Kirjailija
Francisco de Assis Brito
Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 12 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2013-2020, suosituimpien joukossa Cadê a Minha Alma Gêmea. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.
12 kirjaa
Kirjojen julkaisuhaarukka 2013-2020.
Hist ria de sete mulheres que tinham tudo que o dinheiro podia comprar, mas viviam infelizes por n o ter um grande amor. Cada uma a seu jeito, cada uma delas decidiu encontrar o homem de sua vida. Cada uma delas usou o seu poder sexual para conquistar o homem que considerou ser especial para com ela casar. E para o seduzi o seu homem, cada uma delas deu a ele sexo e prazer, com um nico objetivo: casar-se com ele. Est o reunidas sete hist rias rom nticas com tramas er ticas, onde o amor ponto alto da vida de cada uma daquelas sete mulheres. Fica evidente, portanto, que mulher n o s sexo, elas querem amor e sexo, nessa ordem. Cada uma delas preencheu o vazio e a falta de contato f sico com o sexo oposto. O contato f sico com um homem fundamental para que a mulher se sinta viva. Se ela fica sem namorado, o cora o reclama a falta de amor e sexo. Mas elas sabiam que os homens n o querem mulheres orientadas para fam lia, eles querem periguetes que fa am sexo com eles no primeiro encontro. Mas cada uma delas soube como dosar a qu mica do sexo. Elas sabiam que nem tudo um mar de rosas. Cada uma usou a sua intelig ncia emocional para tornar cada um daqueles homens viram nelas somente peitos e bundas, como se elas fossem objetos de sexo. Aquelas sete mulheres deram um basta na solid o, e foram para o ataque, usando as mesmas t ticas do homens. Ela se prepararam para seduzir os homens que lhes parecerem serem "homens especiais". Foram fazer gin stica, fitness, fitcross training, corrida, pilates, entre outros tipos de exerc cios f sicos, al m de fazerem gin stica ntima (pompoarismo) tudo porque elas precisavam manter o corpo bonito para agir com autoestima. Todas elas buscaram fazer gin stica ntima para saber como fazer sexo prazeroso para cativar o seu homem. E somente quando tiveram a chave do cora o de um deles, elas deram a eles a chave de seu cora o e de suas vaginas. Cada uma daquelas mulheres queriam n o somente divers o e fogos de artif cios sexuais, elas queriam rela es de luz de sentimentos com o homem que se dispussesse em saltar de cabe a no seu oceano de amor. E cada uma aprender a escutar o cora o antes de se lan ar s tormentas do amor. Quem se disp e a amar estar sujeito a ouvir muitos suspiros e aiais que poder o ser de prazer ou de dor. Cada uma delas sabia que sem sexo nenhuma mulher conquista um homem, ent o elas decidiram dar o que elas tinham de melhor para conquistar os homens que elas escolheram: sexo e prazer. Quando o sexo bom, o homem sempre quer se casar com a mulher. A ele se torna escravo do que ela tem entre as pernas: a boceta. Ele n o tem sono, n o dorme, torna-se escravo do sexo da mulher. Aquelas sete mulheres recriaram seus homens segundo seus prazeres sexuais e os tornaram escravos de suas xoxotas. Elas n o fizeram somente sexo, elas os tornaram n ufragos na ondula o de seus corpos e na profundidade dos oceanos de suas vaginas. O que subentende que quanto mais elas davam o que os seus pares queriam, mais eles se tornavam seus escravos, mais aumentavam seus ci mes e medo de perd -las. O jeito foi cada baixar suas armaduras e fazerem o que elas queriam deles: casar. Sob a gide do prazer sexual, aquelas setes mulheres mostraram que aqueles sete homens se tornaram cordeiros mansos diante dela. Elas n o eram somente inteligentes e bonitas, elas tinham a for a entre as coxas. A conclus o que elas chegaram: Mulher n o precisa brigar nem falar alto com o seu homem, ela s precisa saber foder com prazer ter os homens a seus p s. E ela passaram a pensar em sexo mais de vinte vezes ao dia para planejar v rias posi es sexuais e mostrar os caminhos do seu ponto G e de seus orgasmos. Cada uma descobriu que podia se tornar uma mulher org stica. Toda noite, cada uma daquelas mulheres sabia o que fazer para tornar o seu marido um her i ao ter nova ere o para copular com elas antes de dormir e pela manh , quando eles aco
Quero amar e ser amada
Francisco de Assis Brito
Createspace Independent Publishing Platform
2015
nidottu
O mundo est alvoro ado, n o se tem mais tempo para o amor, como se as pessoas vivessem em constante s ndrome do afogado - uma esp cie de viver exposto a riscos iminente. Estamos em plena Era Digital. Hoje poss vel viver no Brasil e ter uma namorada na China, na R ssia, na Ucr nia, em Maldovia (Kishinev), na It lia, na Alemanha ou em qualquer parte do mundo, mantendo uma comunica o em tempo real via internet. Com os sites de relacionamentos internacionais e nacionais poss vel conhecer mulheres e homens, namorar e at casar. grande o n mero de pessoas que conheceram seus pares na internet e se casaram. As pessoas n o precisam mais sair de casa para procurar o amor, tem-se diversos sites de relacionamentos disposi o das pessoas solit rias que precisam ter um amor para serem felizes. Apesar da correria di ria das pessoas, cada vez mais sentido que as pessoas est o se dando conta que o tesouro principal do ser humano n o o dinheiro nem o poder ou um estilo glamouroso e carros novos, mas o amor e o sexo seguro com quem ama. E para isso preciso levar o amor e o relacionamento a s rio como prioridade. Ningu m feliz sem amor. importante saber que n o poss vel encontrar uma pessoa perfeita, j que estamos sempre mudando de atitude e de gostos, cometemos erros e buscamos acertos, ent o o melhor que se far ser almejar conhecer uma pessoa amar, respeitar e compreender, quem ir compartilhar de seu novo dia e lhe fazer feliz. verdade que toda mulher quer ser amada, ser tratada como