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Sexualidade E Nível de Depressão Em Adultos Mais Velhos

Sexualidade E Nível de Depressão Em Adultos Mais Velhos

Martha Leticia Sánchez Castillo; Maribel Sepulveda Covarrubias; Lluvia Paloma Escobar Sepulveda

Edicoes Nosso Conhecimento
2025
nidottu
Na sexualidade dos adultos mais velhos, persistem atitudes que tendem a rejeitar ou ignorar a exist ncia de atividade sexual. Por outro lado, a depress o nesta popula o um tema com pouca controv rsia e interesse por parte dos investigadores da rea da sa de e da comunidade em geral, pelo que, derivado do exposto, foi proposto o trabalho de investiga o: Sexualidade e n vel de depress o em idosos do clube de idosos "Los a os maravillosos" de Chilpancingo de los Bravo, Guerrero. Objetivo: Identificar a rela o entre a sexualidade e o n vel de depress o nos idosos do clube de terceira idade "Los a os maravillosos" de Chilpancingo de los Bravo, Guerrero. Metodologia: O estudo foi quantitativo, n o-experimental, descritivo transversal, com uma amostragem n o-probabil stica por conveni ncia em 35 idosos. Foi aplicada a escala de avalia o de experi ncias afectivas e sexuais de adultos mais velhos-EVASI (dividida em 3 dimens es, 1. ato sexual, 2. rela es afectivas, e 3. adversidade f sica e social) e a Escala de Depress o Geri trica Yesavage. Foi utilizado o software estat stico SPSS vers o 21.0 com sistema operativo multiplataforma.
Ur e Uruk: a história e o legado das duas mais importantes cidades dos sumérios antigos
Quando arque logos americanos descobriram uma cole o de tabuletas cuneiformes no Iraque, ao final do s culo XIX, eles se depararam com uma linguagem e um povo que, naquela poca, era pouco conhecido at mesmo pelos estudiosos mais instru dos da antiga Mesopot mia: os sum rios. As explora es e conquistas de outros povos mesopot micos, como os ass rios e babil nios, j eram conhecidas por um grande segmento da popula o atrav s do Antigo Testamento, e o campo nascente de estudos do Oriente Pr ximo havia revelado o enigma da l ngua acadiana, que era amplamente utilizada na regi o em tempos antigos; no entanto, a descoberta das tabuletas sum rias trouxe luz a exist ncia da cultura sum ria, a mais antiga de todas as culturas da Mesopot mia. Um exame de fontes prim rias relacionadas a Ur, bem como escava es arqueol gicas feitas na cidade antiga, revelam que a mesma fora um baluarte cultural por milhares de anos. Ur surgiu como uma cidade de import ncia secund ria, mas rapidamente cresceu para tornar-se a cidade mais importante da Sum ria. Em seu auge, Ur foi o centro da grande dinastia que controlava diretamente a maior parte da Mesopot mia, atrav s de um ex rcito e burocracia bem administrados - al m disso, as reas que n o estavam sob seu controle direto foram influenciadas por diplomatas e ideias religiosas de Ur. O presente estudo tamb m revelar que Ur era uma cidade verdadeiramente resistente, pois sobrevivera queda dos sum rios, destrui o completa nas m os dos elamitas, e s ocupa es posteriores por diversos outros povos, que, mais recentemente, inclu ram Saddam Hussein. Ur inspirou a imagina o dos povos antigos, mas tamb m extasiou as mentes dos povos modernos, que trabalharam por mais de 150 anos para desvendar os mist rios da cidade. Verdadeiramente, quando se trata de importantes cidades antigas, Ur deveria ser contada entre as maiores. Nenhum local melhor representa a import ncia dos sum rios do que a cidade de Uruk. Entre o quarto e o terceiro mil nio a.C., Uruk era uma das diversas cidades-estado da terra da Sum ria, localizada no extremo sul do Crescente F rtil, entre os dois grandes rios Tigre e Eufrates. Descoberta ao final do s culo XIX pelo arque logo brit nico William Loftus, o local que revelou muito do que hoje conhecido sobre os povos sum rios, acadianos e neo-sum rios. Embora Uruk n o tenha sido a nica cidade constru da pelos sum rios pelos durante o per odo, era de longe a mais grandiosa e tamb m a fonte da maioria das evid ncias arqueol gicas e escritas no que diz respeito cultura sum ria prim ria (Kuhrt 2010, 1:23). Uruk passou de primeira cidade do mundo para primeiro centro pol tico e cultural mais importante do Oriente Pr ximo em relativamente pouco tempo. Por volta de 3200 a.C., a cultura de Uruk come ou a expandir-se al m das fronteiras da Sum ria, o que coincidiu com a emerg ncia da escrita (Kuhrt 2010, 1:23). A forma de escrita desenvolvida pelos sum rios tornou-se conhecida