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Kirjailija

Evan Do Carmo

Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 40 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2013-2019, suosituimpien joukossa Rafael Barbosa. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.

40 kirjaa

Kirjojen julkaisuhaarukka 2013-2019.

Rafael Barbosa

Rafael Barbosa

Evan Do Carmo

Createspace Independent Publishing Platform
2014
nidottu
Convocado por Agnelo Queiroz para comandar em linha de frente a mais complicada a rea do governo, Rafael Barbosa enfrentaria a mais ferrenha e cruel oposi o, uma vez que a oposi o, por ser fr gil e desarticulada escolhera como "cristo", o secret rio da estrutura mais sucateada por anos afio, por governos anteriores. Contudo, Rafael nunca se abalou com as cr ticas e nem com os ataques de uma imprensa marginal, que viu neste nicho uma oportunidade para lucrar com a desgra a do povo e com as dificuldades administravas e pol ticas de um secret rio resolvido a qualquer custo, mesmo que a longo prazo, consertar de uma vez por toda a situa o ca tica da pasta que recebera com t o boa vontade e confian a do seu amigo e aliado de longa data.
Joaquim Roriz

Joaquim Roriz

Evan Do Carmo

Createspace Independent Publishing Platform
2014
nidottu
Biografia Evan do Carmo, Nascido na Para ba em (29/04/64) poeta, escritor, jornalista, m sico e fil sofo. Fundou e dirigiu o jornal Fakos Universit rio. Fundou e editou a revista Leitura e Cr tica. .Tem v rios livros publicados: O Fel e o Mel, Heresia po tica, Elogio loucura de Nietzsche, Licen a Po tica, Labirinto Emocional, Presun o, O Cadafalso, Dente de A o, Alma Mediana, e L ngua de Fogo. Participou tamb m com muitos contos em antologias. Foi um dos vencedores do concurso Machado de Assis do SESC DF de 2005. Em 2007 foi jurado na categoria contos do concurso Gente de Talento 2007 promovido pela Caixa Econ mica Federal, ao lado de Marcelino Freire. Em 2012 criou e edita os Jornais: Correio Bras lia, Jornal de Vicente Pires, Jornal de Taguatinga e o Jornal do Gama. Seu mais recente livro "Salve o Le o". Atualmente se concentra na escrita de um outro romance: "Dialogo Imoralista"
Uma história de amizade

Uma história de amizade

Evan Do Carmo

Independently Published
2019
nidottu
WalterJ por algum tempo eu convivo com uma vontade imensa de homenagear um amigo muito querido, mas era s vontade, ent o aos poucos as coisas foram se encaminhando para este meu livro. A vida dele pode ser considerada um drama triste para alguns, uma hist ria comum e corriqueira para outros, mas para mim, humilde e necess ria.Walter n o nem muito latino e nem tanto americano, descendente de fam lia judia, que chegou ao Brasil durante o xodo moderno, xodo que espalhou o povo santo para as na es pag s. De estatura mediana, moreno claro e semblante sereno, Walter se disp s a ir longe para alcan ar seu sonho. Aos 18 anos largou a casa dos pais, no sul do Brasil, para ir atr s do que sempre quis ser, jornalista. Com muita dedica o chegou ao topo da fama e do prest gio, por m fama e prest gio nunca lhe subiram cabe a, mantendo sempre uma postura firme para com a vida, mas com muita humildade. N o me importo com as cr ticas, porque sei que vou agradar a uns e desagradar a outros. N o me considero romancista, sou m sico e n o escritor, at porque tenho consci ncia hoje da exist ncia do mestre Machado de Assis e de outros. Quero apenas apresentar ao leitor a vida de um grande homem, vida que muito me serve de refer ncia. Por outro lado, n o nego, homenagear o Walter uma desculpa, porque no fundo tenho ambi es liter rias de fato. J li - n o lembro em qual jornal - que um pr mio Nobel de Literatura, entre os poucos que conhe o, atingiu tal sucesso por um empenho muito mais f til do que o meu. N o sou literato, na verdade nem gosto dos literatos, eles t m maldades disfar adas, s o cru is ao extremo e s o manipulados por um esp rito ego sta e arrogante, acham que sempre t m a raz o, ou que sempre t m a melhor op o ou sa da para qualquer eventualidade, que sabem explicar tudo e dominar qualquer assunto -, sobretudo quando se trata de sentimentos envolvendo as rela es humanas. Sou amigo ntimo do Walter, por isso n o cometo exagero algum sobre suas virtudes. Walter leal com seus entes queridos, companheiro fiel, sempre disposto a ajudar a quem quer que seja. Ele n o espera que lhe implore de joelhos (como fazem alguns filantr picos oficiais), age e se preciso, d a pr pria vida. Certa vez, fui testemunha de uma grande a o de Walter. Com uma simples carta de recomenda o, ajudou um senhor nordestino a arrumar um bom emprego. O Senhor Jo o era casado, tinha seis filhos, padecia de car ncia extrema, morava debaixo de um viaduto no centro da cidade, lugar dos desvalidos da sorte. O que este homem queria era apenas um emprego: "porque tenho que sustentar minha fam lia", justificou-se para o Walter. No in cio dos anos cinquenta, o mundo viveu um clima de esperan a, uma nova aurora fora desvendada, o sol da felicidade parecia bem claro, esperavam-se dias de paz, talvez um entendimento melhor dos conflitos mundiais, enfim, acreditava-se na paz - digo "paz global" como nunca alcan ada e agora t o sonhada, desejada - e tudo isso por causa da Segunda Guerra Mundial. Passada a guerra, Walter, jornalista investigativo, procurou encontrar raz es que levou o mundo a entrar nesta guerra t o cruel e com resultado t o avassalador, e, segundo ele, chegou conclus o de que tudo era loucura, loucura por um poder supremo, era o que almejava Hitler, dominar o mundo e toda a humanidade.Eu tive o prazer e o privil gio de viver um tempo de ouro da m sica brasileira, a era da Bossa Nova. Cantava todo o repert rio da Bossa Nova em um bar de Copacabana, onde conheci o Walter. Nos fins-de-semana ele assistia ao futebol por ali com gelad ssima cerveja e noite me ouvia cantar. Ap s os shows sempre convers vamos, mas Walter n o era bom ouvinte, s ele queria falar. O que me irrita que alguns jornalistas acham que s o os donos da verdade e desqualificam qualquer ideia diferente das suas. Walter n o era diferente disso, gostava de expor seu ponto de vista
Suicídio: Um Drama Urbano

