Kirjojen hintavertailu. Mukana 12 459 402 kirjaa ja 12 kauppaa.
Kirjailija
Cleberson Eduardo Da Costa
Kirjat ja teokset yhdessä paikassa: 183 kirjaa, julkaisuja vuosilta 2012-2021, suosituimpien joukossa Quem so trabalha nao tem tempo para ganhar dinheiro. Vertaile teosten hintoja ja tarkista saatavuus suomalaisista kirjakaupoista.
Um l der, dentro de uma organiza o (ou n o) pode ser tamb m um chefe, mas, as meras fun es de um chefe, segundo conceitos de lideran a p s-moderna, nem de longe devem ser confundidas com as de um l der, por uma simples raz o: "Chefe a pessoa que - 1- dotada de autoridade institucional ou organizacional; 2- dotada do poder de mandar e/ou exigir obedi ncia; 3- encarregada de uma tarefa ou atividade qualquer - comanda uma ou um grupo de pessoas."Ou seja, segundo o que pensam grandes especialistas em gest o do s c. XXI, para ser gerente, gestor, e mesmo empreendedor, s o necess rias n o somente as capacidades e/ou experi ncias de um chefe, mas tamb m as habilidades, compet ncias e/ou intelig ncias de um l der. Pergunta-se ent o: Mas o que vem a ser um l der e/ou exercer lideran a? Essas s o algumas das importantes quest es que estudaremos e responderemos ao longo deste trabalho.Na parte I, partindo de antecedentes hist ricos filos ficos, passando pelo final do s c. XX, e chegando ao XXI, dita hoje era p s-moderna, chegaremos defini o de um conceito de l der e/ou lideran a que esteja atrelado ideia da necessidade do desenvolvimento de um novo perfil gestor e/ou gerencial. Na parte II, complementando-se a I, apresentar-se- o compet ncias, habilidades e/ou capacidades que precisam ser desenvolvidas pelos l deres-gestores do s c. XXI.Os editores
N o resta-nos d vidas de que "Saber Poder", frase esta proferida por Francis Bacon (1561-1626), um dos fundadores do chamado m todo indutivo de investiga o cient fica. No mundo em que se vive, todavia, marcado este pela exclus o social, pela ideologia, pelo individualismo, pelo consumismo, pela meritocracia, pela xenofobia, etc., segundo tem-nos demonstrado os resultados de diversos estudos e pesquisas por n s realizados nos ltimos anos, pode-se com propriedade afirmar, existem hoje cinco formas distintas de aliena o e/ou de aus ncias de saber-poder, ou seja, de ditos dolos, tais quais aqueles descritos por Bacon, F., e que se devem buscar superar, a saber:1 - A aliena o em rela o a supostas e ditas capacidades ou incapacidades inatas, relativas aprendizagem, intelig ncia e/ou ao desenvolvimento da racionalidade, dadas entre os homens de diferentes classes ou grupos socioculturais. Ou seja, a aliena o em rela o s ideias de que se de fato verdadeiro que alguns homens nascem inteligentes e/ou racionais e outros n o (muitas vezes utilizadas estas pelas elites conservadoras para poderem justificar as desigualdades sociais, n o somente no Brasil, mas em escala planet ria).2- A aliena o sobre as reais causas das condi es de exclus o social dos indiv duos pertencentes sociedade civil, ou seja, a aus ncia do entendimento de que se vive, enquanto prolet rio e/ou cidad o-consumidor, al m de na condi o de escravo assalariado do capital, tamb m ref m dos juros e das regras de consumo do mercado capitalista;3- A aliena o sobre a condi o de analfabeto pol tico, isto , a aus ncia da compreens o de que n o existem mais diferen as essenciais entre ditos pol ticos/partidos ditos de direita e de esquerda; a aus ncia da compreens o de que a democracia representativa n o democracia de fato, isto , de que ela n o funciona na pr tica, etc.4 - A aliena o sobre a necessidade e/ou a import ncia de se desenvolver a toler ncia, o respeito s diferen as e/ou aos diferentes, sejam elas e/ou eles de que naturezas forem, uma vez que o homem, como certa vez afirmou Arist teles, tamb m um ser social e um animal pol tico;5 - A Aliena o sobre a necessidade e/ou import ncia de se buscar desenvolver a consci ncia cr tica de si e de mundo, estando-se dentro ou fora das institui es ditas educativas.IIEm outras palavras, um ser, hoje, alvorecer do s c. XXI, considerado possu do por dolos (no sentido de possess o espiritual, j que em filosofia esp rito significa ideia), alienado e/ou destitu do de saber-poder, entre outras coisas, aquele que: A - Desconhece suas potencialidades humanas. Ou seja, desconhece tudo o que, ele, exatamente