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Kirjailija
Cleberson Eduardo Da Costa
Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 183 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2012-2021, suosituimpien joukossa Quem so trabalha nao tem tempo para ganhar dinheiro. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.
This is a work of fiction based on the revolutionary ideas of the Argentine Ernesto Che Guevara, captured and murdered on October 9, 1967 in Bolivia, with US support, by military troops. Che dreamed of extending the Cuban revolution (socialism and/or communism) to all of Latin America."If you are able to tremble with indignation every time an injustice is committed in the world, then we are comrades."Che Guevara"Being young and not revolutionary is a genetic contradiction."Che Guevara"Knowledge makes us responsible."Che Guevara"The great only appear great because we are kneeling."Che GuevaraKEYWORDS: Communism, Socialism, Cuba, Brazil, Dilma, Lula, Latin America, Neoliberalism, Imperialism, Capitalism, Strike, USA, Europe, Genocide.
(a5, 117 p.) - "POR QUE OS HOMENS SE ANIMALIZAM E OS ANIMAIS N O SE TORNAM HOMENS?" - assim como dezenas de outras importantes obras do autor - nasceu a partir de uma releitura: da necessidade de dar-se um novo sentido ao dito paradoxo existente entre os pensamentos de dois grandes fil sofos: Arist teles, pensador de origem Maced nica, disc pulo divergente de Plat o, da Gr cia antiga, (a.C.); e Jean-Paul Sartre (1905-1980), fil sofo existencialista do s culo XX. Ontologicamente, tal problem tica est situada entre duas distintas teorias do ser: A de Arist teles, centrada nas concep es do Ato e da Pot ncia, caracterizada pela ideia da finalidade do ser, ou seja, fundamentada em axiomas relativos "ao que o ser pode ou n o vir a ser a partir da constata o do que ele "; e a concep o de Sartre, contr ria a de Arist teles, que preconiza que "o ser o que ", ou seja, que n o um ser fechado em si, em uma natureza, mas aberto para uma Condi o Humana.
(a5, 141 p ginas)ISegundo a pesquisadora da UFF Tereza Olinda Caminha Bezerra, em sua tese de doutoramento defendida em 2011-UFF, referindo-se ao final da d cada de 90, per odo este em que ainda n o havia cotas para negros, pardos e/ou pobres nas universidades p blicas brasileiras, "Em 1997 apenas 2,2% de pardos e 1,8% de negros, entre 18 e 24 anos cursavam ou tinham conclu do um curso de gradua o no Brasil". Esse baixo ndice indicava que, politicamente, algo precisava ser feito. Ainda segundo a mesma: "Pessoas estavam sendo impedidas de estudar em nosso pa s por sua cor de pele ou condi o social."IINo in cio do s c. XXI, quando o sistema de cotas, substanciado em lei federal (e outras estaduais) come ou a ser implantado nas principais universidades p blicas brasileiras, muitos, n o somente os contr rios a ela, faziam-se as seguintes indaga es:1- Ser que os negros, pardos, ind genas e/ou pobres conseguir o se sair bem dentro das mesmas?2- N o haver uma excessiva evas o de alunos, n o somente por causa da suposta falta de capacidade intelectual, como a elite conservadora h tempos falsamente sempre diz, mas tamb m por falta de condi es financeiras para levarem os cursos adiante, etc., uma vez que, como se sabe, embora as universidades sejam p blicas, existem custos como alimenta o, livros, transportes e afins?3 - As universidades que receberem os tais alunos, advindos estes de classes e/ou grupos sociais ditos subalternos, portadores de ditos d ficits cognitivos, prec ria forma o cultural, etc. n o acabar o tendo que nivelar os seus cursos por baixo, ou seja, praticarem o chamado "facilismo pedag gico" e, assim, na mesma via, inevitavelmente, abrirem m o da busca pela qualidade acad mica, tornando-se precarizadas em rela o s universidades privadas? Ou seja, n o ser o fim da suposta qualidade das universidades p blicas em rela o maioria das privadas?Como j de n s h tempos sabido e ver-se- ao longo desse trabalho, os dados da pesquisa de TERESA (uma d cada ap s o estabelecimento do regime de cotas), assim como os de GURGEL, Cl udio (tamb m pesquisador da UFF), e os do LPP/UERJ, como tamb m os de muitos outros, tem-nos revelado duas coisas: 1 - Que os mitos foram rompidos; 2 - Mas que tamb m ainda existem outros e novos desafios a serem vencidos.IIINa unidade I, sendo assim, dialogaremos, de forma epistemologicamente fundamentada, sobre os dados das referidas pesquisas, reafirmando-se a ideia de que o regime de cotas, se n o o melhor, aquele que de fato tem gerado mudan as significas frente aos processos de redu o da exclus o socioeducacional no Brasil. Mostraremos tamb m que, ao contr rio do que muitos diziam e/ou dizem, o desempenho de negros, pardos e pobres nas universidades tem sido excelentes.Na unidade II, cuja tem tica refere-se a novos desafios pol ticos-educacionais, apresentaremos alguns ensaios cr ticos envolvendo problem ticas diversas.Espera-se que, esse livro, assim como todas as obras do autor possa, de alguma forma, contribuir forma o de uma sociedade global mais humanizada, respeitosa das suas diferen as, politicamente participativa, democr tica, tica e socialmente equitativa.
