Kirjahaku
Etsi kirjoja tekijän nimen, kirjan nimen tai ISBN:n perusteella.
1000 tulosta hakusanalla Maria Lei Antonio
Everyone is unique in their own way. "Field Day for Eugene" is about a young boy who has a physical disability. One of Eugene's classmates notices that his wheelchair may impact his participation in field day. The class realizes that even though Eugene has a disability, he is still capable of achieving amazing things. In a world with so many differences, we can all decide to be kind, accepting, and inclusive.
Everyone is unique in their own way. "Field Day for Eugene" is about a young boy who has a physical disability. One of Eugene's classmates notices that his wheelchair may impact his participation in field day. The class realizes that even though Eugene has a disability, he is still capable of achieving amazing things. In a world with so many differences, we can all decide to be kind, accepting, and inclusive.
A Lei Maria da Penha como Instrumento de Proteção aos Direitos Humanos
Ingrid Paula Gonzaga e Castro
Novas Edições Acadêmicas
2016
nidottu
Esta obra analisa a Lei Maria da Penha nas suas conformidades com a Constitui o Federal, demonstrando que ela abrange muito mais do que a viol ncia f sica, que exp e por meio de hematomas as diferen as de g neros, ela abarca tamb m o sofrimento psicol gico, a viol ncia sexual e a viol ncia patrimonial. O fato do homem usar a for a f sica para conseguir alcan ar seus objetivos demonstra claramente a sua fragilidade intelectual frente a mulheres. De acordo com a Revista Exame ap s colher dados de pesquisas de "Mulheres, empresas e o direito 2016" de 173 pa ses analisados pelo Banco Mundial, 46 deles n o possuem legisla o espec fica de prote o s mulheres frente a viol ncia dom stica. Aqui solidificarei fatos comprovados de viol ncia contra a mulher em seus diversos par metros buscando conscientizar a import ncia do respeito a dignidade da mulher. Anseio que essa obra seja proveitosa o bastante, para expandir o pensamento de muitos em prol da defesa da mulher, bem como no aux lio conscientiza o de um pa s mais igualit rio, direcionado a um bem comum. Boa leitura
A aplicabilidade da Lei Maria da Penha aos casais homoafetivos
Volgane Carvalho; Lara Campelo
Novas Edições Acadêmicas
2016
nidottu
A Introdução Da Lei Maria Da Penha No Ordenamento Jurídico
Luiz Henrique Xavier Moschin
Clube de Autores
2025
pokkari
A (in)aplicabilidade da Lei Maria da Penha aos homens
Camile Serraggio Girelli
Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
O presente livro ir apresentar a entrada em vigor da Lei n. 11.340/06, denominada de Lei Maria da Penha, que cria mecanismos para coibir e prevenir a pr tica de viol ncia dom stica e familiar contra a mulher, causa de pol mica no que se refere a sua aplica o exclusiva s mulheres frente ao princ pio da igualdade e da an lise da analogia. Em virtude disso, o presente estudo ter como objetivo analisar se h a possibilidade de aplica o da referida lei no caso de viol ncia praticada por mulheres contra os homens.
A (in)efetividade da Lei Maria da Penha do Município de Sousa-PB
Jéssica Ruana Lima Mendes; Monnizia Pereira N
Novas Edicoes Academicas
2018
pokkari
A viol ncia dom stica e familiar perpetrada face mulher um dos maiores problemas sociais enfrentados no cen rio nacional, fruto de uma cultura conservadora e patriarcal, que por s culos colocou a mulher como um ser inferior e fr gil, e que, sem sombra de d vidas, representa uma grave viola o aos direitos humanos. A preocupa o com tal problem tica bastante recente no Brasil, iniciando com a promulga o da Carta Magna em 1988, que estabeleceu que homens e mulheres passariam a ter os mesmos direitos e deveres, eliminando a distin o de g neros que era marcante nas in meras codifica es criadas ao longo do tempo. Todavia, somente no ano de 2006, com a edi o da Lei n 11.340, nomeada Lei Maria da Penha, foi poss vel vislumbrar uma lei espec fica acerca da tem tica, com o intuito de coibir e erradicar as situa es de viol ncia em todo o pa s.
A previsão legal de prisão preventiva na Lei Maria da Penha
Murgas Oliveira Gustavo
Novas Edicoes Academicas
2016
pokkari
A psicologia e a teologia do extremismo religioso e da persegui o que surgiram com a Reforma podem transformar de forma nica a nossa perce o dos sistemas de cren a totalit rios contempor neos, como o Estado de seguran a nacional, os meios de comunica o social e o comunismo. A autoridade governamental define as liberdades de modo a satisfazer os seus pr prios interesses, muitas vezes disfar ados pela necessidade de seguran a nacional, ao mesmo tempo que utiliza interpreta es ambivalentes nas senten as judiciais para convencer as pessoas de que t m de viver com as ilus es ordenadas que estas liberdades manipuladas definem. O fil sofo iluminista escoc s David Hume completou o projeto da Reforma para dar impacto pol tico aos princ pios crist os originais da regenera o e da Regra de Ouro. O modelo de Hume fornece um modelo para qualquer programa pol tico atual que esteja preocupado com a aboli o da repress o pol tica: garantia de liberdade igual, igualdade objetiva de acesso s liberdades civis, lei auto-legisladora moralmente v lida, melhoria universal da condi o humana, de modo a que nenhuma pessoa seja deixada de fora do processo social.