Suicídio: Um Drama Urbano

Evan Do Carmo

Independently Published
2019
nidottu
Um homem pula do alto de um pr dio comercial. L em baixo h um grande alvoro o, pessoas correndo para verificar se o homem morto ainda respira. Essa curiosidade m rbida dos seres humanos em si j um tipo de insanidade, tudo isso acontece inconscientemente, as pessoas n o se d o conta da l gica nem da raz o, antes de serem como que empurradas, no meio da multid o para constatar o que j sabem. Como se fosse poss vel algu m sobreviver a uma queda de tamanha altura. Ao constatar a morte do desconhecido, digo constatar, pois ao se depararem com a cena dantesca, diante de um corpo estra alhado, logo em seguida, quando lhes volta a raz o e algum sentido de l gica, em seguida os observadores an nimos comentam entre si. Que loucura Esse homem deve ser um desses loucos que andam por a sem rumo na vida. Ningu m em seu estado normal comete suic dio, pelo menos esse o parecer nada cient fico do senso comum. Pensa uma senhora de idade mediana, que tamb m tem filhos. Outro homem, esse moreno claro, que n o tem filhos nem filhas, pois eunuco por op o, faz somar sua voz ao coro tr gico do absurdo e diz. loucura, o que mais poderia ser? - Algu m ser capaz de tirar a pr pria vida. O mundo est mesmo louco. N o lugar-comum todo esse espanto das pessoas que aqui s o observadas pelo narrador, mas diante da trag dia p blica com a qual lidamos, com pessoas comuns em cena, pois se s o comuns, s o porque se encontram a esta hora a passar por um centro comercial, pessoas que n o raro se deslocam em busca de garantir seu p o di rio. Portanto, essas pessoas, sendo humanas e comuns n o poderiam descrever o que sentem e enxergam, a n o ser com palavras simples como estas: Loucura... Trag dia... Absurdo O mundo o mesmo de sempre, meus caros amigos, esse absurdo de contradi es humanas. Esse coment rio, um tanto desconexo e de cunho filos fico, poderia muito bem ser do narrador, que tamb m nos parece pessoa humana e comum como os demais. Contudo, quem o faz um senhor bem vestido, que pelo traje e vocabul rio podia ser um advogado, um professor, ou mesmo um doutor da rea m dica. No entanto ele silencia. Cala diante do que v , e mesmo sendo culto n o tem cabedal ret rico para continuar com seu argumento em defesa do tr gico acaso, e para n s n o importa saber seu nome ou sua origem, nem tampouco seu tof cio. S o as pessoas que est o loucas, sem objetivo. Diz outro senhor de barbas longas, que olhava o morto sem demonstrar nenhuma confus o mental ou interesse especial. A vida perdeu o sentido. Diz outra voz um pouco fora da multid o. Todavia, n o podemos nos esquecer de um fato estranh ssimo, que ocorrera neste nosso cen rio f nebre. Ao lado do corpo, entre tanta confus o e alvoro o, h um c o, que depois de um uivo alucinante e assustador silencia e baixa a cabe a, como quem lamenta a perda de um ente querido, enquanto tudo se encaminha para o desfecho da nossa hist ria tr gico-urbana. Esse c o, que mesmo sendo incomum nas suas atitudes e gestos, al m de uivar podia chorar, levando em conta que o contexto nos daria raz o para supor ser normal, um c o que chora, todavia n o esse c o o c o das l grimas de outros tantos romances famosos e incomuns, como se apresenta este nosso Ensaio Sobre a Loucura. Esse c o preferiu uivar, depois silenciosamente se comportou como um ser humano em profunda contri o, mas n o podemos negar que a sua melhor e mais atraente proeza seria o riso. Pois bem, esse o c o do riso, n o o c o das l grimas. Contudo, devemos tamb m aventar que aquele que capaz de rir tamb m pode ser capaz de chorar. preciso coragem para seguir um caminho incerto como o suic dio, por exemplo, talvez s mesmo os loucos sejam capazes de trilh -lo. Ser humano e normal deveria ser temer a morte, s se pode temer o desconhecido, e neste contexto f nebre quem n o respeita esse gigante invis vel n o respira no mundo da raz o. Embora
Amor a 4 Mãos