"POR QUE OS HOMENS SE ANIMALIZAM E OS ANIMAIS N O SE TORNAM HOMENS?" - assim como dezenas de outras importantes obras do autor - nasceu a partir de uma releitura: da necessidade de dar-se um novo sentido ao dito paradoxo existente entre os pensamentos de dois grandes fil sofos: Arist teles, pensador de origem Maced nica, disc pulo divergente de Plat o, da Gr cia antiga, (a.C.); e Jean-Paul Sartre (1905-1980), fil sofo existencialista do s culo XX. Ontologicamente, tal problem tica est situada entre duas distintas teorias do ser: A de Arist teles, centrada nas concep es do Ato e da Pot ncia, caracterizada pela ideia da finalidade do ser, ou seja, fundamentada em axiomas relativos "ao que o ser pode ou n o vir a ser a partir da constata o do que ele "; e a concep o de Sartre, contr ria a de Arist teles, que preconiza que "o ser o que ", ou seja, que n o um ser fechado em si, em uma natureza, mas aberto para uma Condi o Humana.
"A classe m dia uma aberra o econ mica (porque "rica" sem dinheiro); uma aberra o social (porque se v como elite em rela o aos miser veis, mas miser vel em rela o elite); uma aberra o de grupo ou de classe (porque nunca deixou de ser classe prolet ria, mas se acredita classe megaempres ria).""A classe m dia brasileira s vai deixar de ser pobre de esp rito no dia em que ela descobrir que pensar de gra a...""A classe m dia Brasileira a nica que usa a sua aliena o de classe como se fosse v rgula..."________Vive-se em uma sociedade capitalista global, subdividida entre diferentes grupos ou classes, com interesses econ micos antag nicos, e este um fato ou realidade, que, obviamente, somente a aliena o faz com que muitos n o sejam capazes de enxergar.Nesse sentido, o imperativo categ rico enquanto exclu do social, n o basta somente lutar para ganhar dinheiro, isto , preciso sim lutar para poder fazer-se um inclu do social, mas sem, entretanto, nesse mesmo caminho, negligenciar a busca pelo desenvolvimento da consci ncia cr tica. E isso devido aos seguintes motivos: 1-O dinheiro, sem esclarecimento, sem a busca pelo entendimento da sociedade em que se vive, levar escravid o aos v cios de consumo; 2-Ao desenvolvimento de complexos de superioridade e aliena o de classe; 3- desumaniza o; 4-Ao gosto pela condi o de escravo p s-moderno do sistema capitalista; 5-E, por conseguinte, reprodu o, como papagaios, de ret ricas individualistas e merit cr ticas que visam e visar o sempre buscar culpar nica e exclusivamente o exclu do pela sua condi o social de exclus o... Mais: 6-O dinheiro, sem entendimento, sem a busca pelo desenvolvimento da consci ncia cr tica, ser contestado quanto sua real efic cia em trazer ou gerar maior benef cio em rela o queles que n o o possuem em quantidade m nima para poderem manter as suas pr prias subsist ncias. IIO livro (pesquisa), uma colet nea de artigos, trata da complexa tem tica envolvendo uma nova classe m dia brasileira que se fez monstrualizar depois que teve acesso a um pouco mais de dinheiro do que o habitual durante os governos-Lula, perdendo, em virtude da aliena o sofrida, a sua consci ncia de grupo ou de classe exclu da, isto , a consci ncia de que ela n o passa de uma classe trabalhadora, explorada e, que, em virtude do desemprego, ocasionado este por consequ ncia da sistematiza o do toyotismo global (sistema de produ o flex vel), viu-se obrigada a ter que trabalhar por conta pr pria para poder sobreviver.
A Cole o SEGREDOS DA PROSPERIDADE v.1 (Segredos da prosperidade; Vivendo em prosperidade; Como criar e administrar uma microempresa) uma obra de educa o financeira, libertadora, na medida em que, ao mesmo tempo em que aborda a natureza catastr fica dos processos de exclus o socioecon mica produzida pela tica do capitalismo selvagem, ensina-nos tamb m a criar ferramentas para poder super -la, mas sem, entretanto, nesse processo, contribuir para o aumento dessa mesma exclus o. Ou seja, enquanto muitos outros autores dessa rea fingem n o querer enxergar o car ter perverso do capitalismo selvagem, no que se refere tica da concentra o de riquezas cada vez mais nas m os de poucos, provocando a exclus o socioecon mica de muitos, esta obra faz exatamente o contr rio: 1-Defende a supera o da tica do capitalismo selvagem; 2-Defende a supera o da exclus o a partir da renova o do entendimento sobre como se processa essa mesma exclus o; e do desenvolvimento, a partir da , de ferramentas para poder-se enfrent -la rumo prosperidade. Em outras palavras, enquanto os defensores do capitalismo selvagem entendem a prosperidade sob a tica ou tica do ac mulo e da concentra o de capital cada vez mais nas m os de poucos, esta obra, todavia, defende a prosperidade: 1-No sentido de "trabalhar para aprender"; 2-No sentido de "fazer o que se gosta"; ou, ent o:3-No sentido de "aprender a gostar do que se faz e assim fazer melhor"; 4-No sentido de "liberta o da escravid o do consumo";5-No sentido de "criar investimentos para poder alcan ar a independ ncia financeira sem, entretanto, nesse mesmo processo, concentrar capital"; 6-No sentido de "ajudar os outros a se libertarem da escravid o do capitalismo selvagem tamb m". Em s ntese, seria o mesmo que poder curar-se do veneno da picada de cobra a partir do soro feito do veneno da pr pria cobra. Isto , poder superar a exclus o social e econ mica provocadas pelo capitalismo selvagem, tanto individuais quanto coletivas, a partir do entendimento de como funciona o capitalismo, e do desenvolvimento de ferramentas para poder-se n o somente suport -lo, criando mecanismos de defesa, mas tamb m encar -lo de frente, superando-o. Trata-se, portanto, de uma obra que defende a prosperidade e, ao mesmo tempo, a retomada dos processos de humaniza o e de fraternidade; a retomada dos processos de respeito a si e ao outro; de respeito s diferen as; de preserva o da vida no planeta; de crescimentos autossustent veis; de equidade social e econ mica. Nesta obra, poder prosperar t o importante quanto humanizar-se; t o importante quanto poder se emancipar intelectualmente. Aprender a n o se conformar com esse mundo; aprender a renovar-se e a renov -lo pela renova o do pr prio entendimento sobre o que a prosperidade, criando mecanismo de defesa e a o no enfrentamento da exclus o social e econ mica, eis um dos principais objetivos desta obra.