por ser Homo Sapiens (diferente dos ditos animais irracionais), e independentemente das suas diferen as socioculturais, pode vir a ser.B - e/ou est exclu do (socialmente falando), mas n o sabe as raz es e/ou os porqu s da sua condi o de exclus o social/pobreza e nem tampouco como sair dela (muitos inclusive ainda hoje acreditam que as suas exclus es sociais s o frutos de uma esp cie de sina, do pecado, da falta de sorte, da suposta falta de intelig ncia, etc.).C - analfabeto pol tico, mas n o sabe que o . E, o pior de tudo: acredita que as decis es pol ticas, na maioria das vezes, n o t m nenhuma ou quase nenhuma rela o intr nseca e/ou direta com as causas da sua condi o social de exclus o, etc. D - xen fobo, etnoc ntrico e/ou desrespeitoso das diferen as por pura convic o; por pura ideologia de grupo ou de classe; por achar que algumas etnias e/ou culturas, como a sua, s o melhores do que as de outras. Por outro lado, quando se v em situa es de discrimina o por causa da sua condi o social, cultural e/ou de cor, paradoxalmente, defende discursos igualit rios;F - um indiv duo que, na condi o de compartilhador das ditas verdades e/ou saberes que circula
O que um homem dito canalha seria capaz de fazer, n o somente para levar v rias para a cama, mas tamb m para tirar a virgindade de uma mulher? O que uma mulher seria capaz de fazer para conquistar ou se vingar de um homem que supostamente a tivesse tra do? Mais: O que uma mulher seria capaz de fazer para se vingar de outra, considerada sua amiga, que se envolvera com um dito seu homem?Ambientada num bairro de classe m dia carioca, tempos ditos p s-modernos, tempos de globaliza o da poligamia, tempos de banaliza o dos relacionamentos e sentimentos, tempos do consumo descart vel de pessoas como se estas fossem coisas, tempos de redes sociais, mas tamb m de fragilidades e/ou de aus ncia de sinceros la os afetivos, a est ria - um romance surpreendente - prende-nos do in cio ao fim.
Nesta obra, organizada pelo autor a pedido da Atsoc Editions - editora, Cleberson Eduardo da costa (mais de 100 livros publicados, muitos deles traduzidos para outros idiomas, e um dos dez escritores Brasileiros que, nos ltimos anos, mais tem vendido livros e-books e impressos no Brasil e no exterior), presenteia-nos com uma antologia de contos.Criada a partir da reuni o de suas melhores est rias, vivenciadas e narradas estas sob a m scara do protagonista, personagem fict cio de codinome "O iluminado", s o abordadas tem ticas diversas, tais como relacionamentos amorosos, problemas sociopol ticos, amizades, quest es ticas, morais, filos ficas, familiares, etc. uma obra que - pela qualidade dos escritos, alcan ada em virtude da maestria do autor no trato com as palavras - merece ser lida, ou melhor, muito bem digerida.Os editores
ISegundo a pesquisadora da UFF Tereza Olinda Caminha Bezerra, em sua tese de doutoramento defendida em 2011-UFF, referindo-se ao final da d cada de 90, per odo este em que ainda n o havia cotas para negros, pardos e/ou pobres nas universidades p blicas brasileiras, "Em 1997 apenas 2,2% de pardos e 1,8% de negros, entre 18 e 24 anos cursavam ou tinham conclu do um curso de gradua o no Brasil". Esse baixo ndice indicava que, politicamente, algo precisava ser feito. Ainda segundo a mesma: "Pessoas estavam sendo impedidas de estudar em nosso pa s por sua cor de pele ou condi o social."IINo in cio do s c. XXI, quando o sistema de cotas, substanciado em lei federal (e outras estaduais) come ou a ser implantado nas principais universidades p blicas brasileiras, muitos, n o somente os contr rios a ela, faziam-se as seguintes indaga es:1- Ser que os negros, pardos, ind genas e/ou pobres conseguir o se sair bem dentro das mesmas?2- N o haver uma excessiva evas o de alunos, n o somente por causa da suposta falta de capacidade intelectual, como a elite conservadora h tempos falsamente sempre diz, mas tamb m por falta de condi es financeiras para levarem os cursos adiante, etc., uma vez que, como se sabe, embora as universidades sejam p blicas, existem custos como alimenta o, livros, transportes e afins?3 - As universidades que receberem os tais alunos, advindos estes de classes e/ou grupos sociais ditos subalternos, portadores de ditos d ficits cognitivos, prec ria forma o cultural, etc. n o acabar o