Amor a 4 Mãos

Irante Do Carmo; Evan Do Carmo

Independently Published
2019
nidottu
Pref cioUm amor a 4 m os. N o h outra forma de construir algo imut vel como um verdadeiro, se n o for por meio da coopera o, do perd o e do amor incondicional...Assim se deu um grande milagre, o nosso amor. Ele foi uma ben o imerecida de Deus. Iranete e eu, juntos somos tr s em um, pois sabemos que sem Jeov Deus nos ensinando e nos disciplinando a cada dia, nenhuma virtude ou vit ria existiria, somos c mplices dos erros e dos acertos cometidos, mas foi gra as a essa soma de eventos que conseguimos chegar at aqui... 29 anos de verdadeira paz e harmonia, no quis diz respeito ao nosso amor, nossa uni o, um casamento que a uni o de duas pessoas imperfeitas, mas que nunca perderam a dignidade e a honra de serem verdadeiros amigos. Assim diz um poeta: "O Amor verdadeiro uma amizade que deu certo. "A poesia contida nesse livro um pouco das express es de amor que produzimos ou para o outro...H 29 anos encontrei a pessoa a quem entreguei o pouco que possu a, dei-lhe minha vida para ela cuidar. Iranete cuidou t o bem de mim, que mesmo an mico de amor sobrevivi, n o s isso, ela cuidou dos meus filhos, me deu um filho santo. Iranete a nica pessoa deste vasto universo de quem eu quero segurar a m o na hora da partida para o ltimo sono. S a ela quero dedicar meu ltimo suspiro e olhar de gratid o. No in cio achava o m ximo o fen meno ps quico da transmiss o de pensamento, tamb m o de falarmos juntos frases inteiras, depois, especialmente agora nesta fase, at sonhamos os mesmos sonhos.H vinte e nove anos escolhemos viver a plenitude de um amor rec proco, de uma lealdade incondicional e sem m cula. Essa a mulher que Deus fez apenas uma e me concedeu a honra imerecida de amar e de ser por ela amado.
Catarsis

Catarsis

Evan Do Carmo; Evan Do

Independently Published
2019
nidottu
CR TICA AL LIBRO "CATARSIS", DE EVAN DO CARMOEl libro CATARSIS, del veterano poeta paraibano Evan do Carmo, es una obra indispensable en la biblioteca de todo lector amante de la poes a.Su calidad ya se anuncia en el excelente pr logo de autor a del talentoso poeta y psic logo Alufa-Licuta Oxoronga, que sacia su hambre po tica degustando las recetas sofisticadas y ex ticas del "Chef" Evan, como an loga y metaf ricamente sinti los bellos versos del autor.As como la sombra del viajero Nietzsche, autor que Evan tanto admira, su alma es poeta y fil sofa, desparramando sus ecl cticos y sensibles poemas en las p ginas receptivas de CATARSIS y extasi ndonos con la profundidad de cada uno de ellos.Se observa en su obra la dicotom a entre la esperanza y la desesperanza, que se queda evidente en el bello "soneto del amor improbable", de influencia claramente VINICIANA, en "desesperaci n y desesperanza" y en "muri la esperanza", entre otros versos.Hay un latente pesimismo nihilista del autor concierne a la nuestra sociedad lograr llegar, o regresar, al est ndar de tica y decoro pol tico y social ideal, preocupaci n que es de todos nosotros.En contrapartida, exalta en muchos versos la vida y la necesidad de sobrepasar el "status quo" de la humanidad, insistiendo en la espiritualidad del hombre, en la eternidad del amor y de la poes a.Sin embargo, el autor no se prende a un solo tema. Dilata su talento en otras motivaciones, viajando, con mucha competencia, desde la metaf sica de la religiosidad y espiritualidad, hasta la de los gestos lascivos de la temporalidad materialista del d bil ser humano, sorprendi ndonos a cada p gina.Deslumbrado, tal vez, un d a - tal cual Vin cius cuando descubri la libertad de hacer versos blancos con la misma calidad y belleza de sus versos cl sicos, huyendo, as , de las limitaciones impuestas por la m trica y por la rima - produjo un controversia poema que no forma parte de este libro, pero que ha causado, en la poca, reacciones injuriadas de muchos otros poetas que no lo entendieron. Poema que a continuaci n describimos: "ILUSI N DE LA RIMAPoeta, cuando te liberasde la ilusi n arcaica de la rimasabr s comprenderel enigma que Ariadne, la musa de Apolote soplar.......entonces ser s capazde alcanzar una obra maestra...― Evan Do Carmo"Se ha percibido despu s, que, como declaraba su tambi n dolo Fernando Pessoa, el "poeta es un farsante". En la obra CATARSIS este dicho es comprobado a trav s de los variados y bien elaborados versos rimados, como "ser humano", "despert ", "que meta la f sica", adem s de lo ya citado e inspirado "soneto del amor improbable", cl sicamente conducido por l, y del excelente y sorprendente "A Eliot", poema donde el autor se supera y demuestra m s su elaborado talento.Sorbiendo la sabidur a de los escritos de Rimbaud, Goethe, Nietzsche, Fernando Pessoa, Saramago y de tantos otros grandes poetas y fil sofos, Evan do Carmo supo crear su propio estilo literario, original y brillante.Un d a, por supuesto, la literatura brasile a reconocer la importancia de su obra, poni ndola en el nivel a que ya deber a haber sido alzado en el escenario nacional.El libro CATARSIS representa, en ltima an lisis, la s ntesis de la maduraci n literaria de Evan do Carmo. Intenso, creativo, original y profundo.Recomiendo.Ivanildo Batista Chaves. Poeta, autor de la obra, Safira
Catarsis

