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Joaquim Machado De Assis

Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 29 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2014-2022, suosituimpien joukossa Helena. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.

29 kirjaa

Kirjojen julkaisuhaarukka 2014-2022.

Helena

Helena

Joaquim Machado De Assis

Createspace Independent Publishing Platform
2014
nidottu
Bem-vindo ao maravilhoso mundo de Machado de Assis. Nesta edi o cl ssica do seu romance Helena, trazemos at si esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX e in cio do s culo XX. Helena terceiro romance de Machado de Assis, datando de 1876. O romance come a com o an ncio da morte do Conselheiro Vale, pai de Est cio e irm o de Dona rsula. O Conselheiro retratado como homem de boas rela es, relativa fortuna e certo gosto pela vida bo mia. Em seu testamento, ele reconhecia uma filha natural chamada Helena, pedindo para a fam lia que a recebe-se assim que a menina sa sse da escola. J que a exist ncia da mo a era at ent o desconhecida para Est cio e Dona rsula, eles a recebem com sentimentos mistos. Assim se desenrola toda a ac o do romance, com as v rias tramas que rodeiam esta nova personagem, Helena. Em muitos aspectos, Helena a figura transicional entre valores aristocr tivo-senhoriais do Brasil Imp rio, fundado na perpetua o do nome da fam lia, e da classe m dia urbana, mais focada na intimidade e nos v nculos amorosos e extra-estamentais, ou seja, fora do seu grupo social. Machado de Assis resgata tamb m em Helena um tema caro ao romantismo, o do amor proibido pela sociedade e pela religi o Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, na Mogul Edi es Cl ssicas, tivemos a trazer-lha at si.
Helena

Helena

Joaquim Machado De Assis

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2015
nidottu
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Helena, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. Helena terceiro romance de Machado de Assis, datando de 1876. O romance come a com o an ncio da morte do Conselheiro Vale, pai de Est cio e irm o de Dona rsula. O Conselheiro retratado como homem de boas rela es, relativa fortuna e certo gosto pela vida bo mia. Em seu testamento, ele reconhecia uma filha natural chamada Helena, pedindo para a fam lia que a recebe-se assim que a menina sa sse da escola. J que a exist ncia da mo a era at ent o desconhecida para Est cio e Dona rsula, eles a recebem com sentimentos mistos. Assim se desenrola toda a ac o do romance, com as v rias tramas que rodeiam esta nova personagem, Helena. Em muitos aspectos, Helena a figura transicional entre valores aristocr tivo-senhoriais do Brasil Imp rio, fundado na perpetua o do nome da fam lia, e da classe m dia urbana, mais focada na intimidade e nos v nculos amorosos e extra-estamentais, ou seja, fora do seu grupo social. Machado de Assis resgata tamb m em Helena um tema caro ao romantismo, o do amor proibido pela sociedade e pela religi o Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Memórias Póstumas de Brás Cubas

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Joaquim Machado De Assis

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2018
nidottu
Mem rias P stumas de Br s Cubas um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princ pio como folhetim, de mar o a dezembro de 1880, e publicado como livro no ano seguinte.O livro marca um tom c ustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como aud cia e inova o tem tica no cen rio liter rio nacional, que o fez receber, poca, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759-67), ou de Xavier de Maistre, o autor, com Mem rias P stumas de Br s Cubas, rompe com a narra o linear e objetivista de autores proeminentes da poca como Flaubert e Zola para retratar o Rio de Janeiro e sua poca em geral com pessimismo, ironia e indiferen a - um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil.Mem rias P stumas de Br s Cubas retrata a escravid o, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo da poca, chegando a criar, inclusive, uma nova filosofia, mais desenvolvida posteriormente em Quincas Borba (1891) - o Humanitismo, s tira lei do mais forte. Cr ticos escrevem que, com esse romance, Machado de Assis precedeu elementos do Modernismo e do realismo m gico de escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cort zar, e, de fato, alguns autores chamam-na "primeira narrativa fant stica do Brasil". O livro influenciou escritores como John Barth, Donald Barthelme e Ciro dos Anjos e notado como uma das obras mais revolucion rias e inovadoras da literatura brasileira. Mesmo depois de mais de um s culo de sua publica o original, Mem rias P stumas de Br s Cubas ainda tem recebido in meros estudos e interpreta es, adapta es para diversas m dias e com varias tradu es para outras l nguas.
Memórias Póstumas de Brás Cubas