tendo que nivelar os seus cursos por baixo, ou seja, praticarem o chamado "facilismo pedag gico" e, assim, na mesma via, inevitavelmente, abrirem m o da busca pela qualidade acad mica, tornando-se precarizadas em rela o s universidades privadas? Ou seja, n o ser o fim da suposta qualidade das universidades p blicas em rela o maioria das privadas?Como j de n s h tempos sabido e ver-se- ao longo desse trabalho, os dados da pesquisa de TERESA (uma d cada ap s o estabelecimento do regime de cotas), assim como os de GURGEL, Cl udio (tamb m pesquisador da UFF), e os do LPP/UERJ, como tamb m os de muitos outros, tem-nos revelado duas coisas: 1 - Que os mitos foram rompidos; 2 - Mas que tamb m ainda existem outros e novos desafios a serem vencidos.IIINa unidade I, sendo assim, dialogaremos, de forma epistemologicamente fundamentada, sobre os dados das referidas pesquisas, reafirmando-se a ideia de que o regime de cotas, se n o o melhor, aquele que de fato tem gerado mudan as significas frente aos processos de redu o da exclus o socioeducacional no Brasil. Mostraremos tamb m que, ao contr rio do que muitos diziam e/ou dizem, o desempenho de negros, pardos e pobres nas universidades tem sido excelentes.Na unidade II, cuja tem tica refere-se a novos desafios pol ticos-educacionais, apresentaremos alguns ensaios cr ticos envolvendo problem ticas diversas.Espera-se que, esse livro, assim como todas as obras do autor possa, de alguma forma, contribuir forma o de uma sociedade global mais humanizada, respeitosa das suas diferen as, politicamente participativa, democr tica, tica e socialmente equitativa.
In this work, organized by the author at the request of Atsoc Editions - publisher, Cleberson Eduardo da Costa (more than 100 published books, many of them translated into other languages, and one of the ten Brazilian writers who, in recent years, has most sold books e-books printed in Brazil and abroad), countains us with an anthology of tales. Created from the meeting of their best stories, experienced and narrated these under the mask of the protagonist, fictional character of the codename The illuminated, are discussed various issues, such as loving relationships, problems sociopolitical, friendships, ethical issues, moral, philosophical, family, etc. It is a work which - for the quality of the written, accomplished by virtue of the mastery of the author in dealing with the words - deserves to be read, or better, very well digested.
INietzsche (1844-1900), o grande fil sofo alem o, um dia escreveu-nos: "A arte sem amor n o nada." No amor arte est esse princ pio de transforma o das coisas; essa ideia de n o aceitar a realidade como ela e/ou de n o aceitar consumi-la e/ou engoli-la goela abaixo irrefletidamente como um consumidor de verdades alheias ditas eternas e imut veis.Nesse sentido, embora muitos n o consigam perceber, a arte, enquanto capacidade de cria o, inova o e/ou transforma o das coisas, tamb m um princ pio de vitalidade, de renova o e de afirma o da vida, de desenvolvimento da humaniza o e da autonomia intelectual. Por exemplo, nenhum organismo vivo que se conhece, ao nutrir-se, absorve todos os elementos que lhe s o impostos; dentro dele h um processo alqu mico-art stico de transforma o, ou seja, de separa o, transforma o e encaminhamento de uma parte nutri o e outra para o excremento (e esse processo alqu mico-art stico, como se sabe, n o para por a ).Em outras palavras, o que se quer dizer que, a arte, enquanto esse processo de criar, transformar, criticar, pensar e/ou dizer diferente, deve ser vista tamb m como um mecanismo de desenvolvimento, al m de org nico, intelectual humano.IIMesmo no campo da teologia, diz a b blia, por exemplo, que a terra era sem forma e vazia; que Deus (seja l quem ele for) criou os c us e a terra; que, do p da terra, formou Deus o homem; e que, da costela de Ad o, fez Deus a mulher. Dando-se sequ ncia ainda a esse princ pio, diz tamb m a b blia que, o homem, al m do sentido gen rico, foi criado, por esse mesmo Deus, sua imagem e semelhan a. Sendo esse Deus o maior dos criadores, o homem, enquanto sua criatura; enquanto criatura a ele semelhante, pode-se afirmar, naturalmente traz tamb m em si uma intr nseca voca o transformadora, art stica, criativa e/ou criadora. Ou seja, Arte vida.IIINas sociedades ocidentais