Catarsis

Evan Do Carmo

Evan Do Carmo
2018
nidottu
CR TICA AL LIBRO "CATARSIS", DE EVAN DO CARMOEl libro CATARSIS, del veterano poeta paraibano Evan do Carmo, es una obra indispensable en la biblioteca de todo lector amante de la poes a. Su calidad ya se anuncia en el excelente pr logo de autor a del talentoso poeta y psic logo Alufa-Licuta Oxoronga, que sacia su hambre po tica degustando las recetas sofisticadas y ex ticas del "Chef" Evan, como an loga y metaf ricamente sinti los bellos versos del autor. As como la sombra del viajero Nietzsche, autor que Evan tanto admira, su alma es poeta y fil sofa, desparramando sus ecl cticos y sensibles poemas en las p ginas receptivas de CATARSIS y extasi ndonos con la profundidad de cada uno de ellos. Se observa en su obra la dicotom a entre la esperanza y la desesperanza, que se queda evidente en el bello "soneto del amor improbable", de influencia claramente VINICIANA, en "desesperaci n y desesperanza" y en "muri la esperanza", entre otros versos. Hay un latente pesimismo nihilista del autor concierne a la nuestra sociedad lograr llegar, o regresar, al est ndar de tica y decoro pol tico y social ideal, preocupaci n que es de todos nosotros. En contrapartida, exalta en muchos versos la vida y la necesidad de sobrepasar el "status quo" de la humanidad, insistiendo en la espiritualidad del hombre, en la eternidad del amor y de la poes a.Sin embargo, el autor no se prende a un solo tema. Dilata su talento en otras motivaciones, viajando, con mucha competencia, desde la metaf sica de la religiosidad y espiritualidad, hasta la de los gestos lascivos de la temporalidad materialista del d bil ser humano, sorprendi ndonos a cada p gina. Deslumbrado, tal vez, un d a - tal cual Vin cius cuando descubri la libertad de hacer versos blancos con la misma calidad y belleza de sus versos cl sicos, huyendo, as , de las limitaciones impuestas por la m trica y por la rima - produjo un controversia poema que no forma parte de este libro, pero que ha causado, en la poca, reacciones injuriadas de muchos otros poetas que no lo entendieron. Poema que a continuaci n describimos: "ILUSI N DE LA RIMAPoeta, cuando te liberas de la ilusi n arcaica de la rima sabr s comprender el enigma que Ariadne, la musa de Apolo te soplar... ....entonces ser s capaz de alcanzar una obra maestra... ― Evan Do Carmo"Se ha percibido despu s, que, como declaraba su tambi n dolo Fernando Pessoa, el "poeta es un farsante". En la obra CATARSIS este dicho es comprobado a trav s de los variados y bien elaborados versos rimados, como "ser humano", "despert ", "que meta la f sica", adem s de lo ya citado e inspirado "soneto del amor improbable", cl sicamente conducido por l, y del excelente y sorprendente "A Eliot", poema donde el autor se supera y demuestra m s su elaborado talento. Sorbiendo la sabidur a de los escritos de Rimbaud, Goethe, Nietzsche, Fernando Pessoa, Saramago y de tantos otros grandes poetas y fil sofos, Evan do Carmo supo crear su propio estilo literario, original y brillante.Un d a, por supuesto, la literatura brasile a reconocer la importancia de su obra, poni ndola en el nivel a que ya deber a haber sido alzado en el escenario nacional. El libro CATARSIS representa, en ltima an lisis, la s ntesis de la maduraci n literaria de Evan do Carmo. Intenso, creativo, original y profundo.Recomiendo.Ivanildo Batista Chaves. Poeta, autor de la obra, Safira
Ensayo Sobre La Locura