uma dama, ser respeitada e amada. O melhor que voc tem a fazer seguir a filosofia de dar e receber. D amor e receber amor. Tudo bem que o destino existe e ele sempre est tentando ajudar as pessoas a se encontrarem e darem certo no relacionamento, mas as pessoas t m que fazer a sua parte para o relacionamento dar certo. Eu sou a favor de quem acredita que n o se deve esperar que o destino nos ponha frente a frente com a nossa alma g mea, devemos acreditar mais nos sites de relacionamentos que re nem os mais diversos tipos de homens e mulheres num s lugar, todos dispon veis, a procura de um grande amor. Quem nunca acessou a um site de relacionamento, cedo ou mais tarde ir acessar. Solid o que nada, as pessoas querem amar e ser amadas. N o ter um amor na vida como morrer pag o, n o encontrar a porta do c u. Estar apaixonado uma b n o de Deus. Ame e multiplique o amor carnal, beije mais, ame mais e viva mais, fa a mais sexo e descubra a grandeza do amor. Se voc est sem amor, ame pela internet, e descubra o prazer de amar e ser amado. N o guarde o seu cora o das tenta es do amor, exponha-se e mostre que voc quer encontrar uma pessoa para namorar, ficar noivo e se casar. Neste livro mostrado o quanto f cil se ter um amor e manter esse amor sob controle para se tornar "amor para sempre". Quem disse que o amor n o muda a vida de ningu m, n o conhece o cora o que tem. Porque o cora o est sempre pedindo para se apaixonar e sentir a for a de uma paix o. Esque a de ouvir a raz o, ame exageradamente, e atenda o seu cora o que s diz que quer amar. Deixe-se apaixonar e ver que maravilhoso ter uma pessoa para amar e ser amado. Com certeza voc ir se surpreender ao ver a sua for a amarrada no amor de uma pessoa, com o amor gritando dentro de voc como voc sonhou um dia, nessa hora voc sentir aben oado por Deus. o que mostra este livro. Nele voc encontrar os argumentos certos para mudar o seu modo em rela o ao amor, e certamente voc dar certo com a pessoa que conhecer para amar. Amando, voc ser mais feliz. Em cada cap tulo deste livro voc ir descobrir um novo jeito para conquistar o seu grande amor e nunca se separar nem conhecer o div rcio, porque quando o amor sentido, ningu m quer separa o. O livro uma esp cie de guia para fazer o amor acontecer e ser duradouro, evitando proble
Joaquina trazia segredos ocultados num canto da sua mem ria. Vez por outra, ela tinha verdadeiros pesadelos, em vez de sonhos. Ela queria gritar para ser acordada, mas ningu m a ouvia e ela tinha que vivenciar cada uma daquelas trag dias atormentadoras em seus pesadelos. Eram as suas mem rias de vidas passadas reveladas em seus sonhos. Ela n o ousava contar a ningu m o que ela tinha sonhado. Ningu m ia acreditar nas suas hist rias que mais pareciam lendas. Ela via criaturas de seu conv vio nas suas v rias vidas passadas. Ela n o seria louca de contar seus pesadelos, todos iam consider -la uma louca. O pior que quando ela acordava e se livrava daqueles pesadelos, ela se lembrava de todos os detalhes daqueles sonhos, ou melhor, daqueles pesadelos. Embora ela n o fosse o tipo de pessoa capaz de se impressionar, ela achava tudo aquilo muito tenebroso. Ela precisava se esfor ar muito para n o ter medo de dormir, porque ela sabia que bastaria ela pegar no sono, aquelas criaturas excepcionais vinham e transformavam seus sonhos em verdadeiros pesadelos. E pela manh ela se sentia levemente assustada, como se ela tivesse sa do de uma cena de horror. Quando em seus sonhos ela se via feliz, a sua felicidade revelada era desconexa da sua realidade. Logo ela via a sua felicidade descer na mais profunda tristeza, o seu amor morria e ela se vestia de luto. Era a dor da viuvez revelada em seus sonhos sobre este ou aquele marido que havia morrido, deixando-a vi va. Por mais que ela tentasse impedir de sonhar, os sonhos vinham em forma de um manto que a tornava im vel e a impedia de ela acordar. Ela tentava gritar o mais alto que pudesse, mas a voz era impedida de sair pela sua boca. Mas naquela manh o sonho veio com clareza, e ela se permitiu receber aquele sonho sobre aquela trag dia com o barco de seu marido que tinha sa do para pescar em alto mar. No sonho ela viu aquele homem, o qual era o seu marido, que ao sair de barco para pescar, ele n o resistiu a for a do ciclone tropical que varreu os mares de Santa Catarina, deixando-a vi va. Por mais que fosse triste a sua alma, Joaquina tinha que resistir tristeza revelada naquele sonho e deixar a sua mem ria revelar todo sofrimento que ela tinha passado em cada uma das vidas que ela havia vivido. Talvez fosse o seu nico jeito de encarar a tristeza que sa a de sua mem ria. Por mais tristeza em sua alma, Joaquina sabia que precisava apagar de sua mem ria todas as lembran as de suas vidas passadas. Quando ela morreu naquele desastre do avi o e seu corpo fora carbonizado, ela sabia que a maldi o da viuvez tinha acabado. Ela podia ter nova vida e conhecer o seu grande amor que tinha naufragado e sido devorado por tubar es quando ele tentava se salvar, montado nas costas de um companheiro morto que ela usava como bote salva-vidas. Viver era um desafio. Ela queria encarar novo desafio, assumindo um novo viver como mulher para encontrar o seu grande amor, a sua alma g mea, que havia reencarnado com a miss o de encontr -la. Era a sua chance de encontrar novamente a felicidade nos bra os de seu grande amor. Ela ia ter nova chance de nascer, crescer e encontrar Aristides em nova vida como Alexandre. Afinal, somente as pessoas felizes vivem mais e melhor. Joaquina sempre acreditou no amor. Ela sabia que a maldi o do bruxo Seme o tinha se extinguido quando o seu corpo foi carbonizado. Ela estava livre para viver e encontrar o seu verdadeiro amor e poder procriar. Por mais que ela viesse passar por alguns trope os, ela ia superar as dificuldades e ficar definitivamente com a sua alma g mea. Ela s precisava coragem e habilidades para vencer todos os percal os que ela ia ter que vencer. Ela sabia que se quisesse colher as flores do jardim, ela teria reg -las e cuidar para que as ervas daninhas fossem retiradas do jardim. Ela sabia que se n o tivesse amado tanto assim, talvez ela n o tivesse voltado tantas vezes ao mesmo mar nem existiria tantas flore
