Nos últimos anos têm nascido cada vez mais crianças algo diferentes. E diferentes, sobretudo, no modo como reagem ao envolvimento social da humanidade.Já nascem com outro tipo de estrutura, de pré dis- posição.Este tipo de crianças já existia, mas agora a quantidade é muito maior. E tenderá a sê-lo cada vez mais. São crianças com talentos fora do comum. A sociedade tem tendência a rotulá-las. Um desses rótulos é o de criança índigo. Um outro é o de criança hiperactiva.Estas crianças têm acesso a informação que está noutro plano da consciência.No entanto, a maior parte é inadaptada à sociedade.Como são diferentes, a sociedade está inclinada a achar que são crianças com problemas e sente cada vez mais dificuldades em lidar com elas.Com este livro, Luís Martins Simões procura chegar aos jovens e adolescentes e, através deles, aos adultos.
It is difficult to experience long lasting happiness without being connected to intuition. Intuition is a unique flow that sprouts from within every human. It is the gate to creation.Many things on our planet work well, but many others simply do not work at all. Those that work well are invariably the result of a new and creative paradigm. When we feed our human mind with repetition, problems occur.Our planet is facing a moment of truth. The evolution of mankind depends on the ability of people to be creators and not repeaters. We need to decide to become creators. As such, we have the power to create a new world. In this book, Lu s clearly shows he sees the world through eyes that are not restricted by any conformity, rule or regulation.
Goste de Si um livro simples sobre Auto-Estima. Atrav s de exemplos muito simples do quotidiano, o autor transporta-o para temas da sua vida ligados ao sucesso, felicidade, aos relacionamentos, vida a dois, sua rela o com o Universo, sua for a interior.A nossa for a interior vem da nossa auto-estima. O amor cura tudo. At a falta de amor.Com mais de 32 000 exemplares j vendidos, esta obra j ajudou muitas pessas a olhar para dentro de si e a perceber que a felicidade e o sucesso n o dependem de est mulos exteriores mas da capacidade que cada um tem de tratar de si, de se aceitar, de se amar. Empreenda esta viagem ao ser interior.
Lu s Martins Sim es passou os ltimos 35 anos a gerir e a liderar empresas e a assessorar e formar l deres e gestores de topo no mundo inteiro, desde o extremo oriente ao extremo ocidente.Com este livro, o autor n o pretende falar de teorias de lideran a, mas sim abordar de um modo muito pragm tico muitas das situa es com que se confrontam os l deres e os gestores de topo na lideran a desportiva, na lideran a de empresas e na lideran a de qualquer organiza o. Aborda tamb m quest es de lideran a pessoal porque, diz ele, n o poss vel liderar com efic cia equipas, organiza es e empresas sem uma forte lideran a pessoal.
"Sous-Vide: A Arte da Culin ria de Precis o" a obra-prima do renomado chef Lu s Martins, que o guiar pelo mundo da culin ria sous-vide com maestria. Este livro uma celebra o da t cnica culin ria que transforma ingredientes simples em pratos de restaurante gourmet.O Chef Lu s Martins uma autoridade na culin ria sous-vide, e sua paix o pela t cnica transparece em cada p gina deste livro. Com anos de experi ncia e um toque inconfund vel de criatividade, ele desvenda os segredos por tr s dessa t cnica revolucion ria."Sous-Vide: A Arte da Culin ria de Precis o" oferece uma variedade de receitas que ir o encantar seus sentidos. Desde suculentos bifes at vegetais crocantes, cada prato preparado com perfei o usando o m todo sous-vide. Voc aprender a arte da precis o, dominando os tempos e temperaturas ideais para criar pratos impec veis.Al m das receitas deliciosas, este livro um guia abrangente sobre como dominar a t cnica sous-vide em sua pr pria cozinha. O Chef Lu s compartilha dicas valiosas, truques e orienta es sobre equipamentos para garantir que suas experi ncias culin rias sejam sempre bem-sucedidas.Se voc deseja elevar sua culin ria a um n vel superior e impressionar seus convidados com pratos dignos de um chef, "Sous-Vide: A Arte da Culin ria de Precis o" o guia essencial. Com este livro, voc ter as ferramentas e o conhecimento necess rios para se tornar um mestre da culin ria sous-vide e criar refei es extraordin rias em sua pr pria cozinha.