Ensayo Sobre La Locura

Evan Do Carmo

Evan Do Carmo
2018
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Se sabe que en todas las sociedades hay locos. Hay personas que se alejaron de sus enterezas de ser. Que pierden el control de sus emociones, causando extra eza a otro. As , a cada elipse hist rico este fen meno es tratado de modo distinto, en una horizontalidad cultural, pol tica y social diferente. A cada grupo una postura, un lenguaje, una convivencia, un cuidado, una acogida o distanciamiento singular. Lo que despierta descubiertas o provoca aprisionamiento.En este libro, Evan do Carmo nos apunta innumerables percepciones acerca de la locura y el coexistir humano. Sea por la representaci n del arrepentimiento, odio, vac o o angustia. Sea por la experimentaci n del abandono, del dolor y de la muerte. Pues, como afirma el autor, "la suma de todas estas carencias" nos conduce indudablemente a un abismo de insignificancia e inutilidad social." Sin embargo, reafirma al autor que "no debemos olvidar que es en la locura que reside la sinceridad del alma."En estos ricos meandros es que Evan do Carmo nos presenta su Ensayo sobre la Locura, argumentando y refutando el propio existir humano. Exponiendo a platos fondos la perversi n y la locura, que, deseable o indeseable nos acerca al vivir.
Laberinto Emocional

Laberinto Emocional

Evan Do Carmo

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2018
nidottu
Prefacio Este prefacio es importante, sobre todo para los lectores principiantes, ya que en l preparo el lector a la descubierta de "Laberinto Emocional", indic ndole sus trazos generales (pero sin difundir las gui adas inesperadas de la obra), y suscitar el deseo de que sigan adelante con la lectura. Puede parecer extra o, erro es verdad. Brasil, pa s con m s de doscientos millones de habitantes, tiene s lo dos mil librar as y la mayor a de sus ciudadanos no gana lo suficiente para comprar una cesta b sica digna, que dir libros, por eso mismo no pueden absorber una m nima porci n literaria. De ah surge la miseria de quien escribe, de los hombres que viven a la orilladle la lujuria para producir algo sustancial. Literalmente hablando, son pocos los enajenados que venden su ideolog a y su creencia en el tesoro po tico-filos fico para que vivan borrachos con el vino de la vanidad. Ellos escriben una gran cantidad de basura destinada a alimentar, como tambi n saciar el apetito de las mentes deformadas por el lisiado social e cultural. Hay los que escriben para millones de rudos que fingen entender lo que leen, mientras otros se satisfacen en escribir para tres o cuatro lectores conscientes que no s lo comprenden como tambi n comparten los pensamientos que absorben. Qu estos recogen en la mies infructuosa? Contesto: muerte prematura, ceguera y suicidio de la incomprensi n. Vale recordar al lector algo muy importante acerca del tema arriba: el autor de "Don Quijote, Miguel de Cervantes ha muerto en la miseria despu s de ser enga ado por el editor de la primera parte de su obra singular". No tengo ning n amigo ilustre, no conozco ning n "inmortal" de la Academia Brasileira de Letras por eso, para que mi libro no saliera incompleto, yo mismo escrib este mini argumento introductorio. Para tal, tuve como referencia el pr logo de Machado de Assis en "Mem rias P stumas de Br s Cubas". Pero muy consciente del objeto de esta mi obra, atar con las corrientes de la indignaci n mi esp ritu cr tico para no cansar lector alg n. No tengo la pretensi n de convencer al lector de que "Laberinto Emocional" se trata de un nuevo fen meno literario, e incluso aconsejo a los se ores que escapen de los dichos fen menos, de cualquier rea de actividad profesional. "Laberinto Emocional" es una obra de borrador e inacabada, tal vez mi punto m s alto que podr a llegar. No quiero hablar mucho del psicol gico de los personajes, ni tampoco entregar de azafate de plata sus cabezas, defectos y desviaciones de conducta. Espero astuto lector, que usted se identifique con alg n personaje, pues "Laberinto Emocional" trae personaje y situaciones comunes del cotidiano, con nuestros defectos y virtudes. Pero vale se alar que mi intenci n es revelar m s defectos que virtudes. Las novelas, no raro, presentan una riqueza de detalles descriptivos. Sin embargo, en "Laberinto Emocional", no he utilizado este expediente psicol gico material, porque cansar a al lector. En Kafka y en Camus podemos verificar que la belleza de sus obras no reside en el sitio o en una cronolog a temporal. El mundo de Proust, al contrario, tal vez por ser m s glorioso, a ade dos conductas, una riqueza inmensurable psicol gica, sobre todo en la disecci n del esp ritu dl celo, y una contextualizaci n hist rica con sus matices materiales. En "Laberinto Emocional" adem s de a adir tales conductas, no hay espacios confortables ni pasajes paradis acos, sin embargo, las alegr as, as como en la vida real son pasajeras y la muerte es un tema constante.
O poeta e um fingidor