Esperança e Ternura
Francisco de Assis Brito
Createspace Independent Publishing Platform
2014
nidottu
Esperan a e Ternura conta a hist ria de Tonico, filho nico, muito influenciado por seu pai. No quintal da casa, o seu pai construiu uma casinha na rvore, onde Tonico gostava de brincar. A hist ria que ele mais gostava de ouvir era sobre como o seu pai conhecera a sua m e, uma famosa modelo francesa que largou carreira e fama para se casar e vir morar no Mar Verde do Norte. Aos 15 anos de idade, ele vivera o seu primeiro amor com a Lu za, a sua prima, e com ela vivera o mais tenro amor juvenil. Ele s n o esperava vir ser vitima de rapto pela sua m e, que o levou para Lyon, na Fran a, a fim de separ -lo de Lu za... Mas, o amor venceu. O Tonico era muito esperto e astuto para se deixar vencer pelo sonho de sua m e, que sonhava em v -lo cursar o ensino m dio em Lyon, j que ele tinha acabado de completar 15 anos de idade. Hanna Louise via uma grande oportunidade de o filho fazer o ensino m dio numa High School em Lyon. Conclu do o ensino m dio, o passo seguinte era ingressar na Sorbonne. Hanna esqueceu que aquele sonho era dela, n o de Tonico. Como ningu m pode viver o sonho de outra pessoa, mesmo que seja um filho, Hanna acabou sendo vencida. Tonico podia tudo, menos ficar longe de seu pai e de Lu za. Hanna, esmo sendo m e, ela esbarrou na ilegalidade de ter o filho na Fran a sem a autoriza o do pai. Manter o filho naquelas condi es, ela estaria violando n o somente a Conven o da Haia sobre rapto internacional de crian as adotada em 1980, mas outros acordos internacionais. Era s uma quest o de tempo, Hanna ia ter que levar de volta o filho para a casa do pai do menino. Hanna n o encontrou apoio no pai nem na sua m e, ciosos do risco que a filho corria, por tentar manter o filho na Fran a sem a autoriza o do pai biol gico. Astuto, Tonico simulou trauma irrevers vel. N o comia, n o bebia e n o falou mais com ningu m. Nem mesmo com o seu av , quem ele tinha verdadeira adora o. Tonico simplesmente prostrou-se. E da cama n o saiu mais.Um menino bonito e cheio de vida ficar naquelas condi es de enfermo era para preocupar qualquer um. Quando foi chamado o m dico para examinar Tonico, o m dico percebeu a dor do menino. E decidiu ajud -lo a fazer a m e voltar para o Brasil com o menino. Chamou Hanna e disse a ela que o dinheiro da consulta, ela usasse para comprar uma coroa de flores para colocar na sepultura de Tonico. N o existia nenhum m dico, nenhum hospital, nenhum rem dio nas farm cias da Fran a para ser vendido que curasse a doen a do menino, porque aquela doen a se chamava saudade que estava partindo o cora o dele. Hanna na mesma hora ligou para Nestor e avisou que estava voltando com Tonico.A volta de Tonico para o Mar Verde do Norte foi um novo recome o. Com ele e a m e, tamb m vieram os seus av s para morar em Mar Verde do Norte. A foi completa. Tonico tornou-se mais sol cito e passou a ampliar a conviv ncias com outros meninos de sua idade e se dava bem com todos os primos. Em especial com Lu za, assumindo o namoro definitivo com ela.Tonico recuperou a sua autoestima, seu amor pr prio, e se transformou num menino am vel e amigo de todos, tornando-se um dos meninos mais prestigiados da sua nova escola. Foi como se ele tivesse ido buscar um novo comportamento em Lyon. Ele n o s tinha grande disposi o para os estudos, mas para a m sica e o canto. O seu av Guy, homem de vis o, ao ver o neto tocar maravilhosamente bem, e fazer dueto com a a Lu za, ele decidiu investir na carreira do casal de jovens cantores.No livro Esperan a e Ternura voc ir ler e conhecer a hist ria de Tonico, um menino de ouro, am vel e gentil, que nasceu para brilhar. uma hist ria entusi stica, cheia de felicidade, amor e paix o. Tonico tinha o dom da amizade. Sabia cativar as pessoas. Tonico se casou com Lu za, com quem teve um filho para completar a felicidade do casal. Nos fins de semana, a turma do funil continua se reunindo na "casa dos Quaresmas",
Claro que eu quero me casar: Lara, a lady da moda
Francisco de Assis Brito
Createspace Independent Publishing Platform
2014
nidottu
As primeiras lembran as do in cio da carreira de modelo que Larissa Streicher, conhecida como Lara, a lady da mora, tem s o as de quando ela era jogadora de futebol feminino de sua cidade foi disputar com o time de futebol feminino de Blumenau, e l foi descoberta por um olheiro que a levou para ser jogadora de futebol feminino na Alemanha, em 1997. Em 2001, a sele o da Alemanha conquistou a Eurocopa, com tr s gols que ela fez. No dia a sua foto estava em todos os jornais da Europa, e ela foi eleita a jogadora de futebol feminina mais bonita do mundo. O seu rosto foi capa dos principais jornais e. Lara deixou o futebol para ser top model e foi morar em Nova Iorque. Fez fotografias e passou a desfilar para as mais renomadas grifes do mundo da moda; apareceu nas capas das principais revistas internacionais e foi eleita pela revista Rolling Stone como a modelo mais bonita do mundo; e foi eleita pela revista Vogue como a modelo do Ano. Durante dez anos, Lara esteve no topo da fama, como supermodelo. No auge da fama ela abandonou a carreira de modelo para se dedicar sua grife de moda, juntamente com a ex-modelo Manuela Medeiros, conhecida no mundo da moda, como Manu Med que tinha largado a carreira de modelo para se