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Producao de FOS en yacon a partir de rizóforos e gemas axilares

Producao de FOS en yacon a partir de rizóforos e gemas axilares

Julio Estuardo Amaya Robles

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Com o objetivo de determinar a produ o de yac n a partir de plantas oriundas de riz foros e de gemas axilares em diferentes espa amentos, a influ ncia na produ o de carboidratos e avalia o econ mica da produ o, instalou-se um experimento na rea do Departamento de Produ o Vegetal/Horticultura, da Faculdade de Ci ncias Agron micas da UNESP, SP.Brasil. Os tratamentos resultaram da combina o dos espa amentos entre linhas (1,0; 1,2; e 1,4m) e entre plantas (0,8 e 1,0m), com duas origens do material de multiplica o (riz foros e gemas axilares). Os resultados indicaram diferen as entre as duas origens de plantas para as vari veis estudadas. As plantas oriundas de riz foros apresentaram desenvolvimento superior de quelas provenientes de gemas axilares com exce o da produ o de a cares. Os espa amentos entre linhas e entre plantas influenciaram a produ o de parte a rea e de ra zes tuberosas, sendo que nos maiores espa amentos as plantas apresentaram maior rentabilidade. O maior ac mulo de carboidratos ocorreu aos 182 dias ap s plantio. Al m disso, comparando-se as origens das plantas, os maiores teores de carboidratos ocorreram nas ra zes oriundas de gemas axilares.
Geometria, Topologia e equações diferenciais parciais

Geometria, Topologia e equações diferenciais parciais

Julio Cesar Matute Calderon

Novas Edicoes Academicas
2017
pokkari
Neste trabalho estudamos o fuxo de Ricci dada por Hamilton abordando exist ncia e unicidade, obtendo assim uma solu o denida em um intervalo de tempo, em seguida, dar algumas estimativas de Bernstein-Bando; Shi, onde ser demonstrado que a norma da curvatura de Riemann explode num tempo finito. Depois estudaremos a no o de converg ncia dado por Cheeger e Gromov de variedades Riemannianas pontuadas para enunciar o teorema de compacidade de Hamilton dando assim uma demonstra o da conjectura de Poincar no caso em que o tensor de Ricci positivo.
Lei Anticorrupção e FCPA: Comparativo de Efetividade

Lei Anticorrupção e FCPA: Comparativo de Efetividade

Andre Kurkowski; Julio Mariano Fernandes Praseres

Ambra University Press
2020
sidottu
A corrup o um problema end mico social que atinge o mundo inteiro. Alguns pa ses conseguem combater a corrup o de forma adequada com resultados positivos, enquanto outros sofrem pela falta de implementa o de instrumentos necess rios para enfrentar este mal e seus efeitos devastadores. O Brasil, em sua hist ria mais recente tem passado por grandes esc ndalos envolvendo atos de corrup o, o que resultou na homologa o da Lei Anticorrup o n 12.846/2013. A lei qual destinada responsabiliza o objetiva administrativa e civil de pessoas jur dicas pela pr tica de atos contra a administra o p blica, nacional ou estrangeira. Por outro lado, os Estados Unidos, um pa s exemplo no combate de corrup o, durante a sua hist ria, passou por in meros esc ndalos de corrup o e em 1977 homologou o U.S. Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) para combater a corrup o, em decorr ncia de subornos a dirigentes governamentais no exterior por empresas americanas. A FCPA e o seu escopo foram emendados em 1988. Desde ent o, a lei vem sendo aplicada e pode servir como uma ferramenta para an lise mais profunda da funcionalidade das leis anticorrup o. O problema em foco neste livro a corrup o, e o seu tratamento no Brasil e nos Estados Unidos, buscando aclarar as similaridades e diferen as entre a Lei Anticorrup o n 12.846/2013 do Brasil e a Foreign Corruption Practice Act (FCPA) dos Estados Unidos. Ser demonstrado a an lise realizada atrav s da coleta da base de dados em s tios eletr nicos; no caso do FCPA, atrav s do Stanford Law School Foreign Corrupt Practices Act Clearinghouse, um reposit rio de documentos originais da Comiss o de Valores M veis (Securities and Exchange Commission - SEC) e do Departamento de Justi a, e no que diz respeito lei n. 12.846/2013, atrav s dos dados coletados no s tio do Minist rio da Transpar ncia e Controladoria-Geral da Uni o (CGU), divulgados no Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP), dispon vel no Portal da Transpar ncia. A pesquisa analisou dados desde a entrada em vigor da Lei Anticorrup o n. 12.846, em janeiro de 2014.
Na génese das racionalidades modernas II: em torno de Alberti e do Humanismo