contempor neas, todavia, os homens est o sendo dizimados, sofrendo genoc dios por estarem se tornando escravos das tecnologias de consumo e, na mesma medida, tornando-se tamb m incapazes de fazerem arte, de exercitarem-na. O exerc cio da arte levaria o homem n o somente a ser capaz de lutar contra a sua pobreza e/ou contra a sua exclus o social, nos sentidos micro e macro, mas tamb m impedir que ele se tornasse, tal qual um morto-vivo, um ser acometido por doen as como, por exemplo, a chamada depress o (que se traduz em perda do sentido da exist ncia, ang stias, tristeza profunda, n useas, melancolia, etc.). A arte, como veremos ao longo deste trabalho, mas que aqui vale reiterar, assim como a filosofia, tem o poder de "elevar o homem" (elevar o esp rito humano), uma vez que, pensa-se, o conhecimento e a capacidade de cri -lo e/ou de recriar a vida por meio da constru o de novos sentidos existenciais n o pode, mesmo porque n o tem, a priori, como rebaixar ningu m.IVNa unidade I, sendo assim, de maneira epistemologicamente fundamentada, discorreremos sobre a arte e sobre a fun o social do artista. Na II abordaremos tem ticas relativas ao sentido do processo criativo. Na III falaremos sobre a arte (o fazer arte) e as suas intr nsecas rela es com a supera o da exclus o socioecon mica. Na IV, texto anexo, introduziremos o leitor filosofia, uma vez que, a arte, embora talvez n o saibam muitos, assim como a tica, a epistemologia, os fundamentos do poder pol tico, etc., se traduz tamb m como sendo um dos objetos de estudo da mesma.Esperamos que, esse livro, assim como todas as obras do autor possa, de alguma forma, contribuir forma o de uma gera o mais livre, mais equitativa, cr tica, tica, respeitosa das diferen as e emancipada intelectualmente.
Por que falar, se n o querem te ouvir? Por que sentir, se n o querem teu amor? Por que criar, se n o querem que destruas o que velho? Por que revolucionar se - enquanto alienados - buscam sempre o conformismo? Por que pregar a paz se - enquanto fantoches do sistema - preferem guerra? Por que insistir no di logo se - enquanto ap ndices da ideologia - sistematizam mon logos? Por que defender a fraternidade se - enquanto consumistas consumidos - cultivam o individualismo? Por que ainda pregar o amor ao pr ximo se - enquanto individualistas - praticam genoc dios? Respondo-vos: 1- Precisam de educa o de qualidade... os fantoches, e n o os s bios;2- Precisam de cura os doentes..., e n o os s os...;3- Precisam de educa o de qualidade... os escravos assalariados do capital... e, de no m nimo o qu ntuplo dela, os neoescravocratas p s-modernos.IIEsperamos que esse livro, assim como todas as obras do autor, de alguma maneira, possa contribuir forma o de uma gera o de cidad os mais cr ticos, emancipados intelectualmente e, na mesma via, socialmente equitativos, ticos, humanizados e politicamente participativos.O autor
Why talk if the people do not want to listen to you? In that sense, if the people don't want your love?Why create, if you do not want to destroy what is old? Why revolutionize if - while alienated - seek always the conformism? Why preach peace - while puppets of system - prefer to war? Why insist on dialog - as appendices of ideology - acid mists monologues?Why defend the brotherhood - while consumerist consumed - cultivate individualism? Why are you still preach the love of neighbor that - while individualists - practice genocide?I answer you:1- "Need quality education... the puppets and not the wise;2- Need to cure the sick ... and not the healthy... 3- Need quality education ... the wage slaves of capital... and, at least 5 times, the New-slavers post-modern.In the units I and II we will discuss what is needed for someone be considered and/or be considered a philosopher, as well as on its social function and about what is the philosophy. In unit III tests present philosophical, addressing various issues, such as: politics, culture, education, economy, etc.In IV, in the form of poesofias (philosophical poems), we will discuss various issues.We hope that this book, as well as all the works of the author, can contribute to the formation of a generation of citizens more critical, more emancipated intellectually and, at the same track, more socially equitable, ethical, humane and politically participatory.
