"Teplo nadezhdy" pomogaet chitatelju ponjat, chto nadezhda v samom shirokom smysle etogo slova zastavljaet nash organizm funktsionirovat v polnuju silu, trata zhe ee vedet k bolezni. Po mneniju doktora Viilmy, kazhdyj iz nas mozhet istselitsja, soediniv vnov obretennuju nadezhdu, ljubov i proschenie. Kniga mjagko napravljaet chitatelej na put poznanija sobstvennoj dushi, put proschenija, put obretenija zdorovja. I napisana ona osobym pochtovym stilem, okazyvajuschim tselitelnoe vozdejstvie na dushu i telo.
Posle togo kak sestry uezzhajut v gorod, Aleksandr ostajotsja upravljat semejnoj fermoj. On staraetsja sobljudat traditsii, proizvodja mjaso vysochajshego kachestva, no mir postojanno menjaetsja, grozja lishit fermerov dokhoda. I vot odnazhdy, v chrezvychajnoj situatsii, semja, davno razuchivshajasja ponimat drug druga, snova sobiraetsja pod odnoj kryshej. A k nim eschjo pribivajutsja tri druzheljubnykh schenka, kotorykh razyskivajut bandity. Smozhet li dom obedinit tekh, kto uzhe davno privyk zhit svoej zhiznju? I chto silnee vsekh napastej i trudnostej mira?
Umeete li vy zabotitsja o sebe? Ili berezhnoe otnoshenie k svoej persone - ne vasha silnaja storona, i svoi dushevnye sily, teplo i nezhnost vy schedro darite drugim - detjam, rodnym, blizkim, kollegam? A kak naschet togo, chtoby v potoke zhiznennoj suety ostanovitsja, sosredotochitsja i osoznat, v chem nuzhdajutsja VASHI dusha i telo, kakie chuvstva perepolnjajut VAS, chto vazhnoe VY khotite skazat SEBE?Metaforicheskie assotsiativnye karty "Teplo i nezhnost" pomogut vam nauchitsja zabotitsja o sebe samoj, otkrojut mir bezuslovnoj ljubvi k svoim dushe i telu, pomogut nakhodit vremja i mesto dlja vazhnykh dlja vas chuvstv i del. I uzhe skoro vy pochuvstvuete, kak napolnjaetes energiej, teplom i nezhnostju.V komplekte: korobka, 50 kart i metodicheskoe rukovodstvo.
Em tempos modernos ou antepassados, o homem sempre viveu no limite de suas for as, mas com o pensamento em progresso, s que de forma err nea. Ele busca alcan ar o limiar do aprendizado consigo mesmo, mas n o aprendeu que para crescermos, precisamos uns dos outros, precisamos trabalhar em prol de um bem comum, porque aquilo ao qual se busca para si, o outro tamb m procura alcan ar na mesma intensidade... preciso ter compreens o de que nada acontece sem a permiss o de Deus, e essa ocorre conforme a escolha feita por cada um. Se o homem prop e mudan as nos h bitos e projetos alcan veis atrav s da tecnologia, ele precisa entender que o pr ximo deseja o mesmo, caso o crescimento n o seja gradativo para todos, turbilh es de acontecimentos podem emergir como consequ ncias dos pr prios atos. A isso, muitos chamam de egoismo, ou podemos descrever como atos impensados... Acima de tudo preciso saber que as consequ ncias de nossas a es, s o quitadas aqui no mesmo territ rio do acontecimento desses atos, isso o tempo explica atrav s da hist ria como as coisas oriundas de a es passadas, retornam ao futuro, emergindo consequ ncias tais, as quais n o foram esperadas pelo pr prio homem.
O tempo na sala de aula constitui um constructo multidimensional de dif cil operacionaliza o. O impacto do tempo na estrutura o das rela es entre professores e alunos, e at na organiza o de uma parcela importante das traj t rias de vida de alunos e professores (a escolariza o tende a ser cada vez mais longa, ocupando mais horas di rias) n o pode ser desvalorizado. A rela o dos diversos aspetos do tempo em sala de aula com os resultados acad micos dos alunos n o completamente clara, e alguns autores consideram-na irrelevante. Outros, por m, consideram-na da maior import ncia e salientam o facto de o tempo poder ser medido numa m trica clara e compar vel entre estudos bem como a relativa facilidade de manipula o de certos aspetos do tempo. O mesmo j n o se poder dizer seguramente dos aspetos relativos qualidade do tempo, uma vez que, quer a relev ncia da qualidade do tempo quer a dificuldade do seu registo parecem ser consensualmente reconhecidas. O tempo de ensino, para ser eficaz, implica um equil brio entre quantidade e qualidade do tempo acad mico, sem que estes aspetos, claramente, se sobreponham. Tal equil brio poder influenciar o sucesso acad mico dos alunos.