicas, tivemos a trazer-lha at si.
Memorias póstumas de Blas Cubas
Joaquim Machado De Assis
Createspace Independent Publishing Platform
2017
nidottu
Memorias p stumas de Blas Cubas, es considerada la primera novela realista de la literatura brasile a. La novela est planteada como las memorias de Cubas, que escribe despu s de su muerte. La novela llama la atenci n por su car cter experimental. En cap tulos cort simos, algunos de s lo unas pocas l neas, el personaje relata su vida, sus amores, sus fracasos, desplegando al mismo tiempo un amplio panorama de la sociedad de su tiempo, y desvelando los laberintos del alma humana. El tono de la obra es humor stico y con frecuencia ir nico.
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Joaquim Machado De Assis
Createspace Independent Publishing Platform
2018
nidottu
Mem rias P stumas de Br s Cubas um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princ pio como folhetim, de mar o a dezembro de 1880, e publicado como livro no ano seguinte. O livro marca um tom c ustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como aud cia e inova o tem tica no cen rio liter rio nacional, que o fez receber, poca, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759-67), ou de Xavier de Maistre, o autor, com Mem rias P stumas de Br s Cubas, rompe com a narra o linear e objetivista de autores proeminentes da poca como Flaubert e Zola para retratar o Rio de Janeiro e sua poca em geral com pessimismo, ironia e indiferen a - um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil. Mem rias P stumas de Br s Cubas retrata a escravid o, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo da poca, chegando a criar, inclusive, uma nova filosofia, mais desenvolvida posteriormente em Quincas Borba (1891) - o Humanitismo, s tira lei do mais forte. Cr ticos escrevem que, com esse romance, Machado de Assis precedeu elementos do Modernismo e do realismo m gico de escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cort zar, e, de fato, alguns autores chamam-na "primeira narrativa fant stica do Brasil". O livro influenciou escritores como John Barth, Donald Barthelme e Ciro dos Anjos e notado como uma das obras mais revolucion rias e inovadoras da literatura brasileira. Mesmo depois de mais de um s culo de sua publica o original, Mem rias P stumas de Br s Cubas ainda tem recebido in meros estudos e interpreta es, adapta es para diversas m dias e com varias tradu es para outras l nguas.
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Joaquim Machado De Assis
Createspace Independent Publishing Platform
2018
nidottu
Mem rias P stumas de Br s Cubas um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princ pio como folhetim, de mar o a dezembro de 1880, e publicado como livro no ano seguinte.O livro marca um tom c ustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como aud cia e inova o tem tica no cen rio liter rio nacional, que o fez receber, poca, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759-67), ou de Xavier de Maistre, o autor, com Mem rias P stumas de Br s Cubas, rompe com a narra o linear e objetivista de autores proeminentes da poca como Flaubert e Zola para retratar o Rio de Janeiro e sua poca em geral com pessimismo, ironia e indiferen a - um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil.Mem rias P stumas de Br s Cubas retrata a escravid o, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo da poca, chegando a criar, inclusive, uma nova filosofia, mais desenvolvida posteriormente em Quincas Borba (1891) - o Humanitismo, s tira lei do mais forte. Cr ticos escrevem que, com esse romance, Machado de Assis precedeu elementos do Modernismo e do realismo m gico de escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cort zar, e, de fato, alguns autores chamam-na "primeira narrativa fant stica do Brasil". O livro influenciou escritores como John Barth, Donald Barthelme e Ciro dos Anjos e notado como uma das obras mais revolucion rias e inovadoras da literatura brasileira. Mesmo depois de mais de um s culo de sua publica o original, Mem rias P stumas de Br s Cubas ainda tem recebido in meros estudos e interpreta es, adapta es para diversas m dias e com varias tradu es para outras l nguas.