Para Marx, contrariando Proudhon, "as leis nunca podem estar acima da estrutura econ mica da sociedade" e, sendo assim, o Direito (normas jur dicas), presente nas sociedades capitalistas, entendido por ele como sendo nada mais nada menos que: 1- "A vontade - feita lei - da classe dominante sobre a classe oprimida e/ou dominada, por meio da ideologia, querendo torn -las:2- "A express o de justi a eterna." A ideia de justi a, para Marx, portanto, transcende quelas dos chamados c digos de leis (Direito), ideologicamente elaborados e transformados em conte dos- ticos do Estado Liberal pelas elites capitalistas.Na primeira unidade, levantaremos aprecia es cr ticas sobre o que tem sido concebido como padr o dito qualitativo de justi a nas sociedades ocidentais capitalistas contempor neas e/ou p s-modernas. Ou seja, levantaremos aprecia es cr ticas sobre os padr es de justi as sistematizados nas sociedades ocidentais capitalistas p s-modernas, erguidas estas sob os valores da chamada Democracia Liberal, em que a ideia essencial de justi a est atrelada a da "manuten o da ordem do capital por meio das institui es coercitivas do Estado," sistematizando-se, tamb m, assim, uma esp cie de "ditadura e/ou imp rio do poder Legislativo n o somente em rela o s massas, mas tamb m em rela o aos outros ditos dois poderes (Judici rio e Executivo), na mesma medida em que esses, por n o conseguirem conter as for as corruptas e corruptoras do poder econ mico, tornam-se meros ap ndices dele (do Legislativo, ao constituir e instituir suas leis que, na grande maioria das vezes, s o particularistas, lobistas etc.).Na segunda, traremos tona os valores e princ pios liberais que regem as sociedades capitalistas e, sob os quais, est o tamb m superestruturados, enquanto normas jur dicas (Direito), os seus ditos preceitos de justi a.Na terceira, dialogando com os processos hist ricos que culminaram e tem culminado com os mecanismos de coloniza o e neocoloniza o, retornaremos s quest es relativas ao Direito (normas jur dicas) e justi a, mostrando que existe uma rela o intr nseca entre os valores e princ pios capitalistas e as desigualdades pol ticas e sociais existentes nas chamadas democracias dos Estados liberais modernos (agora p s-modernos).Na quarta, que a do ep logo, como unidade de conclus o, apontaremos caminhos para a constru o de um "ideal de justi a que esteja pautado nas ideias primeiras de igualdade pol tica e justi a social, estruturadas estas sob a gide do que convencionamos tamb m chamar aqui de "ideal neo-progressista de justi a." Esperamos, assim, que essa obra possa nos permitir pensar sobre qual tem sido a real fun o dos ditos tr s poderes nas sociedades capitalistas ocidentais p s-modernas, atreladas estas ao poder econ mico, e, na mesma via, de alguma forma tamb m nos fazer refletir sobre o que devemos, enquanto sociedade pol tica ou civil planet ria, elegermos e/ou buscarmos, enquanto seres sociopol ticos, como sendo, de fato, princ pios e valores ideais de justi a para os novos tempos, ou melhor, para o s culo XXI.
Dez (10) li es sobre derrotas e vit rias (romance), assim como tantas outras obras, nasceu a partir de um momento de n useas, caos existencial, no qual todo ser pensante, mais cedo ou mais tarde tende a passar e onde todos os nossos valores s o postos em xeque, sendo pass veis de quebras, a marteladas, como diria Nietzsche. Depois das n useas e do caos, s resta ao Ser tr s possibilidades: A)Voltar a ser ele mesmo;B)Tornar-se patol gico; Ou, num outro v eis prof cuo: C)Transcender.Na primeira, o ser n o evolui: quer ser ele mesmo; o mesmo sempre. Na segunda, o ser perde a l gica da raz o e aprisiona-se no seu pr prio mundo: o mundo das verdades subjetivas, das possess es espirituais, dos pseudos estados de dita sabedoria ou hiperconsci ncia.Na terceira, o ser transcende, isto , passa a querer criar e dar sentido sua pr pria exist ncia. O autor
