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Kirjailija

Fernando Vaz

Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 23 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2016-2026, suosituimpien joukossa Lição de casa (e de liberdade): Poesias. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.

23 kirjaa

Kirjojen julkaisuhaarukka 2016-2026.

Lição de casa (e de liberdade): Poesias

Lição de casa (e de liberdade): Poesias

Fernando Vaz

Independently Published
2016
nidottu
A poesia est viva no cotidiano, no dia a dia. Pode n o ser consumida, pode n o ser percebida, mas existe, dentro de cada um de n s que s n o nos damos conta dela porque n o nos damos tempo de olhar para dentro de n s mesmos. Com isso, ignoramos a poesia que nos habita e o poeta que somos. lament vel que isso aconte a, porque a poesia sempre anda frente de seu tempo: toda vez que nova verdade se imp e, descobre-se que algum poeta j a havia enunciado em versos. Como, mesmo sem o saber, todo homem poeta, grande a riqueza que se esperdi a quando cada um n o percebe sua pr pria poesia. Este "Li o de casa (e de liberdade)" foi escrito como proposta de mostrar aos jovens essa realidade; para despertar o poeta que o habita; para abrir seus olhos para a poesia do dia a dia que est em sua casa e em suas coisas.
É proibido ser diferente!

É proibido ser diferente!

Fernando Vaz

EDITORA FTD S.A.
2022
nidottu
As hist rias da cole o Looping despertam a reflex o dos leitores e permanecem na imagina o, com um visual cativante e original. Em cada t tulo, o jovem descobre que, apesar de o mundo s vezes ficar de cabe a para baixo, h sempre uma aventura a ser encarada e uma descoberta a ser feita. A vida d voltas, mas segue adiante.
Pacífico Brasileiro: Romance

Pacífico Brasileiro: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
"Pac fico Brasileiro" se constitui num painel da hist ria pol tica e social brasileira de 1945 a 1993. O narrador Pac fico, ora l rico, ora amargo, relembra sua hist ria pessoal e familiar, ambas profundamente marcadas por acontecimentos hist ricos que se constituem na linha de tempo do romance que retrata com fidelidade usos e costumes de um Brasil que sofria grandes e r pidas transforma es econ micas ao lado de pequenas e lentas mudan as comportamentais. Ora ir nico, ora pat tico, Pac fico Brasileiro de Souza, o personagem-narrador, a exemplo de tantos outros no mesmo per odo, se viu absurdamente perseguido pela Ditadura Militar. Para preservar sua vida, viu-se obrigado a entrar na clandestinidade e, n o logrando exilar-se no exterior, amargou todo o seu ex lio aqui, na pr pria p tria. Por conta das ambiguidades ticas e pol ticas da classe m dia a que pertence, Pac fico vive paix es fortes e vacilantes, como o amor juvenil por Margarida, o c modo amor ocasional por Mar lia, o amor conveniente por uma jovem bonita afeita maconha. Por fim, igualmente titubeante o seu relacionamento com sua enteada Val ria, relacionamento que levou o autor a escrever o infantojuvenil, "Amor, complicado amor ", para aprofundar a an lise da conviv ncia de padrasto e enteada adolescente.
Fogo de letras mortas: Romance

Fogo de letras mortas: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
"Fogo de letras mortas", escrito em 1.988, no calor dos acontecimentos uma an lise fria da realidade brasileira. Fl vio, o personagem-narrador, t pico brasileiro da classe m dia ascendente da d cada de 70, que depois de uma desilus o com sua carreira universit ria, rev sua hist ria pessoal e de forma o e constata que suas ideias t m profundos v nculos com a realidade e que cada uma delas corresponde a determinada fase de sua vida que, por sua vez, est absolutamente intrincada com os acontecimentos hist ricos e pol ticos. Assim, ao reexaminar seu amadurecimento psicol gico e intelectual, tra a verdadeiro painel da vida social e pol tica brasileira de 1.964 a 1.988, ou seja, do Golpe de Estado de 1.964 ao fim da Ditadura Militar com a elei o indireta de Tancredo Neves e posse de seu vice Jos Sarney. Ocorre que, em sua vis o, a Ditadura Militar n o se encerra, apenas troca de roupa e se transforma em tirania civil.
O ponto obscuro: Romance