Depuis plusieurs mois, l'heure o le soleil est de l'autre c t de notre plan te pour nous abandonner dans le silence de la nuit; quand l'individualit des lumi res bleues nous autorise envisager ce qui brille au-dessus de nous; que la nature retrouve ses droits et que le r gne animal a la libert de s'extirper de ses terriers; lorsque l'Europe dort au creux de l' tre humain qu'elle aime tant ou qu'elle a tant port dans son coeur: j' cris. la p nombre de ce jour, j'ai compos le dernier paragraphe de ces huit pens es, au son de Korallreven - November Rain. Je parach ve ces textes par ce prologue, pour vous pr ciser ce qui m'a enthousiasm subtiliser du temps aupr s des bras de Morph e, pour vous donner la raison d'avoir abord chacun de ces maux. Que chacun des mots, choisis m ticuleusement, vous procure le sens de ce que j'ai tant recherch formuler convenablement aupr s des tres humains que je c toie au quotidien. Que chacune des phrases vous apporte un ressenti parmi tant d'autres, sur ce que nous endurons.Par ce recueil, je n'ai pas la pr tention d'esp rer que cela va encourager m tamorphoser notre soci t , qui a la n cessit de s'engager dans une nouvelle re. Je n'avais que l'intention de d peindre ce que je constate, ce que j' prouve et ce que la civilisation humaine subit. Par ces r flexions, j'avais envie de d' crire de quelle mani re je per ois le rouage dans lequel on survit; d poser l'encre pour ceux que l'on ne voit pas et que l'on m prise. Ces personnes dont je fais partie et avec qui j'ai pu avoir des nuits enti res de discussions autour de moments fraternels.Ce qui a t le plus ardu pour coucher mes notes sur le papier, a a t de penser par moi-m me: laisser l'argumentation toute faite au kiosque; l'information de masse pr te consommer dans le flux de la prise RJ11. J'ai constat , d velopp , et conclu par moi-m me. certains moments, je me suis abandonn m diter sur des rem des, car nous pouvons chacun avoir des id es m me si en outre, ob ir est devenu bien per u.Ce recueil, c'est mon instrument pour fendre l'ardoise que le syst me suspend au-dessus de notre t te quotidiennement, tout en sc narisant mes crits par la d marche d'y inscrire des titres musicaux pr sents en introduction de chaque texte. Ces accompagnements je les ai cherch s, jusqu' ce qu'une de celles-ci m'inspire un sujet qui me parle. Ils sont donc entr s en ligne de compte sur la discipline de convergence de mes notes sur ces diff rents th mes, tout en les coutant en boucles des soirs durant. Je me suis laiss persuader que les fr quences Hz transcendent les ressentis de l' me et ce quel que soient les paroles; que les basses de ces musiques nous insufflent l' cho du coeur maternel dans son foetus et les aigus ram nent chacun son v cu personnel et ses motions. J'esp re que ces m lodies vous porteront dans l'envie de vous poser des questions, d'y trouver votre r ponse, d' mettre des sentiments comme l'empathie, de vous laissez cr er votre propre opinion et par instant essuyer nos larmes communes, car cela vous voquera votre histoire.Par cela, j'aspire vous faire oublier le confort de croire que c' tait mieux avant, mais vous convaincre que ce sera mieux apr s.
A pesquisa sobre a vida, os costumes, as viagens e os feitos de v rios ilustres portugueses que escreveram o nome nas p ginas da hist ria mar tima entre o s culo XV e da primeira metade do s culo XVI a fonte do romance "RUMO TERRA DE VERA CRUZ E AO ORIENTE: VIAJANDO NUMA NAU EM BUSCA DO PARA SO DESCONHECIDO", mesclando fic o e hist ria; utilizando o que h de mais concreto no que diz respeito a vida de figuras famosas como Crist v o Colombo, Vasco da Gama, etc.Para escrever as obras "O Desconhecido Cavaleiro de Ordem de Cristo: Viajando numa Caravela pelo Mar Tenebroso" (Livro 1) e sua continua o "Um Continente Longe Demais" (Livro 2), "Uma Passagem para Esperan a" (Livro 3), "A Rota do Cabo para o Mar dos B rbaros" (Livro 4) e "Rumo Terra de Vera Cruz e ao Oriente: Viajando numa Nau em Busca do Para so Desconhecido", todas da s rie "As Aventuras de um Lend rio Cavaleiro da Ordem de Cristo", utilizou-se a mesma f rmula para produzir outros romances do autor.As principais figuras cuja vida deram inspira o suficiente para estruturar o romance s o Crist v o Colombo, Vasco da Gama, o Rei Dom Manoel I, o Rei Dom Jo o II, muitos cavaleiros Templ rios, tantos mais da Ordem de Cristo, entre outros.A descoberta pelos navegadores ib ricos das rotas oce nicas para as ndias do Ocidente e do Oriente considerado o maior dos acontecimentos desde a cria o do mundo, parte a encarna o e morte daquele que o criou. Portanto, merecia um romance trazendo ao p blico leitor detalhes daquela grandiosa empreitada.