Devemos referir-nos prescri o em mat ria penal, que constitui um limite ao ius puniendi, um limite que os pr prios Estados estabelecem. A prescri o n o pode ser concebida como um direito do respons vel por uma infra o, mas como uma auto-limita o do poder punitivo do Estado. Esta afirma o evidente no facto de a prescri o n o poder ser renunciada pelo arguido, uma vez que os fundamentos pol tico-criminais da prescri o, de ordem social, est o acima do interesse do arguido em provar a sua inoc ncia. Na pr tica, a prescri o um instituto que liberta a responsabilidade que decorre da pr tica do crime, atrav s do decurso de um determinado per odo de tempo que p e termo ao direito do Estado de aplicar a pena. uma causa de extin o da responsabilidade penal que actua ap s a pr tica da infra o, prolongando-se sobre a pena. A inaplicabilidade da prescri o pode ser perfeitamente explicada a partir de uma conce o do direito penal como um instrumento necess rio preserva o de uma determinada ordem social, quando se trata de crimes como os de lesa-humanidade, pois a sua persegui o e puni o continuam a ser necess rias enquanto os seus autores estiverem vivos.
Autoconceito e habilidades sociais de adolescentes em conflito com lei
Andréia Maria Bernardt; Scheila B Sehnem
Novas Edicoes Academicas
2019
pokkari
A adolesc ncia um per odo de transi o caracterizado por mudan as; nele o adolescente pode passar por momentos de desequil brio e instabilidades extremas, fato esse que poder influenciar diretamente em seu repert rio de habilidades sociais, bem como em seu autoconceito, influenciando seus comportamentos, condutas e relacionamentos sociais. A presente pesquisa teve como objetivo verificar o n vel do autoconceito e das habilidades sociais dos adolescentes em conflito com a lei que cumprem medida socioeducativa no Centro de Atendimento Socioeducativo Provis rio (Casep). Fizeram parte enquanto sujeitos cinco adolescentes em conflito com a lei que cumprem medida socioeducativa no Casep com idades entre 14 e 16 anos. Os instrumentos utilizados foram: a Escala de Autoconceito Infantojuvenil (EAC-IJ), o Invent rio de Habilidades Sociais para Adolescentes (IHSA-Del-Prette) e uma entrevista semiestruturada. O presente estudo verificou que apesar de os adolescentes possu rem um autoconceito alto, de maneira geral apresentaram um baixo repert rio em habilidades sociais, confirmando o que j foi descrito pela literatura no que se refere aos adolescentes em conflito com a lei.
Hánsa lei oaidnán mieis deatnogáttis suoma bealde. Miessi lei áibbas okto, lei báhcán das go bohccot manne. Hánsa hoigadii fatnsa cáhcái, ja suhkalii rastá deanu. Son vieccai miesi, lei gabba miessi. Son dolbbui miesi Leavvajoga duottarstobu olbmuide. Jearia sis háliidit go sii áimmahuššat dien cáppa, gabba miesi. dan sii gal hálidedje. Nu miessi oaccui skihpariid.
O Perfil do Adolescente em Conflito com a Lei em Imperatriz - Maranhão
Ezequias Mesquita Lopes; Leila Maria F Salles
Novas Edicoes Academicas
2017
pokkari
A invisibilidade dos adolescentes um fator hist rico nas sociedades. Quando o contexto envolve a quest o do adolescente em conflito com a lei essa invisibilidade mais intensa e cruel, tendo em vista que ela preponderante para a aus ncia do Estado, da sociedade e da fam lia em raz o do dever de garantir os direitos fundamentais a estes sujeitos. Diante dessa realidade, a presente obra, que tem como quest o norteadora "quem o adolescente em conflito com a lei em Imperatriz-Ma?", desenvolvida a partir do objetivo geral que se prop e a analisar o perfil de adolescentes em conflito com a lei em Imperatriz-MA, buscando fornecer subs dios para as pol ticas p blicas da rea. Para tanto, foi realizada pesquisa documental, tendo por base os relat rios sobre o perfil do adolescente no mbito nacional, estadual e no munic pio de Imperatriz - MA, culminando com a constru o de quadros onde foram apresentados os dados sobre os perfis pessoal e infracional do adolescente, nos diferentes mbitos de pesquisa, para, ao final, compar -los e determinar a familiaridade dos dados apresentados com as discuss es te ricas sobre os fatores de risco que envolvem a pr tica do ato infracional.
A Gestão Das Medidas Socioeducativas: Uma Interface Entre O Que Está Proposto Pela Lei Do Sinase E Sua Execução
Carmem Dolores Da Silva; Maria Aparecida Pereira Da Silva; Rejane Sousa Da Silva
11.853.720/0001-16
2020
nidottu
A Gest o das Medidas Socioeducativas: uma interface entre o que est proposto pela Lei do Sinase e sua Execu o" um livro com artigos da P s Gradua o em Pol ticas P blicas e Socioeduca o da Escola Nacional de Socioeduca o, parceria entre a Secretaria Nacional dos Direitos da Crian a e do Adolescente (SNDCA)/Minist rio dos Direitos Humanos (MDH) e a Universidade de Bras lia.Como uma estrat gia de forma o continuada o curso promoveu reflex o te rico pr tica, que agora se tornam trabalhos bem elaborados sob um olhar de cientificidade e que se torna poss vel compartilhar com todos. Agora o que se apresenta o resultado de todo esse esfor o como op o de trabalha de conclus o de curso, que contou com orienta o formal, e apresenta o de trabalhos a uma Banca com o orientador e mais dois profissionais da rea, com titula o m nima de mestre, organizado pelos N cleos Estaduais da Escola Nacional de Socioeduca o. O presente livro cumpre um prop sito, previsto nodocumento do SINASE, delibera o do CONANDA de 2006: o curso e o processo de forma o da ENS foi um espa o privilegiado para significar e re-significar as pr ticas cotidianas. Um espa o de escuta e constru o de di logo coletivo, que possibilitou a produ o e o pensar te rico sobre a institui o, suas limita es, contradi es e necessidades de avan os.