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La dépendance à l'égard du téléphone portable chez les jeunes urbains

La dépendance à l'égard du téléphone portable chez les jeunes urbains

Swarniv Chandra

International Book Market Service Ltd
2024
pokkari
Qui appelle-t-on jeunesse Le dictionnaire d finit la jeunesse comme la p riode entre l'enfance et l' ge adulte . La jeunesse est g n ralement consid r e comme une p riode de transition/transformation de la d pendance de l'enfance l'ind pendance de l' ge adulte et la prise de conscience de cette interd pendance en tant que membres d'une communaut . Au cours de la derni re d cennie, l'utilisation accrue de l'internet et d'autres services en ligne a entra n une transformation rapide de l'autonomisation individuelle. Les blogs, les courriels, les SMS, etc. ont reli l'individu au reste du monde d'un simple clic de souris ou d'un effleurement d' cran. Mais l'utilisation g n ralis e de ces outils, en particulier des t l phones portables, a aussi des effets n gatifs, que l'on observe le plus souvent chez les jeunes. Des troubles psychologiques et psychosomatiques ainsi que des probl mes de comportement pr valent parmi les jeunes et sont cens s tre le r sultat de l'utilisation effr n e des t l phones portables. Cependant, notre enqu te se limite la population des jeunes urbains. C'est pourquoi nous tenterons de mettre en vidence les diff rences socio- conomiques dans l'utilisation des t l phones portables. Nous proposons galement une solution pour minimiser cette nouvelle d pendance.
A dependência do telemóvel na juventude urbana

A dependência do telemóvel na juventude urbana

Swarniv Chandra

International Book Market Service Ltd
2024
pokkari
A quem que chamamos "juventude"? O dicion rio define "juventude" como "o per odo entre a inf ncia e a idade adulta". A "juventude" geralmente entendida como um per odo de transi o/transforma o da depend ncia da inf ncia para a independ ncia da idade adulta e a consci ncia desta interdepend ncia enquanto membros de uma comunidade. Na ltima d cada, registou-se uma r pida transforma o da capacita o individual devido ao aumento da utiliza o da Internet e de outros meios em linha. Os blogues, os e-mails, as mensagens de texto SMS, etc., ligaram o indiv duo ao resto do mundo com um simples clique no rato ou um toque no ecr . Mas h tamb m efeitos negativos associados utiliza o generalizada destes meios, em especial dos telem veis, e que se fazem sentir mais frequentemente entre os jovens. Tem havido dist rbios psicol gicos e psicossom ticos, bem como problemas de comportamento prevalecentes entre os jovens, que se afirma serem resultado da utiliza o desenfreada de telem veis. No entanto, a nossa investiga o limita-se popula o jovem urbana. Por conseguinte, tentaremos apresentar uma divis o socioecon mica na utiliza o de telem veis. Apresentamos tamb m uma solu o para minimizar este novo v cio.
Infection à Babesia gibsoni chez des chiens de la région de Puducherry

Infection à Babesia gibsoni chez des chiens de la région de Puducherry

B Subhash Chandra; K Rajkumar

Editions Notre Savoir
2022
pokkari
Les esp ces de Babesia ont t identifi es comme des micro-organismes intra- rythrocytaires en Roumanie par le Dr Victor Babes au 19 me si cle chez des bovins comme cause de l'h moglobinurie bovine ou fi vre des eaux rouges. Il a ensuite trouv des organismes similaires dans les globules rouges des moutons. Ces agents ont ensuite t nomm s respectivement Babesia bovis et Babesia ovis, en l'honneur du Dr Victor Babes. Le premier enregistrement d'une infection canine Babesia en Europe a t effectu en Italie en 1895, peu de temps apr s la d tection de la maladie bovine. La bab siose canine est caus e par des h moprotozoaires du genre Babesia. Les esp ces Babesia sont des parasites des rythrocytes transmis par les tiques. Ce sont des protozoaires apicomplexa appartenant au sous-ordre des Piroplasmidea et la famille des Babesiidae, qui infectent une vari t d'animaux domestiques et sauvages ainsi que l'homme. Le pr sent travail a t con u pour tudier la pr valence, les changements cliniques et h mato-biochimiques chez les chiens et pour valuer l'efficacit de la th rapie combin e dans le traitement de la bab siose caus e par Babesia gibsoni chez les chiens de la r gion de Puducherry.
Implementação do modelo quântico para a qualidade da aprendizagem

