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Kirjailija

Cleberson Eduardo Da Costa

Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 183 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2012-2021, suosituimpien joukossa Quem so trabalha nao tem tempo para ganhar dinheiro. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.

183 kirjaa

Kirjojen julkaisuhaarukka 2012-2021.

Che Guevara

Che Guevara

Cleberson Eduardo Da Costa

Atsoc Editions - Editora
2019
pokkari
Esta uma obra de fic o fundamentada nas ideias revolucion rias do argentino Ernesto Che Guevara, capturado e assassinado no dia 9 de outubro de 1967 na Bol via, com o apoio dos EUA, por tropas militares. Che sonhava em estender a revolu o cubana (socialismo e/ou comunismo) para toda a Am rica Latina.IChe Nasceu em 14 de junho de 1928, em Ros rio, na Argentina. Proveniente de uma fam lia de classe m dia alta, primog nito dos cinco filhos de Ernesto Lynch e Celia de la Serna y Llosa, formou-se em Medicina, em 1953, na Universidade de Buenos Aires.Como Che sofria de asma, sua fam lia mudou-se v rias vezes, em busca de um clima melhor. Che cresceu em Alta Garc a, na regi o serrana de C rdoba. Sua doen a o prendeu v rias vezes cama, onde tomou gosto pela literatura cl ssica universal.Sua adolesc ncia foi marcada pela Guerra Civil Espanhola e, depois, pela Segunda Guerra Mundial. Che tamb m se dedicou intensamente ao esporte. Em C rdoba, por exemplo, aprendeu a jogar r gbi, t nis, golfe e se dedicou nata o. Em 1946, a fam lia voltou a estabelecer-se em Buenos Aires. Embora pretendesse estudar Engenharia, decidiu-se pela Medicina depois de assistir morte da av , a quem era muito ligado. Che, ainda muito jovem, percorreu v rias vezes, como mochileiro, diversos pa ses latino-americanos. Ap s concluir o curso universit rio, com 25 anos, partiu para a Venezuela e depois Bol via. Durante esse per odo, fez contato com exilados no Peru e ligou-se ao regime pr -comunista da Guatemala. No final de 1953, com 26 anos, tornou-se admirador da URSS e buscou unir-se a um partido comunista de qualquer pa s. Na Guatemala, na o que passava por grande reforma conduzida pelo presidente Jacobo Arbenz, conheceu Hilda Gadea, militante pol tica peruana, que mais tarde se tornaria sua esposa. Convencido de que a revolu o era a nica forma de acabar com as desigualdades sociais existentes na Am rica Latina, em 1954 Che foi para o M xico, onde juntou-se a um grupo de exilados cubanos. Ele recebe dos mexicanos o apelido "Che" por usar a express o sempre que falava com algu m. Che foi apresentado a Ra l Castro, l der estudantil cubano rec m-sa do da pris o em Cuba e, a 8 de julho de 1955, conheceu tamb m Fidel Castro, que havia passado um ano e dez meses preso na ilha de Pinos (Cuba). Fidel havia sido anistiado por Fulg ncio Batista, a quem derrubaria mais tarde, com o apoio de Che. Ainda no M xico, em 1955, Che e Hilda se casam, e l nasce tamb m a filha do casal, chamada Hilda Beatriz. Na madrugada do dia 25 de novembro de 1956, zarpou do porto mexicano de Tuxplan o iate Granma, com capacidade para 20 passageiros, levando 82 guerrilheiros, entre eles Che. Sua tarefa era atender os eventuais feridos no desembarque em Cuba. No combate que se seguiu ao desembarque, sobraram apenas 12 sobreviventes, entre os quais Che e os irm os Castro. Com o apoio dos camponeses, passaram a agir a partir de Sierra Maestra. Em 1959, entraram em Havana frente das tropas guerrilheiras vitoriosas. No governo de Cuba com Fidel Castro, Che Guevara exerceu diversas fun es, incluindo a de ministro da Ind stria (1961-1965). Seu objetivo primordial, no entanto, era estender a revolu o a outros pa ses. Por isso, deixou suas fun es em Havana para juntar-se a um grupo de guerrilheiros bolivianos, cuja meta era derrubar o regime ditatorial que l vigorava. Che Guevara, por m, com o apoio dos EUA, foi capturado e morto pelo ex rcito boliviano em La Higuera, perto de Vallegrande (Santa Cruz), em 9 de outubro de 1967. Suas m os foram amputadas e levadas para a Am rica do norte, a fim de confirmar a identidade do "principal inimigo do imperialismo nas Am ricas". Seus restos mortais foram encontrados em uma vala, somente em 29 de junho de 1997, com os demais seis guerrilheiros.
Che Guevara