por seu nome grego, "cuneiforme", pelos caracteres em estilo de cunha que a mesma empregava (Van de Mieroop 2007, 28). A escrita, assim como diversas outras inven es ao longo da hist ria do mundo, parece ter sido criada por necessidade; medida que a cultura de Uruk crescia, os sum rios precisavam desenvolver uma forma sofisticada de manter registros, o que apenas poderia ser feito atrav s da escrita (Van de Mieroop 2007, 28). Apesar de ter sido usado exclusivamente para a linguagem sum ria a princ pio, o sistema de escrita cuneiforme foi posteriormente adaptado e usado por uma s rie de diferentes l nguas do Antigo Oriente, como a acadiana, a hitita, e a persa antiga (Dalby 1986, 475).
Ur e Uruk: a história e o legado das duas mais importantes cidades dos sumérios antigos
Quando arque logos americanos descobriram uma cole o de tabuletas cuneiformes no Iraque, ao final do s culo XIX, eles se depararam com uma linguagem e um povo que, naquela poca, era pouco conhecido at mesmo pelos estudiosos mais instru dos da antiga Mesopot mia: os sum rios. As explora es e conquistas de outros povos mesopot micos, como os ass rios e babil nios, j eram conhecidas por um grande segmento da popula o atrav s do Antigo Testamento, e o campo nascente de estudos do Oriente Pr ximo havia revelado o enigma da l ngua acadiana, que era amplamente utilizada na regi o em tempos antigos; no entanto, a descoberta das tabuletas sum rias trouxe luz a exist ncia da cultura sum ria, a mais antiga de todas as culturas da Mesopot mia. Um exame de fontes prim rias relacionadas a Ur, bem como escava es arqueol gicas feitas na cidade antiga, revelam que a mesma fora um baluarte cultural por milhares de anos. Ur surgiu como uma cidade de import ncia secund ria, mas rapidamente cresceu para tornar-se a cidade mais importante da Sum ria. Em seu auge, Ur foi o centro da grande dinastia que controlava diretamente a maior parte da Mesopot mia, atrav s de um ex rcito e burocracia bem administrados - al m disso, as reas que n o estavam sob seu controle direto foram influenciadas por diplomatas e ideias religiosas de Ur. O presente estudo tamb m revelar que Ur era uma cidade verdadeiramente resistente, pois sobrevivera queda dos sum rios, destrui o completa nas m os dos elamitas, e s ocupa es posteriores por diversos outros povos, que, mais recentemente, inclu ram Saddam Hussein. Ur inspirou a imagina o dos povos antigos, mas tamb m extasiou as mentes dos povos modernos, que trabalharam por mais de 150 anos para desvendar os mist rios da cidade. Verdadeiramente, quando se trata de importantes cidades antigas, Ur deveria ser contada entre as maiores. Nenhum local melhor representa a import ncia dos sum rios do que a cidade de Uruk. Entre o quarto e o terceiro mil nio a.C., Uruk era uma das diversas cidades-estado da terra da Sum ria, localizada no extremo sul do Crescente F rtil, entre os dois grandes rios Tigre e Eufrates. Descoberta ao final do s culo XIX pelo arque logo brit nico William Loftus, o local que revelou muito do que hoje conhecido sobre os povos sum rios, acadianos e neo-sum rios. Embora Uruk n o tenha sido a nica cidade constru da pelos sum rios pelos durante o per odo, era de longe a mais grandiosa e tamb m a fonte da maioria das evid ncias arqueol gicas e escritas no que diz respeito cultura sum ria prim ria (Kuhrt 2010, 1:23). Uruk passou de primeira cidade do mundo para primeiro centro pol tico e cultural mais importante do Oriente Pr ximo em relativamente pouco tempo. Por volta de 3200 a.C., a cultura de Uruk come ou a expandir-se al m das fronteiras da Sum ria, o que coincidiu com a emerg ncia da escrita (Kuhrt 2010, 1:23). A forma de escrita desenvolvida pelos sum rios tornou-se conhecida por seu nome grego, "cuneiforme", pelos caracteres em estilo de cunha que a mesma empregava (Van de Mieroop 2007, 28). A escrita, assim como diversas outras inven es ao longo da hist ria do mundo, parece ter sido criada por necessidade; medida que a cultura de Uruk crescia, os sum rios precisavam desenvolver uma forma sofisticada de manter registros, o que apenas poderia ser feito atrav s da escrita (Van de Mieroop 2007, 28). Apesar de ter sido usado exclusivamente para a linguagem sum ria a princ pio, o sistema de escrita cuneiforme foi posteriormente adaptado e usado por uma s rie de diferentes l nguas do Antigo Oriente, como a acadiana, a hitita, e a persa antiga (Dalby 1986, 475).
Projetos habitacionais e o descaso com os mais carentes