O ponto obscuro: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
Mateus narra suas aventuras, venturas e desventuras, de menino problema de humilde classe m dia a importante "consultor de seguran a" nacionalmente conhecido. Tudo come a na noite de seu anivers rio de 16 anos, quando, para n o presenciar a discuss o dos pais a respeito de seu futuro, vai ao Gran Circus Sulamericanus. Ent o, uma incr vel hist ria de amor e sexo leva-o a fugir de casa para acompanhar o circo e, inexplic vel e obscuramente, se tornar "colaborador" da Pol cia, primeiro no mundo do tr fico de drogas, depois na repress o pol tica da Ditadura Militar. Marcantes personagens, como o depressivo an o Pimenta e sua esposa, a mulher-boneca Ritinha; a gil trapezista Tatiana, o pr prio Mateus, personagem-narrador e corruptas figuras da burocracia policial. O enredo transcorre de 1.966 a 1.994, per odo da hist ria brasileira que vai do auge da repress o pol tica da Ditadura Militar ao primeiro governo civil eleito diretamente e terminado traumaticamente pelo impeachment. Corrup o pol tica e policial, deteriora o dos costumes e simbiose nefasta entre a pol cia e o crime s o pano de fundo dessa incr vel hist ria que, apresentada na forma e no ritmo de romance policial, n o deixa de ser uma s ria e profunda reflex o cr tica da realidade brasileira.
Amor, complicado amor: Romance

Amor, complicado amor: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
"Amor, complicado amor" um estudo psicol gico do relacionamento entre uma enteada, Val ria, e seu padrasto, Pac fico. Tudo se passa num momento em que o Brasil, depois da amarga experi ncia da Ditadura Militar, procura se explicar e se reencontrar diante da dif cil necessidade de impedir o primeiro Presidente eleito pelo voto direto; no entanto, esse tamb m um momento confuso e dif cil para Val ria, que amadurece, e sentimentos infantis cedem espa o aos da maturidade, gerando conflitos que podem levar a insuspeitados desfechos e inconfess veis devaneios. "O caminho at o quarto pareceu infinito. Val ria tinha a impress o de que pisava e repisava na pr pria consci ncia. Os dias esquecidos voltavam um a um, at aquele em que a presen a de seu pai se fazia imensa e enorme. Por m, o come o de tudo n o estava a , ia al m, muito al m, num inalcan vel dia anterior a ela e a Pac fico, a Tito e a sua m e, a seu pai e a Marcelo. Um dia anterior aos que ficaram e aos que se foram."
O circo da pátria: Romance

O circo da pátria: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
"Ah, as apar ncias Era isso, essa vontade de destruir as apar ncias, de desnudar e humilhar o ser humano, mostrando como ele triste e fraco, podre e pobre por baixo das apar ncias. Era isso que me atra a queles encontros em que, pra me sentir forte, eu precisava me humilhar na subservi ncia e na n usea, experimentar o sabor azedo do nojo, pra ter uns curtos momentos de gl ria, em que, nu, prostrado e recolhido pr pria insignific ncia animal, o ser humano, homem ou mulher, abre m o do poder de sua riqueza por um simples instante de gozo. "Ah, as apar ncias O nojo por tr s do gozo, a corrup o por tr s do poder, a mis ria como alicerce da riqueza. "Ah, as apar ncias " Com essas palavras amargas e ir nicas, Stella Maris reflete sobre a vida e sobre si mesma. N o poderia haver palavras mais apropriadas para uma mulher cuja trajet ria vai de empregada dom stica, prostituta, strip-teaser, artista de circo e, finalmente, celebridade com direito a concorrer a uma cadeira na Assembleia Nacional Constituinte de 1987. Como se depreende da leitura, de l para c , pouca coisa mudou na vida brasileira; talvez alguns v cios tenham se arraigado ainda mais e alguns processos se aperfei oado. Mas, em ess ncia, tudo continua como dantes no quartel de Abrantes.
A Ressaca dos Anjos: Romance