Che Guevara

Cleberson Eduardo Da Costa

Atsoc Editions - Editora
2019
pokkari
Esta uma obra de fic o fundamentada nas ideias revolucion rias do argentino Ernesto Che Guevara, capturado e assassinado no dia 9 de outubro de 1967 na Bol via, com o apoio dos EUA, por tropas militares. Che sonhava em estender a revolu o cubana (socialismo e/ou comunismo) para toda a Am rica Latina.IChe Nasceu em 14 de junho de 1928, em Ros rio, na Argentina. Proveniente de uma fam lia de classe m dia alta, primog nito dos cinco filhos de Ernesto Lynch e Celia de la Serna y Llosa, formou-se em Medicina, em 1953, na Universidade de Buenos Aires.Como Che sofria de asma, sua fam lia mudou-se v rias vezes, em busca de um clima melhor. Che cresceu em Alta Garc a, na regi o serrana de C rdoba. Sua doen a o prendeu v rias vezes cama, onde tomou gosto pela literatura cl ssica universal. Sua adolesc ncia foi marcada pela Guerra Civil Espanhola e, depois, pela Segunda Guerra Mundial. Che tamb m se dedicou intensamente ao esporte. Em C rdoba, por exemplo, aprendeu a jogar r gbi, t nis, golfe e se dedicou nata o. Em 1946, a fam lia voltou a estabelecer-se em Buenos Aires. Embora pretendesse estudar Engenharia, decidiu-se pela Medicina depois de assistir morte da av , a quem era muito ligado. Che, ainda muito jovem, percorreu v rias vezes, como mochileiro, diversos pa ses latino-americanos. Ap s concluir o curso universit rio, com 25 anos, partiu para a Venezuela e depois Bol via. Durante esse per odo, fez contato com exilados no Peru e ligou-se ao regime pr -comunista da Guatemala. No final de 1953, com 26 anos, tornou-se admirador da URSS e buscou unir-se a um partido comunista de qualquer pa s. Na Guatemala, na o que passava por grande reforma conduzida pelo presidente Jacobo Arbenz, conheceu Hilda Gadea, militante pol tica peruana, que mais tarde se tornaria sua esposa. Convencido de que a revolu o era a nica forma de acabar com as desigualdades sociais existentes na Am rica Latina, em 1954 Che foi para o M xico, onde juntou-se a um grupo de exilados cubanos. Ele recebe dos mexicanos o apelido "Che" por usar a express o sempre que falava com algu m. Che foi apresentado a Ra l Castro, l der estudantil cubano rec m-sa do da pris o em Cuba e, a 8 de julho de 1955, conheceu tamb m Fidel Castro, que havia passado um ano e dez meses preso na ilha de Pinos (Cuba). Fidel havia sido anistiado por Fulg ncio Batista, a quem derrubaria mais tarde, com o apoio de Che. Ainda no M xico, em 1955, Che e Hilda se casam, e l nasce tamb m a filha do casal, chamada Hilda Beatriz. Na madrugada do dia 25 de novembro de 1956, zarpou do porto mexicano de Tuxplan o iate Granma, com capacidade para 20 passageiros, levando 82 guerrilheiros, entre eles Che. Sua tarefa era atender os eventuais feridos no desembarque em Cuba. No combate que se seguiu ao desembarque, sobraram apenas 12 sobreviventes, entre os quais Che e os irm os Castro. Com o apoio dos camponeses, passaram a agir a partir de Sierra Maestra. Em 1959, entraram em Havana frente das tropas guerrilheiras vitoriosas. No governo de Cuba com Fidel Castro, Che Guevara exerceu diversas fun es, incluindo a de ministro da Ind stria (1961-1965). Seu objetivo primordial, no entanto, era estender a revolu o a outros pa ses. Por isso, deixou suas fun es em Havana para juntar-se a um grupo de guerrilheiros bolivianos, cuja meta era derrubar o regime ditatorial que l vigorava. Che Guevara, por m, com o apoio dos EUA, foi capturado e morto pelo ex rcito boliviano em La Higuera, perto de Vallegrande (Santa Cruz), em 9 de outubro de 1967. Suas m os foram amputadas e levadas para a Am rica do norte, a fim de confirmar a identidade do "principal inimigo do imperialismo nas Am ricas". Seus restos mortais foram encontrados em uma vala, somente em 29 de junho de 1997, com os demais seis guerrilheiros. Muitos anos antes de morrer, talvez antevendo a sua pr pria morte, Che, em muitos dos seus escritos, por m, j tinha-nos.
Amar Custa Caro

Amar Custa Caro

Cleberson Eduardo Da Costa

Createspace Independent Publishing Platform
2014
pokkari
Existem, como se sabe v rios tipos diferentes de amor: Em todos eles, no entanto, -se exigido do suposto Ser amante para com o dito Ser amado, uma dose de cuidados, de compromissos, de aten o, de dedica o, de tempo, de sacrif cios e, em muitos casos, tamb m de custos.Entretanto, importante dizer que, embora defendamos ideia de que a conjuga o do verbo amar, traduzidos em atos e/ou a es de amar, custem caro, exijam sacrif cios ou custos por parte de quem ama, temos tamb m, por outro lado, plena ci ncia de que o amor, enquanto substantivo abstrato, por se tratar de um sentimento, n o tem pre o, n o exige custo algum. Ou seja, se, por um lado, sentir amor n o exige-nos nada, por outro, amar e/ou dar amor exige-nos muito.
Quem so trabalha nao tem tempo para ganhar dinheiro