A pedagogia, embora n o saibam e/ou finjam n o quererem saber muitos, historicamente e ainda hoje, tragicamente, tem sido: 1- Pragmaticamente concebida por muitos pseudo intelectuais como uma esp cie dogm tica e cientificista de "ci ncia da educa o"; 2 - Absurdamente confundida com um "mecanismo ideol gico civilizador e/ou corruptor" (tanto no sentido da preserva o quanto no da mudan a de status quo); 3 - Politicamente utilizada como objeto e/ou mecanismo de controle e domina o, isto , frise-se: utilizada como uma ferramenta pol tica (tanto para ide logos ditos de Direita quanto de Esquerda), nos processos sistem ticos e assistem ticos de manipula o e/ou coopta o das massas). Na unidade I, sendo assim, partindo-se das referidas premissas e problematiza es aqui levantadas, questionaremos e discutiremos o car ter tr gico-ideol gico que historicamente tem sido dado pedagogia (o que chamaremos aqui de MIS RIA DA PEDAGOGIA).Nas unidades II e III, traremos luz aprecia es sobre as rela es intr nsecas que sempre existiram e que precisam voltar a existir entre a filosofia, a arte e a educa o. A partir da , desenvolveremos as nossas proposi es sobre educa o, ou seja, o que pensamos e propomos sobre a fun o social do professor e das institui es educativas no alvorecer do s c. XXI.Esperamos que esse livro possa contribuir forma o de uma gera o de Pedagogos, educadores e/ou professores - ainda que n o possa haver neutralidade pol tico-ideol gica - mais conscientes das suas reais fun es sociais e mais comprometidos com as quest es pedag gicas, especialmente aquelas que envolvem os processos de reden o, eleva o e/ou supera o humana.O autor
A tica (assim como a est tica, a l gica, a epistemologia ou teoria do conhecimento, os fundamentos do poder pol tico, a filosofia da ci ncia, etc.) uma das reas ou campos de estudo da Filosofia. Quest es tais como "1- O que devo fazer? 2- Como devo ser? 3- Como devo agir e/ou me comportar em determinado espa o-tempo e/ou diante de determinada situa o?", s o, por assim dizer, de naturezas pr ticas, e, portando, tamb m comportamentais, o que n o quer dizer irreflexivas, ou seja, pautadas numa obedi ncia cega s normas, sejam elas morais, culturais ou jur dicas.Na unidade I, discorreremos sobre a tica em seus aspectos fundamentais; na unidade II, sobre os processos de invers o do sentido tico que se deram com o desenvolvimento das ci ncias e/ou do saber cient fico, atrelados estes ao desenvolvimento do capitalismo, culminando-se numa mudan a radical de princ pios e valores; na III, complementando a Unidade II, abordaremos a tem tica da transgress o social que, nas sociedades capitalistas ocidentais p s-modernas, tornaram-se valores cultivados pela maioria dos cidad os, seguindo-se o exemplo da corrup o que tem se dado nas esferas Estatais. Na IV, que a do ep logo, seguiremos dialogando sobre a filosofia, sobre a sua import ncia e tamb m sobre a fun o social do fil sofo no alvorecer do presente s culo.Esperamos que, esse livro, assim como todas as obras do autor, possa contribuir forma o de uma gera o mais humanizada, mais tica, mais fraterna, mais respeitosa das diferen as e, na mesma via, mais emancipada intelectualmente.
INosso objetivo, faz-se importante ressaltar, n o e nem tampouco ser o de entrar em quest es especificamente sociais e pol ticas, mas o de, no campo das problematiza es filos ficas e pedag gicas, discorrermos sobre as seguintes quest es: Existindo, como se sabe, etnocentrismos, ideologias e hierarquias nas e/ou entre as diferentes culturas, pergunta-se: o mero acesso ela (cultura), por meio dos processos sistem ticos e/ou assistem ticos de socializa o (endocultura o), pode ser, de fato, como h tempos tem sido, ainda hoje considerado como o mesmo que o acesso educa o?Em outras palavras, um ser educado e/ou tico de fato, dado o car ter etnoc ntrico e ideol gico das culturas, ainda hoje pode ser considerado aquele que foi mera e sistematicamente socializado ou endoculturado, al m da fam lia e de outras inst ncias, nas institui es ditas educativas?Se, ao longo do nosso estudo, as respostas forem negativas, ou seja, se considerarmos que o processo de "educa o" n o o mesmo que o de uma mera endocultura o ou socializa o, mas algo muito al m destas (aquilo que transcende-as), ent o as nossas indaga es ser o outras, do tipo: 1- o que ent o de fato a educa o?; 2 - o que de fato educar-se?; 3 - o que de fato educar?IINa unidade I, sendo assim, discorreremos sobre o que a Cultura e sobre as suas problem ticas relativas aos processos de socializa o; na II, problematizando os axiomas culturais, dialogaremos sobre o sentido da educa o na presente era p s-moderna; na III, que tamb m a unidade do ep logo, faremos um estudo sobre a tica e sobre as suas intr nsecas rela es com a educa o, culminando na defini o do que poderia vir a ser de fato considerado um cidad o educado e/ou tico.Esperamos que, esse livro, assim como todas as obras do autor sobre ci ncias humanas, possa, de alguma maneira, contribuir forma o de uma gera o de professores e/ou educadores mais eficientes e eficazes em suas miss es sociais transformadoras e/ou revolucion rias.O autor