A Ressaca dos Anjos: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
O inominado narrador de "A ressaca dos anjos" seu mais importante personagem. Ressentido funcion rio p blico, afeito ao fuxico e intriga, ao mexerico e maledic ncia, por ressentimento e despeito vive espreita do lado vil e desprez vel das rela es sociais, em busca de dados para uma hist ria da inf mia da cidade, que nunca vai escrever. No entanto, narra o epis dio vivido (ou desvivido) por S lvia, uma jovem estudante que, a convite dos tios, vai passar o carnaval de 1971 em Santa Rita do Passa Quatro e, com essa narrativa, escreve, sim, a hist ria de uma secreta inf mia, n o apenas da cidade, mas do per odo mais violento da Ditadura Militar, sob o governo ufanista do General Em lio Garrastazu M dici.
Defuntos não mandam cartas: Romance

Defuntos não mandam cartas: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
Ao mesmo tempo em que tenta entender o conflito que a fez se afastar de sua fam lia, C ndida narra sua investiga o para encontrar o pai de sua amiga Camila. Dentre outras coisas, descobre que ambas viviam o mesmo conflito: "Gozado, voc gostaria de ter seu pai por perto, apesar da fraqueza dele, enquanto eu sa de perto do meu por conta de sua firmeza. " Para espanto da pr pria C ndida, ao final de tudo, ela percebe que tinha aprendido muito. E tamb m amadurecido: "...eu sentia saudade de mim mesma, da C ndida que eu j n o era, da estudante que, por causa de estranhas cartas an nimas, saiu procura do pai de sua superamiga Camila, na ilus o de que, encontrando-o, tamb m encontraria o seu. " Livro de ritmo eletrizante, cheio de aventuras e descobertas, que tem como pano de fundo o processo de forma o, de entendimento e compreens o do mundo e da vida.
Plural majestático: Contos

Plural majestático: Contos

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
"Plural Majest tico", reuni o de contos da segunda metade da d cada de setenta, retrata a postura do movimento liter rio engajado que se opunha n o s Ditadura Militar, mas tamb m ao academicismo e ao establishment liter rio. Correta e rapidamente, essa literatura foi rotulada de marginal, porque, apesar do conte do e da qualidade est tica, n o encontrava espa o na imprensa, na academia ou no mundo editorial; seus autores ganhavam a vida em profiss es sem quaisquer v nculos com as letras e a mera publica o de seus textos era um ato de rebeldia. Com a mesma rapidez com que surgiu o r tulo "marginal", se iniciou um movimento de coopta o e apropria o dos valores desse movimento, e, em pouco tempo, acad micos, jornalistas e outros agentes culturais se apropriaram de seu apelo e de sua for a, rotulando-se tamb m de "marginais" e, assim, os marginais verdadeiros foram esquecidos nos escaninhos da hist ria e substitu dos por "marginais" com cargos acad micos, postos de trabalho na burocracia cultural, de tal maneira que, hoje, fica dif cil definir e avaliar esse movimento que foi muito forte e vivo, puro e saud vel. Por fidelidade ao clima e aos ideais da poca, "Plural Majest tico" permanece exatamente como nasceu, com todas as virtudes e defeitos, ideol gicos e formais, ticos e est ticos. Sua leitura permite sentir e avaliar o esp rito daquele esquecido ou descaracterizado movimento, permite vislumbrar o esp rito de contesta o radical, a vontade de apreender e retratar a sociedade com uma vis o fruto mais de um "n s" que de um "eu" po tico, cujo foco narrativo ora uma esp cie de consci ncia social ou at mesmo o mero fuxico das pequenas cidades do interior de S o Paulo. No mais, a maioria desses contos foram publicados em jornais e peri dicos da poca e quase todos foram premiados nos muitos concursos que pululavam no Brasil de ent o.
A mansão dos mortos: Romance