Quem so trabalha nao tem tempo para ganhar dinheiro

Cleberson Eduardo Da Costa

Createspace Independent Publishing Platform
2014
pokkari
(EDI O REVISTA E AMPLIADA) - "Quem s trabalha est longe de alcan ar a prosperidade"; de ganhar dinheiro. "Quem s trabalha n o tem tempo para pensar" "formas de se poder prosperar" e, somente trabalhando:1-Corre o risco de ficar doente;2-Fica alienado na espec fica fun o que exerce, perdendo o conhecimento do todo;3-N o tem tempo para o lazer;4-N o tem tempo para a fam lia;5-N o tem tempo para a vida social;6-N o tem tempo para praticar esportes;7-N o tem tempo para viver um grande amor;8-N o tem tempo para se aprimorar;9-N o tem tempo para cuidar de si.Em outras palavras, "Quem somente trabalha, trabalha, na verdade, contra si mesmo; trabalha, ainda que inconscientemente, na contram o da prosperidade", porque se tornou um "escravo assalariado do capital". E pior: pensando que ou, mesmo, est livre, completamente livre. N o se est aqui, todavia, fazendo-se apologia pregui a, mesmo porque "Quem s trabalha , na verdade, tamb m um tremendo pregui oso".Pregui oso? Como assim? Pergunta-me o leitor. Reafirmo: Isso a ... Quem somente trabalha , na verdade, um pregui oso que tem um trabalho.N o compreendeu? Explico-me: "Quem s trabalha confunde "atividade" com "produtividade"..."Atividade vem de movimento; produtividade de crescimento e/ou aumento. Isto , nem sempre quem est em movimento est tamb m em produtividade, assim como existem pessoas que est o produzindo sem estarem diretamente em movimento.II O livro, por esta via, se propor a, partindo-se de um hist rico sobre as mudan as relativas ao sentido do trabalho (nas sociedades gregas antigas, na idade m dia, moderna e contempor nea), demonstrar tamb m que, mesmo no alvorecer do s culo XXI, os diferentes homens, na condi o de prolet rios das sociedades capitalistas ocidentais, foram e/ou est o sendo transformados, de forma autoconsentida, em virtude da internaliza o em suas psiques dos valores Individualistas e Meritocr ticos do capitalismo: A-"Em escravos assalariados do capital"; B-Em seres irracionais, por meio da cauteriza o em suas mentes, de duas grandes ilus es: 1-A primeira, internalizando-se a ideia de que o labor e/ou o trabalho dito assalariado, no qual se tem um patr o, n o somente o nico dito v lido e/ou tico, mas tamb m o dito nico que realmente "dignifica o homem" (e n o tamb m aqueles advindos do exerc cio e/ou do ato humano de pensar, de criar, de fazer arte, de investir, etc.); 2- A segunda, pautada na ideia de que "somente trabalhando e, trabalhando-se muito, que se consegue sair da condi o de pobreza e/ou de exclus o social". De forma did tica, demonstraremos que, na pr tica, essas s o duas grandes mentiras contadas pelos donos do capital para poderem continuar, como fazem h s culos, explorando a classe trabalhadora, ou seja, transformando homens em seres irracionais, escravos do trabalho, visando-se manter o "status quo da exclus o" em escala planet ria. Todavia, n o ficamos somente na cr tica, ou seja, apresentamos alternativas para a supera o dessa condi o de exclus o social, objetivando, todavia, fazer com que o exclu do e/ou escravo assalariado do capital p s-moderno possa deixar de s -lo, mas, sem, nesse mesmo caminho, querer se tornar tamb m um escravocrata contempor neo.
amar se aprende amando

amar se aprende amando

Cleberson Eduardo Da Costa

Createspace Independent Publishing Platform
2012
nidottu
O livro, de uma forma po tica e filos fica, ir nica, c mica e, muitas vezes tamb m questionadora, trata da tem tica do amor entre os diferentes sexos e g neros humanos, centrando-se nos paradoxos existentes entre o "amor apaixonado"; o "amor rom ntico"; e as "concep es de amor p s-modernas", a saber: 1- Amor apaixonado: marcado por uma urg ncia que coloca o indiv duo parte das rotinas da vida cotidiana, com a qual, na verdade, ele tende a se conflitar. Ele arranca o indiv duo das atividades mundanas e gera uma propens o s op es radicais e aos sacrif cios. Tem como caracter stica n o ser reconhecido como uma base necess ria ou suficiente para o casamento; 2- Amor rom ntico: O amor rom ntico vem de uma esp cie de atra o instant nea - "amor primeira vista" -, sem, no entanto, estar carregada da atra o sexual, das compuls es sexuais e er ticas que caracterizam o amor apaixonado. Segundo Anthony Giddens*, "o primeiro olhar" uma atitude comunicativa, uma compreens o intuitiva das qualidades do outro. um processo de atra o por algu m que pode tornar a vida de outro algu m, digamos assim, "mais completa". 3- O amor p s-moderno: Refere-se a uma situa o em que se entra numa rela o apenas pela pr pria rela o e que s continua enquanto ambas as partes considerarem que extraem dela satisfa o suficiente, para cada uma individualmente, nela permanecerem. o exerc cio de uma sexualidade sem casamento, diferente do amor rom ntico, centrada no "ficar", "sair com" e/ou no "viver apenas um lance". Esperamos que, essa obra, no mundo p s-moderno em que se vive, marcado este pela mercantiliza o de tudo que existe, inclusive dos sentimentos; marcado tamb m pelo individualismo e pela busca do sucesso a qualquer pre o, abalando as rela es de confian a, possa dar a voc , caro leitor, a possibilidade de entender seus pr prios sentimentos amorosos, como tamb m a ess ncia e o valor do sentimento daqueles com quem voc se relaciona, construindo assim uma consci ncia sobre o papel da sua pr pria condi o de amado e amante. Esse livro parte integrante da cole o "poesofias", ou seja, poemas filos ficos.
They Don't Recycle Hearts