casar com o megainvestidor franc s Fran ois Bittencourt. Mas, o casamento durou apenas cinco anos. Um boato nos tabloides exp s o megainvestidor no foco de um romance com uma empres ria do ramo de cosm ticos, desmoronando o mundo de Manu Med, fazendo-a perder o gosto pela vida de celebridade. Decepcionada, ela se isolou do mundo, indo viver num sub rbio de Paris, onde ningu m a conhecia. Para n o morrer de t dio, ela passou a recolher c es e gatos abandonados nas ruas de Paris e levar para casa, torando a sua casa num abrigo de c es e gatos.Lara a encontrou por acaso, numa de suas idas a Paris para participar de eventos da moda. Na recep o do hotel, ao folhear um jornal, Lara reconheceu aquela mulher, em meio aos c es e gatos, como sendo Manu Med. Lara foi ao jornal procurar a jornalista que fez a reportagem, e a Jornalista levou Lara at o local que Manu Med vivia; e a levou com ela para Nova Iorque e cuidou dela. Quando Manu se recuperou, Lara largou a carreira de modelo, e Lara levou Manu para fazer cursos nas escolas de estilista de Nova Iorque. Ap s trabalharem com os maiores atelieres que trabalhavam para as maiores grifes de Paris, elas voltaram para o Brasil e montaram a pr pria grife em S o Paulo. Compraram uma f brica de roupa para abastecer as lojas da grife. As duas empres rias atravessaram o mundo da fama como um rel mpago e se tornaram uma das maiores empres rias da moda. A sorte escreve torto para encontrar a linha certa da vida, pondo as duas mulheres no caminho certo da moda. O mundo da moda como a vitrina de uma loja: quanto mais a estilista tem fama, maior a sua vontade de expor a sua arte para aparecer mais. E Manu Med herdou uma verdadeira fortuna de Fran ois Bittencourt. A viu a oportunidade de ampliar os seus horizontes, levando a sua grife para Paris, a capital da moda. E j que a sorte estava do seu lado, ela aproveitou para ampliar os seus neg cios da grife. As duas estilistas jogaram todas as cartas num novo nome fantasia: "Manuela Medeiros". E abriram duas lojas em Paris, competindo em p de igualdade com grifes famosas. E como o mundo das pessoas corajosas que se disp em enfrentar desafios, Lara e Manu Med sabiam que n o era s talento que estava em jogo, mas a alma, o cora o e o futuro da grife das duas estilistas; elas estavam preparadas para fazer o melhor. Um erro seria imperdo vel, inadmiss vel, j que se tratava de duas estilistas veteranas e conhecedoras dos meandros dos desfiles internacionais. As duas foram estrelas das passarelas do mundo fashion das maiores grifes internacionais outrora. E agora, elas estavam em Paris, como estilistas e coadjuvantes do script da fama. Elas sabiam que no mundo da moda, todo desfile um
O Cientista Desaparecido: Sob o sol da Ilha da Magia
Francisco de Assis Brito
Createspace Independent Publishing Platform
2014
nidottu
CIENTISTA DESAPARECIDO Sob o sol da Ilha da Magia um livro que conta a hist ria de Anacleto Meneses, um eminente cientista, professor e empres rio do ramo de farm cias e dono do maior laborat rio de plantas medicinais da regi o sul do Brasil. Era um grande conferencista, pesquisador e professor da Universidade de S o Paulo - USP. Tinha como seu bra o direito para os neg cios do Laborat rio, a sua esposa, a Dra Luciene Fabi, que comandava a pulso firma todo aquele imp rio do marido. Enquanto a esposa trabalhava como executiva do laborat rio e gerente da rede de farm cias espalhada por toda o estado de Santa Catarina, o marido levava uma vida viajando como pesquisador dos maiores laborat rios dos Estados Unidos, da Fran a e da Alemanha, al m de ser professor convidado da Humboldt-Universit t zu Berlin. Depois de doze anos, a esposa do cientista se revoltou por ter sido a empregada do marido, em vez de ter sido esposa. Foi numa dessas suas viagens Alemanha que ela decidiu vender a f rmula e a f brica do guaran , por estar revoltada por estar casada com separa o total da fortuna do marido que ela tinha ajudado a triplicar o seu patrim nio. E para executar a sua vingan a, ela mandou falsificar a assinatura do marido e vender a sua f rmula do "Guaran Jurer ", juntamente com a f brica que produzia o refrigerante, por vingan a, tudo para deixar indignado o marido. Era a nica coisa que ela podia fazer para se vingar dele, por ele ter sido ego sta e mesquinho, quando imp s a condi o de se casar com ela. O cientista desaparecido um romance que traz uma linguagem despojada de preconceito, conta a hist ria de Anacleto Meneses que esteve nove anos, dez meses e doze dias na favela Nova Su a do Morro da Cruz, vivendo como pobre. N o porque ele quisesse trocar a vida de rico por uma de pobre, mas, porque foi o melhor lugar que encontrou para reinventar a sua pr pria vida e continuar vivo. Ele precisava ter um libi quando voltasse ao mundo dos ricos. O melhor libi que idealizou foi o de ser um desmemoriado, alegando que n o lembrava quem ele fora no seu passado. Ele passou a viver como pobre, um simples raizeiro que fabricava garrafadas e pastas milagrosas que logo a comunidade passou a consumir. Ningu m podia imaginar que aquele homem de poucas palavras, sisudo, vivendo sozinho, era um eminente cientista com p s-doutorado e um profundo conhecedor em farmacologia. Na sua mocidade estudou para ser padre na Universidade Gregoriana. Mas, quando chegou o dia de ser ordenado a padre, ele renunciou a batina, por n o concordar com muitas imposi es da igreja, tendo sido excomungado, mas por uma manobra dos advogados, ele se retratou perante ao Papa Paulo VI, que o perdoou. Anacleto Meneses, a sua ambi o intelectual e o seu tino comercial, o tornara mais ricos a cada ano. Foi na favela da Su a, no Morro da Cruz, no centro de Floripa, que ele conheceu Elena Wolff, quem o tirou do fundo do po o e o levou de volta ao mundo dos mais ricos.