A mansão dos mortos: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
Z M rio resolve esclarecer os mist rios que envolvem um im vel considerado maldito no bairro e que a popula o chamava de "A Mans o dos Mortos", onde se ouviam gritos, choros e risadas dos atormentados esp ritos dos antigos moradores. O pessoal do bairro nem se aproximava do casar o, mas Z M rio, pelas m os do estranho professor Ros rio, entra em seu pomar e, a partir de ent o, se d conta de que, meio a contragosto, estava metido numa situa o confusa da qual tenta se desvencilhar sem desfazer a adquirida fama de corajoso. Com isso, se v envolvido num enrolado novelo de mist rios, maledic ncias e mal-entendidos, que acaba desenrolando com a ajuda de Sardentinha, a nova amiga por quem descobre que sente algo mais que amizade.
Uma personagem rebelde: Novela

Uma personagem rebelde: Novela

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
"Uma personagem rebelde" narra o relacionamento do autor com sua personagem que se recusava a realizar o destino a ela planejado pelo autor. Um trabalho sobre a autonomia da personagem de fic o que muito ensina ao autor e arranca-lhe interessantes reflex es, como: "O tom de acusa o me deixou perplexo: Selma dizia que, para maior pujan a e brilho de minhas ideias, eu assassinava personagens. Uma acusa o pesada para qualquer ficcionista que leva a s rio o seu trabalho. Pensei em todos os romances que tinha escrito e me surpreendi com a quantidade de mortes e enterros. Por m, n o havia um nico suic dio. Por que, ent o, exigir isso de Selma? " "Fichei o caderno de Selma. Uma ang stia esmagava meu peito. Puxa vida, essa menina tinha vivido tudo isso e eu sequer tinha notado Uma estranha sensa o de culpa me invadiu: afinal, n o fosse eu ter escrito "O Ciclo da Soja", n o haveria Selma nem essa dolorida experi ncia de vida. " Enfim, a personagem defendia seus direitos com argumentos irrespond veis, como: "todo o dinheiro do mundo, apesar das apar ncias, n o compra a felicidade, que, no fundo, sermos o que queremos ser e n o o que desejam que sejamos nem o que pensam que somos". Vale ressaltar a discuss o sobre a fun o das obras ficcionais: "fazer fic o contar uma grande mentira para dizer uma enorme verdade que, se dita de outra forma, n o vai ser aceita em nenhuma hip tese". No entanto, a liberdade de "mentir" deve ser equilibrada para que o autor n o possa ser achacado com a acusa o feita por Selma: "voc o mais relapso dos romancistas: mergulha na realidade e se esquece da fic o". Embora "Uma personagem rebelde" tenha um v nculo umbilical com "O ciclo da soja", a leitura de um n o pressup e nem exige a do outro, apesar de os livros esclarecerem os universos de um e de outro.
O creme perfeito: Novela

O creme perfeito: Novela

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
- Ent o, n o creme, crime. - Isso, o creme um crime. A partir desse di logo, um grupo de meninos tentam desvendar o mist rio que existia na cozinha da escola, dirigida por um estranho professor de qu mica. Os meninos se envolvem nessa investiga o para, finalmente, chegar a surpreendentes e inimagin veis conclus es.
Navegar é preciso: Romance

Navegar é preciso: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
Escrito numa poca em que, timidamente, os computadores de uso pessoal come avam a entrar no cotidiano brasileiro, "Navegar preciso" narra as aventuras da corajosa Maruska, adolescente que, numa choperia, em companhia de um grupo de amigos, testemunha um crime b rbaro e brutal. Traumatizada, fica com medo de sair de casa e, assim, descobre a internet, os chats, as salas de bate-papo, onde trava rela es com um mo o que se diz poeta e se identifica pelos codinomes de Rimbaud ou Whitman. Esse relacionamento desperta sentimentos em Maruska que deseja se encontrar com seu amigo e, no entanto, percebe que ele foge desse encontro. Ent o, faz o poss vel e o imposs vel para se encontrar com o rapaz, mesmo contra a vontade dele. Encontro cheio de surpresas. O romance trata criticamente de problemas cruciais e sempre atuais para os jovens, como representa o de pap is sociais e autoaceita o, alcoolismo e uso de drogas, rela es familiares e rela es sociais, a mentira e a verdade, o mundo real e o mundo imagin rio, dentre outros. E tudo pincelado com um alguma poesia.
O estranho doutor Pimenta: Romance