They Don't Recycle Hearts

Cleberson Eduardo Da Costa

Atsoc Editions - Editora
2021
pokkari
What would a so-called scoundrel man be able to do, not only to bed several, but also to take a woman's virginity? What would a woman be able to do to conquer or get revenge on a man who supposedly had betrayed her? More: What would a woman be able to do to get revenge on another, considered her friend, who had gotten involved with a so-called man?Set in a middle-class neighborhood in Rio, so-called post-modern times, times of globalization of polygamy, times of trivialization of relationships and feelings, times of disposable consumption of people as if they were things, times of social networks, but also times of frailties and/or absence of sincere affective ties, the story - a surprising novel - holds us from beginning to end.
La fourmi, la cigale, le philosophe et l'esclave: Un roman sur le sens du travail et le sens de la conquête de la liberté
L'homme est le seul tre qui, parce qu'il est de l'esp ce homo sapiens, n'apporte pas aussi une pr d termination et / ou une nature compl te et finie en lui-m me et, par cons quent, quand il ne se r alise pas, faute de ducation de qualit , il peut aussi devenir inhabituel de ce qu'il est, ne pas tre tout ce que, pr cis ment parce qu'il est un homme, cause de l' ducation, il pourrait et / ou peut devenir.En d'autres termes, l'homme peut, par l' ducation, s'humaniser et, sans elle, s'animaliser au sens p joratif et minimis du mot.En ce sens, l'une des principales formes d'animalisation de l'homme (dans les soci t s capitalistes occidentales contemporaines) a t son expropriation (enl vement de sa propri t ), en vendant sa main-d'oeuvre dite productive, qui g n re de la richesse, pour un prix tr s bas. et / ou valeur n gligeable, sur ledit march du travail.Ce livre se proposera, partir d'un historique (roman) sur les changements li s au sens du travail (dans les soci t s grecques anciennes, au moyen ge, modernes et contemporaines), d montrer galement que, m me l'aube du 21e si cle, les diff rents hommes, en tant que prol taires des soci t s capitalistes occidentales, ont t et / ou sont en train d' tre transform s, de mani re consciente (en raison de l'int riorisation dans leur psychisme des valeurs individualistes et m ritocratiques du capitalisme): A-En esclaves salari s du capital; B- Chez les tres irrationnels, par la caut risation, dans leur esprit, de deux grandes illusions:1-Le premier, l'int riorisation de l'id e que le travail, le soi-disant travail salari , le travail manuel, dans lequel il y a un dit patron, n'est pas seulement le seul dicton valable et / ou thique, mais aussi le seul dicton qui l'homme (et pas aussi ceux r sultant de l'exercice et / ou de l'acte humain de penser, de cr er, de faire de l'art, etc.);2-La seconde, bas e sur l'id e que ce n'est qu'en travaillant et, en travaillant dur, que l'on peut sortir de la situation de pauvret , de mis re et / ou d'exclusion sociale.De mani re didactique, nous d montrerons que ce sont deux grands mensonges racont s par les propri taires du capital pour continuer, comme ils le font depuis des si cles, exploiter la classe ouvri re, c'est- -dire transformer les hommes en tres irrationnels, esclaves du travail, visant maintenir le statu quo de l'exclusion l' chelle plan taire. Cependant, nous ne sommes pas limit s la critique, c'est- -dire que nous pr sentons des alternatives pour surmonter cette condition d'exclusion, visant cependant faire en sorte que les exclus et / ou les salari s esclaves du capital postmoderne ne le soient plus, mais sans, sur la m me voie., voulant galement devenir un esclave contemporain.Nous esp rons que ce travail pourra nous faire r fl chir sur le sens du travail dans nos vies et, aussi, dans le type d' tres humains que (bien que nous soyons consid r s comme des tres rationnels, homo sapiens) tout au long de l'histoire, nous avons t ou avons r ussi tre, lorsqu'il est plac dans l' tat d'esclaves du syst me.Enfin, nous esp rons que ce travail, qui fait partie de la s rie p dagogie de l'inclusion socio- conomique, comme tous les autres de l'auteur, pourra galement contribuer la formation d'une g n ration moins ali n e, plus quitable et juste socialement parlant et, aussi, de la m me mani re, plus humanis et plus mancip intellectuellement.L'auteur
La Formica, La Cicala, Il Filosofo E Lo Schiavo: Un romanzo sul significato del lavoro e sul significato della conquista della libertà
Questo libro, in questo modo, si proporr , partendo da uno storico (romanzo) sui mutamenti legati al senso del lavoro (nelle societ greche antiche, nel medioevo, moderno e contemporaneo), dimostrando anche che, anche all'alba del 21 secolo, i diversi uomini, come proletari delle societ capitaliste occidentali, sono stati e / o si stanno trasformando, in modo autocosciente (a causa dell'interiorizzazione nella loro psiche dei valori individualistici e meritocratici del capitalismo): A-"In schiavi salariati del capitale; B- Negli esseri irrazionali, attraverso la cauterizzazione, nella loro mente, di due grandi illusioni:1- Il primo, interiorizzando l'idea che il lavoro, il cosiddetto lavoro salariato, lavoro manuale, in cui c' un detto capo, non solo l'unico detto valido e / o etico, ma anche l'unico detto che realmente " nobilita l'uomo "(e non anche quelli derivanti dall'esercizio e / o dall'atto umano di pensare, creare, fare arte, ecc.);2- La seconda, basata sull'idea che " solo lavorando e, lavorando molto, si pu uscire dalla condizione di povert , miseria e / o esclusione sociale".In modo didattico, dimostreremo che si tratta di due grandi bugie raccontate dai proprietari di capitali per continuare, come hanno fatto per secoli, a sfruttare la classe operaia, cio a trasformare gli uomini in esseri