O Menino catador de pequi
Francisco de Assis Brito
Createspace Independent Publishing Platform
2013
nidottu
O menino catador de pequi uma hist ria de amor e de esperan a, vivida pelo menino Chico Pelonha, filho adotivo e criado pela fam lia "pelonha", agricultores de agricultura familiar. Ele cresceu recebendo amor da Dona Pelonha, a sua madrinha, uma senhora frente de seu tempo, trazendo consigo um mundo de sonhos dos seus tempos de mo a; e os ensinava ao menino Chico Pelonha para ele p -los em pr tica quando crescesse. Ele recebeu o codinome de "menino catador de pequi", ainda muito cedo, por ele ser ligeiro na cata do pequi. Nem o sol tinha nascido e ele j se embrenhava nas chapadas da Caatinga, feito um verdadeiro catingueiro cada de pequi. Aquele era um trabalho que ele fazia com gosto, depois das aulas na escolinha do Professor Possid nio, em Carnaubinha, no distrito de Capit o de Campos. Ningu m era mais r pido que ele na cata do pequi. O menino cresceu com a ternura ensinada por sua madrinha, a Dona Pelonha. Quando a sua madrinha morreu, ele foi embora, levando os ensinamentos de seu padrinho; e os da sua sua madrinha. Com ela, o Chico Pelonha tinha aprendido que um homem s cidad o se souber ler, escrever, ter um diploma de faculdade e uma profiss o. O Chico Pelonha cresceu tendo que receber as surras de seu padrinho Jo o Pelonha, que levava ao p da letra o prov rbio b blico: "Quem ama o filho, ama a vara".E se algu m o recriminasse por ele surrar o menino, o Sr. Jo o tinha a resposta na ponta da l ngua: "o pai que n o faz uso da vara n o ama ao filho". E se eu dou umas lapadas no Chico com ramas de vegeta o, em vez de usar o cinto, chicote ou palmadas, porque eu n o quero machuc -lo, sim, corri-lo, porque eu quero que o meu filho adotivo ande com os s bios quando crescer para vir ser um s bio, e ele n o ande com tolos para n o ser destru do o seu futuro. A Dona Pelonha tratava o Chico com amabilidade e o ensinava a ter esperan a e foco no futuro. Ela desaprovava aquele prov rbio bibl co e as atitudes do Sr. Jo o. Ela praticava o amor e afeto, como forma de preparar o menino Chico para a vida. Ela sabia que somente o amor que faz uma crian a se tornar um homem de bem e ter elevada autoestima quando crescer.Ela o tratava com amor e ternura, e ensinava-lhe a arte de amar o pr ximo, porque a vida sem ternura muito ruim e torna as pessoas descrentes do amor que a raz o da felicidade. Ela sempre quis que o Chico fosse um homem de bem e tivesse cren a na sorte para quando ele fosse para o Rio de Janeiro, l , ele soubesse que s o trabalho dignifica o homem e o estudo torna o homem um cidad o. Um de seus ensinamentos era que ele nunca bebesse bebida alc olica nem fumasse; e, aprendessem a respeitar os dez mandamentos de Deus. Ela era toda amor com o menino Chico Pelonha, algo percept vel, ela praticava o amor e afeto, como forma de preparar aquele menino para a vida futura. A Dona Pelonha sabia que somente o amor que faz a crian a se tornar um homem de bem e ter elevada autoestima. Ela criava aquele menino sob a ternura da vida, porque a vida sem ternura muito ruim e torna as pessoas descrentes do amor e das outras pessoas de nosso conv vio. O Chico Pelonha foi embora para o Rio de Janeiro. Hoje ao lembrar os tempos de menino catador pequi, sente saudade at das topas nas pedras pontiagudas que nasciam do ch o. Na sua imensa saudade, s vezes ele feliz, sendo doutor na cidade do Rio de Janeiro, noutras ele todo engano, o mais comum, e chega a se imaginar correndo pelas chapadas atr s de pequi; e chega a ter a impress o que ainda aquele menino franzino que montava em burro bravo; em sua imagina o ouve a sua madrinha dizer que gavi o Carcar leva ti o de fogo nas garras e joga na mata para causar grandes inc ncios; e sobre o Cabe a de Cuia que vinha do Delta do Parna ba at o Rio dos Matas a procura de uma virgem para possu -la para perder o seu encantamento. E nas suas lembran as. E na sua saudade, ele chega a dizer que pref
Sitio das Uvas: Sitio das Uvas
Francisco de Assis Brito
Createspace Independent Publishing Platform
2013
nidottu
Em S tio das uvas revelado que o amor um grande la o. Rom ntica, interessante, apaixonada e determinante, uma hist ria de amor que ir encantar ao leitor. Quando a bela Suzana Berner, m e solteira do menino Maximiano, conheceu o overqualified PhD em economia Hudson Arruda, cega de paix o, se entregou aquele sensual caso de amor que mudou a sua vida. Os seus olhos n o viram feiura nem defeito, s o lado bom daquele homem brilhante e inteligente que os desdenhosos rivais dele diziam que ele parecia mais o Frankenstein, tanto que ele era feio. Apaixonada, entregue quela paix o avassaladora, ela nem precisou exigir compromisso s rio, ele a levou para a primeira lua de mel na Riviera Francesa, na C te D Azur, onde os amantes vivem os seus melhores momentos de amor. E na volta para a pequena cidade de Ribeir o Preto, receoso que ela o deixasse, ele se casa com ela sob as leis da uni o est