Projetos habitacionais e o descaso com os mais carentes

Ivan Fonseca

Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
Neste trabalho, buscou compreender a no o de direito cidade como algo al m da aquisi o da casa pr pria por parte das classes menos favorecidas. O programa nacional de habita o Minha casa, Minha vida, possibilitou uma infinidade de fam lias carentes obter uma moradia e sair de reas de ocupa o e insalubres. No entanto, os problemas de infra estrutura e descaso do poder p blico foram apenas transportados daquela rea carente para os novos bairros pobres criados, demonstrando uma gest o da pobreza perversa, onde retira - se os menos favorecidos de um rea, sem pensar em todas as implica es que tais mudan as ir o gerar. Assim, busco demonstrar como na cidade de Juiz de Fora - MG, a cria o de conjuntos habitacionais n o resolveu diversos problemas sociais e n o possibilitou uma cidadania participativa aos mais carentes, mantendo - os no estigma de locais degradados e indesej veis, mesmo para as classes m dias pobres da cidade.
Negociação Sexual E Práticas Sexuais Mais Seguras Entre Mulheres Casadas
O estudo investigou as estrat gias utilizadas por professoras casadas na negocia o de pr ticas sexuais mais seguras com seus c njuges. Identificou os m todos usados ​​pelas professoras na pr tica do sexo seguro e determinou a influ ncia das vari veis ​​demogr ficas de idade, religi o, n vel de escolaridade e n vel de escolaridade dos maridos em suas habilidades de negocia o sexual e pr ticas de sexo seguro. O desenho descritivo da pesquisa foi empregado. A popula o formada por professoras casadas, selecionadas em escolas p blicas e privadas. A t cnica de amostragem estratificada foi usada para selecionar 150 professoras casadas de 10 escolas secund rias. Os resultados deste estudo mostraram que os principais m todos de pr tica de sexo seguro adotados pela maioria dos entrevistados foram evitar completamente a rela o sexual at a gravidez ser desejada (80,0%), evitando rela es sexuais nos dias em que a concep o mais prov vel (57,7%), inje es tomado periodicamente (50,0%) e DIU (50,0%). Os resultados tamb m mostraram que a estrat gia mais utilizada pela maioria das professoras casadas foi discutir sexo seguro com o parceiro (89,2%), seguida de implorar aos parceiros para n o fazerem sexo regularmente (29,2%).
Poesias Rimas E Outras Coisas Mais

Poesias Rimas E Outras Coisas Mais

James Misse

Pe Da Letra
2021
nidottu
Nesta obra, james misse lan a um olhar diferenciado sobre a inf ncia. Com muita poesia, rimas e outras coisas mais, o autor tra a um itiner rio cheio de ternura, lembran as e revela es. Ilustrado por leonardo malavazzi, este livro uma tima leitura e divers o garantida para crian as de todas as idades.
Analisi biochimica e proteomica di ibridi di mais

Analisi biochimica e proteomica di ibridi di mais

Erram Nagendram

Edizioni Sapienza
2025
pokkari
Il concetto originale di stress generale per gli organismi viventi stato sviluppato da Hans Selye (Selye, H., 1936) e pu essere riassunto nelle due frasi seguenti: "tutti gli agenti possono agire come fattori di stress, producendo ogni stress e azione specifica" e "esistono risposte specifiche all'agente e risposte generali non specifiche" (Levitt, J. 1980) ha definito lo stress come "qualsiasi fattore ambientale potenzialmente sfavorevole agli organismi viventi". Lo stress vegetale uno stato in cui le crescenti richieste fatte a una pianta portano a un'iniziale destabilizzazione delle funzioni, seguita da una normalizzazione e da un miglioramento della resistenza (Larcher W. 1987); inoltre, se i limiti di tolleranza vengono superati e la capacit di adattamento sovraccaricata, il risultato pu essere un danno permanente o addirittura la morte (Lichtenthaler HK, 1998). L'attuale concetto di stress nelle piante stato ben sviluppato negli ultimi 60 anni. Qualsiasi condizione o sostanza sfavorevole che influenzi o blocchi il metabolismo, la crescita o lo sviluppo di una pianta considerata uno stress. Lo stress vegetale pu essere uno stato in cui una pianta cresce in condizioni di crescita non ideali ed sottoposta ad un accumulo di richieste.