irrazionali, schiavi del lavoro, mirare a mantenere lo "status quo" dell'esclusione su scala planetaria.Non ci limitiamo per alla critica, ovvero presentiamo alternative per superare questa condizione di esclusione, puntando per a far s che gli esclusi e / o salariati del capitale postmoderno non siano pi tali, ma senza, per lo stesso percorso, volendo anche diventare uno schiavo contemporaneo.Ci auguriamo che questo lavoro possa farci riflettere sul significato del lavoro nella nostra vita e, anche, nel tipo di esseri umani che (sebbene siamo considerati esseri razionali, homo sapiens) nel corso della storia siamo stati o siamo riusciti a essere, quando posto nella condizione di schiavi del sistema. Infine, ci auguriamo che questo lavoro, che un altro della serie "pedagogia dell'inclusione socioeconomica", come tutti gli altri dell'autore, possa anche contribuire alla formazione di una generazione meno alienata, pi equa e giusta, socialmente parlando e, allo stesso modo, pi umanizzato e pi emancipato intellettualmente.L'autore
Sócrates, Platão e Aristóteles Para Mentes Disruptivas
Na filosofia socr tica n o havia, como finalidade castradora de subjetividades transcendentes, a reprodu o de pensamentos j pensados. N o havia a reexplica o ou redund ncia, de maneira prolixa, e/ou sofisticamente herm tica, daquilo que j estava explicado, pelos autores, em suas filosofias ou obras. A pr pria ess ncia dial tica do m todo socr tico (ironia e mai utica) n o permitia isso. Para S crates estava claro que a filosofia, e n o somente a sua, era ou deveria ser uma busca constante pelo saber.Arist teles, por exemplo, havia sido disc pulo de Plat o; e Plat o tamb m havia sido disc pulo de S crates. Todavia, Arist teles, divergente de seu mestre (Plat o = idealismo), e tamb m da filosofia de S crates em muitos aspectos, passou a comungar da ideia de que "do espanto diante da realidade" (empirismo) que faz-se nascer a necessidade de buscar o saber (faz-se nascer o fil sofo), e n o do mundo das ideias. Logo, Arist teles deu saltos qualitativos em rela o filosofia de Plat o, mesmo ou exatamente por ter sido disc pulo deste. E isso se deve ao fato de que Plat o, enquanto disc pulo de S crates, havia aprendido tamb m com o seu mestre estrat gias para poder fazer com que os diferentes homens que cruzassem o seu caminho, buscando interlocu o, criassem pausas reflex o, descessem dos seus pedestais de ditos sabedores ou de donos da verdade, e buscassem pensar, por si pr prios, de formas disruptivas 1] (ainda que al m ou diferente dos seus mestres).O fato que S crates, com o seu m todo, criava condi es para fazer despertar o fil sofo em qualquer ser que ousasse dialogar de maneira profunda com ele. Com a sua filosofia, ele nunca se predisp s e/ou quis fazer a cabe a de ningu m.A tica socr tica era provocativa, dial gico-dial tica. S crates, embora talvez muitos desconhe am, nunca quis que os seus interlocutores pensassem como ele pensava. Queria que eles fossem capazes de questionar aquilo que eles pr prios julgavam saber e/ou que tinham como status quo de dita verdade. Por esse motivo, exatamente por esse motivo, Plat o, apesar de disc pulo de S crates, n o reproduziu o pensamento filos fico de S crates; e Arist teles, tamb m apesar de disc pulo de Plat o, n o reproduziu o pensamento filos fico de Plat o. Em outras palavras, S crates, com a sua filosofia, estava preocupado em "formar" seres que, depois de ironicamente confrontados por ele diante do que julgavam saber (suas doxas), pudessem tamb m realizar um processo introspectivo de reflex o e desenvolverem a capacidade de rearticularem seus pr prios racioc nios e/ou argumentos, de pensar diferente. Esse processo ir nico-mai utico, claro, sabia S crates, poderia come ar na pra a p blica, num gin sio (ou em quaisquer outros lugares), mas, com rar ssimas exce es, quase sempre tamb m nunca terminaria neles. S crates, por exemplo, sabia que: Muitos daqueles que se predispunham a confront -lo, por terem certeza de que eram donos da verdade ou s bios, nunca despertariam para o estado "de" ou do filosofar;Alguns, n o tendo a capacidade de voltarem a se reorganizar mentalmente, enlouqueceriam, ainda que momentaneamente;Outros, por se sentirem humilhados ao n o conseguirem manter um di logo prof cuo com ele, o odiariam, tornar-se-iam seus inimigos (gratuitamente) e fugiriam dos debates (incluem-se a os chamados di logos apor ticos);E alguns, depois de sa rem "sem nada ou quase nada entenderem" ao dialogarem com S crates, demorariam tamb m anos, ou mesmo uma vida, para compreenderem o que ou era o filosofar. Ou seja, para descobrirem que fil sofo n o aquele que pensa ou que acredita que sabe: A- e sim aquele que avalia, interroga-se e interroga; B- e sim aquele que est em busca da sabedoria, por am -la ou por nutrir amizade a ela.Poucos seriam aqueles - e disso sabia S crates - que,
A FORMIGA, A CIGARRA, O FILÓSOFO & O ESCRAVO - edição bilíngue (PORTUGUÊS E INGLÊS)
O livro se propor a, partindo-se de um hist rico (romance) sobre as mudan as relativas ao sentido do trabalho (nas sociedades gregas antigas, na idade m dia, moderna e contempor nea), demonstrar tamb m que, mesmo no alvorecer do s culo XXI, os diferentes homens, na condi o de prolet rios das sociedades capitalistas ocidentais, foram e/ou est o sendo transformados, de forma auto-consentida (em virtude da internaliza o em suas psiques dos valores Individualistas e Meritocr ticos do capitalismo): A-"Em escravos assalariados do capital; B- Em seres irracionais, por meio da cauteriza o, em suas mentes, de duas grandes ilus es:1-A primeira, internalizando-se a ideia de que o labor, o trabalho dito assalariado, bra al, no qual se tem um dito patr o, n o somente o nico dito v lido e/ou tico, mas tamb m o dito nico que realmente "dignifica o homem" (e n o tamb m queles advindos do exerc cio e/ou do ato humano de pensar, de criar, de fazer arte, etc.);2-A segunda, pautada na ideia de que "somente trabalhando e, trabalhando-se muito, que se consegue sair da condi o de pobreza, mis ria e/ou de exclus o social".De forma did tica, demonstraremos que essas s o duas grandes mentiras contadas pelos donos do capital para poderem continuar, como fazem h s culos, explorando a classe trabalhadora, ou seja, transformando homens em seres irracionais, escravos do trabalho, visando-se manter o "status quo" da exclus o em escala planet ria.