O romance "O Imigrante Portugu s" se prende a impressionante saga do portugu s Jos Louren o, desde sua aldeia natal, Quilho, at se fixar definitivamente na cidade do Rio de Janeiro, em busca de uma vida melhor.Os personagens protagonistas da est ria s o basicamente dois: Jos Louren o e Am lia Botelho. Ele, filho de uma meretriz que morreu ainda cedo, o qual parte estrada afora pelo interior de Portugal em busca de novas oportunidades, j que em Quilho isto n o lhe era poss vel, principalmente em virtude de suas origens. Ela, mal casada, abandona o lar para iniciar, sem retorno, uma fuga da viol ncia dom stica, na esperan a de dar novos rumos a sua vida. O destino colocou um ao lado do outro para percorrer caminhos repletos de dificuldades, desde o embarque clandestino no Tejo at a travessia oce nica, o desembarque no Rio de Janeiro, a luta pela sobreviv ncia em lugares estranhos, a pris o de Louren o, a triagem na hospedaria dos imigrantes na Ilha das Flores, o trabalho obrigat rio na Fazenda S o Jos do Pinheiro, a busca incans vel por Am lia e o seu resgate do meretr cio na Lapa. Eles s v m a conhecer o sossego ap s experimentarem amargas desventuras.Seja pela reconstitui o hist rica, seja pela aventura contada de maneira acess vel, a obra visa entreter o leitor sem deixar de transport -lo para uma poca que se perdeu no passado e o autor esfor a-se por resgatar atrav s das suas p ginas.
Tudo come ou em janeiro de 1603 em S o Sebasti o do Rio de Janeiro, quando aportou perto do Forte de S o Sebasti o a chalupa Amity, cujo capit o, Thomas Johnson, ap s comprar do fornecedor Diego Xavier barris de vinho, um barril de azeite, quatro caixas de bacalhau e outros v veres, embebedou e seq estrou a bordo daquela o filho deste, Pedro Duarte Xavier, para recompor a sua tripula o desfalcada. Quando recuperou os sentidos, conheceu Velho Corso; tornaram-se amigos e soube por este que estava navegando numa embarca o pirata com destino frica. Ap s atravessarem o Oceano Atl ntico uma expedi o de piratas, incluindo Pedro Duarte Xavier, passou v rios dias na aldeia dos nativos do Grupo Bantu, l ele conheceu a princesa africana Abena Kulala, com a qual teve um caso amoroso, mas os piratas n o o deixaram ficar para tr s, for ando a partir e embarcar novamente na Amity.Da costa africana seguiram viagem para a ilha de Madagascar, mas no meio do caminho atacaram e pilharam o mercante franc s Mouette Blanc do capit o Fran ois Duvalier. Ap s seguiram para a costa de Madagascar, onde encontraram ancorado o navio pirata Dundalk do capit o Lerne MacMillan. Durante a grande bebedeira de confraterniza o, Pedro Duarte Xavier conseguiu fugir em longa caminhada por densa floresta at alcan ar um forte mercantil.No forte mercantil conseguiu se empregar no estabelecimento do comerciante Tew Brigde. Thomas Johnson chegou ao forte para negociar o butim estocado nos por es da Amity e tentou resgatar Pedro Duarte Xavier, mas foi impedido por Alan Fisher que administrava a fortifica o. Em contrapartida Thomas Johnson procurou se vingar atacando uma das principais tribos dos nativos betsimi-saraca como se fosse um grupo armado do forte mercantil. Em repres lia, os betsimi-saraca atacaram o forte, quando Alan Fisher encontrava-se ausente. Durante o ataque mataram todos que estavam no interior do forte e capturaram Pedro Duarte Xavier, levando-o como escravo para sua aldeia. Na aldeia betsimi-saraca, Pedro Duarte Xavier foi obrigado a fazer diariamente trabalhos pesados para os nativos. O escravo mais antigo, Sobuza, designou para ser companheira dele uma escrava do grupo hova, de origem malaia, chamada Suala, com quem teve um filho chamado Medaru. Durante ataque dos bandoleiros sacalaves aos nativos betsimi-saraca, acabou sendo for ado a fugir com os demais escravos. Recapturado durante a fuga, foi duramente torturado e vendido para os piratas do capit o Long Kid, o qual f -lo embarcar no gale o Caribal.Navegando com o Caribal, Pedro Duarte Xavier testemunhou a abordagem de destro os da chalupa Amity, afundada pelo navio Bachelor's Delight, comandado por Alan Fisher. Nele estava Velho Corso, resgatado ainda com vida. Depois seguiram viagem para o Golfo de den.Perto da passagem Bad el Mandeb, o Caribal interceptou e atacou o navio do gr o-mongol indiano chamado Mumbai, o qual carregava moedas de ouro, pedras preciosas e cento e vinte passageiros, entre os quais altos escal es da corte de Aurangzeb que voltavam de peregrina o cidade sagrada de Mecca. Apesar da resist ncia her ica, todos os homens a bordo foram mortos e as mulheres levadas como escravas sexuais. Na confus o da abordagem, Velho Corso e o apaixonado Pedro Duarte Xavier salvaram Allaji, fazendo-a passar despercebida para os por es do Caribal. No retorno para Madagascar, os piratas se fartaram das mulheres que levavam a bordo e as jogaram no mar. Ao fazerem aguada numa ilha desabitada, os tr s amigos conseguem fugir dos piratas num bote de servi o, escondendo-se no interior de uma caverna. Depois de v rios dias os piratas desistiram das buscas e rumaram de novo para Madagascar.Vivendo isolados na ilha, Pedro Duarte Xavier se tornou amante e companheiro de Allaji. Da uni o nasceu Indira. Depois de mais de tr s anos l vivendo, Velho Corso aventurou-se em mar aberto na busca de navios que pudessem resgat -los.
