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Kirjailija

Antonio Jose Serra Duarte

Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 3 kirjaa, julkaisuja vuodelta 2014, suosituimpien joukossa Silêncios Aflitos: Poemas. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.

3 kirjaa

Cortinadas: Poesia

Cortinadas: Poesia

Antonio Jose Serra Duarte

Createspace Independent Publishing Platform
2014
nidottu
O autor: Ant nio Jos Serra Duarte elabora no livro de Poesia (Cortinadas) uma col ctania de poemas relacionados com a sua vida. Assim, como todos os poetas, Ant nio Duarte, tenta retribuir os sentimentos e as revoltas de si mesmo; ao mesmo tempo que desenvolve a quimera dos sonhos e das ilus es, quais fazem parte dos momentos mais criticos - ou n o Talvez que a poesia seja o Homem em si e n o as suas palavras; pois que sua m o, finalmente, abriu uma conectividade com o seu cora o e n o permite ao poeta que se intrometa nas quest es das palavras... Essas que se aventuram, alastrando e propagando o mel o das contrariedades numa linha directa com a sensibilidade. Trata-se de poesia e quando o tema s o as efeverescencias do mar que governa o cora o, n o existe como explicar os porqu s das quest es desenvolvidas en cada estrofe; seja que, o entendimento de cada um encontrar o caminho das p rolas que rebolam nas imagens projectadas no momento de cada leitor.A quest o Se o entendimente acode ao sujeito da forma mais simples ou da mais simpesmente complicada; qualquer uma delas aponta o final e a conclus o que estamos a lidar com a poesia qual o autor acredita que ser finalmente compreendida quando 2050 entregar aos Homens a brandura dos seus actos. Ent o: Tratamos a poesia como ela merece: No sil ncio da l grima mais pura.
Olhos de Serra: Poesia

Olhos de Serra: Poesia

Antonio Jose Serra Duarte

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2014
nidottu
Tratasse a poesia com o tamanho adequado ao entendimento. Vejamos que o artista autor de um conflito, rodeado, nos momentos mais determinantes da sua vida; como que, ausente, de corpo presente, onde se v em afli o maci a, qual lhe impede a liberta o Espiritual, sem a orienta o segura de indica es, da coordena o e do conhecimento. Batalha pelo caminho do auto-incentivo, pesquisando ensinamentos de apoio, retirado das experi ncias da vida; entre o tempo e o vento da mem ria que lhe est o, como a brisa mais precisa, em confus o de sentimentos vagos, de alegria; onde alivia a tristeza, num misto de fantasia, quase sem pensar, fazendo hist ria diante de si mesmo; de seus olhos nus, ao espelho da Alma, qual cont m a fragilidade exposta e lhe aclama a poesia, no seu fazer liter rio. ( Assim: "Olhos de Serra" tornados poesia.) - E que mais poder ser dito quando se fala de poesia? Poesia poesia; excepto aos entendimentos mais fr geis, opostos, quais se determinem ao desentender da sensibilidade; mas esses n o querem sentir a verdade que lhes possa fluir nas art rias, querem sim os mais agrados que lhes encantem o ego. O melhor mesmo ser o paladar delicioso de um rom ntico Poeta que se alarga e distribui pelas imagens projectadas na mem ria.
Silêncios Aflitos: Poemas

Silêncios Aflitos: Poemas

Antonio Jose Serra Duarte

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2014
nidottu
A obra marca o autor, onde floresce o ramo da poesia com o estigma tomado das p ginas brancas. Tal turbul ncia se aloja, por mera satisfa o, no peito do Poeta; isto, quando coloca a vida na desola o do caminho e tomba de abismo em abismo, capturando as oportunidades, onde conquista a raz o que o leva a caminhar debaixo do Sol, como incentivo de jornada significante, para um peda o de terra que lhe cubra as angustias... Poderia viver como uma pedra, sem gemer o paladar da carne mas, amanh seria sempre tarde para viver o dia que se lhe apresenta com todas as coisas de hoje, como o regressar das flores perante o primeiro raiar do Sol sobre a madrugada. Os olhos caiem na melodia das Primaveras, enquanto as m os sobem ao barro cozido, construindo a poesia para segredar as vozes da Alma, encontradas no gesto, admir vel, do ausente, de corpo presente; como um gosto de olhos e a simplicidade das guas que descem do monte para matar a sede das est tuas, imp vidas, suspensas no esbate do horizonte... A Poesia caminha de m os dadas com a vida do Poeta, qual desvenda tesouros que lhe queimam o dia e lhe fortificam a Alma como uma rel quia de todos os valores sagrados. Mais frente, tomba no sono, tendo a poesia no bater do seu cora o para a festa de cada dia.