O poeta e um fingidor

Evan Do Carmo

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2017
nidottu
MINHA PRESUN O Na poesia, e na escrita, Se acaso eu tivesse uma meta, Uma ambi o insana N o seria superar Homero Nem Shakespeare Nem Cervantes S o mitos e lendas E h sempre uma d vida Quanto a se existiram de fato. Contudo h um esp rito Um poeta maior que Dante Que n o se alcan a facilmente O seu eco de loucura fascinante Nem em sonho ou em del rios Um poeta que a soma de todos estes. Eu se fosse poeta Em meus devaneios S almejaria uma coisa Escrever como um tal Fernando Um esquizofr nico consciente Que em meio a tanta solid o Se superou e deu vida a muita gente. ------------------------Evan do Carmo Jornalista, poeta, escritor e m sico. Autor de 22 livros, editor e dono da Editora do Carmo. Criador do projeto Dez poetas e Eu.
Dez poetas e eu - Primavera

Dez poetas e eu - Primavera

Evan Do Carmo

Evan Do Carmo
2017
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Dez poetas e Eu, um dos trabalhos que mais me deu prazer em sua execu o. Promover a poesia, com o apoio incondicional de dez grandes esp ritos, poetas generosos e supra talentosos. N o posso, contudo, destacar um ou outro a despeito dos demais de igual valor. Mas, o leitor atento saber que alguns s o velhos poetas, gigantes art fices, com larga experi ncia no of cio da poesia, ao passo que n o ser f cil mensurar o talento nato de alguns, que s o jovens poetas, mas que revelam uma maturidade desconcertante em seus poemas, poemas que n o devem nada aos grandes cl ssicos nacionais ou mundiais. Digo, portanto, que poesia tem apenas uma alma. Uma alma que diante do espelho se revela nica. isto que define estes dez poetas, com quem tive a honra de compartilhar este projeto. Ainda devo ressaltar que n o farei um estudo sobre a poesia aqui impressa, pois acredito que a poesia o vinho da exist ncia humana, dela absorvemos o sumo licor da esperan a e da beleza, que nos sustentam diante do caos no homem. Evan do Carmo
Catarse

Catarse

Evan Do Carmo

Evan Do Carmo
2017
nidottu
ENIGMA L RICO Em seu sorriso melanc lico, vi um fatalismo t cito seguido de um sil ncio morno incompreens vel Subitamente revelou-se o crep sculo de um mito, o fim da ilus o dolorosa... A resseca dionis aca do um festejo carnal, onde quase virou apoteose de um carnaval em Veneza... Encenamos um ato da trag dia goethiana a morte do sonho mascarado que fez do mendigo de Fausto um Rei Lear, em seu apogeu glorioso de terna insanidade e lucidez antes da trai o l rica da musa ao poeta da divina com dia do amor plat nico.
O Cadafalso

O Cadafalso

Evan Do Carmo

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2017
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guisa de informa o: As imagens dos autores aqui expostas n o t m nada a ver com os textos que s o todos do autor deste livro. As imagens aqui presentes t m um objetivo: ilustrar e tamb m revelar alguns dolos e fontes de inspira o do autor. Todos os poemas deste livro foram feitos no Rio de Janeiro, num per odo de dois meses, Em 2009. E s o todos dedicados Ariadne A musa dionis aca de Nietzsche Que para mim a liberdade po tica absoluta, atingida apenas neste livro. Evan do Carmo
Dez poetas e eu vol 10

Dez poetas e eu vol 10

Evan Do Carmo

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2017
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Dez poetas e Eu, um dos trabalhos que mais me deu prazer em sua execu o. Promover a poesia, com o apoio incondicional de dez grandes esp ritos, poetas generosos e supra talentosos. N o posso, contudo, destacar um ou outro a despeito dos demais de igual valor. Mas, o leitor atento saber que alguns s o velhos poetas, gigantes art fices, com larga experi ncia no of cio da poesia, ao passo que n o ser f cil mensurar o talento nato de alguns, que s o jovens poetas, mas que revelam uma maturidade desconcertante em seus poemas, poemas que n o devem nada aos grandes cl ssicos nacionais ou mundiais. Digo, portanto, que poesia tem apenas uma alma. Uma alma que diante do espelho se revela nica. isto que define estes dez poetas, com quem tive a honra de compartilhar este projeto. Ainda devo ressaltar que n o farei um estudo sobre a poesia aqui impressa, pois acredito que a poesia o vinho da exist ncia humana, dela absorvemos o sumo licor da esperan a e da beleza, que nos sustentam diante do caos no homem. Evan do Carmo
Elogio a Loucura de Nietzsche