A Formiga, a Cigarra, O Filósofo & O Escravo (Português E Espanhol)
O homem o nico ser que, por ser da esp cie "homo sapiens", n o traz tamb m uma pr -determina o e/ou uma natureza completa e acabada em si e, sendo assim, ao n o se realizar, por falta de uma educa o de qualidade, ele pode tamb m descaracterizar-se do que , n o conseguindo "ser tudo aquilo que, justamente por ser homem, pela educa o, ele poderia e/ou pode vir a ser". Em outras palavras, o homem pode, pela educa o, humanizar-se e, sem ela, "animalizar-se" no sentido pejorativo e minimizado da palavra. Nesse sentido, uma das principais formas de animaliza o do homem (nas sociedades ocidentais capitalistas contempor neas) tem sido por meio da sua expropria o (tirar-lhe a propriedade), ao vender a sua dita for a produtiva de trabalho, geradora de riquezas, por um baix ssimo e/ou nfimo valor, no dito mercado de trabalho. Esse livro, por esta via, se propor a, partindo-se de um hist rico (romance) sobre as mudan as relativas ao sentido do trabalho (nas sociedades gregas antigas, na idade m dia, moderna e contempor nea), demonstrar tamb m que, mesmo no alvorecer do s culo XXI, os diferentes homens, na condi o de prolet rios das sociedades capitalistas ocidentais, foram e/ou est o sendo transformados, de forma autoconsentida (em virtude da internaliza o em suas psiques dos valores Individualistas e Meritocr ticos do capitalismo): A-"Em escravos assalariados do capital; B- Em seres irracionais, por meio da cauteriza o, em suas mentes, de duas grandes ilus es:1-A primeira, internalizando-se a ideia de que o labor, o trabalho dito assalariado, bra al, no qual se tem um dito patr o, n o somente o nico dito v lido e/ou tico, mas tamb m o dito nico que realmente "dignifica o homem" (e n o tamb m queles advindos do exerc cio e/ou do ato humano de pensar, de criar, de fazer arte, etc.);2-A segunda, pautada na ideia de que "somente trabalhando e, trabalhando-se muito, que se consegue sair da condi o de pobreza, mis ria e/ou de exclus o social".
A Arte de Coexistir: Respeito Às Diferenças (Português E Espanhol): Edição Bilíngue (Português E Espanhol)
APRESENTA OExistem muitas formas de desumaniza o e, uma delas, a mais crucial, talvez seja aquela que est sistematizada no desrespeito s diferen as, na medida em que esse desrespeito - no sentido micro - leva o indiv duo para longe da sua capacidade de coexistir e, consequentemente, para longe da possibilidade de aprendizagem, crescimento e desenvolvimento pessoal; no sentido macro, leva a sociedade para xenofobismos, nacionalismos exacerbados, genocidismos, biocidismos, apartheids, exclus o socioecon mica e para formas unilaterais e ortodoxas de ver o mundo, culminando em guerras, conflitos armados, dio e posi es pol ticas radicais.Todavia, n o se pode e n o se deve perder a esperan a, ainda que, para muitos, ela, a busca pelo respeito s diferen as, soe apenas como sendo mais uma grande utopia. Ou seja, preciso que ainda se acredite que o homem pode qualitativamente transformar-se. preciso que se acredite, como nos diria Nietzsche, que "o homem pode e precisa ser superado". Como todas as obras sobre desenvolvimento humano pelo autor produzidas, essa tamb m traz um adendo, uma segunda unidade, como tem tica complementar, sobre as possibilidades de mudan a, humaniza o e desenvolvimento do ser. Esperamos que essa obra, assim como tantas outras, possa ser til forma o de uma sociedade mais justa e democr tica, na medida em que for capaz de contribuir forma o de uma gera o menos alienada e descomprometida com as quest es sociais, econ micas e humanit rias.PRESENTACI NHay muchas formas de deshumanizaci n, y uno de ellos, el m s importante, tal vez uno que es sistem tica haciendo caso omiso de las diferencias, en la medida en que un fallo de este tipo - en el sentido de micro - toma la distancia individuo de su capacidad para coexistir y, en consecuencia, lejos de la posibilidad de aprendizaje, crecimiento y desarrollo personal; en el sentido macro, lleva a la sociedad a xenofobismos, nacionalismo exagerado, genocidismos, biocidismos, apartheids, exclusi n socioecon mica y formas unilaterales y poco ortodoxas de ver el mundo, culminando en guerras, conflictos armados, el odio y las posiciones pol ticas radicales.Sin embargo, uno no puede y no debe perder la esperanza, a pesar de que para muchos, la b squeda de respeto a las diferencias, sonidos simplemente como otra gran utop a. Es decir, que todav a debe creer que el hombre puede llegar a ser cualitativamente. Es necesario creer, como Nietzsche nos dec a que "el hombre puede y debe ser superado."Al igual que todos los trabajos sobre el desarrollo humano producido por el autor, esto tambi n trae una idea de ltimo momento, una segunda unidad como tema complementario, sobre las posibilidades de cambio, la humanizaci n y el desarrollo del ser. Esperamos que este trabajo, as como muchos otros, pueden ser tiles para la formaci n de una sociedad m s justa y democr tica en la que es capaz de contribuir a la formaci n de una generaci n menos alienados y no comprometida con lo social, econ mica y humanitaria.
Genocidas-Pop, Neoliberalismo & Biocídio Global