Released just two months before his death in 1908, Memorial de Ayres was Machado de Assis’s final novel. Written in the form of a diary, it follows the day-to-day happenings of a retired diplomat, Counselor Ayres, during the waning years of the Brazilian empire. Ayres lives a simple life: The most eventful parts of his week are lunch with his sister or a visit to their family cemetery. But a new love interest pushes Ayres from the confines of his quiet routine and into the warm, welcoming home of the Aguiars, an older couple who never had children. The Aguiar household is a center of merriment, a necessary outlet for the reclusive Ayres—and where Brazil’s well-to-do ponder the momentous changes afoot. Marked by Machado’s sly humor and psychological subtlety—and set in a singularly transformative moment in Brazil’s history—Memorial de Ayres is a quietly prescient tale of personal and national legacy.
8 Cuentos de
Martin Hernandez B.; Joaquim Machado De Assis
Createspace Independent Publishing Platform
2016
nidottu
Joaquim Maria Machado de Assis naci en R o de Janeiro, 21 de junio de 1839 muri en R o de Janeiro el 29 de septiembre de 1908, fue un escritor brasile o, y uno de los grandes narradores del siglo XIX. Escribi tambi n poes a y fue un activo cr tico literario, adem s de ser uno de los creadores de la cr nica en Brasil. Fund la Academia Brasile a de Letras. Considerado el padre del realismo en Brasil, si bien de un realismo muy especial, con ecos de Sterne, escribi obras tan destacables como Memorias p stumas de Blas Cubas, Don Casmurro, Quincas Borba o Memorial de Aires. En 1881 abandon definitivamente el romanticismo de la primera fase de su obra y public Memorias p stumas de Blas Cubas, que marca el inicio del realismo en Brasil. El libro, extremadamente atrevido, est narrado por un difunto, y comienza con una dedicatoria inusitada: Al gusano que primero roy las fr as carnes de mi cad ver dedico con sentido recuerdo estas memorias p stumas. Tanto Memorias p stumas de Blas Cubas como las dem s obras de su segunda fase van mucho m s all de los l mites del realismo, a pesar de ser normalmente clasificadas en dicho movimiento. Machado, como todos los autores de genio, escapa a los l mites de todas las escuelas, creando una obra nica.
"The intellectual invention here, the worldly perception, the ultimate resignation- all give this its special interest for a special market which the earlier book will have indicated." - Kirkus Reviews
In these memoirs, Braz Cubas, a wealthy nineteenth-century Brazilian, examines (from beyond the grave) his rather undistinguished life in 160 short chapters that are filled with philosophical digressions and exuberant insights. A clear forerunner of Gabriel Garc a M rquez and Jorge Luis Borges, Epitaph for a Small Winner, first published in 1880, is one of the wittiest self-portraits in literary history as well as "one of the masterpieces of Brazilian literature" (Salman Rushdie).
This title is part of UC Press's Voices Revived program, which commemorates University of California Press’s mission to seek out and cultivate the brightest minds and give them voice, reach, and impact. Drawing on a backlist dating to 1893, Voices Revived makes high-quality, peer-reviewed scholarship accessible once again using print-on-demand technology. This title was originally published in 1963.
This title is part of UC Press's Voices Revived program, which commemorates University of California Press’s mission to seek out and cultivate the brightest minds and give them voice, reach, and impact. Drawing on a backlist dating to 1893, Voices Revived makes high-quality, peer-reviewed scholarship accessible once again using print-on-demand technology. This title was originally published in 1963.