A Cole o SEGREDOS DA PROSPERIDADE v.1 (Segredos da prosperidade; Vivendo em prosperidade; Como criar e administrar uma microempresa) uma obra de educa o financeira, libertadora, na medida em que, ao mesmo tempo em que aborda a natureza catastr fica dos processos de exclus o socioecon mica produzida pela tica do capitalismo selvagem, ensina-nos tamb m a criar ferramentas para poder super -la, mas sem, entretanto, nesse processo, contribuir para o aumento dessa mesma exclus o. Ou seja, enquanto muitos outros autores dessa rea fingem n o querer enxergar o car ter perverso do capitalismo selvagem, no que se refere tica da concentra o de riquezas cada vez mais nas m os de poucos, provocando a exclus o socioecon mica de muitos, esta obra faz exatamente o contr rio: 1-Defende a supera o da tica do capitalismo selvagem; 2-Defende a supera o da exclus o a partir da renova o do entendimento sobre como se processa essa mesma exclus o; e do desenvolvimento, a partir da , de ferramentas para poder-se enfrent -la rumo prosperidade. Em outras palavras, enquanto os defensores do capitalismo selvagem entendem a prosperidade sob a tica ou tica do ac mulo e da concentra o de capital cada vez mais nas m os de poucos, esta obra, todavia, defende a prosperidade: 1-No sentido de "trabalhar para aprender"; 2-No sentido de "fazer o que se gosta"; ou, ent o:3-No sentido de "aprender a gostar do que se faz e assim fazer melhor"; 4-No sentido de "liberta o da escravid o do consumo";5-No sentido de "criar investimentos para poder alcan ar a independ ncia financeira sem, entretanto, nesse mesmo processo, concentrar capital"; 6-No sentido de "ajudar os outros a se libertarem da escravid o do capitalismo selvagem tamb m". Em s ntese, seria o mesmo que poder curar-se do veneno da picada de cobra a partir do soro feito do veneno da pr pria cobra. Isto , poder superar a exclus o social e econ mica provocadas pelo capitalismo selvagem, tanto individuais quanto coletivas, a partir do entendimento de como funciona o capitalismo, e do desenvolvimento de ferramentas para poder-se n o somente suport -lo, criando mecanismos de defesa, mas tamb m encar -lo de frente, superando-o. Trata-se, portanto, de uma obra que defende a prosperidade e, ao mesmo tempo, a retomada dos processos de humaniza o e de fraternidade; a retomada dos processos de respeito a si e ao outro; de respeito s diferen as; de preserva o da vida no planeta; de crescimentos autossustent veis; de equidade social e econ mica. Nesta obra, poder prosperar t o importante quanto humanizar-se; t o importante quanto poder se emancipar intelectualmente. Aprender a n o se conformar com esse mundo; aprender a renovar-se e a renov -lo pela renova o do pr prio entendimento sobre o que a prosperidade, criando mecanismo de defesa e a o no enfrentamento da exclus o social e econ mica, eis um dos principais objetivos desta obra.
(a5, 113 p.) - Mulheres do tipo ditas "loucas" n o foram feitas para homens med ocres, medianos, fracos, sem intelig ncia e/ou incapazes de criarem met foras. No caso delas, e somente no caso delas, a dita loucura, assim como aquela dos considerados g nios, tal qual dizia Nietzsche, n o sin nimo de doen a, mas de sa de interior.Todo homo sapiens dotado de um m nimo de intelig ncia, portanto, sabe (ou deveria saber) que n o f cil sair com uma mulher desse naipe. Sabe, inclusive (ou deveria saber), que muito mais dif cil ainda mant -la, caso tenha-se tido ou venha-se a ter a sorte de cair nas gra as dela Na maioria das vezes, al m de adjetivos qualitativos v rios, poder econ mico e etc., o agraciado precisa at mesmo ser expert em log stica - a partir de um primeiro encontro, objetivando algo mais s rio - caso tenha a ousadia de novamente convid -la para sair.Arco- ris O sis negro (v.1) um livro de contos er ticos, pertencente Cole o "NOVOS MESTRES DA LITERATURA".
(A5, 113 P GINAS) - Mulheres do tipo ditas "loucas" n o foram feitas para homens med ocres, medianos, fracos, sem intelig ncia e/ou incapazes de criarem met foras. No caso delas, e somente no caso delas, a dita loucura, assim como aquela dos considerados g nios, tal qual dizia Nietzsche, n o sin nimo de doen a, mas de sa de interior.Todo homo sapiens dotado de um m nimo de intelig ncia, portanto, sabe (ou deveria saber) que n o f cil sair com uma mulher desse naipe. Sabe, inclusive (ou deveria saber), que muito mais dif cil ainda mant -la, caso tenha-se tido ou venha-se a ter a sorte de cair nas gra as dela Na maioria das vezes, al m de adjetivos qualitativos v rios, poder econ mico e etc., o agraciado precisa at mesmo ser expert em log stica - a partir de um primeiro encontro, objetivando algo mais s rio - caso tenha a ousadia de novamente convid -la para sair.Arco- ris O sis negro (v.1) um livro de contos er ticos, pertencente Cole o "NOVOS MESTRES DA LITERATURA".