A saga de Pedro Duarte Xavier, Velho Corso, Allaji e Indira continua em Goa. T o logo l desembarcaram o velho nobre de altos escal es da corte do gr o-mogol Aurangzeb, cujo nome era Raya Bergala, sult o da regi o do rio Krishna, um dos conselheiros do gr o-mogol Aurangzeb, a quem Allaji foi prometida para casamento, solicitou s autoridades portuguesas a sua captura. E assim foi feito. Apesar dos esfor os de Duarte Xavier e Velho Corso, Allaji e Indira foram presas e levadas ao pal cio de Masulipatam, no litoral da ndia Oriental. Nada mais podendo fazer naquele momento para salv -las, Duarte Xavier e Velho Corso s conseguiram subir a bordo da embarca o S o In cio e partir para Macau.Em Macau, Duarte Xavier e Velho Corso conheceram o soldado africano chamado Francisco de Tombua e Kai-Sheng, sobrinha de um importante comerciante chin s, Chen Tai Jin, e amante do portugu s Jo o Vaz. Este ltimo concordou vender sua chalupa semidestru da, depois de colis o com outra embarca o, por apenas 500.000 r is, desde que se responsabilizasse pelo sustento de Kai-Sheng, permitindo assim que ele regressasse para o seio de sua fam lia leg tima em Lisboa.Para levantar recursos que permitissem reformar a chalupa rec m adquirida e viabilizar uma viagem para ndia, a fim de resgatar Allaji e Indira, Duarte Xavier aceitou ser capit o da embarca o de Chen Tai Jin, fazendo algumas viagens nessa condi o, inclusive Nagasaki, no Jap o, quando teve de enfrentar piratas de Formosa. Enquanto isto Velho Corso foi administrando a reforma da chalupa. O entrosamento foi grande naquela parceria, Kai-Sheng tornou-se amante de Velho Corso e Chen Tai Jin, s cio dele e de Duarte Xavier.J em condi es de navegar, a chalupa Algarve, com tripula o mista composta pelos chineses do junco de Chen Tai Jin, e pelos indianos de Maharatas contratados em Macau, navegou para ndia, passando primeiro pelo Ceil o. Na chalupa tamb m iam Tombua e Kai-Sheng.Ao chegar ao porto de Masulipatam descobriram que Raya Bergala, Allaji e Indira n o estavam no seu pal cio ali constru do. Tiveram que dar vela para o local onde era o cativeiro delas. Com ajuda dos indianos de Maharatas conseguiram por gente de confian a dentro do pal cio, entrar em contato com Allaji e elaborar um plano de fuga.No dia combinado, Allaji e Indira conseguiram chegar a um jardim interior perto dos muros do pal cio e, com ajuda de Duarte Xavier, Velho Corso e os indianos de Maharatas, finalmente escal -los. A fuga pelo trecho de terra at o mar foi feita sob a persegui o implac vel dos guardas de Raya Bergala, na qual o l der dos indianos foi ferido. J na praia, descobrindo a sua aus ncia, Duarte Xavier voltou para salv -lo e o fez debaixo de uma chuva de balas. Somente conseguiu escapar com a cobertura de Tombua e Velho Corso. Embarcaram na chalupa com a praia repleta de gente armada. Mas tiros dos canh es de bordo mantiveram todos por l e a embarca o, com as velas enfunadas, regressou para Macau, nova p tria Duarte Xavier, Velho Corso, Allaji e Indira.