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Joaquim Machado De Assis

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2018
nidottu
Mem rias P stumas de Br s Cubas um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princ pio como folhetim, de mar o a dezembro de 1880, e publicado como livro no ano seguinte. O livro marca um tom c ustico e novo estilo na obra de Machado de Assis, bem como aud cia e inova o tem tica no cen rio liter rio nacional, que o fez receber, poca, resenhas estranhadas. Confessando adotar a "forma livre" de Laurence Sterne em seu Tristram Shandy (1759-67), ou de Xavier de Maistre, o autor, com Mem rias P stumas de Br s Cubas, rompe com a narra o linear e objetivista de autores proeminentes da poca como Flaubert e Zola para retratar o Rio de Janeiro e sua poca em geral com pessimismo, ironia e indiferen a - um dos fatores que fizeram com que fosse amplamente considerada a obra que iniciou o Realismo no Brasil. Mem rias P stumas de Br s Cubas retrata a escravid o, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo da poca, chegando a criar, inclusive, uma nova filosofia, mais desenvolvida posteriormente em Quincas Borba (1891) - o Humanitismo, s tira lei do mais forte. Cr ticos escrevem que, com esse romance, Machado de Assis precedeu elementos do Modernismo e do realismo m gico de escritores como Jorge Luis Borges e Julio Cort zar, e, de fato, alguns autores chamam-na "primeira narrativa fant stica do Brasil". O livro influenciou escritores como John Barth, Donald Barthelme e Ciro dos Anjos e notado como uma das obras mais revolucion rias e inovadoras da literatura brasileira. Mesmo depois de mais de um s culo de sua publica o original, Mem rias P stumas de Br s Cubas ainda tem recebido in meros estudos e interpreta es, adapta es para diversas m dias e com varias tradu es para outras l nguas.
Dom Casmurro

Dom Casmurro

Joaquim Machado De Assis

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2018
nidottu
Dom Casmurro um romance escrito por Machado de Assis em 1899. Foi escrito para sair diretamente em livro, o que ocorreu em 1900, embora com data do ano anterior. Completa a "trilogia realista" de Machado de Assis, ao lado de Mem rias P stumas de Br s Cubas e Quincas Borba, tendo sido esses dois escritos primeiramente em folhetins. Seu personagem principal Bento Santiago, o narrador da hist ria que, contada em primeira pessoa, pretende "atar as duas pontas da vida", ou seja, unir relatos desde sua mocidade at os dias em que est escrevendo o livro. Entre esses dois momentos Bento escreve sobre suas reminisc ncias da juventude, sua vida no semin rio, seu caso com Capitu e o ci me que adv m desse relacionamento, que se torna o enredo central da trama. Ambientado no Rio de Janeiro do Segundo Imp rio, se inicia com um epis dio que seria recente em que o narrador recebe a alcunha de "Dom Casmurro", da o t tulo do romance. Machado de Assis o escreveu utilizando ferramentas liter rias como a ironia e uma intertextualidade que alcan a Schopenhauer e sobretudo a pe a Otelo de Shakespeare. Ao longo dos anos, Dom Casmurro, com seus temas como o ci me, a ambiguidade de Capitu, o retrato moral da poca e o car ter do narrador, recebeu in meros estudos, adapta es para outras m dias e sofreu in meras interpreta es, desde psicol gicas e psicanal ticas na cr tica liter ria dos anos 30 e dos anos 40, passando pelo feminismo na d cada de 1970 at sociol gicas da d cada de 1980, e adiante. Creditado como um precursor do Modernismo e de ideias posteriormente escritas por Sigmund Freud, o livro influenciou os escritores John Barth, Graciliano Ramos e Dalton Trevisan e considerado por alguns a obra-prima de Machado de Assis. Al m de ter sido traduzido para outras l nguas, continua a ser um de seus livros mais famosos e considerado um dos mais fundamentais de toda a literatura brasileira.
Memorias póstumas de Blas Cubas