vel, por ele n o ter se divorciado ainda da socialite Ribeir o-pretano, a semideusa Ju za de Direito Eunice Junqueira, com quem j estava separa h um ano. Agora Suzana e Hudson Arruda estavam juntos, apaixonados, vivendo o melhor das paix es e amor a dois, sentindo-se terem tudo que eles precisavam para serem felizes juntos: amor, paix o, desejos, intimidade, uma bela casa e muito dinheiro, al m de terem pela frente uma vida a dois cheia de sonhos. Suzana n o esperava que aquele relacionamento fosse para sempre mil maravilhas, j que a vida a dois n o f cil para nenhum dos dois, mesmo estando apaixonados, como eles estavam. O destino reservava desafios que ela jamais poderia imaginar, principalmente que ela tinha um filho de 14 anos de idade, que tinha agudez de esp rito, sagacidade e intelig ncia, n o se deixava levar por falsas promessas. Suzana precisa pisar em nuvens para agradar ao marido e ao filho que n o via com bons olhos o casamento da m e com aquele homem que mais parecia um brucutu, que n o tinha nada em apar ncia com ele. Indignado com a posi o do enteado, que sempre o fazia lembrar, sempre com aquele refr o: "voc n o meu pai". N o bastava o ci me ao imaginar os toques e car cias que ela tinha vivido com o pai biol gico do enteado, com quem ela tinha perdido a virgindade, ele ainda tinha que aturar os desaforos daquele pirralho que estava sempre o fazendo lembrar que ele n o pai dele. Para infernizar mais o enteado, naquela manh , na hora do caf da manh , ele exigiu que o enteado o chamasse "papai", uma vez que ele ia registr -lo como o seu filho leg timo. Indignado, o Maximiano exigiu que Suzana escrevesse para Mariano, o pai biol gico de seu filho, fazendo-a revelar um segredo que ela guardava desde que ela o tinha deixado, h 15 anos. Por exig ncia do filho, Suzana escreve para o seu ex-amor, contando toda a verdade sobre a sua gravidez quando o deixou, e que ela tivera o filho e criado-o sozinha. Ao receber a carta, o Mariano escreve para ela, pedindo que ela leve o menino para conhec -lo no s tio das uvas, no interior de Santa Catarina, nas proximidades da cidade-igreja de Nova Tentro. Ela leva o filho para o s tio das uvas, e ao reencontrar Mariano, o seu ex-amor, todo aquele amor volta tona e ela decide n o voltar mais para Ribeir o Preto e ficar morando no s tio das uvas. Mas nesse nterim, ela recebe a not cia de que o seu marido tinha falecido de Dengue Hemorr gica, por sido picado pelo mosquito da dengue, o Aedes aegypti, transmissor da Dengue Hemorr gica. Ao voltar a Ribeir o Preto para a missa do s timo dia, ela descobre que est gr vida do marido morto. Agora vi va, gr vida, ela decide n o ser mais m e solteira, e volta para o s tio das uvas e aceita o pedido de casamento do seu ex-amor, pai de seu filho. E ela se casa com o Mariano, e ele reconhece n o somente o seu filho biol gico, mas, tamb m, o filho do outro. Agora casada, mora no s tio das uvas, ela precisa se ajustar vida no s tio das uvas, longe da cidade, desafi
Mamãe Ensine-me a ser Campeã: Mamãe ensine-me a ser Campeã
Francisco de Assis Brito
Createspace Independent Publishing Platform
2013
nidottu
Quem disse que o amor n o muda a vida de ningu m, n o conhece o amor que tem. Ou nunca foi amado nem se envolveu emocionalmente. Ora, se at a Esther que era considerada uma workaholic, por trabalhar demais, a ponto de ela mesmo se considerar uma viciada em trabalho, n o resistiu tenta o daquele amor avassalador e se deixou se entregar quele romance ao conhecer Mansur, um engenheiro agr nomo, que tinha optado pela carreira de banc rio; e, os dois se amaram como nunca tinham feito antes. E Esther pediu Mansur em casamento ele disse sim; e os dois se casaram, selando aquele amor maduro e consciente. Casada, ela tornou-se outra mulher. A felicidade estava estampada na fisionomia de Esther. Havia sintonia, amizade, como se o destino tivesse reservado um para o outro. Havia quem dissesse que Mansur era a alma g mea de Esther, apesar de ela estar acostumada a viver nas altas rodas da sociedade e conhecer v rios pa ses, ter tido sempre cargos de alta executiva de empresas nacionais e internacionais, quando ela estava com ele, ela se transformava, igualando-se a ele, sendo feliz ao lado dele.Mam e ensine-me a ser campe uma hist ria de amor envolvente, como se os dois tivessem sido um do outro a vida toda, era um amor regado a amizade entre ela e ele. Quando Esther completou 40 anos de idade, ela perdeu as esperan as de engravidar e ter uma filha. Sentia-se uma rvore morta que n o d frutos. Ma, ela n o era de reclamar com Deus, ela j tinha se conformado de n o ser m e. Ela nem se deu conta quando a sua menstrua o n o veio naquele m s, por acreditar que eram sintomas da menopausa que estava chegando. Mas, naquela manh algo a fez despertar para a possibilidade de estar gr vida. Quando ela passeava com Mansur, eles passaram em frente a um bar um casal saboreava bolinhos de carne com cerveja, ela sentiu nsia de v mito; e os enjoos