Na génese das racionalidades modernas II: em torno de Alberti e do Humanismo

Mário Júlio Teixeira Krüger

Imprensa Da Universidade de Coimbra
2015
nidottu
Dando prosseguimento ao Col quio "Na G nese das Racionalidades Modernas - Em torno de Leon Battista Alberti" realizado pela UFMG em abril 2011, em Belo Horizonte, este Col quio "Na G nese das Racionalidades Modernas II - Em torno de Alberti e do Humanismo", que teve lugar nos dias 15 a 19 de Abril de 2013 nas instala es do Museu da Ci ncia da Universidade de Coimbra, promovido pelo Centro de Estudos Sociais, bem como pelo Departamento de Arquitetura da Faculdade de Ci ncias e Tecnologia desta Universidade, teve por objetivo debater, para al m das categorias tradicionais da historiografia, as novas formas de racionalidade que a abordagem peculiar aos saberes dada por Alberti engendrou em todos os campos do conhecimento, sejam de natureza art stica, t cnica, moral, pol tica e cultural, bem como aferir a sua influ ncia at aos nossos dias. A ambi o destes eventos foi justamente esta: investigar em que sentido a obra de Alberti pode-nos ajudar a pensar o mundo de hoje, nos dois lados do Atl ntico, seja a partir dos textos escritos que concebeu, seja pe¬las obras que deixou como, ainda, pela realiza o de uma vida ativa e interventiva no quadro do primeiro Renascimento italiano, principalmente se tivermos em conta como os estudos human sticos s o entendidos atualmente.
Introdução à Economia Ambiental, Economia Ecológica e Valoração Econômica
A crescente preocupa o com as consequ ncias dos diferentes setores de atividade econ mica sobre a sociedade e o meio ambiente levou os economistas, e posteriormente os ec logos, a buscarem meios de traduzir tais consequ ncias em m tricas quantific veis. Esta necessidade resultou nos chamados m todos de valora o econ mica, pela abordagem da economia do meio ambiente, ou ambiental, pela abordagem da economia ecol gica. Apesar de ambas buscarem o mesmo objetivos, determinar a intensidade do impacto das atividades econ micas, elas se distinguem pela forma como abordam a quest o.Conforme ser visto ao longo deste livro, enquanto a economia do meio ambiente se limita s m tricas que permitam alguma forma de monetiza o, a economia ecol gica atua de forma mais hol stica, considerando m tricas distintas para elementos distintos. Embora os m todos de valora o possam ser aplicados por ambas, a restri o da economia quilo que pode ser monetizado resulta em grande dificuldade te rica e pr tica para que ela lide com os intang veis. Este livro apresenta de forma introdut ria as distintas abordagens para o conceito de valor por ambas linhas de pensamento, os atuais m todos de valora o em uso bem como as vantagens e desvantagens dos mesmos.Sendo introdut rio, os temas abordados n o s o exauridos e uma bibliografia complementar apresentada para o leitor interessado em um aprofundamento te rico no tema. Alguns casos pr ticos s o apresentados na bibliografia, mas o leitor deve ter em mente a grande quantidade de estudos de caso publicados anualmente caso deseje buscar por outros exemplos de valora o econ mica.Finalmente, embora o presente texto se destine a todo o p blico interessado, n o exigindo maiores conhecimentos em teoria econ mica ou ecol gica, para o p blico origin rio das ci ncias ambientais, o mesmo permite uma percep o da estrutura conceitual da economia que a impede at o momento, junto como as ferramentas de gest o dela derivada, de atingir efetivos resultados em sustentabilidade.Jos J lio Ferraz de Campos Jr. Ocean grafo, mestre em Ecologia e doutor em Planejamento energ tico com foco em economia ambiental. Atualmente atua em pesquisas sobre a efici ncia da abordagem do setor corporativo nas reas sustentabilidade e externalidades.
Ambiente e Clima de Ensino-Aprendizagem

Ambiente e Clima de Ensino-Aprendizagem

José Manuel Frómeta Lores; Vicente Sucar; Céu L Júlio

Novas Edicoes Academicas
2023
pokkari
O t tulo Ambiente e Clima de Ensino-Aprendizagem sugere mesmo uma reflex o mutante do entorno escolar, que a resultas do de um trabalho conjunto com discentes finalistas do Instituto Polit cnico da Lunda Sul, est estructurado em tr s partes. Em primeiro lugar, analisa o ambiente escolar e o seu impacto na qualidade do ensino e a gest o escolar em institui es educativas, an lise que inclui as vari veis bem como as teorias e experi ncias cient ficas para melhorar o ambiente escolar. Em segundo lugar aparece o tema relativo ao clima organizacional e desempenho docente, que ressalta as habilidades de gest o para melhorar o clima organizacional junto com as teorias e experi ncias cient ficas para tal. A parte terceira e quarta sintetizam com a incurs o nas aulas ao ar livre como modalidade e m todo de ensino atrav s dos fundamentos psicopedag gicos das aulas ao ar livre e o ensino a dist ncia e tecnologias da informa o e comunica o. Cal ada, cada uma das partes mencionadas, com um estudo de caso mais emp rico procura de constata es e demonstra es concretas, ultrapassa, assim, o intuito de 'reflex es', para virar sugest es e propostas de aplica o pr ctica; de solu es reais.
Ambiente e clima di insegnamento-apprendimento

Ambiente e clima di insegnamento-apprendimento

José Manuel Frómeta Lores; Vicente Sucar; Céu L Júlio

Edizioni Sapienza
2023
pokkari
Il titolo suggerisce anche un riflesso mutevole dell'ambiente scolastico, frutto di un lavoro congiunto con gli studenti dell'ultimo anno dell'Istituto Politecnico di Lunda Sul, strutturato in tre parti. In primo luogo, analizza l'ambiente scolastico e il suo impatto sulla qualit dell'insegnamento e della gestione scolastica nelle istituzioni educative, un'analisi che comprende le variabili, le teorie e le sperimentazioni scientifiche per migliorare l'ambiente scolastico. Al secondo posto compare il tema del clima organizzativo e delle performance didattiche, che evidenzia le competenze manageriali per migliorare il clima organizzativo e le teorie e le sperimentazioni scientifiche per farlo. La terza e la quarta parte si sintetizzano con l'incursione sulle lezioni all'aperto come modalit e metodo di insegnamento attraverso le basi psicopedagogiche delle lezioni all'aperto e l'apprendimento a distanza e le tecnologie dell'informazione e della comunicazione. Ciascuna delle suddette parti corredata da uno studio di caso pi empirico alla ricerca di risultati e dimostrazioni concrete, superando cos lo scopo di riflessione, per diventare suggerimenti e proposte di applicazione pratica, di soluzioni reali.