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Kirjailija

Aurélio Lopes

Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 10 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2017-2020, suosituimpien joukossa Majq i molodye lüdi. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.

Mukana myös kirjoitusasut: Aurelio Lopes

10 kirjaa

Kirjojen julkaisuhaarukka 2017-2020.

Maias e Maios Moços

Maias e Maios Moços

Aurélio Lopes

Novas Edicoes Academicas
2020
pokkari
Proliferam, ainda hoje, nas Calendas de Maio, peculiares reminisc ncias de cosmovis es arcaicas em que as fun es da "Grande M e" (deifica o pante sta das capacidades matriciais da terra) e das divindades celestes (express es dos poderes fecundantes do C u), possu am um equil brio que, tempos posteriores, foram subvertendo.No fundo, derivam de um complexo ontol gico ancestral, que a sazonalidade bem demarcada do ciclo vegetativo catalisa, convergindo todas para o mesmo objetivo: assegurar, de uma forma ou doutra, a regenera o do Mundo e da Natureza que o consubstancia.Exprimem-se por representa es, antropomorfas ou n o, que simbolizam potenciais fecundantes ou fertilizantes da Natureza ou per odos temporais que os corporizam. Expressam sucessivos ciclos de exist ncia; n o s enformadores da Vida como do Tempo e do Mundo, que neles, interminavelmente, se regeneram.Afinal, neste complexo fecundante e fertilizante associado aos ciclos da Natureza, crucial durante mil nios para a sobreviv ncia de sociedades que da esperavam a abund ncia desejada, n o de admirar que tal des gnio essencial se perpetue, enquanto mudam, no tempo e no espa o, roupagens e configura es.
A 13 de Maio na Cova da Iria: uma visão antropológica das Aparições de Fátima

A 13 de Maio na Cova da Iria: uma visão antropológica das Aparições de Fátima

Aurelio Lopes

Createspace Independent Publishing Platform
2017
nidottu
A 13 de maio de 1917, no remoto lugar da Cova da Iria, perdido na Serra d'Aire, tr s crian as, que pastoreavam as suas ovelhas, avistam o vulto brilhante de uma Senhora. Segundo L cia, a mais velha das tr s, era Nossa Senhora quem lhes teria aparecido nesse dia, vindo a aparecer por mais cinco ocasi es. Nessas, a Senhora pede, entre outras coisas, que todo o mundo reze pela paz. Na ltima apari o, o Sol roda no c u, fen meno testemunhado por milhares de pessoas e acontecimento que refor ou a cren a nas palavras dos tr s pastorinhos. Qual a veracidade dos relatos das crian as? At que ponto as condi es sociais e pol ticas da altura contribu ram para os acontecimentos? De que forma a Igreja tirou partido da situa o? E mais importante: como foi que o testemunho, singelo, de tr s crian as vision rias acabou por levar constru o do grande "altar do mundo" que o santu rio hoje ? Aur lio Rosa Lopes, antrop logo e estudioso do fen meno fatimita, d respostas a estas e outras quest es, numa an lise social e antropol gica, isenta e respons vel, destes apaixonantes acontecimentos.