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1000 tulosta hakusanalla Jose Barbosa Machado

História do mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma

História do mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma

Jose Barbosa Machado

Createspace Independent Publishing Platform
2012
nidottu
Na "Hist ria do mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma" (Lisboa, 1496) contado que o imperador tinha a lepra. Foi-lhe dito que, se se convertesse ao cristianismo e renunciasse aos dolos, seria curado. E assim aconteceu. Como agradecimento pela cura milagrosa e num zelo vingador, o imperador decidiu destruir Jerusal m e castigar os Judeus pela morte de Cristo. A cidade foi arrasada e os seus habitantes chacinados. Os poucos que restaram foram dispersos. No final, Vespasiano batiza-se em Roma e arrasta consigo todo o povo, para g udio do papa S o Clemente, que assim via crescer de um momento para o outro o n mero de fi is. Como uma boa hist ria, nesta h tamb m um vil o, Pilatos, governador de Jerusal m que, por ter condenado Cristo morte e por ter deixado de pagar o tributo ao imperador, tamb m condenado e acaba por morrer preso numa casa que se afunda milagrosamente no meio de um rio.
Evangelhos E Epístolas Com Suas Exposições Em Romance

Evangelhos E Epístolas Com Suas Exposições Em Romance

Jose Barbosa Machado

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2012
nidottu
Os "Evangelhos e Ep stolas com suas Exposi es em Romance" foram impressos no Porto em 1497 por Rodrigo lvares (o primeiro impressor portugu s) a partir de uma vers o castelhana. A obra, atribu da a Guilherme Parisiense, fora inicialmente publicada em latim em v rias cidades da Europa sob o t tulo de "Postilla super Epistolas et Evangelia." A tradu o para o castelhano e de seguida para o portugu s era necess ria devido dificuldade crescente na compreens o do latim. No par grafo onde est inserido o c lofon, diz-se que se fez a tradu o a fim que os que a l ngua latina n o entendem n o sejam privados de t o excelente e maravilhosa doutrina, a qual foi a de Cristo nosso redentor escrita nos Evangelhos.A obra destinava-se a ser lida em casa e servia de complemento leitura ou audi o dos textos sagrados da missa, nomeadamente o evangelho e a ep stola. Parafraseia os textos can nicos dos evangelhos e das ep stolas, organizando-os de acordo com os tempos lit rgicos, seguidos de uma glosa, ou explana o. Assim organizada, era uma obra til, n o s aos fi is crist os alfabetizados, mas tamb m, e principalmente, aos cl rigos que ali tinham um manancial informativo em vern culo que poderia ajud -los na prepara o da missa. um dos primeiros livros impressos em l ngua portuguesa e o segundo impresso na cidade do Porto, sendo por isso de suma import ncia para a Hist ria da Imprensa em Portugal.
Constituições de D. Diogo de Sousa

Constituições de D. Diogo de Sousa

Jose Barbosa Machado

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2012
nidottu
"As Constitui es de D. Diogo de Sousa" s o o quinto livro impresso em l ngua portuguesa. O impressor Rodrigo lvares, de acordo com o c lofon do incun bulo, acabou de compor o texto no dia 4 de Janeiro de 1497, a mando do bispo do Porto D. Diogo de Sousa (1460-1532?). Este bispo, doutorado em Teologia pela Universidade de Paris, foi um dos mais ilustrados homens da Igreja portuguesa da poca. Em 1495 foi nomeado bispo da diocese do Porto e em 1496 convocou um s nodo episcopal, que se reuniu a 24 de Agosto na mesma cidade. Desse s nodo foram exaradas sessenta constitui es, ou diretivas, que regulamentavam a vida religiosa dos cl rigos, abades, reitores, priores e fi is crist os da sua diocese.
Tratado de Confissom