Tudo come ou em 1587 num pequeno vilarejo ao sul da Antu rpia, sob dom nio espanhol, onde os empobrecidos camponeses Frederic e Juliane Von Veghel foram presos pelas autoridades espanholas e levados diante do "Conselho de Sangue", acusados de esconderem armas para os revoltosos flamengos, e Irlayne Von Veghel, sua filha, se p r em fuga at instalar-se na taverna Belli ac Pacis, onde, desnorteada pelo desaparecimento dos pais, acabou iniciando-se no meretr cio. Ap s dar luz a Bartolomew, filho do capit o portugu s Martinho de Almod var, teve que embarcar s pressas no gale o Noord Holanda, comandado pelo capit o Wardlow, em virtude de persegui o implac vel do apaixonado mercador espanhol Crist v o de la Sierra e da Cavalaria da Costa, induzida que estava por falsas den ncias apresentadas por aquele mercador. Em Lisboa, Irlayne foi obrigada, pelas circunst ncias, a trabalhar na casa de toler ncia da senhora Eug nia e Bartolomew de seguir interno no mosteiro do padre Agostinho Couto, onde se educou e aprendeu a respeito de constru o de embarca es, navega o e elabora o de cartas n uticas. Entretanto, com o falecimento de Irlayne, n o tendo como Bartolomeu continuar a contribui o pecuni ria que sua m e vinha fornecendo, ele foi sumariamente exclu do do mosteiro e, gra as aos favores do capit o Manoel Boaventura, acabou sendo embarcado na caravela Setubal, integrante da frota comandada por Andr Higino, como aprendiz de grumete. E nessa fun o iniciou viagem que o conduziu s terras do Estado do Brasil.No porto de Filip ia de Nossa Senhora das Neves recebeu ordens para participar da luta contra os ind genas que tentaram sitiar o fortim que defendia a povoa o; em decorr ncia de sua atua o desastrosa, recebeu intenso treinamento at se tornar ex mio atirador e vigoroso combatente. Ali tamb m se envolveu amorosamente com a mesti a Ju ara. Mas, ap s algum tempo, prosseguindo viagem, a frota aportou em janeiro de 1603 em S o Sebasti o do Rio de Janeiro. Ali Bartolomeu conheceu a bela Maria Catarina por quem se encantou. Ela era a filha nica do senhor de engenho Domingos Alves, mas estava prometida para casamento com o filho de um fazendeiro da regi o. Aquele senhor, afei oando-se por Bartolomeu, contratou-o para administrar a sua cria o de animais dom sticos e o jovem aceitou para permanecer o mais perto poss vel de Maria Catarina. Depois de salvar a jovem senhorita da morte certa nas m os dos ndios tamoios, que atacaram a fazenda de Domingo Alves, e ajudado pelo escravo Iperi, Bartolomeu fugiu para as matas interiores, para livrar-se da persegui o levada a efeito pelo senhor do engenho e seu capataz lvaro Rodrigues, em virtude de ter engravidado tanto a filha do patr o, tornando-a impr pria ao casamento compromissado, como a escrava Palmira, que revelou fora de si ambas as situa es a Domingos Alves, levada a isto pelo ci me doentio que a cegava.Vagueando absolutamente s pelas florestas da Col nia, depois de muita andan a vivendo de ca a e planta es ind genas abandonadas, Bartolomeu juntou-se a expedi o sertanista liderada por Estev o de Almeida, com a qual teve de enfrentar os ataques dos ndios aimor s. No entanto, o grupo expedicion rio logo em seguida acabou sendo surpreendido e capturado pelos ndios antrop fagos tupinamb s. Na aldeia dos captores, Bartolomeu tornou-se escravo da ndia Juciara, enquanto aguardava esta ficar gr vida dele, a fim de satisfazer os desejos do grande l der da tribo, para depois finalmente ser devorado durante cerim nia do "ibira-pema", como todos os outros seus companheiros o foram. De fato, todos os expedicion rios foram esquartejados, fervidos ou assados e degustados pelos tupinamb s. J n o restando mais esperan a a Bartolomeu de se salvar, aconteceu, por m, que os ndios tupiniquins da costa, aliados aos portugueses e inimigos naturais dos tupinamb s, os atacaram for ando sua imedia
Dando prosseguimento as suas aventuras iniciadas no livro "A Saga de Bartolomeu Brasileiro", ele acabou sendo derrotado nas costas da ilha Saint Kitts, por Gale es Espanh is, que afundaram a chalupa "La Condessa". Mas Bartolomeu Brasileiro conseguiu fugir da pris o no gale o "La Piedad" e ser salvo pelo gale o "Prince de Calais". Sendo deixado na Ilha Tortuga conheceu um velho pirata e sua jovem filha mesti a Luise. Liderando antigos companheiros conseguiu tomar o Gale o "Ascensi n", apoderando-se de um ba com moedas de ouro. Mesmo disposto a largar aquele modo de vida, seus antigos companheiros o obrigaram a atacar Bocas del Toro. Em nova aventura o Gale o "Ascensi n" foi capturado pelos Espanh is e a sua tripula o encarcerada no Forte S o Jer nimo. Com ajuda de Mercedes de la Begovia, somente Bartolomeu e seu mestre conseguiram fugir dali com vida, para novamente se refugir na Ilha Tortuga.
LIVRO CONTENDO V RIAS IMAGENS - Comp em o livro quatro contos: "A Borboleta Noturna"; "O Voo-Solo"; "Uma Voz na Noite"; e "O Ocaso Vem do Rio". "A Borboleta Noturna" a est ria de uma mo a do interior v tima de uma trag dia familiar que for ada a se casar com um dos credores daquele que se tornou o chefe de fam lia; logo em seguida, ap s cometer um assassinato, fugir para a cidade grande; e l se tornar uma meretriz envolvida com malandros e bandidos. "O Voo-Solo" a est ria de um aprendiz da avia o civil, seus devaneios, dificuldades para concluir o aprendizado e perip cias no primeiro voo em que conduz um avi o sozinho. "Uma Voz na Noite" a est ria de um fil sofo da plebe e de um l der de mendigos que levam estes a aterrorizarem uma cidade mediana. E, finalmente, "O Ocaso Vem do Rio" a est ria de duas tribos ind genas em constante disputa pela posse de uma margem a outra de um rio lim trofe.