Elogio a Loucura de Nietzsche

Evan Do Carmo

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2017
nidottu
Escrever sobre Nietzsche uma temeridade audaciosa, especular seu pensamento dial tico cortante, de dimens o cicl pica que examina a nudez at do nada, exige independ ncia de esp rito e intelecto vigoroso. Pois mergulhar no caos absurdo dos dogmas e romper sagrados tabus milenares, n o tarefa para fracos genuflexos rezadores. A ess ncia da sua filosofia reflete o silogismo da f raciocinada. Nele n o h medo, nenhum receio devoto de ofender os deuses de fogo ou de pedra, nenhum temor beato de passar por cima de preconceitos m sticos superados e exigir, fora da supersti o e da idolatria hip crita, a an lise reveladora da verdadeira exeg tica religiosa. O manique smo estereotipado pequeno-burgu s que separa Deus do homem, c u, do inferno; o certo, do errado, tolo, insensato. Porque tudo se sustenta pelos opostos: da inconst ncia brota o que firme como uma rocha, do sonho nasce a realidade (o avi o prova). O que torna imposs vel a separa o definitiva em compartimentos, lacunas estanques. A met fora do tabuleiro de xadrez ilustra bem a quest o. Pois o ritmo do universo ondula na curvatura relativa da luz cintilante na noite eterna. A dualidade comanda os ciclos da vida; como no p ndulo, do bem para o mal, alterna raz o apol nea; ora, impulsividade dionis aca. Que movimento pode ser d namo absoluto? A energia c smica sinuosa como uma cobra, este s mbolo da medicina, a contradi o do veneno no ant doto, o paradoxo do dem nio no anjo, a discrep ncia do homem comum diante do Super-homem. Por isso, a luta, o embate de contr rios, a virtude m xima. E bom ideal l cito aquilo que triunfa, atravessa abismos, vence a obscuridade do mito da caverna, supera os piores pesadelos do apego animal, anula, com a determina o da vontade pr pria aut ntica, os instintos inerentes ao rebanho humano med ocre. Enquanto mau, detest vel, repulsivo aquilo que cede pusil nime e fracassa. o que Evan do Carmo preconiza no seu livro, nesse formid vel Elogio Loucura de Nietzsche. Incorpora as teses controversas do grande fil sofo germ nico e as repassa para o leitor direto de Zaratustra em tom de conversa cativante. O livro uma vers o livre, com elementos liter rios, do perfil filos fico de Zaratustra, suas andan as e falas de sabedoria, sua busca da epifania verdadeira. A linguagem apresenta tra os estil sticos reveladores das v rias leituras do autor, Evan do Carmo, um erudito poeta disc pulo de Nietzsche. Que consegue atrelar com bastante engenhosidade sua vis o de mundo aos ensinamentos hauridos na doutrina da Gaia Ci ncia. O resultado uma s rie de relatos curiosos, um tanto aleg ricos das aventuras do seu Zaratustra por um mundo ins lito pleno de montanhas m gicas e desafios cabal sticos. A obra apresenta conte do ecl tico: alus es B blia, refer ncias aos grandes autores universais (Homero, Virg lio, Dante, Milton e Cam es) conhecimento freudiano da psicologia moderna, e o forte en rgico pensamento m tico do Super-Homem de Nietzsche. Por isso, n o se constitui leitura f cil e fluente, exige intelig ncia l cida, perspicaz, arguta. Pois a complexidade eloquente de Nietzsche, s vezes, confunde e desorienta. Sua brilhante loucura de g nio iluminado seduz e arrebata, de t o estranha e inquietante. Cuidado perigoso qualquer contato com tal gnose. Elogio loucura de Nietzsche sincretiza Erasmo de Roterd , Spinoza, Schopenhauer, como cita es obrigat rias compreens o ideal de Zaratustra. Assim, Evan do Carmo oferece ao leitor um roteiro sinuoso, mas empolgante para entender a ess ncia arquet pica do fil sofo que concebeu o mito do Super-Homem. Leitura oportuna e necess ria, a obra agrada, provoca, exige apuradas reflex es, misto de literatura e ensaio filos fico, n o pode ser lida superficialmente, merece exame profundo da sua mensagem questionadora das contradi es ticas e morais da humanidade.
Dez Poetas e Eu vol 8

Dez Poetas e Eu vol 8

Evan Do Carmo

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2017
nidottu
Do Editor Dez poetas e Eu, um dos trabalhos que mais me deu prazer em sua execu o. Promover a poesia, com o apoio incondicional de dez grandes esp ritos, poetas generosos e supra talentosos. N o posso, contudo, destacar um ou outro a despeito dos demais de igual valor. Mas, o leitor atento saber que alguns s o velhos poetas, gigantes art fices, com larga experi ncia no of cio da poesia, ao passo que n o ser f cil mensurar o talento nato de alguns, que s o jovens poetas, mas que revelam uma maturidade desconcertante em seus poemas, poemas que n o devem nada aos grandes cl ssicos nacionais ou mundiais. Digo, portanto, que poesia tem apenas uma alma. Uma alma que diante do espelho se revela nica. isto que define estes dez poetas, com quem tive a honra de compartilhar este projeto. Ainda devo ressaltar que n o farei um estudo sobre a poesia aqui impressa, pois acredito que a poesia o vinho da exist ncia humana, dela absorvemos o sumo licor da esperan a e da beleza, que nos sustentam diante do caos no homem. Evan do Carmo
Dez Poetas e Eu - vol 7