(A5,158 p ginas) - Como dizia o saudoso e grande educador Paulo Freire, "Ningu m ensina nada a ningu m; ningu m aprende nada sozinho: os homens aprendem, uns com os outros, "mediatizados" pelo mundo". A incorpora o do valor e a corporifica o da pr tica de tal axioma em nosso cotidiano da sala de aula, todavia, n o nos exime da necessidade e, muito menos, da responsabilidade de buscarmos procurar entender o "quando" e o "como" se d o esses processos de ensino-aprendizagem descritos por Paulo Freire, j que "ensino", tamb m segundo o mesmo, n o existe e/ou n o deveria existir sem "aprendizagem".Para n s, sendo assim, faz-se imposs vel educar e/ou construir processos de ensino-aprendizagem eficazes para o desenvolvimento dos sujeitos da educa o (educadores e educandos) sem que haja, antes e/ou durante qualquer processo pedag gico, um olhar investigativo e atento sobre as dimens es e condi es cognitivas, s cio-afetivas, psicol gicas e biol gicas do Ser (homem).Ou seja, "se ensino n o existe e/ou n o deveria existir sem aprendizagem; se os homens aprendem uns com os outros mediatizados pelo mundo", h de se pensar que, para que haja de fato efic cia e efici ncia em qualquer processo dito pedag gico, faz-se necess ria uma compreens o profunda, epistemologicamente fundamentada, das dimens es ontol gicas do Ser, do espec fico ser Homem que, por assim dizer, como se sabe, n o e, portanto, n o deve ser concebido nem tampouco colocado como coadjuvante, mas, sempre, como protagonista desse referido processo. Por esta via, o presente trabalho, de uma forma, al m de cr tica, filosoficamente hol stica, busca estabelecer uma investiga o dial gica sobre e/ou entre as diferentes concep es ontol gicas que, aos seus modos, dentro de suas espec ficas linhas de estudo, historicamente e/ou na presente era contempor nea, tem levantado e, muitas vezes, de forma unilateral, sistematizado axiomas ticos e est ticos sobre o espec fico Ser Homem.Esperamos que essa obra, assim, possa ser til forma o de uma gera o de educadores n o somente mais conscientes e compromissados com as quest es sociais, pol ticas e humanit rias, mas tamb m mais competentes pedagogicamente em suas miss es pol ticas revolucion rias e/ou transformadoras.
Na hist ria da filosofia ocidental, Edmund Husserl (1859 - 1938) conhecido como um importante fil sofo e matem tico alem o que fundamentou as bases epistemol gicas da escola fenomenol gica, rompendo com a orienta o positivista da ci ncia que, estruturada sob bases utilitaristas e/ou tecnicistas, influenciava ou estruturava a filosofia de sua poca. Husserl desenvolveu, sendo assim, importantes cr ticas ci ncia, ao historicismo e ao psicologismo na l gica. Fundamentado epistemologicamente em David Hume, Immanuel Kant, Franz Brentano e outros pensadores ou fil sofos c tico-relativos, isto , "n o limitando-se ao empirismo, mas ao mesmo tempo reconhecendo tamb m que a experi ncia a fonte de todo o conhecimento", criou um m todo de redu o fenomenol gica, a chamada redu o eid tica. No cap tulo I, sob a forma de um breve resumo ou introdu o, visando situar o leitor na problem tica estudada, realizaremos uma s ntese das principais teorias do conhecimento, come ando pelos fil sofos da Gr cia antiga, passando pela modernidade, e chegando at o in cio da era contempor nea, onde d -se in cio chamada crise da raz o e/ou problematiza es acerca do problema verdade. No cap tulo II, apresentaremos o nosso estudo sobre a fenomenologia da percep o de Edmund Husserl, buscando compreender a ess ncia do seu chamado m todo fenomenol gico. No cap tulo III, como unidade de complemento, apresentaremos importantes axiomas que sedimentam ou estruturam o m todo fenomenol gico de Husserl.No cap tulo IV, epistemologicamente fundamentado em conceitos-chave de outros fil sofos ou pensadores c tico-relativos, apresentaremos axiomas da filosofia antropol gica concernentes tem tica estudada. No cap tulo V, anexaremos uma breve mas importante s ntese adaptada da vida e obra de Edmund Husserl. No VI, como anexo, ensaios que, de maneira indireta ou direta, abordam diferentes tem ticas dentro do universo da filosofia.