O estranho doutor Pimenta: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2017
nidottu
Uma professora de hist ria pede um diferente trabalho: os alunos escolher um logradouro e pesquisar em equipe quem tinha sido a personalidade que lhe dava nome. Por raz es alheias ao trabalho, mas pr prias do cora o, Marcelo escolheu doutor Augusto Roberto Pimenta, que emprestava seu nome a uma pra a num bairro popular. Ele e seus companheiros come am a ter surpresa ap s surpresa, pois descobrem que ningu m sabia nada a respeito dessa figura. E, medida que v o se obtendo informa es, os jovens se veem no mago de um verdadeiro mist rio policial que envolve pol tica, corrup o e chocantes crimes que o grupo acaba desvendando por completo. Da mesma forma, v m tona as subterr neas raz es da escolha daquela personalidade e a dos companheiros de grupo de trabalho.
Poemas da gente: Poesias

Poemas da gente: Poesias

Fernando Vaz

Independently Published
2016
nidottu
O Golpe de Estado de 1964 e seus desdobramentos tornaram o Brasil num pa s bin rio, dividido entre os apoiadores da "Redentora", como era denominada a dita "Revolu o de 64", e os "subversivos". Na segunda categoria, se enquadravam todos aqueles que n o marchavam conforme a ordem unida emanada do quartel general instalado no Pal cio do Planalto. Essa fissura atingiu todas as manifesta es sociais; a literatura, como um todo, e, em particular, a poesia, que se manifesta de qualquer maneira e em qualquer circunst ncia, n o ficou de fora. Assim, assistimos conviv ncia de duas vertentes po ticas: uma excessivamente formal, que substitu a os temas vitais por meras discuss es t cnicas, e outra, s vezes completamente escrachada, que se tornou a manifesta o do inconformismo: se era poss vel censurar a imprensa, a c tedra e o mercado editorial, n o se lograva censurar a manifesta o po tica em seu estado puro de incontrol vel explos o sem peias nem medidas. Por isso, durante o per odo mais acerbo da Ditadura militar essa segunda vertente da poesia passou a ter papel preponderante, porque havia se tornado numa das raras maneiras de os inconformados se expressarem. Com isso, surgiu uma poesia p blica, centrada muito mais num "n s" que num "eu" po tico. Uma poesia mais de conte do que de forma. E essa poesia conseguiu tr nsito na imprensa, no mundo editorial marginal e na vida universit ria. Acabou se tornando conhecida como "poesia marginal". "Poemas da Gente" livro desse tempo, at o t tulo denuncia o car ter p blico e popular da poesia nele contida; e sua organiza o confirma isso: "Primeira pessoa do singular", "Voc e ele: segunda pessoa" e "Encontro: primeira pessoa do plural". L gico, a linguagem tinha de ser o portugu s tipicamente brasileiro, que mistura a segunda e a terceira pessoas do singular. Todos os poemas foram escritos entre 1.969 e 1.981, todos foram publicados em jornais e revistas da poca, da imprensa estabelecida ou alternativa. Tamb m conv m notar que a maioria foi premiada nos muitos concursos que eram comuns na poca.
O ciclo da soja: Romance

O ciclo da soja: Romance

Fernando Vaz

Independently Published
2016
nidottu
Em "O Ciclo da Soja", Jo o Borracha narra como, depois de ter migrado com sua fam lia do interior do estado do Paran para o interior do estado de S o Paulo, depois ter conhecido a humilha o do desemprego e da pobreza, se torna um ginasta "profissional", em Ribeir o Preto, no Col gio Nova Dimens o, onde conhece Selma. Ela tamb m ginasta dedicada e talentosa. Esse relacionamento se transforma em amor. O que Jo o Borracha contava que a sua situa o s cioecon mica seria empecilho para a realiza o desse sonho de amor. Mas ele e Selma lutam com toda a garra e nimo para superar todos os obst culos. O romance trabalha com problemas e preconceitos sociais ainda existentes no Brasil, como segrega o social, injusti a nas rela es de trabalho, preconceito econ mico; desde sua publica o, tem vendido sucessivas edi es, foi estudado e discutido por v rias gera es de estudantes.