Genocidas-Pop, Neoliberalismo & Biocídio Global

Cleberson Eduardo Da Costa

Independently Published
2019
pokkari
Genocidas-Pop ou Biocidas-Pop o nome dado a todos os psicopatas ou sociopatas ditos de sucesso (ou capitalistas) do s c. XXI. tamb m o nome dado a todos os pol ticos, l deres religiosos, megaempres rios, artistas, intelectuais, youtubers e etc. (com status de ditas celebridades) que defendem discursos e/ou pr ticas nazifascistas, totalit rias, de extrema-direita, etc. Ou seja, o nome dado a todos aqueles que, sob os valores do capitalismo selvagem, ausentes de compaix o (no sentido de Schopenhauer), optando sempre pelo lucro em detrimento das pessoas e/ou da preserva o da vida no planeta, propagam ideologias biocidas (antiecol gicas) ou genocidas (racismo, xenofobia, misoginia, antissemitismo, individualismo, meritocracia, etc.) em escala local e/ou global/planet ria. O livro, de maneira cr tica, epistemologicamente fundamentado, aborda esse tr gico fen meno que tem surgido no mundo capitalista global e, consequentemente, de maneira mais espec fica, tamb m em pa ses como o Brasil.
Che Guevara

Che Guevara

Cleberson Eduardo Da Costa

Atsoc Editions - Editora
2019
pokkari
Esta es una obra de ficci n fundamentada en las ideas revolucionarias del argentino Ernesto Che Guevara, capturado y asesinado el 9 de octubre de 1967 en Bolivia, con el apoyo de Estados Unidos, por tropas militares. El Che so aba con extender la revoluci n cubana (socialismo y / o comunismo) para toda Am rica Latina."Si usted es capaz de temblar de indignaci n cada vez que se comete una injusticia en el mundo, entonces somos compa eros."Che Guevara"Ser joven y no revolucionario es una contradicci n gen tica."Che Guevara"El conocimiento nos hace responsables."Che Guevara"La gran s lo aparecen grandes porque estamos arrodillado."Che Guevara
Ser Tudo O Que Se Pode Ser: Axiomas de Aristóteles