I Nosso objetivo, faz-se importante ressaltar, n o e nem tampouco ser o de entrar em quest es especificamente sociais e pol ticas, mas o de, no campo das problematiza es filos ficas e pedag gicas, discorrermos sobre as seguintes quest es: Existindo, como se sabe, etnocentrismos, ideologias e hierarquias nas e/ou entre as diferentes culturas, pergunta-se: o mero acesso ela (cultura), por meio dos processos sistem ticos e/ou assistem ticos de socializa o (endocultura o), pode ser, de fato, como h tempos tem sido, ainda hoje considerado como o mesmo que o acesso educa o? Em outras palavras, um ser educado e/ou tico de fato, dado o car ter etnoc ntrico e ideol gico das culturas, ainda hoje pode ser considerado aquele que foi mera e sistematicamente socializado ou endoculturado, al m da fam lia e de outras inst ncias, nas institui es ditas educativas? Se, ao longo do nosso estudo, as respostas forem negativas, ou seja, se considerarmos que o processo de "educa o" n o o mesmo que o de uma mera endocultura o ou socializa o, mas algo muito al m destas (aquilo que transcende-as), ent o as nossas indaga es ser o outras, do tipo: 1- o que ent o de fato a educa o?; 2 - o que de fato educar-se?; 3 - o que de fato educar? II Na unidade I, sendo assim, discorreremos sobre o que a Cultura e sobre as suas problem ticas relativas aos processos de socializa o; na II, problematizando os axiomas culturais, dialogaremos sobre o sentido da educa o na presente era p s-moderna; na III, que tamb m a unidade do ep logo, faremos um estudo sobre a tica e sobre as suas intr nsecas rela es com a educa o, culminando na defini o do que poderia vir a ser de fato considerado um cidad o educado e/ou tico. Esperamos que, esse livro, assim como todas as obras do autor sobre ci ncias humanas, possa, de alguma maneira, contribuir forma o de uma gera o de professores e/ou educadores mais eficientes e eficazes em suas miss es sociais transformadoras e/ou revolucion rias. O autor
(A5, 138 P GINAS)I"DUAS TA AS DE VOL PIA - um romance sobre a justi a do amor" - uma pequena obra-prima.Para o eu l rico do autor, "o amor rec proco (amar e ser amado) da ordem do milagre"; um "ressuscitar para a vida". Ou seja, quem ainda n o o recebeu est apenas sobrevivendo e n o vivendo: est morto para a verdadeira felicidade. O autor, todavia, faz-nos tamb m pensar que "n o se deve perder a esperan a"; que " preciso ter f "; que " preciso manter o cora o sincero e puro para que um dia possamos vir a ser agraciado por ele". Entretanto, deixa uma pergunta no ar: o verdadeiro amor de fato sempre fiel?IIAtrav s da narra o de uma imprevis vel e emocionante est ria de amor vivida entre um homem de neg cios e uma humilde vendedora, o autor faz-nos pensar sobre a necessidade que todos n s temos de um dia virmos a encontrar um amor rec proco. um livro que aborda temas como poligamia, poliamor, promiscuidade e rela es de consumo de pessoas como se estas fossem coisas, mas ao mesmo tempo fortalece e/ou renova as nossas esperan as no encontro da felicidade.Nas palavras do autor: "O amor, ainda que tardio, rouba-nos da tristeza... e devolve-nos felicidade...; O amor, ainda que tardio, por ser o princ pio e a ess ncia da vida, ao encontrar-nos fruta consumida..., caro o lan ado fora, coloca-nos outra vez na condi o de semente...; faz-nos germinar novamente: faz-nos darmos frutos at mesmo onde se dizia s haver desertos...; O amor, ainda que tardio, livra-nos de quem n o tem, nunca teve, e nem nunca ter a fiel inten o ou capacidade de amar-nos...; O amor, ainda que tardio, coloca-nos como rel quia, como preciosidade, no caminho daquele (a) que, tamb m j cansado (a) de se perder, segue destemido (a) na contram o da solid o; O amor, assim como a justi a de Deus, mesmo muitas vezes parecendo cego, surdo e mudo, algumas vezes at tarda, mas nunca, nunca falha..."
O dogmatismo-gnosiol gico (subdividido entre dogmatismo ing nuo e dogmatismo cr tico), ao contr rio dos ceticismos (ceticismo-absoluto e ceticismo-relativo, que negam as possibilidades de se conhecer a verdade), acredita na total capacidade humana de alcan ar-se o conhecimento (verdade) e/ou de apreender-se, na sua inteireza, os diferentes objetos de estudo.O dogmatismo-gnosiol gico ing nuo, ao contr rio do dogmatismo-gnosiol gico cr tico, tem bases no senso comum, e acredita, por isso mesmo, que n o h maiores problemas para o homem poder vir a conhecer a verdade.J o dogmatismo-gnosiol gico cr tico, ao contr rio dos diferentes ceticismos (absoluto e relativo), e diferentemente tamb m do dogmatismo-gnosiol gico ing nuo, acredita e defende a ideia de que poss vel ao homem conhecer a verdade e/ou a ess ncia dos objetos de estudo, mas somente e mediante o esfor o da raz o, quando aliada esta ao uso eficiente de bons m todos.Dentre as mais importantes correntes do dogmatismo-gnosiol gico cr tico, pode-se destacar: A filosofia e/ou o m todo socr tico (ironia e mai utica);O Platonismo (enquanto inatismo, idealismo, e/ou pr -determinismo);Os diferentes tipos de empirismos (Arist teles, Francis Bacon, John Locke etc.);Os diferentes tipos de racionalismos e/ou idealismos (Descartes: idealismo racionalista; e Hegel: idealismo dial tico);E o Materialismo dial tico de Karl Marx.IINa primeira unidade, estudaremos as diferentes correntes epistemol gicas dogm ticas (isto , que acreditam que de fato poss vel ao homem conhecer a verdade).Na segunda, ateremo-nos s diferentes teorias c ticas (c tico-absolutas e c tico-relativas), ou seja, que, respectivamente, radicalmente ou em parte, negam a capacidade humana de se alcan ar o conhecimento e/ou de apreender a verdade.O autor