amiudaram. Preocupado, Mansur peguntou o que ela teria comido para estar passando mal, se eles s tinham tomado o caf da manh . Quando Mansur se mostrou preocupado com Esther, ela disse que aqueles sintomas eram normal na mulher que estivesse gr vida. Quando foram ginecologista, a m dica confirmou a gravidez. A gravidez tardia obrigou a Esther diminuir o ritmo no trabalho. Preocupada em perder o beb , ela resolver entregar o cargo de executiva para se cuidar e cumprir as determina es da m dica de ela ficar de repouso. E ela levou a gravidez at chegar as 42 semanas; e deu luz a uma saud vel menina com 52 cent metros e com 3.750 gramas. Quando terminou a licen a-maternidade Esther pediu demiss o para cuidar da filha. Sem emprego, sem sal rio, ela alugou o apartamento e foi morar na antiga casa de Mansur. Quando Camila completou seis anos de idade, Esther colocou a filha na escolinha de gin stica ol mpica da ex-campe de gin stica ritmica Eneida Maciel. Quando a minina completou dez anos, Esther e Mansur mudaram para o Rio de janeiro, com o objetivo de colocar a Camila para treinar num dos grandes clubes. Como n o foi poss vel, Esther colocou Camila para treinar em cursos particulares. Foi com a ajuda de seu primo que Esther conseguiu levar a filha para o Clube de Regatas Flamengo. O que era sonho, agora era realidade, suor e l grimas. Camila tornou-se a favorita medalha de ouro nos Jogos Ol mpicos de Londres, em 2012. Mas, ao fazer o salto no cavalo, ela torceu o p direito, e foi tirada da competi o. Esther apoiou a filha, e as duas mudaram o foco e se voltaram para os Jogos Ol mpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Mam e ensine-me a ser campe uma hist ria de amor direcionada s m es e pais, educadores e t cnicos esportistas que acreditam no talento desses jovens focados. O conte do torna a obra verdadeira e de f cil identifica o com o publico juvenil, sendo de extrema import ncia a sua utiliza o pelos pais e educadores. O livro tem uma narrativa com linguagem interessante, e cont m express es que v o tocar o
Krausin, o socialite: Krausin
Francisco de Assis Brito
Createspace Independent Publishing Platform
2013
nidottu
Krausin nasceu e cresceu no Leblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Campe o em Remo pelo Clube de Regatas Flamengo, Krausin acabou sendo eleito pelos cronistas sociais como o homem mais bonito da Zona Sul do Rio de Janeiro. Todo aquele ass dio da imprensa a Krausin indignava sua m e, Lucy Krausin, a vice-presidente da maior construtora e incorporadora Krausin s Engenharia, considerada pelos concorrentes como a dama de ferro, respons vel pela grandiosidade da Krausin s Engenharia. Quando Krausin se formou em Arquitetura, ele foi mandado para os Estados Unidos, onde ficou um ano estudando no MIT - Massachusetts Institute of Tecnology, tornando-se overqualified. Ao voltar para o Brasil, ele passou a trabalhar ao lado da m e e do pai, os quais depositavam nele toda confian a de ele vir substitu -los nos neg cios da Krausin s Engenharia, quando eles n o tiverem mais for as para trabalharem. Krausin tornou-se um executivo qualificado que trabalhava frente do marketing da empresa. Isso facilitou continuar tendo contato com a imprensa. A imprensa j n o o via como o playboy da zona zul carioca, mas como um grande empreendedor da constru o civil. A fama o perseguia, e ele n o se fazia de arrogado com os jornalistas que o acompanhavam, mantendo-o de bra os com a fama, como se ele ainda ostentasse o t tulo de campe o de Remo do clube de Regatas Flamengo. Rico, bonito, era comum v -lo circulando nas mais altas rodas da sociedade carioca, vivendo aquela vida de ostenta o e glamour, como grande empres rio, sem, contudo, fugir daquela vida de socialite no circuito da sociedade carioca. Quando conheceu a socialite Fl via Sminolli, filha do rio empres rio da siderurgia, Leonardo Sminolli, foi amor primeira vista. Krausin abdicou do seu trono de playboy da zona sul carioca para mergulhar naquele amor bonito e sensual e se entregar ao amor daquela linda mulher. Ela era o bra o direito do pai nos neg cios. O que ningu m sabia, nem o pai dela, que ela usava de vez em quando usava os seus poderes medi nicos para ajudar o pai acumular os milh es que ele ganhava com as suas negociatas de alto risco, aumentando a sua vasta fortuna. Krausin desconhecia aquele lado m stico da esposa. Ela nunca o disse, e muito menos aos seus pais sobre os seus poderes medi nicos que a permitia ver o que ia acontecer dali a alguns dias. Ela s n o via o que pudesse acontecer com ela. Mas, certa tarde ela teve uma vis o que o seu filho ia morrer. E ela pediu que os anjos intercedesse e impedisse que o seu filho sofresse acidente e morresse, e ela morreu na queda do avi o bi-motor da fam lia, quando eles voltavam de Angra dos Reis. Krausin ficou vi vo. E toda a fortuna dos Sminolli passou para o seu filho, por ser o nico parente dos sminolli. Krausin se v envolto com uma verdadeira fortuna de seu nico filho com Fl via Sminolli. Ele