Memorias póstumas de Blas Cubas

Joaquim Machado De Assis

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2017
nidottu
Memorias p stumas de Blas Cubas, es considerada la primera novela realista de la literatura brasile a. La novela est planteada como las memorias de Cubas, que escribe despu s de su muerte. La novela llama la atenci n por su car cter experimental. En cap tulos cort simos, algunos de s lo unas pocas l neas, el personaje relata su vida, sus amores, sus fracasos, desplegando al mismo tiempo un amplio panorama de la sociedad de su tiempo, y desvelando los laberintos del alma humana. El tono de la obra es humor stico y con frecuencia ir nico.
8 Cuentos de

8 Cuentos de

Martin Hernandez B.; Joaquim Machado De Assis

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2016
nidottu
Joaquim Maria Machado de Assis naci en R o de Janeiro, 21 de junio de 1839 muri en R o de Janeiro el 29 de septiembre de 1908, fue un escritor brasile o, y uno de los grandes narradores del siglo XIX. Escribi tambi n poes a y fue un activo cr tico literario, adem s de ser uno de los creadores de la cr nica en Brasil. Fund la Academia Brasile a de Letras. Considerado el padre del realismo en Brasil, si bien de un realismo muy especial, con ecos de Sterne, escribi obras tan destacables como Memorias p stumas de Blas Cubas, Don Casmurro, Quincas Borba o Memorial de Aires. En 1881 abandon definitivamente el romanticismo de la primera fase de su obra y public Memorias p stumas de Blas Cubas, que marca el inicio del realismo en Brasil. El libro, extremadamente atrevido, est narrado por un difunto, y comienza con una dedicatoria inusitada: Al gusano que primero roy las fr as carnes de mi cad ver dedico con sentido recuerdo estas memorias p stumas. Tanto Memorias p stumas de Blas Cubas como las dem s obras de su segunda fase van mucho m s all de los l mites del realismo, a pesar de ser normalmente clasificadas en dicho movimiento. Machado, como todos los autores de genio, escapa a los l mites de todas las escuelas, creando una obra nica.
Várias Histórias

Várias Histórias

Joaquim Machado De Assis

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2015
nidottu
Bem-vindo ao maravilhoso mundo de Machado de Assis. Nesta edi o cl ssica do seu romance V rias Hist rias, trazemos at si a melhor edi o desta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. V rias Hist rias uma colet nea que re ne dezasseis dos melhores contos de Machado de Assis. Publicada inicialmente em 1896, V rias Hist rias e considerada uma das suas melhores obras no g nero. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, na Mogul Edi es Cl ssicas, tivemos a trazer-lha at si.
Várias Histórias

Várias Histórias

Joaquim Machado De Assis

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2015
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Bem-vindo ao universo extraordin rio de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de V rias Hist rias, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX.V rias Hist rias uma colet nea que re ne dezasseis dos melhores contos de Machado de Assis. Publicada inicialmente em 1896, V rias Hist rias e considerada uma das suas melhores obras no g nero.Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si.
A Mão e a Luva