Tratado de Confissom

Jose Barbosa Machado

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2012
nidottu
O "Tratado de Confissom", impresso em Chaves em 1489, um manual para instru o do clero na dif cil tarefa de ministrar o sacramento da penit ncia aos fi is crist os. Bastante pol mico e politicamente incorreto aos olhos atuais, ele um retrato realista dos comportamentos desviantes dos crist os do s culo XV, especialmente no mbito sexual. Nele s o tratados em pormenor o adult rio, a viola o, a pedofilia, o incesto, o aborto e a homossexualidade.
Estudos de Literatura e Cultura Portuguesas

Estudos de Literatura e Cultura Portuguesas

José Barbosa Machado

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2012
pokkari
A obra cont m os seguintes estudos: - "A Morte do Palha o e o Mist rio da rvore" de Raul Brand o; - A casa por fabricar: uma leitura do poema "Andaime" de Fernando Pessoa; - Desconstru o / Reconstru o do Portugal do S culo XX nos "Textos de Interven o" de Almada Negreiros; - A t cnica da cita o no romance "O Delfim" de Jos Cardoso Pires; - Intertextualidade e intratextualidade no romance de Verg lio Ferreira "Em Nome da Terra"; - Verg lio Ferreira e o deve-e-haver; - Conflitos de interpreta o face ao romance de Jos Saramago "O Evangelho Segundo Jesus Cristo"; - Macau e a China nos romances de Jo o Aguiar; - Contrastes lingu sticos e culturais no romance "O Mar de Madrid" de Jo o de Melo.
O Mito de Viriato na Literatura Portuguesa

O Mito de Viriato na Literatura Portuguesa

José Barbosa Machado

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2012
pokkari
O mito de Viriato insere-se na tradi o de se acreditar que h uma rela o de continuidade entre os Portugueses e os Lusitanos. Estes s o considerados por etn logos e historiadores um conjunto de povos mais ou menos homog neos na l ngua e nos costumes que habitavam uma grande parte do territ rio atual portugu s quando os Romanos iniciaram a conquista da Pen nsula Ib rica.Viriato j n o , como era h pouco mais de cem anos, apan gio do conhecimento de alguns. Gra as educa o escolar, passou a pertencer ao imagin rio de todos os Portugueses. Resta saber se, com as sucessivas reformas do ensino, com o crescente desinteresse pela leitura e com a gradual deteriora o da identidade cultural, o rasto n o se perder nos mais novos.
Estudos de Língua E Cultura Portuguesas

Estudos de Língua E Cultura Portuguesas

Jose Barbosa Machado

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2012
nidottu
A obra cont m, entre outros, os seguintes estudos: A imprensa e a tradu o como fatores de mudan a na l ngua e na cultura portuguesas do s culo XV; - Os dois primeiros livros impressos em l ngua portuguesa; - Equabilidade lingu stica e textual nas quatro edi es portuguesas do Sacramental de Clemente S nchez de Vercial; - Carater sticas lingu sticas da edi o portuguesa de 1488 do Sacramental de Clemente S nchez Vercial; - Problemas de transcri o no primeiro livro impresso em l ngua portuguesa; - O programa Phrasis e a cria o de uma base de dados de concord ncias de textos em portugu s antigo; - A cria o de uma base de dados para um estudo inform tico-lingu stico da Parte I da Cr nica do Rei D. Manuel de Dami o de G is; - Marcadores temporais e espaciais na Hist ria do mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma (Lisboa, 1496); - Marcadores temporais nos Evangelhos e Ep stolas com suas Exposi es em Romance (Porto, 1497); - Marcadores do discurso formados pelo verbo querer na vers o portuguesa da Vita Christi (1495); - Signo e significa o no primeiro livro impresso em l ngua portuguesa; - Explica es de mbito semi tico no Livro das Confiss es de Mart n P rez (1399); - A utiliza o do ger ndio na vers o portuguesa medieval de A Demanda do Santo Graal; - O l xico obsceno na prosa medieval portuguesa; - Edi o semidiplom tica do Sum rio das Gra as.
Dicionário dos Primeiros Livros Impressos em Língua Portuguesa: Vol. I - A-C