Ser Tudo O Que Se Pode Ser: Axiomas de Aristóteles

Cleberson Eduardo Da Costa

Independently Published
2019
nidottu
(a5, 126 p.) - Ser (tudo) o que se pode ser" traduz-se no desenvolvimento da humaniza o e/ou da autonomia intelectual, estando estas fundamentadas, entre outras coisas, na capacidade do indiv duo de ser, coletiva e individual:1-Politicamente participativo;2-Socialmente equitativo;3-Moral e eticamente reflexivo;4-Esteticamente criativo;5-Culturalmente tolerante e respeitoso das diferen as;6- Socioambientalmente respons vel;7-Econ mica e socialmente autossustent vel;8-Intelectualmente aut nomo, emancipado e/ou capaz de aprender a aprender.9-Cultural e politicamente cosmopolita, ou seja, capaz de fazer-se cidad o do mundo, desenvolvendo em si uma cidadania planet ria."Ser (tudo) o que se pode ser," nesse sentido, poder exercer a capacidade reflexiva e racional que todo "ser homem" naturalmente traz em si, estando esta direcionada ao desenvolvimento da sua potencialidade criativa e avaliativa n o somente para a quebra, mas tamb m, como diria Nietzsche, para a cria o de novos valores. Se para Nietzsche o homem precisa ser superado, essa supera o n o pode se dar quando as formas de saber - institu das pelo pr prio homem, sejam elas quais forem - se tornam dogm ticas, ortodoxas, paradigm ticas e se cristalizam como sendo as nicas ditas "fontes de verdades." "Ser (tudo) o que se pode ser," dentro desse contexto, ter em si um esp rito leve, capaz de transcender e transitar por todas as formas ditas de saber, buscando estabelecer di logos entre elas. "ser" sabendo que o ser homem "completo e acabado, finalizado," quando existe, n o se encontra humanizado, mas pr -determinado, Mediocrizado. Ou seja, ser (tudo) o que se pode ser 1- Poder estar, enquanto ser social e animal pol tico (Arist teles), sendo racional e/ou reflexivo; ou seja: 2-Poder estar participando ativamente, de forma individual ou coletiva, dos rumos da p lis.
Che Guevara: Ils Peuvent Tuer Les Gens, Mais Jamais Vos Idées - Français Et Portugais - Édition Bilingue: Édition Bilingue (Français Et Portugais)
Il s'agit d'une oeuvre de fiction bas e sur les id es r volutionnaires de l'Argentin Ernesto Che Guevara, captur e et assassin e le 9 octobre 1967 en Bolivie, avec le soutien des tats-Unis, par des troupes militaires. Il r vait d' tendre la r volution cubaine (socialisme et/ou communisme) l'ensemble de l'Am rique latine. Si vous tes capable de trembler d'indignation chaque fois qu'une injustice est commise dans le monde, nous sommes camarades. Che Guevara tre jeune et non r volutionnaire est une contradiction g n tique. Che Guevara La connaissance nous rend responsables. Che Guevara La grande apparaissent que grand parce que nous sommes agenouill s. Che Guevara
Che Guevara: Possono Uccidere Le Persone, Ma Mai Le Vostre Idee (Italiana E Portoghese) - Edizione Bilingue: Edizione Bilingue (Italiana E Portoghese)
Questo un lavoro di finzione basata sulle idee rivoluzionarie del argentino Ernesto Che Guevara, catturato e ucciso il 9 ottobre 1967 a Bolivia, con gli Stati Uniti per sostenere le truppe militari. Che sognava di estendere la rivoluzione cubana (socialismo e/o il comunismo) per tutta l'America Latina."Se si in grado di tremando d'indignazione ogni volta che un'ingiustizia impegnata in tutto il mondo, allora siamo compagni."Che Guevara"Essere giovani e non rivoluzionario, una contraddizione genetica."Che Guevara"La conoscenza ci rende responsabili."Che Guevara"Il grande appaiono solo grande perch siamo in ginocchio."Che GuevaraPAROLE CHIAVE: Comunismo, Socialismo, Cuba, Brasile, Dilma, Lula, America Latina, Neoliberismo, Imperialismo, Capitalismo, Stati Uniti d'America, Europa, Genocidio.
Che Guevara: Sie Können Menschen Töten, Aber Niemals Ihre Ideen - Deutsch Und Portugiesisch - Zweisprachig Ausgabe: Zweisprachig Au
Dies ist ein Werk der Fiktion auf der Grundlage der revolution ren Ideen des argentinischen Ernesto Che Guevara, gefangen genommen und get tet am 9. Oktober 1967 in Bolivien, mit US f r milit rische Truppen unterst tzen. Che tr umte die kubanische Revolution der Verl ngerung (Sozialismus und/oder Kommunismus) f r ganz Lateinamerika."Wenn Sie mit Emp rung zittern jedes Mal der Lage sind, eine Ungerechtigkeit in der Welt begangen wird, dann sind wir Kameraden."Che Guevara"Jung sein und nicht revolution r ist ein genetischer Widerspruch."Che Guevara"Wissen macht uns verantwortlich."Che Guevara"Der gro e nur gro erscheinen, weil wir knien."