A Mão e a Luva

Joaquim Machado De Assis

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2015
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Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de A M o e a Luva, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. A M o e a Luva o segundo romance escrito pelo escritor brasileiro Machado de Assis, pela primeira vez publicado em 1874. A M o e a Luva foiinicialmente publicado em 20 folhetins, com o subt tulo "Um perfil de mulher," nos rodap s de O Globo, jornal dirigido por Quintino Bocai va, entre 26 de setembro e 3 de novembro (n o diariamente). Em A M o e a Luva, a hist ria transcorre em Botafogo, ent o um simples arrabalde (o que hoje chamar amos de sub rbio) repleto de apraz veis ch caras. Machado de Assis conta-nos uma "hist ria de amor," ou seja, a hist ria de uma mulher de personalidade forte, Guiomar, que assediada por tr s pretendentes a marido. A obra enquadra-se na fase "rom ntica" do autor, mas em vez dos recursos cl ssicos do romantismo - enredos rocambolescos, plenos de coincid ncias, reviravoltas, surpresas, suspenses - Machado de Assis, como j ocorrera no romance de estreia, Ressurrei o, prefere um texto contido, minimalista em termos de trama, de an lise psicol gica, mas com uma enorme eleg ncia estil stica, que continuaria aperfei oando at atingir seus p ncaros na chamada "fase realista." Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Casa Velha

Casa Velha

Joaquim Machado De Assis

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2015
nidottu
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Casa Velha, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. Casa Velha uma novela de Machado de Assis, publicado em folhetins na revista carioca A Esta o, de janeiro de 1885 a fevereiro de 1886. A obra nunca tem o tempo de discurso revelado; por m, o tempo de diegese se passa nos anos de 1838 e 1839. Com o fim de escrever um livro sobre a hist ria do Primeiro Reinado, um c nego procura conhecer uma casa onde morou um ex-ministro, na qual havia pap is que o ajudariam na sua pesquisa. Durante esta pesquisa, o c nego tornou-se grande amigo da fam lia, ficando ntimo dela, inclusive. Deste modo, v na amizade de F lix - filho da dona da casa, D. Ant nia - e Lalau - praticamente, agregada da casa - uma poss vel paix o. Contudo, esta uni o n o era poss vel, pois D. Ant nia, embora considerasse Lalau como filha, n o aceitava que eles ficassem juntos devido rela o social de ambos. Embora tenha sido publicado na fase dita realista do autor, sup e-se que Machado de Assis tenha aproveitado material n o-publicado de sua fase rom ntica. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Esaú e Jacó

Esaú e Jacó

Joaquim Machado De Assis

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2015
nidottu
Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Esa e Jac , trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX, e in cio do s culo XX. Esa e Jac o pen ltimo livro de Machado de Assis, lan ado em 1904, quatro anos antes da sua morte, e, segundo a maioria dos cr ticos, em pleno apogeu liter rio, depois de escrever, em 1899, Dom Casmurro, o mais c lebre de seus livros. Esa e Jac se destaca por consolidar esta suave maestria no dom nio da narrativa. Machado de Assis despoja-se da excentricidade ocasional num texto que abandona resqu cios do picaresco e envereda num realismo que retoma a melancolia e o lirismo que se iniciara na primeira fase de sua produ o liter ria. Destaque s o os personagens muito pr ximos da vida real. O Conselheiro Aires um personagem poderoso que contracena com Natividade, m e dos g meos Pedro e Paulo, que protagonizam este romance. E Machado de Assis chega quase perfei o formal ao estabelecer esta trama fascinante onde os iguais s o opostos e concorrentes. Discordam na pol tica, na vida, sempre em campos opostos, um contra o outro. A ambiguidade narrativa se instaura com o Conselheiro Aires, personagem e narrador, que no entanto, tamb m visto a partir de uma terceira pessoa. Machado de Assis por esse jogo de opostos pode comentar um tempo de grande agita o pol tica. N o sendo estranho ao livro temas como aboli o da escravatura, encilhamento e Estado de s tio, por m o tema melhor abordado e reconhecido a Proclama o da Rep blica, a qual se faz uma not vel cr tica. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Quincas Borba