Dicionário dos Primeiros Livros Impressos em Língua Portuguesa: Vol. I - A-C

José Barbosa Machado

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2015
nidottu
Depois de v rios s culos de amadurecimento, a L ngua Portuguesa de finais do s culo XV prefigura aquilo que ser nos s culos seguintes. A produ o liter ria da poca, quer pela tradu o de textos latinos e castelhanos, quer pela cria o de obras originais, contribuiu para a maturidade da l ngua, permitindo o alargamento do l xico e o desenvolvimento da constru o sint tica com repercuss es na capacidade de express o.A imprensa, que entrou em Portugal no reinado de D. Jo o II, teve um papel fundamental na divulga o de textos e no desenvolvimento e maturidade da L ngua Portuguesa escrita.O dicion rio, com mais de onze mil entradas, baseia-se no vocabul rio das seguintes obras incunabulares: Sum rio das Gra as; Sacramental; Tratado de Confissom; "Vita Christi"; "Hist ria do Mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma"; "Constitui es de D. Diogo de Sousa"; "Evangelhos e Ep stolas com suas Exposi es em Romance"; e "Regimento Proveitoso Contra a Pestenen a".
Dicionário dos Primeiros Livros Impressos em Língua Portuguesa

Dicionário dos Primeiros Livros Impressos em Língua Portuguesa

José Barbosa Machado

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2015
pokkari
Depois de v rios s culos de amadurecimento, a L ngua Portuguesa de finais do s culo XV prefigura aquilo que ser nos s culos seguintes. A produ o liter ria da poca, quer pela tradu o de textos latinos e castelhanos, quer pela cria o de obras originais, contribuiu para a maturidade da l ngua, permitindo o alargamento do l xico e o desenvolvimento da constru o sint tica com repercuss es na capacidade de express o. A imprensa, que entrou em Portugal no reinado de D. Jo o II, teve um papel fundamental na divulga o de textos e no desenvolvimento e maturidade da L ngua Portuguesa escrita. O dicion rio, com mais de onze mil entradas, baseia-se no vocabul rio das seguintes obras incunabulares: Sum rio das Gra as; Sacramental; Tratado de Confissom; "Vita Christi"; "Hist ria do Mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma"; "Constitui es de D. Diogo de Sousa"; "Evangelhos e Ep stolas com suas Exposi es em Romance"; e "Regimento Proveitoso Contra a Pestenen a".
Dicionário dos Primeiros Livros Impressos em Língua Portuguesa

Dicionário dos Primeiros Livros Impressos em Língua Portuguesa

José Barbosa Machado

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2015
pokkari
Depois de v rios s culos de amadurecimento, a L ngua Portuguesa de finais do s culo XV prefigura aquilo que ser nos s culos seguintes. A produ o liter ria da poca, quer pela tradu o de textos latinos e castelhanos, quer pela cria o de obras originais, contribuiu para a maturidade da l ngua, permitindo o alargamento do l xico e o desenvolvimento da constru o sint tica com repercuss es na capacidade de express o. A imprensa, que entrou em Portugal no reinado de D. Jo o II, teve um papel fundamental na divulga o de textos e no desenvolvimento e maturidade da L ngua Portuguesa escrita. O dicion rio, com mais de onze mil entradas, baseia-se no vocabul rio das seguintes obras incunabulares: Sum rio das Gra as; Sacramental; Tratado de Confissom; "Vita Christi"; "Hist ria do Mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma"; "Constitui es de D. Diogo de Sousa"; "Evangelhos e Ep stolas com suas Exposi es em Romance"; e "Regimento Proveitoso Contra a Pestenen a".
Dicionário dos Primeiros Livros Impressos em Língua Portuguesa: Vol. IV - Q-Z