Esta uma obra de Pedagogia da filosofia e n o de filosofia da educa o. Desenvolvemos o nosso estudo a partir de uma perspectiva epistemol gica hist rica, procurando compreender poss veis e, por isso mesmo, talvez ainda n o conhecidas, na presente era p s-moderna, essenciais rela es entre as diferentes teorias do conhecimento e os seus respectivos axiomas sobre aprendizagem, ensino e avalia o. Diferentes pensadores, ainda que indiretamente, procuraram e/ou t m procurado, aos seus modos, abordarem tais tem ticas. Alguns, do antigo mundo Grego, como Plat o, Parm nides, etc., desenvolveram teses Inatistas e/ou pr -deterministas; outros, mais radicais, como G rgias e Pirro, teses c tico-absolutas; outros ainda, como Arist teles, disc pulo divergente de Plat o, teses empiristas. Em outras palavras, mesmo entre aqueles que afirmaram ser poss vel ao homem de fato "conhecer ou saber", existiram tamb m diverg ncias quanto aos ditos m todos ou caminhos e limites dessas possibilidades. Partiremos, sendo assim, das contribui es dadas pelos fil sofos cl ssicos, aqueles que foram os precursores das teorias do conhecimento e, que, mais tarde, especificamente ao longo da era moderna, por meio de pensadores como Descartes, Francis Bacon, etc., foram utilizados como gide para a estrutura o dos novos valores da Ci ncia e/ou das novas formas de conhecer cient ficas. Faz-se importante ressaltar, todavia, que o nosso objetivo buscarmos compreender poss veis rela es substanciais existentes entre as principais teorias do conhecimento (Platonismo, Neoplatonismo, Racionalismo, Idealismo dial tico, empirismo, Kantismo, fenomenologia, materialismo dial tico, etc.) e s novas exig ncias educacionais (tempos ditos P s-modernos, de Individualismo, Consumismo, Meritocracia, Xenofobismo). O autor
Ao longo da hist ria, a tem tica do amor tem sido difundida na cultura dos diferentes povos, em diferentes formas de express o, sejam elas art sticas, liter rias, cient ficas, m tica, m sticas e/ou religiosas, por ser encarada como parte da ess ncia humana.O livro, parte integrante da cole o "Poesofias" (poemas filos ficos), de uma forma po tica, filos fica, ir nica, c mica, e muitas vezes tamb m questionadora do mundo em que se vive, trata da tem tica do amor entre os diferentes sexos ou g neros humanos, centrando-se nos paradoxos existentes entre os ditos "amor apaixonado," o "amor rom ntico" e as concep es de amor p s-modernas, a saber:1- O amor apaixonado marcado por uma urg ncia que coloca o indiv duo parte das rotinas da vida cotidiana, com a qual, na verdade, ele tende a se conflitar. Ele arranca o indiv duo das atividades mundanas e gera uma propens o s op es radicais e aos sacrif cios. Tem como caracter stica n o ser reconhecido como uma base necess ria ou suficiente para o casamento;2- O amor rom ntico surge por meio de uma esp cie de atra o instant nea - dito "amor primeira vista" -, sem, no entanto, estar carregada da atra o sexual e/ou das compuls es sexuais e er ticas que caracterizam o amor apaixonado. Segundo Anthony Giddens*, "o primeiro olhar" uma atitude comunicativa ou uma compreens o intuitiva das qualidades do outro. Ou seja, um processo de atra o por algu m que pode tornar a vida de outro algu m, digamos, "mais completa."3- O amor p s-moderno refere-se a uma situa o em que se entra numa rela o apenas pela pr pria rela o e que s continua enquanto ambas as partes considerarem que extraem dela satisfa o suficiente, para cada uma individualmente, nela permanecerem. o exerc cio de uma sexualidade sem casamento, centrada no "ficar," "sair com" e/ou no "viver apenas um lance."