IDiz-se, e n o somente por meio do senso comum, que "o dinheiro n o traz felicidade". Se essa afirmativa correta, n o seria menos verdadeiro afirmar que, a falta sistem tica de dinheiro, em sociedades capitalistas como a que se vive, onde tudo tem um pre o, onde a nossa exist ncia precisa sempre ser custeada por n s mesmos ou por algu m, tamb m o que gera ou tem gerado, em muitos, o surgimento de inexplic vel tristeza. E principalmente ap s os cinco ou dez primeiros dias dos recebimentos de sal rios, aposentadorias, pens es, etc., que, em sua grande maioria, s o utilizados pelas pessoas pobres ou de classe m dia baixa apenas para pagamentos de contas, presta es com juros embutidos, etc. Nesse sentido, -se compreens vel tamb m que, a maioria das pessoas, e n o somente as pobres ou de classe m dia baixa, mesmo acreditando que o dinheiro n o traga felicidade, se preocupe, na mesma via, com o ac mulo de riquezas e/ou de bens materiais. E isso ocorre, pensa-se, pelo seguinte motivo: "Porque a maioria das pessoas pobres ou de classe m dia baixa sabe que, no mundo capitalista em que se vive, preciso buscar superar n o somente a pobreza e/ou a mis ria de p o (alimentos para subsist ncia), mas, tamb m, satisfazer muitas outras necessidades e/ou vontades, de modo que, se as mesmas n o forem ou n o puderem ser plenamente satisfeitas, isto , se n o houver a dignidade da pessoa humana, n o -se poss vel tamb m ser feliz." Esse pensamento, hoje, alvorecer do s culo XXI, independentemente das mais diferentes concep es filos ficas, psicol gicas, religiosas, etc. - pode-se com propriedade afirmar - tido como um princ pio econ mico capitalista global.IIVisando-se, todavia, n o ficar-se obcecado somente pela busca do ac mulo de capital ou de bens materiais, acreditando-se, erroneamente, por exemplo, que o dinheiro, sozinho (como panaceia) ser capaz de resolver todos os problemas humanos e/ou de fazer as pessoas felizes, pensa-se ou deve-se pensar tamb m, na mesma via - tendo-se como fundamento e princ pio a tica Aristot lica -, de uma forma complexa. Isto 1-Que preciso buscar o equilibro ou meio termo... Isto 2-Que preciso sim lutar pela conquista da felicidade financeira, da prosperidade ou da inclus o socioecon mica, mas, todavia, sem negligenciar ou desprivilegiar a busca da felicidade ou prosperidade tamb m em outras diferentes reas de nossas vidas, como no amor, na amizade, no trabalho, na fam lia, no lazer, na sa de f sica, mental, espiritual, etc.IIIO livro, epistemologicamente fundamentado, substanciado e partindo de uma cr tica radical, rigorosa e de conjunto escola capitalista (presente esta nas sociedades capitalistas ocidentais), especialmente a brasileira, que historicamente apenas tem adestrado ou formatado os indiv duos pobres, de classe m dia baixa e/ou miser veis que nela entram para servirem de m o de obra barata e descart vel ao sistema capitalista (e n o para superarem de fato as suas pobrezas e/ou mis rias), ensina-nos n o somente a nos tornarmos felizes financeiramente, mas tamb m a permanecermos pr speros ou socioeconomicamente inclu dos - mesmo em tempos ditos de crises econ micas. Para o autor, mais importante do que um indiv duo pobre, de classe m dia baixa e/ou miser vel (exclu do social) vir a poder conseguir superar a sua pobreza ou mis ria (tornar-se feliz financeiramente), ele tamb m nunca mais correr o m nimo risco de voltar para elas, ou seja, nunca mais correr o risco de voltar a ser explorado, aviltado ou escravizado pelo sistema capitalista.
"Se o machismo n o bom, por que ent o o feminismo machista seria?" "O feminismo n o o machismo praticado por mulheres em rela o aos homens e/ou a outras mulheres..."II"Ser feminista n o , sendo do sexo oposto, psicossocialmente pensar, sentir, agir ou comportar-se como um homem machista."III"Empoderamento feminino n o , enquanto mulher, buscar deixar de ser oprimida movida pelo sonho ou pelo desejo de tamb m se tornar opressora: o nome disso, ao contr rio, FEMINISMO MACHISTA."IVMuitas das mulheres que hoje se dizem feministas, ainda que sem saberem, s o tamb m do tipo machsitas, isto , "feministas machistas". Elas, n o tendo a essencial no o do que foi e/ou o feminismo apregoado por Simone de Beauvoir e outras; tendo sido "formatadas" ou "alienadas" em "feminismo machista" a partir de clich s, frases soltas, programas sensacionalistas de TV e/ou v deos fragmentados postados em redes sociais etc., tornaram-se ou t m se tornado, ainda que inconscientemente, c pias psicossociais bizarras de homens machistas. Isto , elas, acreditando estarem seguindo no caminho da busca pela equidade e liberta o femininas, contraditoriamente, tornaram-se e/ou t m se tornado, psicossocialmente falando, homens machistas, tais quais aqueles que, durante s culos, oprimiram-nas e, na mesma via, autodestru ram-se, praticando genoc dios, barb ries, apartheids, xenofobia, misoginia