LIVRO SEM IMAGENS; S TEXTO - Comp em o livro quatro contos: "A Borboleta Noturna"; "O Voo-Solo"; "Uma Voz na Noite"; e "O Ocaso Vem do Rio." "A Borboleta Noturna" a est ria de uma mo a do interior v tima de uma trag dia familiar que for ada a se casar com um dos credores daquele que se tornou o chefe de fam lia; logo em seguida, ap s cometer um assassinato, fugir para a cidade grande; e l se tornar uma meretriz envolvida com malandros e bandidos. "O Voo-Solo" a est ria de um aprendiz da avia o civil, seus devaneios, dificuldades para concluir o aprendizado e perip cias no primeiro voo em que conduz um avi o sozinho. "Uma Voz na Noite" a est ria de um fil sofo da plebe e de um l der de mendigos que levam estes a aterrorizarem uma cidade mediana. E, finalmente, "O Ocaso Vem do Rio" a est ria de duas tribos ind genas em constante disputa pela posse de uma margem a outra de um rio lim trofe.
Este livro re ne poesias escritas ao longo de mais de 30 (trinta) anos. Algumas delas j s o bem conhecidas, uma vez que recebeu premia o em concursos liter rios. Por exemplo, a poesia "Pedra Branca, Agua Clara" foi originariamente publicada na obra "Quem s o os poetas da Barra?", 1a ed., Centro Cultural Uap /Livraria Eldorado, Rio de Janeiro, 1993, p. 19 (publica o antol gica das poesias participantes do concurso para sele o divulgado com o nome "Quem s o os poetas da Barra?", no qual esta poesia obteve o pr mio de "men o honrosa"). A poesia "Barraco Teimosa" foi inicialmente publicada na obra "Poesias 1994", 1a ed., Litteris Editora, Rio de Janeiro, 1994, p. 9 (publica o antol gica das poesias participantes do concurso para sele o divulgado com o nome "Poesias 1994", no qual esta poesia obteve o pr mio de "segundo lugar"). A poesia "Beijo da Noite" foi inicialmente publicada na obra "O Amor na Literatura", 1a ed., Litteris Editora, Rio de Janeiro, 1994, pp. 14 e 15 (publica o antol gica das poesias participantes do concurso para sele o divulgado com o nome "O Amor na Literatura", no qual esta poesia obteve o "pr mio de edi o"). A poesia "Novos Momentos" foi publicada originariamente na obra "Emo es Liter rias", 1a ed., Litteris Editora, Rio de Janeiro, 1994, p. 10 (publica o antol gica de poesias selecionadas no concurso divulgado com o nome "Emo es Liter rias", no qual a referida poesia obteve o "pr mio de edi o"). A poesia "Damas da Noite" foi publicada primeiramente na obra "As 4 Esta es Po ticas", 1a ed., g nero antologia, Litteris Editora, Rio de Janeiro, 1994, pp. 18 e 19 (publica o antol gica das poesias participantes do concurso para sele o divulgado com o nome "As 4 Esta es Po ticas", no qual esta poesia obteve "pr mio de edi o"). E assim por diante.De maneira que decidimos reunir todas essas poesias publicadas espa adamente em v rias obras liter rias, resultante de concursos liter rios, acrescentando outras que ainda n o haviam sido publicadas, para formar um livro seleto e direcionado. Esta a obra que, agora, apresentamos ao p blico leitor, esperando que ela contribua para a satisfa o pessoal daqueles que s o apreciadores de poesias.
A pesquisa sobre a vida, os costumes, as viagens e os feitos de v rios ilustres portugueses que escreveram o nome nas p ginas da hist ria mar tima entre o s culo XV e da primeira metade do s culo XVI a fonte do romance "O Desconhecido Cavaleiro de Ordem de Cristo: Viajando numa Caravela pelo Mar Tenebroso", mesclando fic o e hist ria; utilizando o que h de mais concreto no que diz respeito a vida de figuras famosas como Crist v o Colombo, Diogo C o, etc. Para escrever as obras "O Desconhecido Cavaleiro de Ordem de Cristo: Viajando numa Caravela pelo Mar Tenebroso" e sua continua o "Um Continente Longe Demais", ambas da s rie "As Aventuras de um Lend rio Cavaleiro da Ordem de Cristo", utilizou-se a mesma f rmula para produzir outros romances do autor.As principais figuras cuja vida deram inspira o suficiente para estruturar o romance s o Crist v o Colombo, Diogo C o, o Rei Dom Afonso V, o Rei Dom Jo o II, muitos cavaleiros Templ rios, tantos mais da Ordem de Cristo, entre outros.A descoberta pelos navegadores ib ricos das rotas oce nicas para as ndias do Ocidente e do Oriente considerado o maior dos acontecimentos desde a cria o do mundo, parte a encarna o e morte daquele que o criou. Portanto, merecia um romance trazendo ao p blico leitor detalhes daquela grandiosa empreitada.