Dicionário dos Primeiros Livros Impressos em Língua Portuguesa: Vol. IV - Q-Z

José Barbosa Machado

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2015
nidottu
Depois de v rios s culos de amadurecimento, a L ngua Portuguesa de finais do s culo XV prefigura aquilo que ser nos s culos seguintes. A produ o liter ria da poca, quer pela tradu o de textos latinos e castelhanos, quer pela cria o de obras originais, contribuiu para a maturidade da l ngua, permitindo o alargamento do l xico e o desenvolvimento da constru o sint tica com repercuss es na capacidade de express o. A imprensa, que entrou em Portugal no reinado de D. Jo o II, teve um papel fundamental na divulga o de textos e no desenvolvimento e maturidade da L ngua Portuguesa escrita. O dicion rio, com mais de onze mil entradas, baseia-se no vocabul rio das seguintes obras incunabulares: Sum rio das Gra as; Sacramental; Tratado de Confissom; "Vita Christi"; "Hist ria do Mui Nobre Vespasiano Imperador de Roma"; "Constitui es de D. Diogo de Sousa"; "Evangelhos e Ep stolas com suas Exposi es em Romance"; e "Regimento Proveitoso Contra a Pestenen a".
Crónica Do Condestabre de Portugal Nuno Álvares Pereira

Crónica Do Condestabre de Portugal Nuno Álvares Pereira

Jose Barbosa Machado

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2016
nidottu
A "Cr nica do Condestabre de Portugal Nuno lvares" Pereira teve v rias edi es, sendo a primeira conhecida a de 1526, impressa em Lisboa por Germ o Galharde. Foi redigida pouco depois da morte do condest vel, desconhecendo-se o seu autor. Nela se conta a vida de Nuno lvares Pereira (1360-1431), nomeado condest vel de Portugal pelo rei D. Jo o I. Na obra, s o relatadas as lutas entre os portugueses e o rei de Castela, que entre 1383 e 1385, ap s a morte do rei D. Fernando, tentou anexar Portugal. Nuno lvares teve um papel fundamental na resist ncia armada contra os castelhanos e na ligitima o da nova dinastia iniciada pelo Mestre de Avis, filho bastardo do rei D. Pedro I.
Vita Christi - I

Vita Christi - I

Jose Barbosa Machado; Ludolfo De Saxonia

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2012
nidottu
A "Vita Christi" de Ludolfo de Sax nia (ca. 1295-1377) foi impressa em Lisboa em 1495 por Valentino de Mor via e Nicolau de Sax nia em tr s volumes, por ordem da rainha Dona Leonor. A tradu o para o Portugu s deveu-se muito provavelmente ao rei D. Duarte, que a supervisionou. A obra, como dito no pr logo, cont m todolos mist rios da f cat lica, segundo a escritura dos quatro evangelistas e not rios crist culos, com verdadeiras e devot ssimas exposi es de diversos doctores egr gios, devotos e mui gloriosos.. A edi o que agora se publica a transcri o da edi o de 1495, cotejada com a edi o de Augusto Magne. "A Vita Christi" foi considerado o primeiro livro impresso em L ngua Portuguesa at descoberta do "Sacramental" (1488) e do "Tratado de Confissom" (1489).
Vita Christi - III

Vita Christi - III

José Barbosa Machado; Ludolfo de Saxónia

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2013
nidottu
A Vita Christi de Ludolfo de Sax nia (ca. 1295-1377) foi impressa em Lisboa em 1495 por Valentino de Mor via e Nicolau de Sax nia em tr s volumes, por ordem da rainha Dona Leonor. A tradu o para o Portugu s deveu-se muito provavelmente ao rei D. Duarte, que a supervisionou. A obra, como dito no pr logo, cont m todolos mist rios da f cat lica, segundo a escritura dos quatro evangelistas e not rios crist culos, com verdadeiras e devot ssimas exposi es de diversos doctores egr gios, devotos e mui gloriosos.. A edi o que agora se publica a transcri o da edi o de 1495. A Vita Christi foi considerado o primeiro livro impresso em L ngua Portuguesa at descoberta do Sacramental (1488) e do Tratado de Confissom (1489).
Vita Christi - II