Dez Poetas e Eu - vol 7

Evan Do Carmo

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2017
nidottu
Do Editor Dez poetas e Eu, um dos trabalhos que mais me deu prazer em sua execu o. Promover a poesia, com o apoio incondicional de dez grandes esp ritos, poetas generosos e supra talentosos. N o posso, contudo, destacar um ou outro a despeito dos demais de igual valor. Mas, o leitor atento saber que alguns s o velhos poetas, gigantes art fices, com larga experi ncia no of cio da poesia, ao passo que n o ser f cil mensurar o talento nato de alguns, que s o jovens poetas, mas que revelam uma maturidade desconcertante em seus poemas, poemas que n o devem nada aos grandes cl ssicos nacionais ou mundiais. Digo, portanto, que poesia tem apenas uma alma. Uma alma que diante do espelho se revela nica. isto que define estes dez poetas, com quem tive a honra de compartilhar este projeto. Ainda devo ressaltar que n o farei um estudo sobre a poesia aqui impressa, pois acredito que a poesia o vinho da exist ncia humana, dela absorvemos o sumo licor da esperan a e da beleza, que nos sustentam diante do caos no homem. Evan do Carmo
Dez Poetas e Eu vol 9

Dez Poetas e Eu vol 9

Evan Do Carmo

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2017
nidottu
Do Editor Dez poetas e Eu, um dos trabalhos que mais me deu prazer em sua execu o. Promover a poesia, com o apoio incondicional de dez grandes esp ritos, poetas generosos e supra talentosos. N o posso, contudo, destacar um ou outro a despeito dos demais de igual valor. Mas, o leitor atento saber que alguns s o velhos poetas, gigantes art fices, com larga experi ncia no of cio da poesia, ao passo que n o ser f cil mensurar o talento nato de alguns, que s o jovens poetas, mas que revelam uma maturidade desconcertante em seus poemas, poemas que n o devem nada aos grandes cl ssicos nacionais ou mundiais. Digo, portanto, que poesia tem apenas uma alma. Uma alma que diante do espelho se revela nica. isto que define estes dez poetas, com quem tive a honra de compartilhar este projeto. Ainda devo ressaltar que n o farei um estudo sobre a poesia aqui impressa, pois acredito que a poesia o vinho da exist ncia humana, dela absorvemos o sumo licor da esperan a e da beleza, que nos sustentam diante do caos no homem. Evan do Carmo
O Autodidata

O Autodidata

Evan Do Carmo

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2016
nidottu
N o somos livres... Somos humanos. Para quem deseja um mundo melhor, imperativo que se esforce para que este seu desejo se torne evidente para quem lhe escuta. H , portanto, um entrave entre o querer e o ser, "o ser e o nada." Somos aquilo que transparecemos quando n o estamos sendo observados por algu m com autoridade e crivo para nos mensurar. O homem no ntimo, aquele que pensa e n o realiza, deseja e n o tem coragem de abra ar os desejos mais latentes na alma. Este o que de fato somos e n o admitimos. Esta nossa vontade de auto superar o que nos conduz ao sonho, ao ut pico, ser o que queremos e n o o que permitimos ser criado pela coer o social. O fruto do meio. O nativo preconceituoso que n o permite o diferente. O existencialismo Sartriano n o peca ao cognominar o homem de dono dos seus pr prios passos, a mesma ideia b blica do livre-arb trio. Cumpre ainda relembrar aos nossos pares que, al m de donos do nosso caminho, somos ainda supra capazes de influenciar o caminho dos nossos semelhantes. Nenhuma a o pode ser praticada isoladamente sem causar danos nos observadores. neste impasse que reside a felicidade de muitos, desejos que n o podem vir luz, pois causaria preju zo irrepar vel aos menos evolu dos. Alguns te ricos tentaram com seus pensamentos infundir coragem em muitas gera es passadas, mas nunca encontraremos nem mesmo em romances ou em tomos filos ficos, um homem totalmente livre para dizer e fazer o que pensa em secreto. Na literatura, por exemplo, n o reconhe o nenhum super-homem, exceto na filosofia insalubre de Nietzsche. Mesmo o Cavaleiro Cervantesco passa-nos uma ideia de autossuficiente, mas suas boas a es provam-nos que mais humano que muitos mortais. Se formos al m dos textos humanos, para pesquisar os deuses, tamb m veremos que eles demonstram mais medo da liberdade suprema que suas criaturas... N o h ser livre que n o ame a ponto de se tornar escravo de algu m ou de alguma coisa. Mesmo os mais libert rios se tornaram escravos dos seus desejos de ser livre, em nome de sua liberdade muitos escravizam semelhantes. N o menos escravo aquele que se torna ditador do que aquele que aceita ser guiado por uma doutrina dita libert ria.