1001 VEZES PUBLICADO, autobiografia do escritor, fil sofo, pedagogo e Prof. Universit rio Cleberson Eduardo da Costa, uma obra, vers o estendida do livro romance] "O fazedor de pipas" que, atrav s do relato de uma hist ria real de supera o, mostra-nos - de uma maneira did tica - como podemos, a partir do exerc cio do di logo entre o Fil sofo e o Executivo que existem em cada um de n s (simplesmente por pertencermos esp cie "homo sapiens"), alcan armos os nossos objetivos ou metas, sejam elas pessoais ou profissionais. um livro que, entre outras coisas, trata da necessidade do nosso pensamento vir a poder estar em di logo/questionamento permanente com as nossas a es rumo ao alcance de resultados de forma intencional e, na mesma via, tamb m cr tica, fraterna e autossustent vel. Nesta obra descobrimos que viver procuramos solucionar nossos problemas s cio-existenciais de uma forma n o somente te rica ou somente pr tica, mas "te rica, pr tica e avaliativa".Esperamos que esse livro possa contribuir forma o de uma gera o mais cr tica, humana, fraterna e autossustent vel.Os editores
O que um homem dita galinha seria capaz de fazer, n o somente para levar v rias para cama, mas tamb m para tirar a virgindade de uma mulher? O que uma mulher seria capaz de fazer para conquistar ou se vingar de um homem que supostamente a tivesse tra do? Mais: o que uma mulher seria capaz de fazer para se vingar de outra, considerada sua amiga, mas que se envolvera com um suposto dito seu homem?Ambientada num bairro de classe m dia carioca, tempos ditos p s-modernos, tempos de globaliza o da poligamia, de banaliza o dos relacionamentos e sentimentos, tempos do consumo descart vel de pessoas como se estas fossem coisas, tempos de redes sociais, mas tamb m de fragilidades ou de aus ncias de sinceros la os afetivos, a est ria nos prende do in cio ao fim.Os editores
Mesmo ap s nascido pobre, um exclu do social, e, ainda assim, mediante in meras dificuldades, ter conseguido estudar, formar-se, prosperar, tornar-se multimilion rio, vivendo mais de uma d cada na riqueza, aos exatos 40 anos (depois de exaustivamente refletir), eis que Zoroaster decide voltar a levar a antiga vida de homem humilde que at os vinte e poucos anos tivera, abrindo m o de quase tudo o que conquistara: as v rias empresas; a sua cobertura na Barra da tijuca - local onde residia; as centenas de im veis que possu a; os carros de luxo; as a es de grandes corpora es, etc. Zoroaster decide sair em busca de um sentido para a sua exist ncia que estivesse longe daquela luta ou guerra di ria para ganhar mais e mais dinheiro; que estivesse longe daquela, agora reconhecida e dita por ele, luta pelo ac mulo, cada vez mais, de capital. Ele n o tinha ficado louco, como talvez possam pensar alguns, mas apenas tomado uma decis o motivado por um fato que, anos antes, ocorrera em sua vida. Havia conclu do ele que a ideia de ter objetivado lutar para ficar rico sem saber direito o que era a riqueza, tinha sido um grande erro em sua vida, uma grande ilus o de busca pela felicidade, uma vez que nada daquilo que de material conquistara tinha lhe dado tamb m o poder de ser eterno e/ou de trazer de volta as pessoas que tanto amava. Segundo pensava agora Zoroaster, e como quase sempre se dizia, "abandonar tudo e buscar recome ar era apenas uma das formas de se tentar reparar esse grande erro".
Na unidade I, al m de apresentarmos os preceitos pedag gicos e/ou educacionais de Nietzsche (1844-1900), mostraremos que, estes, essencialmente (al m de n o serem, pelo mesmo, concebidos como uma esp cie de "Ci ncia da Educa o", dado que a cada alma pertence um mundo e que para cada alma toda outra alma um al m-mundo) s o colocados - tais quais a filosofia e a arte - como "caminhos para a eleva o e/ou reden o humana". Ou seja, para Nietzsche, a educa o, concebida como um processo pr tico-poi tico filos fico deve, antes de tudo, estar pautada sob uma gide pedag gica dialogicamente problematizadora e potencializadora da vida e, na mesma via, centrada na busca pela supera o e/ou desenvolvimento - enquanto processo formativo - de subjetividades transcendentes.Na unidade II, discorreremos sobre a, para Nietzsche - al m daquele de origem grega - chamada "grande trag dia humana da era moderna" (agora p s-moderna), isto , sobre as, identificadas por n s em suas obras, ditas "Cinco maneiras distintas de a o irracional", sistematizadas socialmente estas, ainda hoje, nas sociedades capitalistas ocidentais, como um "valor social". A partir da unidade III, discorreremos, segundo Nietzsche, sobre o conceito de "Mediocridade" existente no homem e, na mesma via, traremos tamb m luz nossas proposi es sobre a - tamb m identificada por n s - "Pedagogia das tr s transforma es do esp rito".