Quincas Borba

Joaquim Machado De Assis

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2015
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Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Quincas Borba, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. Quincas Borba um romance escrito por Machado de Assis, desenvolvido em princ pio como folhetim na revista A Esta o, entre os anos de 1886 e 1891, para ser publicado definitivamente em 1892. No processo de adapta o de folhetim para livro o autor realizou algumas mudan as m nimas, mas significativas. Seguindo Mem rias P stumas de Br s Cubas (1881), este livro considerado pela cr tica moderna o segundo da trilogia realista de Machado de Assis, em que o autor esteve preocupado em utilizar o pessimismo e a ironia para criticar os costumes e a filosofia de seu tempo, embora n o subtraia res duos rom nticos da trama. Ao contr rio do romance anterior, no entanto, Quincas Borba foi escrito em terceira pessoa, a fim de contar a hist ria de Rubi o, ing nuo rapaz que torna-se disc pulo e herdeiro do fil sofo Quincas Borba, personagem do romance anterior, e que, sendo enganado por seu amigo capitalista Cristiano e sua esposa Sofia, paix o de Rubi o, vive na pele todo o fundamento te rico do Humanitismo, filosofia fict cia daquele fil sofo. Quincas Borba, de fato, foca-se melhor nos temas secund rios do romance anterior. Estes incluem uma par dia ao cientificismo e ao evolucionismo da poca, bem como ao positivismo de Comte e lei do mais forte, uma adapta o da sele o natural de Charles Darwin a n vel social. O livro tem recebido v rios estudos e interpreta es ao longo do tempo, sobretudo sociol gicos, que o consideram um romance que trata principalmente da transforma o do homem em objeto do homem e a sua "coisifica o". Quincas Borba, um dos que mais interesse tem despertado em novas edi es e tradu es para outras l nguas, est entre os principais livros da obra machadiana. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Memorial de Aires

Memorial de Aires

Joaquim Machado De Assis

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2015
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Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Memorial de Aires, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX, e in cio do s culo XX. Memorial de Aires o ltimo romance escrito por Machado de Assis, publicado no mesmo ano de sua morte, 1908. Est organizado como uma s rie de entradas em um di rio e, como Mem rias P stumas de Br s Cubas, n o tem um enredo nico, mas comp e-se de v rios epis dios e anedotas que se cruzam. Aires era um conselheiro que sempre acompanhou Machado de Assis em suas hist rias, geralmente como um amigo dos personagens. Reportava figura do pr prio Machado de Assis. Nesta obra, idolatra uma mulher, D. Carmo, que possivelmente possa ser inspirada em Carolina Augusta Xavier de Novais. tida como a sua obra de maior car cter autobiogr fico. Memorial de Aires uma poss vel continua o do livro Esa e Jac , onde o personagem Aires participa da hist ria, anotando em seu caderno tudo que se passa em sua vida. Tamb m em Memorial de Aires, Aires relata o seu dia-a-dia em um caderno. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Ressurreição

Ressurreição

Joaquim Machado De Assis

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2015
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Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Ressurrei o, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX, e in cio do s culo XX. Ressurrei o o primeiro romance de Machado de Assis, publicado em 1872. Embora considerada uma obra da primeira fase, rom ntica, do autor, seu romantismo contido, moderado, sem os excessos sentimentais, reviravoltas na trama e final feliz da obra tipicamente rom ntica. Ressurrei o trata-se mais de um romance psicol gico, onde, mais importante que a intriga, "estudar o car ter e o comportamento" dos personagens. Como o pr prio Machado de Assis, na "Advert ncia da Primeira Edi o", deixa claro: "N o quis fazer romance de costumes; tentei o esbo o de uma situa o e o contraste de dois caracteres; com esses simples elementos busquei o interesse do livro." Ressurrei o conta a hist ria do Doutor F lix, passada no Rio de Janeiro do s culo XIX. Viana, seu amigo, apresenta-lhe a irm L via, uma bela mulher, vi va h dois anos, m e de um menino de cinco anos. E assim est o lancadas as bases para o primeiro romance de Machado de Assis, e para uma carreira liter ria sem igual na literatura Brasileira. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Iaiá Garcia