etc. Sem exageros ou analogias descabidas, o sonho ou o desejo delas, das feministas machistas, e que muitas vezes nem se sabem s -las, tragicamente, n o e/ou n o tem sido o de deixarem de ser oprimidas, mas, paradoxalmente, tamb m o de se tornarem opressoras. No amor e na guerra, por exemplo, a mulher feminista machista (feminista alienada) se tornou t o ou mais b rbara do que homem, porque, diferentemente dele, ela agora nem sequer aceita negociar ou ser questionada sobre seus atos e/ou valores ditos p s-modernos. Ela, por exemplo, tal qual qualquer homem machista, diz-se ou acredita-se estar sempre certa e ponto. Isto , ela n o est predisposta a dialogar com ningu m sobre o tr gico exerc cio do seu agora autocreditado "poder". Se o homem machista das classes abastadas, por exemplo, usava e/ou usa o seu suposto dinheiro, prest gio e/ou status para tirar sexo e outras vantagens de muitas mulheres; a mulher feminista machista (alienada), ao contr rio das verdadeiras feministas, que lutam pela conquista de maior igualdade e liberdade em quest es sociopol ticas etc., usa deliberadamente tamb m o sexo, o afeto dissimulado e/ou o poder de sedu o ou persuas o para conquistar seus objetivos, sejam eles quais forem. O homem, para as feministas machistas, nesse sentido, tais quais todas as mulheres para os homens machistas, tornou-se tamb m apenas um meio: o fim apenas, e sempre, buscar obter algum benef cio, seja ele material ou meramente sexual etc.Pensa-se que, quando uma doutrina ou ideologia dita feminista, mal compreendida por muitas mulheres, faz com que elas criem certa ojeriza em rela o figura psicossocial feminina, ela faz tamb m com que essas mesmas mulheres, alienadas em rela o ao verdadeiro feminismo, busquem psicossocialmente se igualar, em atitudes, princ pios e valores, aos homens machistas, uma vez que, para elas, todos os homens s o tamb m ditos iguais, estando-se subjacente, por m, que aqueles homens pertencentes s elites s o mais iguais do que todos os outros.A feminista machista, sendo assim, de forma intencional, ainda que inconsciente, seguindo um tr gico ideal, transmuta-se do seu estado psicossocial feminino dito oprimido para o estado psicossocial masculino machista opressor. Esse tipo de feminista machista, por esta via, por exemplo, erroneamente acredita que o feminismo o machismo ao contr rio, ou seja, que o feminismo aquilo que deve ser praticado pelas mulheres em rela o aos homens, visando coloc -los numa posi o de inferioridade, de ap ndices,
O livro (romance), escrito sob a gide de fundamenta es filos ficas, hist ricas e cr ticas sociais, refor a as ideias de pensadores progressistas, tal qual Bertolt Brecht, segundo o qual, por exemplo, "o pior analfabeto o alienado pol tico, uma vez que, da sua ignor ncia pol tica, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que o pol tico vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais".A obra, nesse sentido, traz a ideia de que o indiv duo (ou grupo) mais explorado e escravizado - exatamente por ser analfabeto ou alienado pol tico - tamb m o pobre de direita e/ou o prolet rio de classe m dia fascista, uma vez que, estes, desconhecendo seus verdadeiros opressores, lutam a favor dos mesmos e, consequentemente, a favor tamb m das suas pr prias perpetua es na condi o de mis ria, pobreza ou exclus o. Esperamos que esse livro - assim como todas as mais de cem obras do autor - possa de alguma forma contribuir forma o de uma gera o mais cr tica, intelectualmente emancipada, politicamente participativa, esteticamente criativa, coletivamente tica, tolerante, respeitosa das diferen as e, na mesma via, tamb m mais livre, justa ou menos desigual.O autor
IDiz-se, h tempos, que existe crime organizado no Brasil. Concorda-se, bvio, por m, em outro sentido: pensa-se sim que existe crime organizado em nosso pa s, mas que ele n o est , em seu pleno potencial lesivo sociedade e aos cidad os de bem, como muitos acreditam, nas favelas, nos morros, nos guetos, nos pres dios e nem tampouco em qualquer bairro de periferia onde bandidos das mais diferentes fac es comandam tr ficos de drogas, roubos etc., e sim no meio pol tico.Explica-se: Traficantes ou bandidos, quase sempre todos exclu dos sociais ou destitu dos de capital-cultural e/ou saber-poder-pol tico; quase sempre todos margem da vida social, ainda que aspirem, ainda que sejam usados por gente gra da para a lavagem de dinheiro e etc., n o possuem condi es de organiza o criminosa:1-Ao n vel dos cart is pol ticos;2-Ao n vel dos mafiosos pol ticos;3-Ao n vel daqueles que t m - al m dos poderes econ mico e financeiro - tamb m o poder das for as de intelig ncia e coer o do Estado em suas m os.Em outras palavras, a pol tica, no Brasil, como historicamente e ainda hoje nos t m demonstrado os in meros casos de corrup o e mortes nunca ou quase sempre mal esclarecidos, com raras exce es, sem sombra de d vidas:1- o nico e real crime organizado que existe;2- a verdadeira m fia que, h s culos - em nome da preserva o de um status quo burgu s ou capitalista - atua no Brasil.Em nome da pol tica, isto , por meio de pol ticos mafiosos (que s o quase todos em nosso pa s), por exemplo, manda-se matar ou prender; condenar ou absolver; destruir ou refazer; retirar do poder ou reeleger