Vita Christi - II

José Barbosa Machado; Ludolfo de Saxónia

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2013
nidottu
A Vita Christi de Ludolfo de Sax nia (ca. 1295-1377) foi impressa em Lisboa em 1495 por Valentino de Mor via e Nicolau de Sax nia em tr s volumes, por ordem da rainha Dona Leonor. A tradu o para o Portugu s deveu-se muito provavelmente ao rei D. Duarte, que a supervisionou. A obra, como dito no pr logo, cont m todolos mist rios da f cat lica, segundo a escritura dos quatro evangelistas e not rios crist culos, com verdadeiras e devot ssimas exposi es de diversos doctores egr gios, devotos e mui gloriosos.. A edi o que agora se publica a transcri o da edi o de 1495. A Vita Christi foi considerado o primeiro livro impresso em L ngua Portuguesa at descoberta do Sacramental (1488) e do Tratado de Confissom (1489).
Camilo: O Homem, o Génio e o Tempo: Vol. II

Camilo: O Homem, o Génio e o Tempo: Vol. II

Orquídea Ribeiro; José Barbosa Machado; Susana Pimenta

Independently Published
2018
nidottu
Os textos selecionados que comp em esta obra respondem ao desafio lan ado, dado que se pretendia contribui es que dessem express o ao ecletismo camiliano a partir das sugest es tem ticas "O escritor e o contexto hist rico-cultural", "Enlaces vida e obra camilianas", "Camilo e os valores da poca", "Tend ncias da po tica ficcional camiliana" e "Ecos da obra camiliana na posteridade"; por isso, encontram-se aqui publicados estudos que abordam, por exemplo, a culin ria em Camilo, as suas rela es pessoais e liga es liter rias, a colabora o tida em jornais como cronista musical ou reflex es em mat ria de educa o, para l de investiga es sobre algumas obras camilianas em particular quer do ponto de vista vocabular e lingu stico, quer de uma aproxima o pelos caminhos da ecocr tica ou ainda pelo vi s sociocultural.
Regimento Proveitoso contra a Pestenença

Regimento Proveitoso contra a Pestenença

D. Raminto Bispo Arusiense; José Barbosa Machado

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2012
nidottu
O "Regimento Proveitoso contra a Pestenen a" um pequeno incun bulo em portugu s, impresso em Lisboa por Valentino de Mor via na ltima d cada do s culo XV. O autor do op sculo, a confiar na nota introdut ria, foi D. Raminto, bispo Arusiense, do reino da D cia. A obra tem dois objetivos fundamentais: um profil tico, tendo como alvo aqueles que n o foram ainda contagiados pela peste; e um terap utico, dirigido aos que trabalham e lidam com os pestosos.Diz o autor: Em tempo de pestil ncia melhor estar em casa que andar fora, nem s o andar pela vila ou cidade. E tamb m a casa seja aguada, e em especial em o alto Ver o com vinagre rosado e folhas de vinhas; e isso mesmo muito bom ami de lavar as m os com gua e vinagre, e alimpar o rostro e despois cheirar as m os; e tamb m bom assim em o inverno como no ver o cheirar cousas azedas. Em Monpelier n o me pude escusar de companhia de gente, porque andava de casa em casa curando enfermos por causa da minha pobreza, e ent o levava comigo uma esponja ou p o ensopado em vinagre, e sempre o punha nos narizes e na boca, porque as cousas azedas e os cheiros tais opilam e arram os poros e os meatos e os caminhos dos humores e n o consentem entrar as cousas pe onhentas; e assim escapei de tal pestil ncia, que os meus companheiros n o podiam crer que eu pudesse viver e escapar. Eu certamente todos estes rem dios provei.
Obesidad y embarazo Manual para matronas y personal sanitario

Obesidad y embarazo Manual para matronas y personal sanitario

Ma Jose Barbosa Chaves; Servando J Cros Otero; Estefania Castillo Castro

Lulu.com
2012
pokkari
La obesidad es la primera epidemia de origen no infeccioso en la historia de la humanidad. Su aumento en las poblaciones de pa ses desarrollados ha seguido una progresi n geom trica durante los ltimos cincuenta a os.La obesidad durante el embarazo se ha asociado con una multitud de diversas complicaciones maternas y neonatales.