Esau and Jacob is a novel by Machado de Assis that presents a richly layered narrative set in 19th-century Rio de Janeiro, blending comedy, allegory, and social commentary. The story centers around a pair of identical twins, Pedro and Paulo, who embody the political divide in Brazil between conservatives and liberals. Despite their physical similarities, their differing ideologies and the constant conflict between them represent the tension within Brazilian society during a pivotal historical period. The novel explores the formation of the Brazilian Republic, illustrating how historical events influence the lives of individuals, all while maintaining a subtle yet biting humor. Through the perspective of Ayres, an ex-diplomat, Assis weaves complex themes of destiny, identity, and societal roles, giving the narrative a timeless quality. The title itself, Esau and Jacob, connects to the Biblical story of sibling rivalry, which mirrors the ongoing conflict between Brazil's political factions, though the twins' quarrel lacks the grand theological significance of the Biblical reference. Assis cleverly infuses the novel with symbolism, using the title, epigraph, and characters to comment on the nature of Brazilian society at the time. The novel begins with the prophecy of a fortuneteller who predicts great things for the twins, but their destiny is paradoxically shaped by their inability to reconcile their differences. The narrative is filled with historical references, such as the fall of the monarchy and the rise of the Republic, while also providing a critique of the political, religious, and social structures in Brazil. The character Ayres, who narrates the story, provides an intellectual lens through which the reader can interpret the unfolding events, often making the reader an active participant in deciphering the deeper meanings of the text. Esau and Jacob is both a portrait of Brazil's historical moment and a philosophical reflection on human nature, destiny, and the cyclical nature of societal change. Through its blend of satire, wit, and allegorical depth, it remains a masterpiece of Latin American literature. This title is part of UC Press's Voices Revived program, which commemorates University of California Press's mission to seek out and cultivate the brightest minds and give them voice, reach, and impact. Drawing on a backlist dating to 1893, Voices Revived makes high-quality, peer-reviewed scholarship accessible once again using print-on-demand technology. This title was originally published in 1965.
Esau and Jacob is a novel by Machado de Assis that presents a richly layered narrative set in 19th-century Rio de Janeiro, blending comedy, allegory, and social commentary. The story centers around a pair of identical twins, Pedro and Paulo, who embody the political divide in Brazil between conservatives and liberals. Despite their physical similarities, their differing ideologies and the constant conflict between them represent the tension within Brazilian society during a pivotal historical period. The novel explores the formation of the Brazilian Republic, illustrating how historical events influence the lives of individuals, all while maintaining a subtle yet biting humor. Through the perspective of Ayres, an ex-diplomat, Assis weaves complex themes of destiny, identity, and societal roles, giving the narrative a timeless quality. The title itself, Esau and Jacob, connects to the Biblical story of sibling rivalry, which mirrors the ongoing conflict between Brazil's political factions, though the twins' quarrel lacks the grand theological significance of the Biblical reference. Assis cleverly infuses the novel with symbolism, using the title, epigraph, and characters to comment on the nature of Brazilian society at the time. The novel begins with the prophecy of a fortuneteller who predicts great things for the twins, but their destiny is paradoxically shaped by their inability to reconcile their differences. The narrative is filled with historical references, such as the fall of the monarchy and the rise of the Republic, while also providing a critique of the political, religious, and social structures in Brazil. The character Ayres, who narrates the story, provides an intellectual lens through which the reader can interpret the unfolding events, often making the reader an active participant in deciphering the deeper meanings of the text. Esau and Jacob is both a portrait of Brazil's historical moment and a philosophical reflection on human nature, destiny, and the cyclical nature of societal change. Through its blend of satire, wit, and allegorical depth, it remains a masterpiece of Latin American literature. This title is part of UC Press's Voices Revived program, which commemorates University of California Press's mission to seek out and cultivate the brightest minds and give them voice, reach, and impact. Drawing on a backlist dating to 1893, Voices Revived makes high-quality, peer-reviewed scholarship accessible once again using print-on-demand technology. This title was originally published in 1965.
The rich and eccentric philosopher Quincas Borbas names his dog after himself because he knows his pet will outlive him. Quincas does die first, leaving his fortune to his friend Rube provided that he takes care for the dog. The dim-witted friend is hardly prepared for the life that awaits him.
Machado de Assis (1839-1908) is the great Brazilian author of Philosopher or Dog? and Epitaph of a Small Winner, whose work is admired by writers as different as Salman Rushdie, Carlos Fuentes, Woody Allen and Susan Sontag. Taken from his mature period, these dazzling stories echo Poe and Gogol, anticipate Joyce, and have been compared to the writing of Chekhov, Maupassant and Henry James, yet his modern sensibility and clear-eyed humour remain utterly unique.
'I am a deceased writer not in the sense of one who has written and is now deceased, but in the sense of one who has died and is now writing'. So begins the posthumous memoir of Braz Cubas, a wealthy nineteenth-century Brazilian. While the grave may have given Cubas the distance to examine his rather undistinguished life, it has certainly not dampened his sense of humour. Epitaph of a Small Winner is one of the wittiest self-portraits in literary history.