sem a interveni ncia e/ou com a conveni ncia de qualquer outro dito poder.Nenhum poder, n o somente no Brasil, uma vez que o mesmo est e historicamente sempre esteve atrelado ao poder econ mico - embora possa haver quem pense diferente - superior ao poder da m fia pol tica.Isto , n o existe nada de mais nefasto a qualquer sociedade do que o poder pol tico quando este exercido, como quase sempre tem sido, por e/ou em nome das "flores do mal e/ou dos chamados bandidos do colarinho branco". Nietzsche (1844-1900) estava certo quando, por exemplo, numa cr tica feroz pol tica alem do s c. XIX, visando alertar-nos sobre a ess ncia da classe pol tica, escreveu: Um pol tico divide os seres humanos em duas classes: instrumentos e inimigos. (Nietzsche, F.)IIA m fia pol tica brasileira, aliada estrangeira, em pleno alvorecer do s c. XXI, mesmo em face da aten o da opini o p blica mundial, desde o estouro dos casos de corrup o e da questionada e antidemocr tica assun o presid ncia de Michel Temer em lugar de Dilma Rousseff, sem qualquer aparente temor, com a condena o (ao que se sup e) pol tica do ex-presidente Lula:1-Colocou, como mais uma das tantas vezes na hist ria da pol tica brasileira, as asas de fora. Isto 2-Mostrou e/ou tem demonstrado ao mundo as atrocidades de que capaz e de que, como n o deixa mentir a pr pria hist ria, ao que se subentende, orgulha-se tamb m de ser.IIIO livro, nas partes I e II - epistemologicamente fundamentado em axiomas de Hannah Arendt, Arist teles, David Hume, Edmund Husserl, Francis Bacon, Immanuel Kant, Norberto Bobbio, Nietzsche etc. - analisa e problematiza de forma t cnica e filos fica a condena o do ex-presidente Lula. Na parte III - como complemento te rico - esbo a-se uma vis o cr tica sobre a origem do homem totalit rio (nazista, fascista etc.) em sua tica anti tica grupal ou classista (conservadora). Isto , pol tica, sedimentada no h bito hist rico de trivializar e/ou de banalizar a pr tica do mal (exclus o social, barb rie, genoc dio, bioc dio, xenofobia, racismo, antissemitismo, misoginia, apartheid, neocolonialismo, neoimperialismo, capitalismo selvagem etc.). O autor
Hannah Arendt 1], em seu livro "Eichmann em Jerusal m: relat rio sobre a Banalidade do Mal 2]" (1963), fala-nos sobre a exist ncia do Homo Totalitarius 3], definido por ela como um fen meno moderno. Ou seja, O Homo Totalitarius (Nazista, Fascista, etc.), segundo a fil sofa, n o existia, como tal, antes do in cio da era moderna (s c. XVI ou XVII). Na vis o de Hannah Arendt, sendo assim, o Nazista Eichmann era "uma pessoa normal", e o Nazismo tamb m n o tinha nada de demon aco, patol gico ou "psicopatol gico". Os nazistas, segundo ela, eram apenas o resultado, produto ou a consequ ncia de um consentimento pol tico dado por homens e mulheres completamente "normais", tal como Eichmann.Pergunta-se: Estaria Hannah Arendt, ao escrever esse livro e public -lo dois anos depois do julgamento de Eichmann, tomada por um relativismo tico ao n o caracterizar as pr ticas totalit rias (nazistas, fascistas, etc.) como atos patol gicos ou psicopatol gicos? Pensa-se que n o. Apesar de a fil sofa, nessa poca, ainda n o ter escrito o livro "A vida do esp rito", o que s foi publicado em 1978, tr s anos ap s a sua morte (1975), certamente ela j tinha desenvolvido ou vinha desenvolvendo importantes axiomas sobre "O Pensar". Segundo tamb m teorizou Hannah Arendt, por exemplo, "O mal n o ontol gico; n o uma patologia ou psicopatologia. N o uma condi o natural ou algo inerente ao ser. N o metaf sico. consequ ncia de um vazio do pensamento". Isto , "o mal", segundo Hannah Arendt, " pol tico e hist rico; uma banalidade trivial de grupo ou de classe". A problem tica, dentro desse novo contexto, agora seria outra: Se o mal, como defendeu a fil sofa, n o ontol gico, n o natural, n o metaf sico; se n o uma patologia ou psicopatologia inerente ao ser; se pol tico e hist rico; se uma banalidade trivial de grupo ou de classe (consequ ncia de um vazio do pensamento), "qual seria ent o a origem do mal antes mesmo dele ser pol tico e hist rico?". Em outras palavras: "De onde supostamente se origina o mal antes mesmo dele ser uma banalidade trivial de grupo ou de classe (pol tico e hist rico)?"IIEmbora respeitando toda a magnitude intelectual da fil sofa, pensa-se, nesse livro (tese de Doutorado em Filosofia, Teologia e Sa de mental), n o somente de forma diferente, mas tamb m (radical e de conjunto) muito al m dos axiomas defendidos por Hannah Arendt. Longe de explica es pautadas em cunho religioso, para n s, mesmo que o mal n o seja ontol gico, mesmo que ele n o seja uma patologia ou psicopatologia inerente ao ser, antes de ser pol tico e hist rico, grupal ou de classe, longe de ser o produto de um suposto vazio do pensamento, ele sim metaf sico: s que um Desvio Metaf sico e/ou filos fico; e, nesse sentido, tamb m o mesmo que um estado de loucura s que o de uma Loucura do Esp rito, uma vez que esp rito, em filosofia, significa o mesmo que ideia."O que Desvio metaf sico e/ou filos fico?" - certamente deve estar se perguntando o leitor; "O que Loucura do esp rito?"; "Como o esp rito enlouquece?".IIIEssas s o algumas das grandes e importantes quest es que problematizaremos e responderemos ao longo deste trabalho.