Implementação do modelo quântico para a qualidade da aprendizagem

Chandra Anugrah Putra

Edicoes Nosso Conhecimento
2025
pokkari
A aprendizagem qu ntica uma t cnica que as crian as utilizam nas suas actividades de aprendizagem. Com a aprendizagem qu ntica, as crian as s o levadas para uma atmosfera de aprendizagem divertida e confort vel. Desta forma, as crian as sentir-se- o indiretamente mais livres e mais flex veis na realiza o das suas actividades de aprendizagem, sem sentirem qualquer coa o ou peso sobre elas. O Modelo de Aprendizagem Qu ntica um modelo de aprendizagem que combina v rias intera es que existem dentro e volta da situa o de aprendizagem. Esta intera o inclui elementos eficazes que influenciam o sucesso da aprendizagem dos alunos. A aprendizagem qu ntica tamb m oferece oportunidades amplas e divertidas para os alunos desempenharem um papel ativo no processo de aprendizagem.A atividade do aluno na aprendizagem pode ser realizada sob a forma de perguntas ou de respostas na discuss o do material de aprendizagem. Ao receber uma resposta de um aluno, o professor n o deve culp -lo imediatamente se a resposta estiver errada, mas deve mudar a pergunta para orientar o aluno a dar a resposta correta.
Clonage de gènes réagissant à la sécheresse dans les cultures de légumineuses

Clonage de gènes réagissant à la sécheresse dans les cultures de légumineuses

Chandra Obul Reddy Puli; Sudhakar Chinta

Editions Notre Savoir
2025
pokkari
Les l gumineuses sont les compl ments alimentaires les plus importants dans les pays asiatiques. Les l gumineuses sont non seulement riches en prot ines, mais contiennent galement des vitamines et des min raux, et sont commun ment appel es la viande du pauvre . Les l gumineuses telles que le horsegram (Macrotyloma uniflorum (Lam.) Verdc.) et l'arachide (Arachis hypogaea L.) ont t cultiv es comme des cultures pluviales dans les r gions arides et semi-arides, qui sont fortement sujettes des temp ratures extr mes, des p riodes de s cheresse fr quentes, l'humidit relative et une vitesse de vent lev e. Les tudes r alis es jusqu' pr sent indiquent que le crin de cheval tol re relativement mieux la s cheresse et la salinit du sol que l'arachide et d'autres l gumineuses semi-arides. Aujourd'hui, des preuves de plus en plus nombreuses montrent que les g nes sensibles au stress exprim s dans les esp ces tol rantes sont nouveaux ou peuvent avoir diff rents g nes r gulateurs participant la communication crois e des signaux, pour une expression efficace. Pour mieux comprendre les changements dans l'expression des g nes associ s la tol rance la s cheresse dans deux l gumineuses semi-arides, telles que le horsegram et l'arachide, une approche g nomique comparative sur l'analyse des tiquettes de s quences exprim es (EST), le clonage et la caract risation des g nes sensibles au stress sont entrepris dans la pr sente tude.
Clonagem de genes que respondem à seca em culturas de leguminosas

Clonagem de genes que respondem à seca em culturas de leguminosas

Chandra Obul Reddy Puli; Sudhakar Chinta

Edicoes Nosso Conhecimento
2025
pokkari
As leguminosas ou culturas de leguminosas s o os suplementos alimentares mais importantes nos pa ses asi ticos. As leguminosas n o s s o ricas em prote nas, como tamb m cont m vitaminas e minerais, sendo popularmente conhecidas como a "carne dos pobres". As leguminosas, como o dente-de-cavalo (Macrotyloma uniflorum (Lam.) Verdc.) e o amendoim (Arachis hypogaea L.), foram cultivadas como culturas de sequeiro nas regi es ridas e semi- ridas, muito sujeitas a temperaturas extremas, per odos de seca frequentes, humidade relativa e elevada velocidade do vento. Os estudos realizados at data indicaram que o dente-de-le o relativamente mais tolerante seca e salinidade do solo do que o amendoim e outras leguminosas semi ridas. Atualmente, h ind cios de que os genes que respondem ao stress expressos em esp cies tolerantes s o novos ou podem ter diferentes genes reguladores que participam no cruzamento de sinais, para uma express o eficiente. Para compreender melhor as altera es na express o gen tica associadas toler ncia seca em duas culturas de leguminosas do semi- rido, como o dente-de-cavalo e o amendoim, a presente investiga o utiliza uma abordagem gen mica comparativa na an lise de etiquetas de sequ ncias expressas (ESTs), clonagem e carateriza o de genes que respondem ao stress.