resolve n o misturar as fortunas. E elege o irm o do finado Leonardo Sminolli para o cargo de executivo da siderurgia.N o tinha nem um ano e Krausin se casa novamente, desda vez com Kelly Frias, uma promotora de justi a do Minist rio P blico do Rio de Janeiro. E com ela tem 3 filhos. Mas, Kelly morre num acidente com o seu carro, no aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Ele jurou que n o se casar mais. Mas, aquela promessa durou somente at conhecer jovem musa do v lei, S lvia Granero, verdadeira s sia da antiga namorada de Krausin, Fl via Sminolli.Krausin torna-se s cio de Fl via. Ele montou a loja Musa do V lei da praia de Ipanema. Ela n o precisou exigir compromisso s rio, Krausin leva S vio para morar de com ele. O sonho de S via era engravidar e ter uma filha. Como ela n o engravidava, numa de suas viagens, Krausin trouxe uma crian a rec m-nascida para S lvia cri -la como filha. Milagre parte, tempos depois que Silvia tinha registrada a crian a no cart rio, ela engravida; e d a luz a um casal de g meos - um menino e uma menina.Krausin vive no apog
Todo menino é um principe
Francisco de Assis Brito
Createspace Independent Publishing Platform
2013
nidottu
Todo menino um pr ncipe uma hist ria ing nua de um menino que traz o dom da pureza e da mediunidade. As suas vis es com o p ssaro de fogo e os seus sonhos com o p ssaro azul encantado d a dimens o de sua pureza e ingenuidade. um livro de crian a, mas uma livro de adulto, por conter uma eloquente leitura com f cil entendimento e preserva o da simplicidade que deve ter um livro infanto-juvenil. um livro que mostra belos cen rios do lugar que Juc deu os seus primeiros passos em dire o ao futuro. A narrativa simples e inteligente contribuir para o leitor entender melhor o mundo m gico das crian as. Trata-se de uma bela hist ria infanto-juvenil que oferece dicas importantes para os pais e educadores entenderem e agirem no preparo de uma crian a super dotada de intelig ncia e de vis o de extra luz que enxergam mundos que as pessoas comuns n o conseguem enxergar. O livro n o somente uma narrativa que conta a hist ria de um menino que pode ver al m do nosso mundo f sico, mas uma hist ria envolvente que leva o leitor a perceber que entre o c u e a terra existem tantos mist rios que o ser humano comum imposs vel de perceber e ver o que o rodeia se n o tiver a vis o medi nica. O mundo m gico do menino pr ncipe fant stico, por mostrar um pouco da magia e da fantasia de uma crian a ing nua que ao sonhar voar com uma fada ao lado do p ssaro vermelho, Ti Sangue, e conhecer os ndios carij s e outros povos que viveram na Ilha de Campeche a centenas de anos, revela o seu lado medi nico. Qui o homem pudesse voar como Juc voou em seus sonhos Quem nunca sonhou voar e quando acordou ter a sensa o de ter voado mesmo? Todo menino um pr ncipe uma bela hist ria de educa o e preparo para a vida adulta de um ser talentoso para o mundo da magia. O livro um o sis de fantasias que encantam e faz-nos acreditar que a magia o s timo sentido que uma pessoa possa ter. Em Todo menino um pr ncipe observa-se que a Isabel, a bab de Juc , teve grande influ ncia no engrandecimento do menino Juc , por ela t -lo ensinado a ternura da vida. Juc teve uma inf ncia feliz, tendo ao seu lado a Isabel, quem dava-lhe toda aten o que ele precisava para formar a sua personalidade altru stica. O amor recebido desde pequenino o ajudou a se concentrar na coisas boas que est o nossa disposi o, tais como o mar, a brisa, o vento, o arco- ris, as florestas, as pessoas e escola que oferece o saber para nos tornar pessoas humanos. A verdade que ao Juc foi contado as coisas do mundo com muita sutileza e com muito amor. O amor a base para preparar uma pessoa para se tornar um humano capaz de ver al m do que a vista alcan a. Os ensinamentos que o livro oferece tem um valor educativo de extrema import ncia na crian a de uma crian a. preciso muito desprendimento para conviver com um ser talentoso que se torna um fen meno medi nico. Neste mundo de mist rios preciso entender n o somente as pessoas saud veis, mas, principalmente aquelas que vivem com a alma enferma, justificando que as pessoas vivam a busca por milagres. quase uma necessidade patol gica a busca de m diuns que ajudam a curar a alma enferma das pessoas que s o acometidas de males desconhecidos. Juc teve que mudar de sua resid ncia v rias vezes porque a vizinhan a n o conseguiam conviver com o tumulto das filas intermin veis de pessoas que anoiteciam e amanheciam na esperan a de falar com o menino Juc . Leia atentamente a hist ria de Juc , e se voc for Ilha de Campeche, olhe com aten o, e se vir um p ssaro de plumagem vermelha, de deslumbrante tonalidade rubro-negras, entre o verde das rvores, adivinhar que aquela ave o Ti -Sangue. Fa am-me um grande favor, e me escrevam dizendo que ele continua l . E eu terei um bom motivo para escrever para o Juc , o menino pr ncipe, e lhe contar que o Ti -Sangue espera por ele para voarem juntos com a fad