Iaiá Garcia

Joaquim Machado De Assis

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2015
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Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o de Iai Garcia, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX. Publicado no ano de 1878, Iai Garcia foi a ltima obra da fase rom ntica de Machado de Assis, sendo considerada j uma obra de transi o. A hist ria desenrola-se em Santa Teresa, bairro tradicional do Rio de Janeiro. A ac o de Iai Garcia gira volta de uma s rie de incidentes com um ponto em comum: a realiza o ou a n o-realiza o de um casamento. Todos os actos das personagens s o conduzidos, de modo directo ou indirecto, para a consecu o ou para o impedimento desse objectivo. Assim, a ac o do romance arma-se sobre a mesma sequ ncia b sica, repetida ao longo do relato com ligeiras varia es, mas mantendo sistematicamente os elementos essenciais. Casamentos arranjados, amores proibidos e jogos de interesse comp em a alma de Iai Garcia, onde Machado de Assis mais uma vez retracta com mestria a sua sociedade contempor nea. Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si. Deixe-se levar pelos sonhos... Oliver Garrett
Dom Casmurro

Dom Casmurro

Joaquim Machado De Assis

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2015
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Bem-vindo ao universo extraordinario de Machado de Assis, um dos maiores vultos da literatura Luso-Brasileira de sempre. Nesta edi o deDom Casmurro, trazemos at si a melhor edi o esta admir vel pe a liter ria do final do s culo XIX, e in cio do s culo XX.Dom Casmurro um romance escrito por Machado de Assis em 1899. Foi escrito para sair diretamente em livro, o que ocorreu em 1900, embora com data do ano anterior. Completa a "trilogia realista" de Machado de Assis, ao lado de Mem rias P stumas de Br s Cubas e Quincas Borba, tendo sido esses dois escritos primeiramente em folhetins.Seu personagem principal Bento Santiago, o narrador da hist ria que, contada em primeira pessoa, pretende "atar as duas pontas da vida", ou seja, unir relatos desde sua mocidade at os dias em que est escrevendo o livro. Entre esses dois momentos Bento escreve sobre suas reminisc ncias da juventude, sua vida no semin rio, seu caso com Capitu e o ci me que adv m desse relacionamento, que se torna o enredo central da trama. Ambientado no Rio de Janeiro do Segundo Imp rio, se inicia com um epis dio que seria recente em que o narrador recebe a alcunha de "Dom Casmurro", da o t tulo do romance. Machado de Assis o escreveu utilizando ferramentas liter rias como a ironia e uma intertextualidade que alcan a Schopenhauer e sobretudo a pe a Otelo de Shakespeare.Ao longo dos anos, Dom Casmurro, com seus temas como o ci me, a ambiguidade de Capitu, o retrato moral da poca e o car ter do narrador, recebeu in meros estudos, adapta es para outras m dias e sofreu in meras interpreta es, desde psicol gicas e psicanal ticas na cr tica liter ria dos anos 30 e dos anos 40, passando pelo feminismo na d cada de 1970 at sociol gicas da d cada de 1980, e adiante. Creditado como um precursor do Modernismo e de ideias posteriormente escritas por Sigmund Freud, o livro influenciou os escritores John Barth, Graciliano Ramos e Dalton Trevisan e considerado por alguns a obra-prima de Machado de Assis. Al m de ter sido traduzido para outras l nguas, continua a ser um de seus livros mais famosos e considerado um dos mais fundamentais de toda a literatura brasileira.Esperamos que tenha tanto prazer a ler esta obra cl ssica quanto aquele que n s, Cascais Classic Editions, tivemos a trazer-lha at si.Deixe-se levar pelos sonhos...Oliver Garrett