A obra sobre a poca de David Bueno Machado come a com o esclarecimento a respeito da moral corrente que imperou na poca e nos locais em que ele viveu. Depois feito uma abordagem sobre as dificuldades para estabelecer o ano correto em que nasceu o famoso dan arino e cabaretier. Acompanham esta abordagem os esclarecimentos quanto presun o do ano de 1895. S o apresentadas, tamb m, as provas do casamento com Escol stica Bueno Machado. Ap s a sua viuvez feito um tour em torno da sua atra o irresist vel pela eleg ncia, beleza e mist rios das mulheres francesas at chegar uni o est vel com a francesa Juliette Derache, que o acompanhou at a sua morte em 1958. Sendo inquestion vel a tend ncia da moda do seu tempo de se possuir amantes francesas. A fama de grande dan arino foi alcan ada na primeira metade da d cada de 20, como resultado do relacionamento estreito entre Bueno Machado e a dan a moderna; liga o indissol vel dele com o tango argentino, o maxixe brasileiro e o Charleston. Gra as a esta fama ingressou, como tantos outros artistas brasileiros e argentinos da sua poca, no circuito art stico Europa-Caribe-Brasil, principalmente ap s ter ele ganho o campeonato brasileiro de dan a-hora em 1923. Inclusive, a participa o de Bueno Machado na introdu o do Charleston no Brasil foi fundamental. Mas o que mais marcou a sua carreira de dan arino na d cada de 20 foi mesmo o recorde de dan a-hora no Brasil: primeiro dan ando 24 horas sem parar no palco do Teatro S o Pedro ou foi no Teatro L rico; depois dan ando 32 horas sem parar; e, finalmente, dan ando 72 horas seguidas. No entanto, o auge da gl ria aconteceu com a conquista dos palcos europeus, quando chegou a dan ar em Paris para os membros da Casa de Windsor. Depois de ter adquirido a nacionalidade brasileira, o seu sorteio e convoca o para o Servi o Militar Obrigat rio do Ex rcito Brasileiro em 06 de outubro de 1925 foi certamente um dos maiores complicadores da vida de Bueno Machado. Fato que o for ou a emigrar para Argentina. Enfrentando viagem no navio a vapor Princessa Mafalda, que posteriormente afundou nas costas do Brasil, chegou ao porto de Buenos Aires em novembro de 1925. No entanto, tendo cumprido uma passagem bem sucedida por aquele pa s retornou ao Brasil no in cio da d cada de 30 em virtude do golpe militar contra o presidente Yrigoyen e das convuls es sociais de ent o. Aconteceu, por m, que, tendo desembarcado no Estado de S o Paulo, foi for ado a migrar para o Rio de Janeiro em virtude da persegui o que sofreu pela insubmiss o ao Servi o Militar Obrigat rio, o que cominou com a abertura de processo criminal militar em 06 de abril de 1935, a pedido da Auditoria da Guerra da 2a Regi o Militar. No Rio de Janeiro, instalou uma Escola de Dan a na Cinel ndia, na parte superior do pr dio onde funcionava o Cine-Teatro Pal cio. Esta famosa Escola de Dan a, posteriormente, foi transformada no Dancing Brasil, onde excelentes orquestras sempre se apresentaram, tais como a de Paulo Moura, os Copacabanas, bem como crooners e lady-crooners do quilate de Elizeth Cardoso, Jamel o, Pernambuco do Pandeiro, Odal ia Guedes dos Santos (m e do cantor Gonzaguinha), Jo o da Baiana, Dominguinhos, entre outros. Tamb m chegando ao Rio de Janeiro montou o movimentad ssimo Cabar Brasil junto ao Largo da Lapa. Este cabar n o ficou famoso somente por ser o de maior clientela nos anos 30, 40 e 50, mas tamb m por ter uma das melhores orquestras da cidade e por ser dirigido pelo mais competente cabaretier da poca: Bueno Machado. Fato este reconhecido expressamente pela boemia intelectual e art stica do antigo Rio de Janeiro. Pelo sal o do Cabar Brasil passou muita gente famosa tanto no meio intelectual como art stico, sem contar figuras do meio pol tico.
A pesquisa sobre a vida, os costumes, as viagens e os feitos de v rios ilustres portugueses que escreveram o nome nas p ginas da hist ria mar tima entre o s culo XV e da primeira metade do s culo XVI a fonte do romance "Um Continente Longe Demais: Viajando numa Caravela pelo Costa Africana", mesclando fic o e hist ria; utilizando o que h de mais concreto no que diz respeito a vida de figuras famosas como Crist v o Colombo, Diogo C o, etc. Para escrever as obras "O Desconhecido Cavaleiro de Ordem de Cristo: Viajando numa Caravela pelo Mar Tenebroso" e sua continua o "Um Continente Longe Demais: Viajando numa Caravela pela Costa Africana", ambas da s rie "As Aventuras de um Lend rio Cavaleiro da Ordem de Cristo", utilizou-se a mesma f rmula para produzir outros romances do autor.As principais figuras cuja vida deram inspira o suficiente para estruturar o romance s o Crist v o Colombo, Diogo C o, o Rei Dom Afonso V, o Rei Dom Jo o II, muitos cavaleiros Templ rios, tantos mais da Ordem de Cristo, entre outros.A descoberta pelos navegadores ib ricos das rotas oce nicas para as ndias do Ocidente e do Oriente considerado o maior dos acontecimentos desde a cria o do mundo, parte a encarna o e morte daquele que o criou. Portanto, merecia um romance trazendo ao p blico leitor detalhes daquela grandiosa empreitada.
A obra sobre a poca de David Bueno Machado come a com o esclarecimento a respeito da moral corrente que imperou na poca e nos locais em que ele viveu. Depois feito uma abordagem sobre as dificuldades para estabelecer o ano correto em que nasceu o famoso dan arino e cabaretier. Acompanham esta abordagem os esclarecimentos quanto presun o do ano de 1895. S o apresentadas, tamb m, as provas do casamento com Escol stica Bueno Machado. Ap s a sua viuvez feito um tour em torno da sua atra o irresist vel pela eleg ncia, beleza e mist rios das mulheres francesas at chegar uni o est vel com a francesa Juliette Derache, que o acompanhou at a sua morte em 1958. Sendo inquestion vel a tend ncia da moda do seu tempo de se possuir amantes francesas. A fama de grande dan arino foi alcan ada na primeira metade da d cada de 20, como resultado do relacionamento estreito entre Bueno Machado e a dan a moderna; liga o indissol vel dele com o tango argentino, o maxixe brasileiro e o Charleston. Gra as a esta fama ingressou, como tantos outros artistas brasileiros e argentinos da sua poca, no circuito art stico Europa-Caribe-Brasil, principalmente ap s ter ele ganho o campeonato brasileiro de dan a-hora em 1923. Inclusive, a participa o de Bueno Machado na introdu o do Charleston no Brasil foi fundamental. Mas o que mais marcou a sua carreira de dan arino na d cada de 20 foi mesmo o recorde de dan a-hora no Brasil: primeiro dan ando 24 horas sem parar no palco do Teatro S o Pedro ou foi no Teatro L rico; depois dan ando 32 horas sem parar; e, finalmente, dan ando 72 horas seguidas. No entanto, o auge da gl ria aconteceu com a conquista dos palcos europeus, quando chegou a dan ar em Paris para os membros da Casa de Windsor. Depois de ter adquirido a nacionalidade brasileira, o seu sorteio e convoca o para o Servi o Militar Obrigat rio do Ex rcito Brasileiro em 06 de outubro de 1925 foi certamente um dos maiores complicadores da vida de Bueno Machado. Fato que o for ou a emigrar para Argentina. Enfrentando viagem no navio a vapor Princessa Mafalda, que posteriormente afundou nas costas do Brasil, chegou ao porto de Buenos Aires em novembro de 1925. No entanto, tendo cumprido uma passagem bem sucedida por aquele pa s retornou ao Brasil no in cio da d cada de 30 em virtude do golpe militar contra o presidente Yrigoyen e das convuls es sociais de ent o. Aconteceu, por m, que, tendo desembarcado no Estado de S o Paulo, foi for ado a migrar para o Rio de Janeiro em virtude da persegui o que sofreu pela insubmiss o ao Servi o Militar Obrigat rio, o que cominou com a abertura de processo criminal militar em 06 de abril de 1935, a pedido da Auditoria da Guerra da 2a Regi o Militar. No Rio de Janeiro, instalou uma Escola de Dan a na Cinel ndia, na parte superior do pr dio onde funcionava o Cine-Teatro Pal cio. Esta famosa Escola de Dan a, posteriormente, foi transformada no Dancing Brasil, onde excelentes orquestras sempre se apresentaram, tais como a de Paulo Moura, os Copacabanas, bem como crooners e lady-crooners do quilate de Elizeth Cardoso, Jamel o, Pernambuco do Pandeiro, Odal ia Guedes dos Santos (m e do cantor Gonzaguinha), Jo o da Baiana, Dominguinhos, entre outros. Tamb m chegando ao Rio de Janeiro montou o movimentad ssimo Cabar Brasil junto ao Largo da Lapa. Este cabar n o ficou famoso somente por ser o de maior clientela nos anos 30, 40 e 50, mas tamb m por ter uma das melhores orquestras da cidade e por ser dirigido pelo mais competente cabaretier da poca: Bueno Machado. Fato este reconhecido expressamente pela boemia intelectual e art stica do antigo Rio de Janeiro. Pelo sal o do Cabar Brasil passou muita gente famosa tanto no meio intelectual como art stico, sem contar figuras do meio pol tico.